Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Tolerùncia é reconhecer que nós somos falhos, até mesmo, mais do que o outro.

Inserida por pastorthiagotorres

Nunca perdemos nada por amar. Pelo contrĂĄrio!

Inserida por Keishin

JĂĄ sinto falta dos dias que teremos juntos.

Inserida por Keishin

Eu te celebro como os crisĂąntemos saĂșdam o vento que antecede a chuva...

Inserida por Keishin

A mentira Ă© uma verdade que nĂŁo tem volta!
Pode acreditar.

Inserida por drigoro

Tudo que vivi, serve-me de experiĂȘncia, tudo que imagino e sonho sĂŁo esperanças, mas o hoje Ă© um gande presente, entĂŁo agradeço a Deus por isso... De nada adianta saber muito, sonhar demais e realizar de menos... Como o joĂŁo de barro desce a terra para colher grĂŁos, tenho que arregaçar as mangas e tornar sonhos em realidade, e sempre buscando a sabedoria e a benção do Senhor

Inserida por valdirventuri

FIM DE UMA ESPERA

A Ăąnsia desta espera
finda-se ao sentir
teu alento voraz,
que devolve a meu peito
o fĂŽlego da existĂȘncia.
O calor do nosso beijo
acende meu coração,
aquece a minha alma
e liberta a perspectiva,
antes encarcerada na solidĂŁo
dos meus silenciosos sonhos.
O brilho do teu olhar
reflete no mar azul
do nosso Amor
a intensa emoção,
salva na confiança
de cada amanhecer
fazer valer
a nossa esperança.

Inserida por adrianogama

ImensidĂŁo

E vamos costurando
Nossos Yings nos Yangs
VocĂȘ mar profundo
Eu ventania
Dançamos
Ao som das ondas
Ao som do sopro
A canção se torna mais intensa
Mais profunda
Nos fundimos
Somos imensidĂŁo

Inserida por brunelos

A liberdade Ă© frĂĄgil, escassa entre os humanos, sensĂ­vel e delicada, fĂĄcil de perder. Muitos jĂĄ nascem estagnados, presos a uma realidade onde a liberdade nĂŁo existe. Outros, no decorrer da vida, adotam e adaptam-se a costumes, a condiçÔes e a comportamentos impostos por clĂŁs, grupos e sociedades por uma infinidade de motivos - aceitação, suposta salvação, exibicionismo, conquista de algo ou alguĂ©m, dentre outros mais fĂșteis.
Muitos seres humanos sĂŁo incapazes de aproveitar a vida, mesmo cientes de que esta Ă© Ășnica, em virtude do medo do julgamento de terceiros ou atĂ© de supostas leis superiores que, no que lhe diz respeito, nĂŁo possuem uma veracidade convincente e provĂĄvel. Desde que surgira, o universo possui uma jornada imensa. Muitas pessoas, iguais a nĂłs, documentaram relatos e alteraram outros jĂĄ escritos. Seja quem for o nosso Criador, Esse nĂŁo nos pusera aqui para vivermos condicionados Ă s normas, criadas por outras criaçÔes, que impedem a nossa vivacidade. Ele nĂŁo criara filhos para viver a temer ou com receio de agir conforme sua real personalidade. O Criador nĂŁo fizera uma criatura para viver infeliz ou para deixar de fazer qualquer coisa que amplificasse a prĂłpria alma, desde que nĂŁo afete outras criaçÔes e nĂŁo infrinja Sua lei.
O Ășnico mandamento convicto, neste mundo que habitamos, Ă© o amor e tudo aquilo que provĂ©m de benigno deste sentimento celeste.

Inserida por dhiefersonlopes

Gosto de amores veementes que nĂŁo medem esforços para a prĂĄtica de amar. Apaixono-me por amores loucos, inibidos, que tomam quaisquer atitudes, provindas do montante de sentimento, sem importarem-se com os possĂ­veis efeitos causados nos outros. Encanto-me e extasio-me por amores que se expandem naturalmente pelo espaço, a atravessar os limites do corpo humano e invadir as fronteiras desconhecidas. Fascino-me por amores que nĂŁo divulgam a existĂȘncia do amor, mas que expĂ”em, inconscientemente, o sentimento atravĂ©s do modo que os gestos naturais – tocar, olhar e falar – sĂŁo transmitidos.

Inserida por dhiefersonlopes

Existe algo em vocĂȘ que me modifica. O corpo junto a alma sĂŁo como um fruto. O corpo, o externo, Ă© a casca, a parte mais vulgar. No interior concentra-se o espĂ­rito, o apreciĂĄvel, o componente mais valioso. Estar ao seu lado e escutar as coisas que vocĂȘ diz fazem minha alma transpor. Vivo prĂłximo ao surreal e distante de qualquer realidade que possa levar-me ao fim.

Inserida por dhiefersonlopes

A estrela que mais brilhar

Sentado na varanda do meu casebre eu avistava as estrelas iluminando o céu negro enquanto fazia movimentos de vai e vem na cadeira de balanço. Recordava-me dos momentos em que Samuel era vivo e o quanto o mesmo reclamava das coisas. Eu ainda era capaz de ouvi-lo protestar da demora do almoço, da comida muito quente, das toalhas molhadas em cima da cama e de muitas outras coisinhas presentes na rotina de um casal - ele era cabeça dura, levou um tempo para admitir para si mesmo que nós éramos um casal. Samuel era teimoso e demorou muito para se aceitar como um gay, mesmo depois que eståvamos juntos, ele vivia dizendo que não era um, mas que me amava mais do que qualquer outra mulher que jå havia conhecido.
Os dizeres, da pequena cidade, o inibia e o deixava com receio. Algumas brasas de coragem queimavam em Samuel, todavia ele jamais falou, e jamais exporia sua sexualidade em pĂșblico. Talvez tambĂ©m fosse para nĂŁo perder sua pose de machĂŁo, porĂ©m acredito que ele agia daquela maneira por medo de que fĂŽssemos apedrejados em praça pĂșblica. ApĂłs sete anos nos agarrando Ă s escondidas nas madrugadas, em pastos distantes, em riachos e rios poucos frequentados, em celeiros e construçÔes abandonados ou em qualquer outro lugar distante dos olhos de terceiros, decidimos morar afastados daquele povo.
Planejamos uma saída discreta. Samuel foi embora com sua prima que sabia do nosso caso. Fizemos a cidade acreditar que eles dois tinham partido para morarem juntos. Camila aproveitou para fugir com um fazendeiro pelo qual desejava. E Samuel partiu sozinho para uma årea isolada de uma cidade distanciada, construiu uma humilde casa e, através de cartas, me chamou para viver junto a ele.
Apesar de gostar da minha simples cidade e amar a minha família decidi partir sem muito pensar. Amar estå conectado ao processo de ceder e a abdicação de coisas que julgamos ser imprescindíveis em nossas vidas. Totalmente seguro, deixei tudo para trås. Eu dei a desculpa que estava farto daquele pequeno lugar. Era fato que ficaria exausto de lå com o tempo, Samuel estaria longe. E, sinceramente, pouco me importava o local onde eu estivesse contato que Samuel se fizesse presente ao meu lado.
Vivemos durante muito tempo juntos. Por mais que estivĂ©ssemos distantes de muitas coisas, a presença de um alimentava a sede e o prazer de continuar a viver e ser feliz do outro. Samuel foi o meu primeiro e Ășnico homem, mas eu nĂŁo fui o primeiro, tampouco Ășnico homem da vida dele. Desde pequeno eu soube sobre mim, nunca precisei ter relaçÔes com uma mulher para ter a plena certeza de que era gay, assim como meu pai nunca precisou deitar com o homem para ter a convicção de que era hĂ©tero. Com Samuel foi diferente, ele ficou com muitas mulheres, era inseguro e fazia isso para manter a pose de heterossexual perante a sociedade. Os relacionamentos que Samuel tivera com mulheres nĂŁo partiam da sua genuĂ­na e natural vontade, eles serviam apenas para esconder a sua sexualidade.
Samuel, apesar de todas as brigas e implicĂąncias, sempre estivera comigo em todas as situaçÔes que enfrentei. Éramos dois corpos conexos vigorosamente por meio dos nossos espĂ­ritos.
Samuel começou a ter problemas cardiovasculares e respiratórios, aos sessenta e nove anos, por conta dos poucos cigarros que fumava.
No seu terceiro enfarte, quando eu chorava em desespero com medo de perdĂȘ-lo, Samuel me disse que quando nĂŁo estivesse mais presente neste mundo seria uma estrela, olharia por mim sempre que aparecesse e que caso eu quisesse tambĂ©m vĂȘ-lo bastaria eu olhar para aquela que mais brilhasse em todo o cĂ©u. A declaração fez com que minhas lĂĄgrimas se triplicassem e encharcassem o meu rosto. É difĂ­cil, para qualquer pessoa que cultiva o amor, perder aquele que mais se ama.
ImĂłvel naquela varanda desĂ©rtica eu contemplava as constelaçÔes. De repente uma estrela reluziu mais que todas as outras, de modo notĂĄvel. Parecia que ela estava a sorrir para mim. Respirei fundo, meus braços levantaram-se levemente em direção ao cĂ©u, meus dedos se abriram, como o brochar de uma rosa, ao tentarem alcançar a estrela, uma lĂĄgrima desceu do meu olho esquerdo e percorreu meu rosto atĂ© afundar-se na minha barba grisalha. Aquela foi a Ășltima noite que meu coração bateu.

Inserida por dhiefersonlopes

LigaçÔes entre parentes legítimos não implicam, necessariamente, a presença de um sentimento puro, verídico e incessante. Laços sanguíneos são insignificantes perante o vínculo que se estabelece entre almas.

Inserida por dhiefersonlopes

Gostos sĂŁo irregulares, dispersos e variĂĄveis. Somos incapazes de amar a tudo e a todos e agirmos de modo Ășnico, a todo o momento, isentos de uma personalidade falsa. HĂĄ uma pluralidade de elementos que constitui o nosso carĂĄter. Somos muitos, uma junção de atitudes, preferĂȘncias e pensamentos, reunidos em sĂł.

Inserida por dhiefersonlopes

Meus ideais transcendem as crenças de alguns homens. Meus conceitos vão além dos escritos rabiscados por pessoas improvåveis, registros tidos por grande parte como verdades absolutas. Minha forma de viver não possui muitas regras, ela abrange uma liberdade exorbitante, rompe as barreiras e, em alguns momentos, se contrapÔem à filosofia de vida de outros. Todavia ela estå sempre a respeitar, e a tentar evitar, lågrimas de sofrimento, feridas em corpos, mågoas em almas e/ou quaisquer outros que ajam de modo maléfico para com o próximo.
Distancio-me de teorias e pensamentos supérfluos, praticados e defendidos por grande massa humana refém da alienação. Faço uso do bem maior deixado pelo Criador. O amor é a matriz primordial que rege os meus feitos, minha alma vivifica-se e se alimenta das vertentes benévolas que ele origina.
O amor nĂŁo Ă© apenas o sentimento pelo qual os meus rastros seguem, ele compĂ”e as leis da minha vida, Ă© a minha Ășnica religiĂŁo, aquele que sustenta todas as formas que eu possuo de crer.

Inserida por dhiefersonlopes

Conselhos partem de uma individualidade pessoal. Cada ser humano possui sua particularidade, uma essĂȘncia Ășnica. RecomendaçÔes carecem de uma filtragem, uma seleção das coisas ditas, um recolhimento daquilo que suscite efeitos positivos quando inclusos Ă  realidade que nos constitui. NĂŁo hĂĄ um conselho universal a ser seguido que nĂŁo sejam a abundĂąncia de amor e a escassez do Ăłdio.

Inserida por dhiefersonlopes

Busco-te em todas as instĂąncias. Em todos os estados do meu consciente o meu pensamento te procura. Meu anseio pela sua companhia transcende o estado fĂ­sico. Quando o sono me domina e os meus olhos se fecham, o meu cĂ©rebro se empenha em processar a sua imagem. O meu ser nĂŁo se contenta em ter-te apenas em um universo palpĂĄvel e no espaço de tempo que a vida permite. Meus sonhos chamam por vocĂȘ, permanecem a todo momento a almejar a sua presença. Para sempre Ă© incompatĂ­vel com meu sentimento, Ă© muito pouco para te amar.

Inserida por dhiefersonlopes

Liguei para a mĂŁe de Gabriel, apenas para saber como ele estava a se passar. Chateado com as minhas atitudes, ele pĂŽs-se a rejeitar todas as minhas mensagens e ligaçÔes, depois do nosso tĂ©rmino. Dona VirgĂ­nia, calma e atenciosa como sempre, disse-me que seu filho passava bem, que estava trancado no quarto escutando mĂșsicas no volume mĂĄximo – esse era um de seus lugares e momentos prediletos. PorĂ©m eu nĂŁo ouvi nenhum ruĂ­do de guitarra provindo dos rocks preferidos de Gabriel.
Meus amigos, conhecidos e toda aquela gente que gostava de falar da vida alheia jå haviam comentado: Gabriel jå estava saindo com outro. A senhora Virgínia apreciava muito a nossa relação, e talvez tivesse medo de comentar algo com receio de que eu me afundasse em depressão profunda, pulasse da janela do meu quarto, saísse a gritar pela rua, chorasse em frente à sua casa, dentre outros que apenas um homem exagerado como eu era capaz de fazer.
Uma absoluta certeza gritava a me dizer que Gabriel estava bem, que jĂĄ tinha outro. Eu sĂł nĂŁo queria acreditar. Eu tinha um manual de instruçÔes fixado Ă  minha mente, sabia todo o funcionamento do meu ex-namorado. Ele estava muito distante de mim, seu silĂȘncio nĂŁo costumava remeter Ă s coisas boas. Ex-namorado, como era difĂ­cil aceitar isso, meu consciente negava-se a concordar com esse estado, meu pensamento esperneava como as crianças mimadas fazem ao receberem negaçÔes em pĂșblico de pais que nĂŁo sabem dizer nĂŁo.
Vi o carro de Gabriel passar pela rua, ao seu lado um jovem circundava seu braço esquerdo por trås de seu pescoço, acariciando de leve o seu ombro.
Agradeci com voz trĂȘmula. Desliguei o telefone. Olhei para o chĂŁo com intuito de achar algo que prendesse minha atenção. Observei por todos os lados, mas nĂŁo tinha ninguĂ©m para dar-me a mĂŁo. Busquei alguĂ©m para abraçar, mas nĂŁo tive ĂȘxito. As lĂĄgrimas molharam o meu rosto. Chorei sem disfarçar. Eu tentava conter os soluços, porĂ©m eles pulavam como se estivessem ali dentro de mim por trĂȘs geraçÔes.
Fiquei desnorteado, perdi o caminho de casa. Imaginei todo o meu amor e como ele era pouco, insuficiente ou incompatível a Gabriel. Qual a razão de desenvolver ou de ter um sentimento tão grande a alguém que não corresponde ou que o desdenha sem, ao menos, sentir dor?
Tropecei em um degrau que havia surgido do alĂ©m- talvez o chĂŁo me amasse, pois ele persistia em sentir meu corpo sobre ele, sempre que podia. Apoie-me no poste. Andei sem direção e sentei-me na beira da estrada. Desejei que minhas lĂĄgrimas fossem meu amor para com Gabriel, almejei que ele estivesse saindo de mim. Todavia nĂŁo era simples assim, o amor estava ali, ele vivia em mim. Talvez eu nĂŁo soubesse amar. Talvez minha mĂŁe estivesse certa. Ainda que eu desconsiderasse a opiniĂŁo da minha mĂŁe a esse assunto. MamĂŁe, naquela Ă©poca, nĂŁo tinha digerido a histĂłria de que seu filho caçula andava a beijar outro rapaz. No primeiro momento ela nĂŁo se importou tanto com a minha sexualidade polĂȘmica, mas sim com que dona Maria dizia, o que o senhor Francisco pensava, o que tio Paulo comentava, e o todo o resto dos familiares e a vizinhança, assim como muitas mĂŁes de filhos como a mim fazem – a mania ridĂ­cula que muitos seres humanos possuem de dar relevĂąncia aos dizeres alheios.
PorĂ©m todas as teorias caminhavam em sentidos opostos. AtĂ© as revistas de previsĂ”es diziam o contrĂĄrio – mesmo sem acreditar nelas, eu pus-me a pesquisĂĄ-las. Eu sentia um exercito contra a mim, praticamente todos julgavam meu amor a Gabriel como uma obsessĂŁo.
Falavam por toda a parte que eu o amava mais do que necessårio, mais do que a mim mesmo. Diziam que para amar o próximo carecíamos, posteriormente, possuir o amor próprio. Quando despejavam essa avaliação sobre mim eu sempre recordava da história de Jesus. Jesus morrera na cruz por muitos, até mesmo àqueles que ele não conhecia. Ele amou muito mais aos outros do que a si mesmo. Seria certo dizer que o indivíduo só é apto a amar o outro caso ame-se mais?
Todo aquele montante de sentimentos vinha de um lugar desconhecido, onde as palavras tornavam-se indizĂ­veis e inaptas a explicar.
NinguĂ©m igual a mim, minha mĂŁe, meu pai, fulano, ciclano, beltrano, poderia afirmar com convicção que o meu sentimento nĂŁo era amor. Nenhum indivĂ­duo possui propriedade para definir um modelo do que pode, ou do que vem a ser o amor. O mundo guarda elementos inexplicĂĄveis, incapazes de serem explicados por humanos, coisas que nem mesmo a ciĂȘncia Ă© habilitada a designar.
Aquele dia eu observei a noite se desfazer diante dos meus olhos.
Gabriel nĂŁo ficara com aquele rapaz. Ele partiu para o exterior dois anos apĂłs o fim do nosso vĂ­nculo. Eu busquei esquecĂȘ-lo, destruĂ­ todas as nossas lembranças fĂ­sicas. Mudei de cidade.
Casei com Davi aos trinta e quatro anos, amava-o muito, mas nĂŁo tanto quanto amara Gabriel. Meu amor sempre esteve vivo, mesmo que estivesse guardado no meu profundo. Qualquer recordação, que vinha de modo irreprimĂ­vel e involuntĂĄrio, fazia meu coração pulsar e minha alma vibrar Ă  caça dele. Eu pensei em Gabriel atĂ© o Ășltimo dia que se fiz presente aqui na Terra. AtĂ© o meu derradeiro suspiro, os meus lĂĄbios soletraram o seu nome. Um verdadeiro amor nĂŁo se apaga, nĂŁo deixa de existir com o surgimento de outro, ele toma nossas mĂŁos e nos segue como um fiel companheiro, por toda a eternidade.

Inserida por dhiefersonlopes

Sentimentos nĂŁo carecem de anĂșncios, dizeres demasiados e exposiçÔes para serem considerados verĂ­dicos. Eles ultrapassam quaisquer descriçÔes feitas por meros indivĂ­duos ou por conceituados poetas, filĂłsofos e escritores que produzem registros sobre o amor e romances formidĂĄveis. Amor, amizade, afeição, paixĂŁo, felicidade, prazer, ternura e afins sĂŁo indizĂ­veis, manifestam-se nas pessoas atravĂ©s de olhares, toques, suspiros, lĂĄgrimas, sorrisos e gestos inconscientes, dispensam roteiros para que se façam. Um sentimento verdadeiro exime declaraçÔes para ser tido como tal, ele Ă© perceptĂ­vel a olho nu Ă quele que tambĂ©m Ă© apto a sentir, ele cria uma energia envolta ao indivĂ­duo que o carrega e transmite, alterando o ambiente. Sentimentos sĂŁo lidos, sentidos e ouvidos pela alma dos seres capazes de amar.

Inserida por dhiefersonlopes

Deus, perdoa-lhes

Perdoa-lhes por usar o teu nome em vĂŁo.
Perdoa-lhes Pai por disseminarem o Ăłdio a incentivar, com os discursos deles, diretamente a morte de filhos Teu, em Teu nome.
Perdoa-lhes por não terem a capacidade de interpretação devida.
Perdoa-lhes por seguirem e adorarem a outros mais do que a Ti mesmo.
Perdoa-lhes por nĂŁo saberem o significado de: AmarĂĄs ao teu prĂłximo como a ti mesmo.
Perdoa-lhes por acreditarem que a igreja e a religiĂŁo salvam.
Perdoa-lhes por se promoverem como superiores apenas por possuĂ­rem uma bĂ­blia, citĂĄ-la ou estar dentro de uma entidade.
Perdoa-lhes por acreditarem cega e veementemente em um livro que sofrera inĂșmeras alteraçÔes por homens quaisquer,
Que fora conturbado, que tivera livros excluĂ­dos e ocultados – livros apĂłcrifos-, que tivera concepçÔes de facçÔes inseridas,
Que tivera fatos inclusos para sustentar e pactuar com os interesses políticos e religiosos da época- que seriam tidos como verdades posteriormente. Perdoa-lhes por desconhecerem a real história da igreja. Perdoa-lhes por não saberem o contexto histórico daquilo que defendem. Perdoa-lhes por não saberem o que dizem.
Perdoa-lhes por esconderem a verdade a muitos de seus filhos, por interesses vis.
Perdoa-lhes por fazerem grande massa crer em algo que fora criado para outras intençÔes – polĂ­ticas, religiosas e sustentadoras do sistema.
Perdoa-lhes por ignorarem o que ver a ser cristĂŁo.
Perdoa-lhes por dizerem que conhecem o amor de Cristo, quando desconhecem um terço de meio por cento do mesmo.
Perdoa-lhes por quando eles dizem Te conhecer, quando nĂŁo tĂȘm, ao menos, uma migalha do Teu maior sentimento.

Inserida por dhiefersonlopes