Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Para um zĂ©-ninguĂ©m como eu, vocĂȘ Ă© como um prĂȘmio que nĂŁo consigo alcançar.

Inserida por pensador

Por que eu deveria me importar o que as pessoas dizem?

Inserida por pensador

Se alguma vez eu me apaixonar por alguém tão cruel, com certeza vou me machucar algum dia.

Inserida por pensador

Eu nĂŁo sou o cara bonzinho que vocĂȘ pensa que eu sou.

Inserida por pensador

Timing Ă© tudo quando se trata de amor.

Inserida por pensador

- Ela diz - porque agente ñ namora ?
Ele diz- calma tudo tem sua hora
Ela diz - estĂĄ me recusando ? vocĂȘ jĂĄ vem falando isso a tempo
Ele diz- tempo que venho falando ? erĂĄ pra vĂȘ atĂ© aonde vocĂȘ eria suporta espera
Ela diz - oque falta tĂŁo ?
Ele responde - nesse momento nada , hoje tenho certeza que vocĂȘ me ama
isso Ă© pra vocĂȘ aprender que tudo que começar com Precipitação , terminar cedo .
enfim que ama Ă© resistente qualquer momento .

Inserida por Julhaoph

Amor Ă© quando alguĂ©m te magoa e muito magoado vocĂȘ nĂŁo aguenta porque sabe que isso fere os sentimentos dela.
Quando minha avó pegou reumatismo ela não podia te debruçar pra pintar as unhas dos pés desde então é meu avÎ que pinta pra ela mesmo ele tendo artrite.
Amor é quando uma menina coloca perfume e o garoto pÔe loção de barba do pai e eles saem juntos e se cheiram.
Quando alguém te ama a forma de falar seu nome é diferente. *bunitinho*
Amor, Ă© quando voce oferece suas batatinhas fritas sem esperar que a pessoa te oferece as batatinhas dela.
Amor é quando voce fala pra alguém alguma coisa ruim sobre voce e sentimento que essa pessoa não ame mais voce por causa disso ai voce descobre que ela continua te amando e ate te ama mais ainda.
Durante minah apresentação de piano vi meu pai na plateia me acenando e sorrindo e era a Ășnica pessoa de quem eu nĂŁo sentia medo. *bunitinho nĂ©*
Amor Ă© voce falar pro menino que camisa linda voce ta usando e daĂ­ ele passa a usar a camisa todo dia.
Quando voce tem amor por alguém seus olhos sobem e descem e pequenas estrelas saem de voce. *esse é um romùntico*
Voce sabe que amor quando seu cachorro lambe a sua cara depois de ter deixado ele sozinho o dia inteiro.
*e por Ășltimo essa de carĂĄcter religioso*
Jesus podia ter dito palavras mĂĄgicas pros pregos caĂ­rem do crucifĂ­xo mais ele nĂŁo disse, isso Ă© amor.

Inserida por marcelajammal

Mundo perfeito

Meu mundo é um todo dividido em amizades e inimizades. Meus inimigos me endurecem na minha convicção do que não quero ser e fazer, meus amigos me fortalecem na convicção do que quero ser e fazer. Obrigado Deus por este mundo perfeito!(Walter Sasso)

Inserida por walsasso

⁠"Nunca larguei, sempre largado.
Nasci para amar, nĂŁo ser amado.
O corpo que amanhece ao meu lado, acorda com o coração despedaçado.
As cartas foram dadas, o jogo foi feito para ser jogado.
As cartas que lhe escrevi, apague-as da memĂłria, queime-as em fogo baixo.
Nasci Wikney, sagrei-me Famigerado.
O consolo da minh'alma, Ă© olhar ao longe e perceber, que a razĂŁo estĂĄ do meu lado.
Eu nĂŁo quero paz; eu quero Ă© nĂŁo estar errado.
É o filosofar, Ă© o pensamento, Ă© o deus silĂȘncio, que sempre estĂĄ ao meu lado.
Entre escritos, sentimentos descritos, nĂŁo sei se fico, nĂŁo sei se no abandono, serei perdoado.
Reflexivo sobre o que somos; percebi que não sei o que sou, e isso, por toda a madrugada, me mantém acordado.
Entre palavras não ditas, promessas malditas, o ódio me mantém nesse cadafalso.
Mantendo o que jurei, fui réu onde eu deveria ter sido o juiz, jurado.
E em meio a palavras vazias, a loucura de uma vĂŁ filosofia, percebo que: Eu nunca larguei, sempre largado..."

Inserida por wikney

⁠Esta ilha e os moradores também são lindos quando olhamos de perto.

Inserida por pensador

⁠É no silĂȘncio que os vaga-lumes aparecem.

Inserida por pensador

⁠Não pode controlar o que sente. Não då para se forçar a parar de sentir falta de alguém.

Inserida por pensador

⁠Não då pra se viver numa ilha deserta. As ilhas precisam de pessoas que as conectem pra que sejam habitåveis.

Doutor Ă  Beira do Amor (Doctor On The Edge)
1ÂȘ temporada, episĂłdio 10.
Inserida por pensador

⁠A Ășnica forma de tratar uma dor insuportĂĄvel Ă© fugindo dela.

Doutor Ă  Beira do Amor (Doctor On The Edge)
1ÂȘ temporada, episĂłdio 10.
Inserida por pensador

Deus certamente nĂŁo estava fazendo uma experiĂȘncia com minha fĂ© nem com meu amor para provar sua qualidade. Ele jĂĄ os conhecia muito bem. Eu Ă© que nĂŁo. Nesse julgamento, ele nos faz ocupar o banco dos rĂ©us, o banco das testemunhas e o assento do juiz de uma sĂł vez. Ele sempre soube que meu templo era um castelo de cartas. A Ășnica forma de fazer-me compreender o fato foi colocĂĄ-lo abaixo.

Amor Amante

Tardes amenas e mĂ­sticas,

de repente eis que surge,

aquele encontro fugidio,

cĂșmplices no mesmo ato,

com horĂĄrio marcado.

Da tarde nĂŁo podem passar !


O tic-tac do relĂłgio,

funde-se com os coraçÔes,

LĂĄbios murmurando,

tanto para contar...



EmoçÔes, apenas emoçÔes,

sem juízo e sem razÔes...

sugam-se nos abraços,

roupas pelo chĂŁo.



Dançam corpo a corpo,

sussurrando a canção,

numa fusĂŁo dominante,

provam de um néctar,

quente e embriagante.



Tontos pelo prazer,

Rolam pelo chĂŁo,

Delicioso chĂŁo !

Faz-se leito confidente,

dos murmĂșrios falantes,

toque de peles travessas,

de um amor amante.

Deus Ă© amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus, nele.
1Jo 4:16b

NĂŁo fomos feitos para a solidĂŁo. Se vocĂȘ estĂĄ sofrendo por amor, ou estĂĄ com a pessoa errada ou amando de uma forma ruim para vocĂȘ. Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor.

AS FACES DO AMOR

O Dever sem AMOR AVALIATIVO te faz mal humorado...
A Responsabilidade sem AMOR LÚCIDO te faz imprudente...
A CiĂȘncia se AMOR RERFLETIDO te faz arrogante...
A Gentileza sem AMOR OBJETIVO te faz hipĂłcrita...
A Honra sem AMOR PONDERADO te faz cruel...
A Justiça sem AMOR REALISTA te faz duro...
A Ordem sem AMOR SIMPLES te faz complicado...
A Riqueza sem AMOR JUSTO te faz avarento...
A FĂ© sem AMOR INTERROGANTE te faz fanĂĄtico...
A Vida sem AMOR AUTÊNTICO Ă© vazia e sem sentido...
Mas a vida vivida em AMOR A DEUS Ă© permanente fonte de harmonia,
Criatividade, Paz Alegria e Felicidade...

RONDÓ DE MULHER SÓ

Estou só, quer dizer, tenho ódio ao amor que terei pelo desconhecido que estå a caminho, um homem cujo rosto e cuja voz desconheço.

Sempre estive duramente acorrentada a essa fatalidade, amor. Muito antes que o homem surja em nossa vida, sentimos fisicamente que somos servas de uma doação infinita de corpo e alma.

O homem Ă© apenas o copo que recebe o nosso veneno, o nosso conteĂșdo de amor. NĂŁo Ă© por isso que o homem me atemoriza, quando aqui estou outra vez, sĂł, em meu quarto: o que me arrepia de temor Ă© este amor invisĂ­vel e brutal como um prĂ­ncipe.

Quando se fala em mulher livre, estremeço. Livre como o bĂȘbado que repete o mesmo caminho de sua fulgurante agonia.

A uma mulher nĂŁo se pergunta: que farĂĄs agora da tua liberdade? A nossa interrogação Ă© uma sĂł e muito mais perturbadora: que farei agora do meu amor? Que farei deste amor informe como a nuvem e pesado como a pedra? Que farei deste amor que me esvazia e vai remoendo a cor e o sentido das coisas como um ĂĄcido? É terrĂ­vel o horror de amar sem amor como as feras enjauladas.

É quando o homem desaparece de minha vida que sinto a selvageria do amor feminino. Somos todas selvagens: sĂŁo inĂșteis as fantasias que vestimos para o grande baile. Selvagem era a romana que ficava em casa e tecia; selvagens eram as mulheres do harĂ©m, as mais depravadas e as mais pudicas; selvagem, furiosamente selvagem, foi a mulher na sombra da Idade MĂ©dia, na sua mordaça de castidade; mesmo as santas - e Santa Teresa de Ávila foi a mais feminina de todas - fizeram da pureza e do amor divino um ato de ferocidade, como a pantera que salta inocente sobre a gazela. E selvagem sou eu sob a aparĂȘncia sadia do biquĂ­ni, olhando a mecĂąnica erĂłtica de olhos abertos, instruĂ­da e elucidada. Pois nĂŁo Ă© na voluntariedade do sexo que estĂĄ a selvageria da mulher, mas em nosso amor profundo e incontrolĂĄvel como loucura. O sexo Ă© simples: Ă© a certeza de que existe um ponto de partida. Mas o amor Ă© complicado: a incerteza sobre um ponto de chegada.

Aqui estou, sĂł no meu quarto, sem amor, como um espelho que aguarda o retorno da imagem humana. O resto em torno Ă© incompreensĂ­vel. O homem sem rosto, sem voz, sem pensamento, estĂĄ a caminho. Estou colocada nesse caminho como uma armadilha infalĂ­vel. SĂł que a presa nĂŁo Ă© ele - o homem que se aproxima - mas sou eu mesma, o meu amor, a minha alma. Sou eu mesma, a mulher, a vĂ­tima das minhas armadilhas. Sou sempre eu mesma que me aprisiono quando me faço a mulher que espera um homem, o homem. CaĂ­mos sempre em nossas armadilhas. AtĂ© as prostitutas falham nos seus propĂłsitos, incapazes de impedir que o comĂ©rcio se deixe corromper pelo amor. Quantas mulheres traçaram seus esquemas com fria e bela isenção e acabaram penando de amor pelo velhote que esperavam depenar. Somos irremediavelmente lĂ­quidas e tomamos as formas das vasilhas que nos contĂȘm. O pior agora Ă© que o vaso estĂĄ a caminho e nĂŁo sei se Ă© taça de cristal, cĂąntaro clĂĄssico, xĂ­cara singela, canecĂŁo de cerveja. Qualquer que seja a sua forma, depois de algum tempo serei derramada no chĂŁo. Os vasos tĂȘm muitas formas e andam todos eles Ă  procura de uma bebida lendĂĄria.

Li num autor (um pouco menos idiota do que os outros, quando falam sobre nĂłs) que o drama da mulher Ă© ter de adaptar-se Ă s teorias que os homens criam sobre ela. Certo. Quando a mulher neurĂłtica por todos os poros acaba no divĂŁ do analista, aconteceu simplesmente o seguinte: ela se perdeu e nĂŁo soube como ser diante do homem; a figura que deveria ter assumido se fez imprecisa.

Para esse escritor, desde que existem homens no mundo, hĂĄ inĂșmeras teorias masculinas sobre a mulher ideal. Certo. A matrona foi inventada de acordo com as idĂ©ias de propriedade dos romanos. Como a mulher de CĂ©sar deve estar acima de qualquer suspeita, muito docilmente a mulher de CĂ©sar passou a comportar-se acima de qualquer suspeita. Os Dantes queriam Beatrizes castas e intocĂĄveis, e as Beatrizes castas e intocĂĄveis surgiram em horda. A Renascença descobriu a mulher culta, e as renascentistas moderninhas meteram a cara nos irrespirĂĄveis alfarrĂĄbios. O romancista do sĂ©culo passado inventou a mulherzinha infantil, e a mulherzinha infantil veio logo pipilando.

O tipos vão sendo criados indefinidamente. Médicos produzem enfermeiras eficientes e incisivas como instrumentos. Homens de negócios produzem secretårias capazes e discretas. As prostitutas correspondem ao padrão secreto de muitos homens. Assim somos. Indiquem-nos o modelo, que o seguiremos à risca. Querem uma esposa amantíssima - seremos a esposa amantíssima. Se a moda é mulher sexy, por que não serei a mulher sexy? Cada uma de nós pode satisfazer qualquer especificação do mercado masculino.

Seremos umas bobocas? Não. Os homens são uns bobocas. O homem é que insiste em ver em cada uma de nós - não a mulher, a mulher em estado puro ou selvagem, um ser humano do sexo feminino - o diabo, a vagabunda, a lasciva, o anjo, a companheira, a simpåtica, a inteligente, o busto, o sexo, a perna, a esportista... Por que exige de nós todos os papéis, menos o papel de mulher? Por que não descobre, depois de tanto tempo, que somos simplesmente seres humanos carregados de eletricidade feminina?