Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Amor Amante

Tardes amenas e mĂ­sticas,

de repente eis que surge,

aquele encontro fugidio,

cĂșmplices no mesmo ato,

com horĂĄrio marcado.

Da tarde nĂŁo podem passar !


O tic-tac do relĂłgio,

funde-se com os coraçÔes,

LĂĄbios murmurando,

tanto para contar...



EmoçÔes, apenas emoçÔes,

sem juízo e sem razÔes...

sugam-se nos abraços,

roupas pelo chĂŁo.



Dançam corpo a corpo,

sussurrando a canção,

numa fusĂŁo dominante,

provam de um néctar,

quente e embriagante.



Tontos pelo prazer,

Rolam pelo chĂŁo,

Delicioso chĂŁo !

Faz-se leito confidente,

dos murmĂșrios falantes,

toque de peles travessas,

de um amor amante.

Deus Ă© amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus, nele.
1Jo 4:16b

Neste mundo nada nos torna necessĂĄrio, a nĂŁo ser o amor.

RONDÓ DE MULHER SÓ

Estou só, quer dizer, tenho ódio ao amor que terei pelo desconhecido que estå a caminho, um homem cujo rosto e cuja voz desconheço.

Sempre estive duramente acorrentada a essa fatalidade, amor. Muito antes que o homem surja em nossa vida, sentimos fisicamente que somos servas de uma doação infinita de corpo e alma.

O homem Ă© apenas o copo que recebe o nosso veneno, o nosso conteĂșdo de amor. NĂŁo Ă© por isso que o homem me atemoriza, quando aqui estou outra vez, sĂł, em meu quarto: o que me arrepia de temor Ă© este amor invisĂ­vel e brutal como um prĂ­ncipe.

Quando se fala em mulher livre, estremeço. Livre como o bĂȘbado que repete o mesmo caminho de sua fulgurante agonia.

A uma mulher nĂŁo se pergunta: que farĂĄs agora da tua liberdade? A nossa interrogação Ă© uma sĂł e muito mais perturbadora: que farei agora do meu amor? Que farei deste amor informe como a nuvem e pesado como a pedra? Que farei deste amor que me esvazia e vai remoendo a cor e o sentido das coisas como um ĂĄcido? É terrĂ­vel o horror de amar sem amor como as feras enjauladas.

É quando o homem desaparece de minha vida que sinto a selvageria do amor feminino. Somos todas selvagens: sĂŁo inĂșteis as fantasias que vestimos para o grande baile. Selvagem era a romana que ficava em casa e tecia; selvagens eram as mulheres do harĂ©m, as mais depravadas e as mais pudicas; selvagem, furiosamente selvagem, foi a mulher na sombra da Idade MĂ©dia, na sua mordaça de castidade; mesmo as santas - e Santa Teresa de Ávila foi a mais feminina de todas - fizeram da pureza e do amor divino um ato de ferocidade, como a pantera que salta inocente sobre a gazela. E selvagem sou eu sob a aparĂȘncia sadia do biquĂ­ni, olhando a mecĂąnica erĂłtica de olhos abertos, instruĂ­da e elucidada. Pois nĂŁo Ă© na voluntariedade do sexo que estĂĄ a selvageria da mulher, mas em nosso amor profundo e incontrolĂĄvel como loucura. O sexo Ă© simples: Ă© a certeza de que existe um ponto de partida. Mas o amor Ă© complicado: a incerteza sobre um ponto de chegada.

Aqui estou, sĂł no meu quarto, sem amor, como um espelho que aguarda o retorno da imagem humana. O resto em torno Ă© incompreensĂ­vel. O homem sem rosto, sem voz, sem pensamento, estĂĄ a caminho. Estou colocada nesse caminho como uma armadilha infalĂ­vel. SĂł que a presa nĂŁo Ă© ele - o homem que se aproxima - mas sou eu mesma, o meu amor, a minha alma. Sou eu mesma, a mulher, a vĂ­tima das minhas armadilhas. Sou sempre eu mesma que me aprisiono quando me faço a mulher que espera um homem, o homem. CaĂ­mos sempre em nossas armadilhas. AtĂ© as prostitutas falham nos seus propĂłsitos, incapazes de impedir que o comĂ©rcio se deixe corromper pelo amor. Quantas mulheres traçaram seus esquemas com fria e bela isenção e acabaram penando de amor pelo velhote que esperavam depenar. Somos irremediavelmente lĂ­quidas e tomamos as formas das vasilhas que nos contĂȘm. O pior agora Ă© que o vaso estĂĄ a caminho e nĂŁo sei se Ă© taça de cristal, cĂąntaro clĂĄssico, xĂ­cara singela, canecĂŁo de cerveja. Qualquer que seja a sua forma, depois de algum tempo serei derramada no chĂŁo. Os vasos tĂȘm muitas formas e andam todos eles Ă  procura de uma bebida lendĂĄria.

Li num autor (um pouco menos idiota do que os outros, quando falam sobre nĂłs) que o drama da mulher Ă© ter de adaptar-se Ă s teorias que os homens criam sobre ela. Certo. Quando a mulher neurĂłtica por todos os poros acaba no divĂŁ do analista, aconteceu simplesmente o seguinte: ela se perdeu e nĂŁo soube como ser diante do homem; a figura que deveria ter assumido se fez imprecisa.

Para esse escritor, desde que existem homens no mundo, hĂĄ inĂșmeras teorias masculinas sobre a mulher ideal. Certo. A matrona foi inventada de acordo com as idĂ©ias de propriedade dos romanos. Como a mulher de CĂ©sar deve estar acima de qualquer suspeita, muito docilmente a mulher de CĂ©sar passou a comportar-se acima de qualquer suspeita. Os Dantes queriam Beatrizes castas e intocĂĄveis, e as Beatrizes castas e intocĂĄveis surgiram em horda. A Renascença descobriu a mulher culta, e as renascentistas moderninhas meteram a cara nos irrespirĂĄveis alfarrĂĄbios. O romancista do sĂ©culo passado inventou a mulherzinha infantil, e a mulherzinha infantil veio logo pipilando.

O tipos vão sendo criados indefinidamente. Médicos produzem enfermeiras eficientes e incisivas como instrumentos. Homens de negócios produzem secretårias capazes e discretas. As prostitutas correspondem ao padrão secreto de muitos homens. Assim somos. Indiquem-nos o modelo, que o seguiremos à risca. Querem uma esposa amantíssima - seremos a esposa amantíssima. Se a moda é mulher sexy, por que não serei a mulher sexy? Cada uma de nós pode satisfazer qualquer especificação do mercado masculino.

Seremos umas bobocas? Não. Os homens são uns bobocas. O homem é que insiste em ver em cada uma de nós - não a mulher, a mulher em estado puro ou selvagem, um ser humano do sexo feminino - o diabo, a vagabunda, a lasciva, o anjo, a companheira, a simpåtica, a inteligente, o busto, o sexo, a perna, a esportista... Por que exige de nós todos os papéis, menos o papel de mulher? Por que não descobre, depois de tanto tempo, que somos simplesmente seres humanos carregados de eletricidade feminina?

NĂŁo fomos feitos para a solidĂŁo. Se vocĂȘ estĂĄ sofrendo por amor, ou estĂĄ com a pessoa errada ou amando de uma forma ruim para vocĂȘ. Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor.

AS FACES DO AMOR

O Dever sem AMOR AVALIATIVO te faz mal humorado...
A Responsabilidade sem AMOR LÚCIDO te faz imprudente...
A CiĂȘncia se AMOR RERFLETIDO te faz arrogante...
A Gentileza sem AMOR OBJETIVO te faz hipĂłcrita...
A Honra sem AMOR PONDERADO te faz cruel...
A Justiça sem AMOR REALISTA te faz duro...
A Ordem sem AMOR SIMPLES te faz complicado...
A Riqueza sem AMOR JUSTO te faz avarento...
A FĂ© sem AMOR INTERROGANTE te faz fanĂĄtico...
A Vida sem AMOR AUTÊNTICO Ă© vazia e sem sentido...
Mas a vida vivida em AMOR A DEUS Ă© permanente fonte de harmonia,
Criatividade, Paz Alegria e Felicidade...

O QUE SINTO POR VOCÊ

Nosso amor Ă© um sentimento
Sincero, no coração;
SĂŁo dois olhares acesos
Bem juntos, unidos, presos
Numa mågica atração.

SĂŁo dois galhos
Bem longe Ă s vezes nascidos,
Mas que se juntam crescidos
E que se abraçam por fim.

SĂŁo duas almas bem gĂȘmeas
Que riem no mesmo riso,
Que choram nos mesmos ais;

SĂŁo nossas vozes de amantes,
Duas liras semelhantes,
Ou dois poemas iguais.

Deus certamente nĂŁo estava fazendo uma experiĂȘncia com minha fĂ© nem com meu amor para provar sua qualidade. Ele jĂĄ os conhecia muito bem. Eu Ă© que nĂŁo. Nesse julgamento, ele nos faz ocupar o banco dos rĂ©us, o banco das testemunhas e o assento do juiz de uma sĂł vez. Ele sempre soube que meu templo era um castelo de cartas. A Ășnica forma de fazer-me compreender o fato foi colocĂĄ-lo abaixo.

O amor perguntou para o Ăłdio: Por que me odeias tanto? O Ăłdio respondeu : Porque um dia te amei de mais!!

HĂĄ muitos tipos de amor;
hĂĄ amores que acendem a noite,
outros que sacodem as emoçÔes
e outros que serenam o espĂ­rito,
mas o amor que honra a vida,
esse sim, Ă© o melhor.

Nunca diga que esqueceu um grande amor, diga apenas que jĂĄ pode dizer seu nome sem que seus olhos se encham de lĂĄgrimas...

A PARTIR DE HOJE


A partir de hoje,
Olharei as coisas com amor
e renascerei...
Amarei o sol,
pois aquece meu corpo...
No entanto,
amarei a chuva,
pois purifica o meu espĂ­rito...
Amarei a luz,
pois me mostra o caminho...
Amarei também a escuridão,
pois me faz ver as estrelas...
Receberei a felicidade,
que engrandece meu coração,
mas tolerarei a tristeza,
pois abre minha alma...
Receberei as recompensas
pois elas me pertencem,
mas também aceitarei de bom
grado os obstĂĄculos, pois eles
sĂŁo os meus desafios...
A partir de hoje,
Olharei as coisas com amor
e renascerei...

Manuel Couto

Nota: Publicado em 29.07.2007.

O que eu faço, peço sua opiniĂŁo, minha vida Ă© vocĂȘ e nada nem ninguĂ©m vai substituir meu amor por vocĂȘ, o que eu preciso fazer pra ter a confiança do teu coração? Diga-me faço de tudo pra ter vocĂȘ e sua confiança, sei que com vocĂȘ tenho mais que um futuro, vocĂȘ me mostrou o paraĂ­so e uma vida melhor, faço de tudo por vocĂȘ, pelo amor que eu tenho por vocĂȘ...quero amais que uma vida com vocĂȘ, vocĂȘ Ă© a minha vida agora, a Ășnica pessoa que eu tenho que me ama de verdade, dividir com vocĂȘ uma vida e tudo pra mim, nĂŁo estragaria isso por nada nesse mundo, olhe para dentro de vocĂȘ e nĂŁo deixe que nada nem ninguĂ©m nos separe, porque eu digo com todas as letras e repito vocĂȘ e o Cara da minha vida , insubstituĂ­vel, impagĂĄvel, impossĂ­vel nĂŁo perceber o quanto eu sou louca por vocĂȘ, meu tempo Ă© todo pra vocĂȘ, quero que seja assim e nĂŁo abro mĂŁo de ter vocĂȘ comigo, vocĂȘ Ă© o ar que eu respiro, minha razĂŁo de viver, queria ja poder ficar com vocĂȘ todo o meu tempo, dormir com vocĂȘ, acordar com vocĂȘ do meu lado, saber que vocĂȘ sabe que eu vivo por vocĂȘ...nĂŁo quero mais nada , sĂł quero ser feliz do teu lado, confia mais em mim, me deixa eu te mostrar como eu posso te fazer feliz, assim como vocĂȘ me faz...minha razĂŁo de viver e vocĂȘ, sem vocĂȘ eu nĂŁo sou nada!

EU TE AMO mais que tudo rĂĄpido e grito pra quem quiser ouvir... me diz o que fazer pra que vocĂȘ confie em mim?

Eu te amo e a Ășnica coisa que eu quero e ser feliz com vocĂȘ, sem vocĂȘ eu nĂŁo consigo nem imaginar minha vida, ela sem vocĂȘ nĂŁo Ă© vida, Ă© apenas um vazio na escuridĂŁo, vocĂȘ Ă© minha Luz, a luz que me guia para a felicidade!

Amor e crença

Sabes que Ă© Deus?! Esse infinito e santo
Ser que preside e rege os outros seres,
Que os encantos e a força dos poderes
ReĂșne tudo em si, num sĂł encanto?

Esse mistério eterno e sacrossanto,
Essa sublime adoração do crente,
Esse manto de amor doce e clemente
Que lava as dores e que enxuga o pranto?!

Ah! Se queres saber a sua grandeza,
Estende o teu olhar Ă  Natureza,
Fita a cĂșp’la do CĂ©u santa e infinita!

Deus Ă© o templo do Bem. Na altura Imensa,
O amor é a hóstia que bendiz a Crença,
ama, pois, crĂȘ em Deus, e... sĂȘ bendita!

O melhor amor é aquele que acorda a alma e nos faz querer mais, que coloca fogo em nossos coraçÔes e traz paz às nossas vidas.

Noah Calhoun
DiĂĄrio de uma paixĂŁo (2004)

Nota: Filme baseado no livro "DiĂĄrio de Uma PaixĂŁo" de Nicholas Sparks

...Mais

- EntĂŁo Charlie Brow, o que Ă© amor pra vocĂȘ?

- Em 1987 meu pai tinha um carro azul.

- Mas o que isso tem a ver com amor?

- Bom, acontece que todos os dias ele dava carona pra uma moça. Ele saía do carro, abria a porta pra ela, quando ela entrava ele fechava a porta, dava a volta pelo carro e quando ele ia abrir a porta pra entrar, ela apertava a tranca. Ela ficava fazendo caretas e os dois morriam de rir. Acho que isso é amor...

Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar do que amar.

Feliz aniversĂĄrio, prima

Desejo a vocĂȘ mais um ano recheado de amor e alegrias.
Parabéns por ser tão especial na vida das pessoas que
te amam. Parabéns por suportar as dores e sempre vencer
novos desafios. Hoje estĂĄ mais madura, mais feliz, mais
realizada. Hoje nĂŁo preciso de rimar ou fazer versos, pois
vocĂȘ jĂĄ Ă© pura poesia. Te amamos, prima...

Adotarei o Amor

Adotarei o amor por companheiro
e o escutarei cantando,
e o beberei como vinho,
e o usarei como vestimenta.

Na aurora o amor me acordarĂĄ e me conduzirĂĄ aos prados distantes.

Ao meio dia conduzir-me-ĂĄ Ă  sombra das ĂĄrvores onde me protegerei do sol como os pĂĄssaros.

Ao entardecer conduzir-me-å ao poente, onde ouvirei a melodia da natureza despedindo-se da luz, e contemplarei as sombras da quietude adejando no espaço.

À noite o amor abraçar-me-á, e sonharei com os mundos superiores onde moram as almas dos enamorados e dos poetas.

Na Primavera andarei com o amor lado a lado!
E cantaremos juntos entre as colinas!
E seguiremos as pegadas da vida, que sĂŁo as violetas e as margaridas!
E beberemos a ågua da chuva, acumulada nos poços, em taças feitas de narciso e lírios.

No VerĂŁo deitar-me-ei ao lado do amor sobre camas feitas com feixes de espigas, tendo o firmamento por cobertor e a lua e as estrelas por companheiras.

No Outono irei com o amor aos vinhedos e nos sentaremos no lagar!
E contemplaremos as ĂĄrvores se despindo das suas vestimentas douradas e os bandos de aves migratĂłrias voando para as costas do mar.

No Inverno sentar-me-ei com o amor diante da lareira!
E conversaremos sobre os acontecimentos dos séculos e as histórias das naçÔes e dos povos.

O amor serĂĄ...
Meu tutor na juventude!
Meu apoio na maturidade!
Meu consolo na velhice!

O amor permanecerå comigo até o fim da vida!
AtĂ© que a morte chegue, e a mĂŁo de Deus nos reĂșna de novo!

O amor Ă©, em geral, confundido com dependĂȘncia, mas sĂł pode amar quem for independente.