Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Farway...
Os tristes trilhos que vocĂȘ trilha
Entristecem a trilha sonora minha

Faz parte da minha natureza transgredir, invadir, violar. NĂŁo me interessa desimpedir impedimentos, nĂŁo necessito de acordos, nĂŁo me apresem os “a contento”, nĂŁo sou de pedir licença, nĂŁo estou nem aĂ­ para sorrisos hospitaleiros, nĂŁo me venham com xĂ­caras de chĂĄ. Estou, sim, belicosamente plantado no meio de olhos que nĂŁo se devem olhar, corpos interditos, condiçÔes incompatĂ­veis, atos ilĂ­citos, coraçÔes desautorizados.

BOA TARDE – 13/08/2017 – BRAÇO DE UM PAI QUE AMA
Boa Tarde! Mesclemos tristezas, belezas, ganhos e perdas, de uma simples pessoa que tem coração e alma. Nas nossas buscas sempre coloquemos nossos pedidos: e que sejam os olhos de Deus a cuidar, Seus dedos a afagar, Seus soldados angelicais a vigiar quando nós, ou os nossos entes e amigos queridos estiverem ao acaso. Vem Senhor, pÔe-nos em Teus braços mansos, seguros, firmes, sólidos, como só um braço de Pai que ama tem.

NĂŁo fica sem jeito
Ninguém é perfeito
Que eu 'tĂŽ na sua, querendo vocĂȘ
SĂł nĂŁo chega com pressa
Que o bonde 'tĂĄ armado
Pronto pra me defender

Meu coração como de costume é gelado, mas ao ouvir tua suave voz, ele aquece como um fogão a lenha no inverno, acompanho de um bom mate amargo para cultivar nosso amor.

NĂŁo sejam sĂł um casal para os amigos, a igreja, ou para a sociedade... Se tornem um casal para Deus!

Saber a diferença do tempo de relacionamento é simples.
A diferença entre curtir, gostar e amar sĂŁo idĂȘnticas ĂĄs diferenças entre "um instante", "um tempo" e "uma eternidade"

Damos aulas pro colchĂŁo e a mensalidade paga por ele Ă© aguentar nos dois.

Se o ETERNO nĂŁo organizar o momento do encontro com Ele, nunca o acharemos em nossa mortalidade.

Relacionamento... uma coisa frågil, mas ao mesmo tempo forte, relacionamento aberto, o vai e volta, o enrolado, o entre tapas e beijos, o feitos um para o outro, o acomodado, o os opostos se atraem, o grudado, o independente, os emocionalmente eståveis, os controladores, os competitivos, o relacionamento ideal, enfim, vårios deles, todos nós encaixamos em algum, são complicados, para uns um cabo de guerra, para outros um mar de rosas. Eles machucam, mas eles também curam nossas feridas, por exemplo, uma ferida que ficou de um relacionamento do passado. O amor é como uma rosa, é linda, é frågil, mas tem espinhos, chega uma hora q suas pétalas caem, e é aí que vem um novo começo, um novo amor, uma nova flor, ou até mesmoum novo jardim, às vezes ficamos presos a uma só flor, e acabamos esquecendo que de flores o mundo estå cheio, basta procurar com cautela, procurar a mais cheirosa ou até a mais bela.

Encontrar-se, pode acontecer no encontro de um outro alguém.

De vez em quando, ela anda por ai, montada num unicĂłrnio, comendo algodĂŁo doce.
Outro dia comeu uma maçã do amor e se apaixonou por um sapatinho que sĂł tinha dois nĂșmeros menores que seu pĂ©zinho.
Nem ligou!
Fez o sapatinho de presilhinha!
Que fofa!

Seja sĂĄbio

Eu prezo olhos e sorrisos
Ao invés de curvas e corpos esculpidos
Eu prezo a Intelectualidade e a razĂŁo
Ao invés de fé e religião.

Eu prezo a sabedoria
E desprezo o Ăłdio
Essa Ă© minha filosofia
Com a qual tenho simpatia.

Dou o devido valor....
As pessoas que espalham o amor
E o devido desprezo aquelas que guardam rancor.

Porque o amor Ă© sĂĄbio
E o Ăłdio Ă© tolice
NĂŁo seja tolo
Seja sĂĄbio.
-Asbrukitima

Quem ganhar o meu coração, pode se perder no embalo, e ter a certeza do seu próprio reflexo, incessantemente (...).

Meu medo as vezes Ă© meu sonho...

Eu vejo a cada dia quanta coisa boa me acontece, e esta a minha volta. Pessoas novas que entram na minha estrada, pessoas antigas que permanecem no meu caminhar e sou Grata. Me vejo nĂŁo merecedora de quase nada, do que tenho, do que vivo, do que sou. Mas tenho uma vida muito, boa, tenho saĂșde, o suficiente que preciso pra viver, tenho algum conhecimento, boa vontade, aceitação, fĂ©, muito amor, a famĂ­lia, bons amigos e vocĂȘ. Sou Grata por despertar cada manhĂŁ, e por manter nesse despertar meu propĂłsito de melhora. Torço pra que todos a minha volta, se encontrem como eu me encontrei e sejam felizes sempre. Grata aos amigos sempre. Grata as irmĂŁs queridas que me orientam e tambĂ©m dividem sua jornada. Grata a Allah que me encaminhou no caminho do bem. GratidĂŁo.... Que todos tenham junto com seus queridos, um fim de semana, produtivo, de descanso, de paz se possĂ­vel feliz.

Sem Dilemas...

Vivo com a cabeça nas nuvens
Sou asas de mariposa
Cabelos de algodĂŁo
Sonhos e fantasias
FĂ© e utopias
versos de poesias...!

NĂŁo me admiro que eu nĂŁo tenha namorado...
Quem seria o aluado
que anoiteceria nos céus e
despertaria no infinito...?

EntĂŁo nĂŁo hĂĄ dilema!
Por nada, nem namorado algum
deste mundo, abro mĂŁo dos meus poemas!

VocĂȘ sĂł tem uma chance de viver.. EntĂŁo VIVA, curta, chore, dance, sorria, aproveite cada sopro de vida, deixe sua marca e mostre realmente para que vocĂȘ veio ao mundo! Seja vocĂȘ, se ame e seja Feliz! ✌

O Menino e a Menina da Escola
O menino aos trĂȘs anos de idade fora para uma Escolinha (PrĂ© PrimĂĄrio) era particular, pois naquela Ă©poca o Governo sĂł oferecia primĂĄrio, ginĂĄsio e colegial, a Escola era improvisada na garagem da casa da Professora o qual lhe ensinou as primeiras letras, palavras o primeiro cartĂŁo que o menino escreveu para sua mĂŁe, era uma folha com um girassol com pĂ©talas de papel colada um a um formando uma linda flor amarela com os dizeres “Feliz dia das mĂŁes”, fora a primeira vez que o menino escreveu, ficou lĂĄ atĂ© aos seis anos de idade e aos sete anos entrou no primĂĄrio e lĂĄ tambĂ©m tivera uma Ăłtima Professora que lhe acompanhou atĂ© a quarta sĂ©rie contando histĂłrias do bairro, do Rio TietĂȘ o qual o pai dela costumava nadar e pescar, neste primeiro ano o menino conheceu uma menina, nĂŁo era sĂł uma menina, era uma Princesinha loira de olhos azuis, (Maria Aparecida) o menino entĂŁo nĂŁo sabia o que estava acontecendo, o porque ficava tĂŁo encabulado, com as mĂŁos suadas e gaguejando diante aquela menina tĂŁo linda, a escola era muito boa, tinha Biblioteca, quadra, um pĂĄtio onde brincavam e comiam lanches que traziam de casa nas suas lancheiras o qual tinha uma garrafinha acoplada, alguns traziam leite o menino gostava de trazer suco de frutas, na entrada da Escola tinha a Tia do doce, o Tio do algodĂŁo doce e o Tio do sorvete de abacate, (Um sorvete de abacate feito em formas de gelo, muito desajeitado pra chupar), o menino ia de ĂŽnibus escolar do seu ZĂš bananeiro, era uma jardineira azul e branca e tinha uma alavanca pra fechar a porta, os bancos eram azuis escuro e tinha alguns vermelhos, o seu ZĂš bananeiro morava na rua acima da casa do menino, prĂłximo a ChĂĄcara onde tinha um acampamento de Ciganos e um CasarĂŁo com porĂŁo, o seu ZĂ© vendia banana com uma charrete e depois montou um depĂłsito de bananas em sua casa, um de seus netos estudava na mesma escola que o menino, na esquina da casa do seu ZĂš tinha a Dona Maria que criava porcos, galinhas, patos, perus e codornas, tinha um fogĂŁo a lenha feito de barro, ela usava um lenço branco na cabeça e fumava cachimbo de barro, ( Um ano depois ela cuidou do menino e seu irmĂŁo para sua mĂŁe trabalhar), o seu ZĂš era muito atencioso com todos e cuidadoso ao leva lĂłs para a Escola, Escola que tinha uma fanfarra com alunos que costumavam desfilar na Festa de 1° de Maio que acontece no bairro, o menino entĂŁo queria fazer parte na fanfarra, mas era muito novo e tinha que esperar mais alguns anos, assim ele se conformou brincando nas aulas de educação fĂ­sica e adorava quando era para apostar corridas em torno da Escola com seus amiguinhos e a menina dos olhos azuis o qual ele costumava comprar balas e pirulitos para ela, o menino sempre vaidoso, gostava de usar um anel de ouro que sua mĂŁe mandou fazer com o nome dele gravado, tambĂ©m uma correntinha de ouro com um pingente de uma santinha e andava sempre perfumado, o uniforme da escola era camisa branca, calça ou bermuda azul marinhos e sapatos pretos, tinha que comprar o bolso da camisa que a escola vendia ( O nome da escola OctĂĄvio Mangabeira e tinha um desenho de um gorila tocando surdo)ai sua mĂŁe costurava o bolso na camisa e as meninas camisa branca, saia azul marinho, meias brancas atĂ© o joelhos e sapatos pretos, o menino tinha uma mala preta de carregar na mĂŁo, uma estojo de madeira com a tampa verde e uma lancheira de plĂĄstico azul e branca que usou atĂ© a quarta sĂ©rie, tambĂ©m tinha os passeios, o qual o menino sentava ao lado da menina no ĂŽnibus de excursĂŁo, um destes passeios o menino pegou pela primeira vez na mĂŁo da sua princesinha de olhos azuis, foi em um passeio no Museu do Ipiranga o qual nĂŁo reparou direito o que tinha lĂĄ, por ficar o tempo todo olhando para a menina, no ano seguinte o menino começou ir a pĂ© para escola junto com seus amiguinhos que eram vizinhos de sua casa e todos os dias ele pegava duas rosas ou outras flores em uma casa que tinha um jardim na frente e uma cerca de arames baixinha, a dona da casa costuma sair e chamar atenção do menino e ele saia correndo, as flores era uma para sua professora (Silvia), a outra para a menina e assim o fez enquanto tinha flores no jardim do caminho da escola, atĂ© que um certo dia a mulher dona do jardim estava no portĂŁo com duas rosas na mĂŁo e disse Ă© pra vocĂȘ menino, leve pra sua professora, o menino nĂŁo sabia, mas a professora era sobrinha da mulher do jardim e assim ele passou a receber as flores por muitos meses para levar pra menina dos olhos azuis que era prima de um amiguinho que morava na rua de cima de sua casa, jĂĄ na quarta sĂ©rie o menino considerava a menina como sua namoradinha e nos dias dos namorados pediu para sua mĂŁe comprar um cartĂŁo o qual escreveu lindas palavras para a menina, mas ele estava triste pois seria o Ășltimo ano dele naquela escola, iria mudar pra outra escola a uma quadra de sua casa, onde iria cursar a quinta sĂ©rie ginasial e sabia que a menina iria continuar na mesma escola, o menino aproveitou todos os instantes para segurar a mĂŁo de sua princesa e ao chegar no Ășltimo dia de aula o qual a despedida foi uma festa na sala com tubaĂ­na, doces, bolos, salgadinhos e uma recordação dada para cada aluno da Professora Silvia e ao sair da escola o menino segura a mĂŁo da menina que estava indo para a casa de seu primo que era perto da sua, sem falar nada o menino andava ao lado de sua “Namoradinha”, uma fraca chuva caia e os dois de mĂŁos dadas caminhavam sem pressa e aquele lindos cabelos loiros molhados a deixava mais linda, o menino sempre teve um olhar penetrante que a deixava encabulada, escolheram o caminho mais longo para ficar mais tempo juntos, jĂĄ que era o Ășltimo dia e ao chegar em seus destinos o menino olhou para ela, a segurou em seus ombros e a beijou, ela o abraçou e com lagrimas nos olhos disseram adeus, ficaram alguns segundos de mĂŁo dadas um de frente pro o outro, olhavam se com lagrimas, mas era hora de partir e entĂŁo o menino partiu...
(Alguns anos depois se encontraram em uma festa)
E o resto da noite dançou pra valer
Se teus olhos me olharam fingiram nĂŁo ver
No meu canto eu fiquei entre o riso e a dor
Lembrando do primeiro amor
LĂĄ-rĂĄ-lĂĄ-lĂĄ-rĂĄ
(Trecho da Musica Primeiro Amor – JosĂ© Augusto)
(Ricardo Cardoso)

"As pessoas estĂŁo cansadas de tanto se encontrar e os mesmos diĂĄlogos jĂĄ dĂŁo a entender o clichĂȘ.
Querer encontrar alguĂ©m vocĂȘ consegue,isto Ă© fĂĄcil.
PorĂ©m querer amar alguĂ©m se torna difĂ­cil pois nĂŁo se tem a mesma base da conquista e ao primeiro beijo o corpo jĂĄ pede o clichĂȘ.
Insistir na conquista Ă© essĂȘncial mas as pessoas estĂŁo cansadas de tanto tentar."