Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉
O amor de pai para filho,
não é apenas amor,
é devoção,
é entrega,
é anulação,
é amar com verdadeira animação,
de quem ama com veneração.
Amar não é ceder sempre,
pois quando se cede sem se impor
nega-se ao seu próprio amor.
E quem não tem amor-próprio,
não pode ter o próximo como seu amor.
No relacionamento de amor,
o que importa para a sua manutenção
não é o que fazemos,
mas o que deixamos de fazer,
pois o feito é o que se espera,
o que não foi feito é o que frustra
e a decepção vai enfraquecendo,
dia a dia, a relação.
O amor não exige, aceita sem se anular.
O amor não critica, dialoga para melhorar.
O amor não é incompreensível, procura exercer a empatia para melhor compreender.
O amor não é fruto de um querer,
mas o nascer de uma relação
que tudo só faz sentido na
manutenção do seu viver.
O que é o amor?
Se me perguntarem isso, eu agiria como um idiota, conforme a concepção de "seu Madruga" que disse ser idiota aquele que responde a uma pergunta com outra pergunta, pois perguntaria:
De que amor você quer que eu defina? Acredito que o amar possui diversas facetas e cada uma delas trás consigo particularidades que as distingue uma das outras, portanto, não há uma forma única de amar e muito menos de definir. Quando penso no amor e relaciono ao sentimento que atribuo aos meus filhos, as palavras que inevitavelmente busco para definí-lo é carinho, dedicação, doação, entrega e principalmente gratidão por ter filhos maravilhosos.
O amor que une uma família não é algo que se deva ser conquistado, mas inato. Quando ele é real, não há barreiras que não seja possível a união.
