Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â A caça:
Eu leoa sem alcatéia, sem estratégia, mirei-te na emboscada, neste amor campestre, embrenha-me em ti, a quilÎmetros de mim.
â O Amor que Permanece
Amar quando tudo vai bem Ă© simples. Quando os dias sĂŁo iluminados, as risadas vĂȘm fĂĄcil e as palavras fluem sem esforço, o amor parece leve, quase natural. Nos momentos de festa, nas viagens inesquecĂveis e nas celebraçÔes, amar Ă© um prazer espontĂąneo. Mas e quando os dias se tornam nublados? Quando o outro se perde dentro de si mesmo? Quando as palavras machucam mais do que acolhem, e os silĂȘncios gritam mais alto do que qualquer conversa?
à nesses momentos que o amor se revela. O amor verdadeiro não se prova na euforia, mas na tempestade. Ele não depende da reciprocidade imediata nem da perfeição do outro. Ele escolhe ficar quando a razão diz para partir. Ele entende quando o outro não consegue se entender. Ele permanece mesmo quando não hå nada para oferecer além da própria presença.
O amor real não exige dias ensolarados para existir. Ele floresce nas noites mais escuras, cresce nos terrenos mais åridos e resiste ao vento forte das dificuldades. Ele não se abala diante das imperfeiçÔes do outro, mas as abraça. Ele não desiste quando o caminho se torna incerto, mas caminha junto, mesmo sem enxergar o destino.
Porque amar de verdade nĂŁo Ă© sobre ter sempre borboletas no estĂŽmago. Ă sobre ter raĂzes profundas. Ă sobre ser abrigo, ser paciĂȘncia, ser fortaleza. O amor que resiste ao tempo e Ă s dores Ă© aquele que nĂŁo se esgota na dificuldade, mas se fortalece nela. Ă aquele que cuida, que suporta, que permanece.
Porque amar, no fim das contas, nĂŁo Ă© apenas sobre sentir. Amar Ă© decidir. Decidir ficar, decidir compreender, decidir lutar, mesmo quando tudo parece dizer o contrĂĄrio. Esse Ă© o amor que vale a pena. Esse Ă© o amor que transforma. Esse Ă© o amor que, acima de tudo, permanece.
Por tanto tempo andei sem saber, o que era o amor. Me perdendo em desertos escuros, tentando encontrar a mais linda flor.
Fecho os meus olhos, tento ver onde estĂĄ, nĂŁo consigo encontrar, um caminho que me leve para luz, com certeza Ă© la que ela estĂĄ.
Quero sorrir, nĂŁo mais chorar, fechar as feridas que parecem nunca parar de sangrar.
Levo vocĂȘ para onde quer que eu vĂĄ, do meu coração, jamais sairĂĄ.
â Quando verdadeiramente Ă© amor, nĂŁo conseguimos descrever em palavras o quanto se ama; nĂŁo Ă© possĂvel transmitir, somente sentir.
â ... E quando encontramos o amor, nĂŁo existe nada que te faça mais feliz do que viver momentos inesquecĂveis com quem sempre estarĂĄ ao seu lado para lembrĂĄ-los.
â O inĂcio de um novo tempo.
Eu sei que Ă© amor quando chega a hora de te levar embora.
SĂł tenho vontade de ficar com vocĂȘ agora.
Apaixonei-me com seu jeito de ser.
Me conheci ao te conhecer.
Quero te mostrar a liberdade de poder viver um amor de verdade,
e justificar toda essa saudade.
Descobri que Ă© no meu coração que vocĂȘ mora.
NĂŁo precisa mais ir embora.
â "â â O amor quando e abundante, tem que saber distribuir aos poucos, pois uma grande dose de ingratidĂŁo pode atĂ© matar."
â "O dinheiro nunca vai mentir pra vocĂȘ, e o amor nunca vai pagar suas contas. EntĂŁo foque em dinheiro que jamais lhe faltarĂĄ mulheres, foque em mulheres que sempre faltarĂĄ dinheiro."
O amor Ă© necessidade, estado de aparĂȘncia, estĂ©tica social. Amor Ă© falta de segurança, Ă© dependĂȘncia, vĂĄcuo de si. Amor nĂŁo Ă© sentimento, talvez uma busca da satisfação das diversas carĂȘncias do organismo e de suas peculiaridades. O amor Ă© uma busca intensa da compreensĂŁo e do prazer, visto como aparĂȘncias e necessidades, como rituais que exigem esforço recĂproco entre dois e repetição contĂnua. A busca do amor ao outrem Ă© uma exigĂȘncia de prova, que nĂŁo busca em si mesmo, âlogo o amor nĂŁo existeâ. Buscar o amor prĂłprio no alheio parece imprudĂȘncia com as prĂłprias certezas, nĂŁo passando de umas fantasias, conto de fadas. Parece mais: o amor Ă© uma falta de amadurecimento das emoçÔes. Assim nĂŁo existe prova de amor, apenas uma manipulação, poder de convencimento, e, quanto mais o: âeu te amoâ. Muito mais o: âeu te precisoâ. O: âvocĂȘ para as minhas necessidadesâ. O amor Ă© um sinal de posse, poder egoĂsta, Ă© um sentimento acima do senso de justiça. Assim foram criados por um meio: o amar. Sendo o mesmo meio: o Fim. (A. VALIM).
O amor nĂŁo Ă© suficiente para felicidade, devido a uma dependĂȘncia das circunstĂąncias harmonizĂĄveis entre o bem e o mal. O bem e o mal sĂŁo estabelecidos por Deus entre a serpente e a mulher, entre o homem e a maçã; entre o cĂ©u e o inferno. Para tudo Deus e o Diabo sĂŁo os personagens da vida. Como explica a maldade divina: GĂȘnesis 3;15: " Porei Ăłdio entre ti e a mulher, entre a tua descendĂȘncia e a dele.
