Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Amanhecer novamente, resplandecer em vocĂȘ o amor Ă© algo divino, Ășnico que te faz sentir de novo o gosto doçe de viver!
Sonho com um amor infinito que resista atĂ© a eternidade. GenuĂno, cordial e belo demais para morrer.
Se eu cair fora do amor, meu fogo na luz
Para perseguir uma pena ao vento
Dentro do brilho que tece um manto de prazer
NĂŁo se move um segmento que nĂŁo tem fim.
Por muitas horas e dias que passam sempre logo
as marés fizeram a chama escurecer
Por fim, o braço é reto, a mão para o tear
Serå isso o fim ou apenas o começo?
Eu nunca te prometi um final feliz
VocĂȘ nunca disse que nĂŁo iria me fazer chorar
Mas o amor de verĂŁo nĂŁo vai nos manter aquecidos por muito tempo depois
Nossa despedida de outono, despedida de outono, outono adeus.
Pensando em vocĂȘ
E o amor de nossas vidas
O amor verdadeiro faz cessar as buscas pois ele trĂĄs o encontro!
Portanto aquieta-te alma sedenta, då-te remanso: deixai soprar o vento em tua face e ouve: o amor não estå na pedra gélida e disforme e sim no molde que a torna bela e valorosa!
Como um bom artista, saiba que nada vem pronto e com håbeis mãos, terås de esforçar-te para que sejais feliz!
InconstĂąncia no amor, inconstĂąncia no trabalho, inconstĂąncia na amizade, inconstĂąncia na vida! As pessoas sĂŁo tĂŁo desapegadas de tudo que, quando aparece o certo, o seguro, o verdadeiro, jĂĄ perderam a esperança! Ă meu amigo, isso Ă© o que dĂĄ andar armado e atirando em quem nĂŁo tem a mĂnima culpa por sua insensibilidade.
''Na c(alma)ria do mar,
minha mente flu[tua]
na lembranças do amor
que ficou na embarcação
que a onda levou.''
E o que sera o amor? se nĂŁo algo inexplicĂĄvel. Todavia, por conseguinte explicada por todos os aloprados, desvairadamente, alucinados e alienados por uma sensação que por deveras eloquentemente pouco sentida de verossĂmil esgrimia esdrĂșxula! EntĂŁo conta-me o que sois o amor em verdade?
Odeio essa sensação de que tå tudo bem, de coração sem pulsar de amor ou de dor, de tanto faz como tanto fez... pra eu viver bem eu preciso querer mais, sonhar mais, intensificar... preciso da minha ambição pra me sentir viva, preciso chorar de amor, que seja de alegria ou tristeza... preciso de um projeto que me coloque em risco de dar certo ou não... odeio essa sensação de que tå tudo bem, que não falta nada nem ninguém, que estou satisfeita com o passado que se foi e com o presente que me cerca, que não me importa o futuro... odeio a frieza que meus olhos encaram as pessoas, odeio ser tão independente ao ponto de não procurar ninguém quando teoricamente eu deveria procurar... odeio não me importar, odeio não querer falar, odeio ser só razão!
Fico perguntando pra mim mesma onde estĂĄ a Joice que chorava demais, ria demais, se importava demais, queria demais... sabe assim, se acontecer bem, se nĂŁo acontecer amĂ©m!? Se vocĂȘ gosta de mim, bom, se nĂŁo gostar, tanto faz.
Eu admirei a vida inteira as pessoas frias, e sempre quis me tornar uma porque pensei que assim eu sofreria menos... mas, que vida estranha, chata, vazia, quando o coração não pulsa, não acelera, não chora, não grita... que vida tediosa!
Eu realmente odeio essa sensação de que tå tudo bem, porque sempre que eu sinto isso, uma voz alta me diz que tå tudo errado, que tå faltando algo, que eu preciso mudar... de novo!
NĂŁo importa quantas vezes mais meu coração me sabote, quantas vezes eu me defenda de todo amor que ele pode sentir, nĂŁo importa quantas dores eu imagine que nunca acabem, nĂŁo importa quantas mil vezes isso aconteça... sempre dĂłi... dĂłi de um jeito que eu chego a pensar que nĂŁo vou suportar. DĂłi ao ponto de eu olhar pros lados e mais uma vez, nĂŁo saber por onde começar, e mesmo sabendo que eu jĂĄ passei tantas e tantas vezes por isso, Ă© sempre uma dor tĂŁo forte, que me faz afundar no mĂĄximo de toda a minha loucura tentando encontrar alguma coerĂȘncia pra viver nesse mundo tĂŁo falso e tĂŁo cruel.
Queria um pouco de ingenuidade, um pouco de ilusĂŁo, ser fria e realista Ă© cruel comigo mesmo, porque nĂŁo sei enfeitar as inverdades, nĂŁo sei viver de meio termo, nĂŁo sei fingir que estĂĄ tudo bem... como eu queria nĂŁo saber, como eu queria acreditar mais nas pessoas, sĂł um pouco, precisava sĂł de um pouco mais de maldade, uma certa falta de lealdade, pra que quando elas me traĂssem, eu nĂŁo me sentisse tĂŁo imbecil, tĂŁo ridĂcula, e tĂŁo frĂĄgil por ter dado a elas, toda a minha verdade.
E agora? Pergunto a Deus. Mais uma vez estou afundada no abismo da mentira, e Deus, eu não quero mais lidar com isso, eu não consigo mais, me ajuda a carregar essa cruz, me ajuda me dando um pouco mais de frieza, um pouco mais de indiferença, para que seja isso e apenas isso que eu devote a todas as pessoas que eu preciso esquecer.
Tira esse passado que bate na minha porta todas as vezes que eu penso estar livre, tira esse presente que me machucou, tira Deus, essa dor que eu nĂŁo sei lidar.
AmanhĂŁ, quando eu acordar, e meus olhos jĂĄ estiverem secos a ponto de eu enxergar o sol... amanhĂŁ quando eu conseguir dar risada de qualquer piada idiota a ponto de nĂŁo me espantar por estar rindo... amanhĂŁ, quando eu ajoelhar, vai ser pra agradecer, que nĂŁo hĂĄ mal que dure pra sempre. E quem sabe assim, eu consiga entender, o porque de apesar de doloroso, eu precisava deixar algumas pessoas morrerem dentro de mim.
E DA FILOSOFIA BABINSK:
"O amor esquece mĂĄgoas, o amor perdoa erros, o amor aceita e recebe!
-O amor Ă© um tolo que se deixa enganar?
NĂŁo! Respondi a mim mesma, o amor Ă© um sĂĄbio, que se deixa aprender!
Eu nunca pensei em que categoria definiria o amor. EntĂŁo talvez seja verdade que nĂŁo existe nenhuma explicação para o fato de vocĂȘ considerar seriamente uma outra vida mais importante do que a sua. Como se todos aqueles livros de romance que vocĂȘ lia antigamente fossem apenas histĂłrias menosprezadas pela intensidade do teu sentimento. E realmente eram.
