Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Amor,
Deixa eu te beijar
Deixa eu te abraçar
Deixa eu dizer que te quero
Deixa eu dizer que te espero
Deixa essa coisa de saudade pra lĂĄ
Logo, logo o sonho vai se realizar
Ao seu lado vou estar e pedir
Deixa eu te amar
E vc diz sĂł se for pra sempre
E pra sempre serĂĄ
Eu te amo
Talvez nosso amor seja como matemĂĄtica
Mais comparada com um poema de amor,
Do sol ao fulgor, da brisa ao amor.
Chamada de classe:
N°1 ,presente no amor,ausente na respostas, por isso fica difĂcil, um amor ser recĂproco. (TRISTE)
Meu quinto soneto
O Sorriso
Ă um ato de amor;
à uma demonstração de felicidade;
Ăs vezes discreto;
Ăs vezes exagerado;
Ă uma gargalhada;
à a moça com o aparelho nos dentes;
Ă um fingimento,descontente;
Ă a extravagĂąncia do banguelo;
Ă a inocĂȘncia de uma criança;
Ă a queda de um distraĂdo;
Ă aquilo que estava preso na Garganta;
Ăs vezes nĂŁo Ă© vingança;
Ă derrubar quem um dia te machucou;
Ă surgir do nada.Solto, livre e sincero.
poeta Adailton
SAUDADE DO TEU OLHAR - JoĂŁo Nunes Ventura-04/2020
Saudade do teu amor teu coração
Saudade a casinha do meu sertĂŁo
Essa saudade que dĂłi faz lembrar,
Saudade do primeiro dia que te vi
Essa saudade que nunca esqueci
Saudade imensa o teu lindo olhar.
O amor, um algoz, que subjuga o frĂĄgil humano que desconhece sua verdadeira essĂȘncia, entregado sua virtude e humanidade introspectiva, por uma migalha de atenção que nos joga numa matriz, onde julgamos viver um sentimento real e palpĂĄvel, quando entĂŁo descobrimos, que bebemos duma fonte inebriante, nos tornamos escravos inconscientemente, nos permitindo ferimentos que vai alĂ©m dos aspectos fĂsicos, como cupim a corroer a alma, desnorteando nossa vida, nos deixando sem rumo, num abismo latente, onde perdemos a racionalidade, seria isso o amor? Uma droga viciante e destruidora da personalidade? Uma doença que nos leva a loucura? Um apego irracional ao outro e o abandono ao eu?
"O amor Ă© cego"
Ah! A cegueira que atinge até a razão
E lhe faz agir apenas com o coração
Talvez nĂŁo visualize o quĂŁo exuberante e esplĂȘndida Ă© ela mesma
E ainda lhe resta esperança numa mudança nunca inicializada, apenas contada
Dita aos 4 cantos da terra: "EU MUDEI! EU MUDEI"
Mas nĂŁo comprovada nem pelo prĂłprio Deus que tudo vĂȘ
O basta sempre chega
E diferente de outrora, nĂŁo lhe Ă© necessĂĄrio sofrer parar assim decidir
O momento, Ă© dela
A decisão, é dela também
O coração, ah! à dele
Mas cabe a ela tomar de volta para si
Afinal, quem um dia foi motivo de suas lĂĄgrimas, hoje nĂŁo merece o seu lindo sorriso
BH
Num mundo de tanta amargura
O que te segura no chĂŁo Ă© amor.
Muito amor por sinal.
Afinal, empatia guia o mundo.
Amor nĂŁo se cobra, se dobra.
Divida ao meio o que tem de melhor.
Vai dobrar de tamanho.
Mesmo que seja estranho.
Mesmo que soe absurdo.
Mesmo que ninguém entenda.
Mesmo que te cause dor.
Amor,
Amor,
Amor
E mais amor.
'à de uma imbecilidade absoluta, alguém não compreender o amor, além de uma silhueta ou de um status".
Lince
amor sulcado de cĂłlera
energia escura das pedras
anjo e vĂscera
avança, destroça
a lĂngua aguça
o corpo epilético
da selva
caninos celebram
åurea miséria da carne
buquĂȘ de carcaças
