Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
A maior parte do mundo buscar compreender o que Ă© amor, mas pouco se preocupa em como transmiti-lo. RĂĄ de Oliveira
Real e absoluto, forte e suave como a ĂĄgua que vence a rocha e como vento que move montanhas. O amor nĂŁo Ă© apenas algo para se acreditar, mas um sentimento para se viver.
O problema do mundo Ă© que nem ele mesmo sabe o que acontece com ele.
O problema do amor Ă© que nunca se sabe quando se estĂĄ realmente amando!
O problema da vida Ă© que vocĂȘ nunca saberĂĄ quando, de fato, começar a viver.
A força e a intensidade desse amor me libertaram...
Tiraram-me da escuridão aonde não tinha emoção.
SĂł havia ruĂdos e escuridĂŁo...
Eu me encontrava ferida e distraĂda...
Mas vocĂȘ me achou,
Uma vez me olhou, logo se enamorou.
Anjo bom que veio para reunir meus pedaços que se encontravam no chão...
Quero sempre te ter em meu coração...
E na sua mĂŁo, virar instrumento de paixĂŁo.
Jardins do amor
No meu jardim do amor
Tem uma violeta da saudade
Um cravo da paixĂŁo
E uma margarida da amizade.
Tem também
Um girassol da eternidade
Um lĂrio da paz
E uma orquĂdea da felicidade.
No meu jardim do amor
Plantei uma lavanda da simplicidade
Uma tulipa da alegria
E uma petĂșnia da lealdade.
A flor que jamais plantarei?!
Ă a Hera da inveja
E a que sempre te darei?!
A rosa do amor.
Deus desenhou em meus olhos um amor
Sempre visĂvel
Onde quer que olhe percebo esse amor
Horas deixa a boca seca
Horas Ă© impossĂvel nĂŁo sentir dor
Coração acelera louco
Em rotação de ponteiros tortos
Sem eixos.
Ă Deus por quĂȘ nĂŁo me desenhastes asas?
Asas sensoriais, fluĂdas
Tecidas dos braços as mãos
Cheias de vida?
Meus olhos enfeitam a minha dor
As minhas sete vidas
Ă tĂŁo natural
Que tenha sempre mĂŁos vazias
E poesia.
"Amor" se diz em francĂȘs,
"love" se diz em inglĂȘs.
Para mim dizer que te amo
digo mesmo em portuguĂȘs.
No quintal de minha sogra
tem um pé de alecrim.
O alecrim ficou para ela
e a filha dela ficou para mim.
Se paixĂŁo matasse
muita gente morreria.
Eu seria o primeiro
que a morte levaria.
Saudade... doce poema
que ninguém entendeu.
Vontade de ter de novo
aquilo que se perdeu.
Eu queria que chovesse
uma chuva bem fininha
para molhar sua cama
e vocĂȘ dormir na minha.
Eu sĂł quero um amor que seja bom pra mim...
Que me faça sentir o que nunca senti...
SĂł quero um amor,
que me faça flutuar...
Que me leve para longe, onde ninguém possa me encontrar.
Eu sĂł quero um amor, eu sĂł quero amar...
Passar anos e séculos, assim...
Amando...sĂł por amar.
Numa hora, amor.
Em outra, desamor.
Numa, carĂȘncia.
Em outra, vingança.
Sal
AçĂșcar
Sofrimento
Alegria
Numa, seriedade
Em outra, pura diversĂŁo
Revolta, cansaço, fraqueza
Calmaria, determinação, fortaleza.
Quem vai entender a alma dessa mulher?
Ela tem fases, como a lua.
Fases de ser sĂł dela,
fases de ser sĂł sua.
Quem porventura entenderĂĄ?
Ela sĂł quer amor.
Puro, sincero.
Que nunca mude.
Ela pode parecer vĂĄrias coisas
mas no fundo Ă© apenas
uma pequena menina carente,
fantasiada de mulher.
Uma pequena menina
que quer ser feliz,
nĂŁo importa onde, quando e como.
Ela sĂł quer sair do casulo
que sufoca
e uma linda borboleta virar
leve
livre
vivendo com intensidade
alegre, feliz
sem se importar com nada
a nĂŁo ser viver.
Qual a cor do amor? Os enamorados diriam rosa, lilĂĄs, ou colorido. Mas pra mim Ă© incolor, porque sĂł tive dor. NĂŁo vejo mais nada de atrativo em amar, porque uma hora ou outra vai se acabar, se findar. EntĂŁo pra que amar? Pra que se doar? Pra que sonhar e fantasiar algo que nĂŁo existe, que Ă© impossĂvel? Aprendi que nĂŁo sou uma princesa e isto nĂŁo Ă© um conto de fadas, que nĂŁo tem prĂncipe vindo num cavalo branco me resgatar, entĂŁo vou me por em meu lugar.
