Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Sempre procurei um amor, mas um amor diferente de todos que um dia eu jĂĄ tive, das paixĂ”es ardentes, das amizades coloridas. Um amor que contemple tudo isso: paixĂŁo, amizade, companheirismo, respeito... Um amor que me sirva na proporção certa, que nĂŁo transborde e que nĂŁo me canse. NĂŁo desisti de amar, pois sei que dizer âeu te amoâ significa muito, por que eu amo minha famĂlia, meus amigos, minha casa que tem a minha cara em cada cantinho dela. Uma vida sem amor Ă© uma vida vazia. Mas existem muitas formas de amar, e creio que a mais gratificante seja a de amar a si prĂłprio e correr atrĂĄs daquilo que te faz feliz, que te faz sorrir, que te trĂĄs paz e te faz ver o mundo mais bonito e colorido.
Penso que meu coração estå ficando enrijecido e se protegendo cada vez mais por causa de expectativas frustradas. Jå me cansei de assistir filmes romùnticos, eles nos remetem à uma falsa realidade da perfeição de relacionamentos que não existem, amores perfeitos, vidas perfeitas, pessoas perfeitas... Agora até prefiro ver o pÎr do sol apenas com meus pensamentos, ilusÔes e sonhos, e ainda fazer bolinhas de sabão...
Tento me proteger, mas e quem consegue? Sou desconfiada, mas as vezes deixo o coração falar mais alto. Pareço forte e auto-suficiente... NĂŁo sei... Mas no fundo eu sĂł quero o que todos querem um amor verdadeiro que me caiba, que nĂŁo queira mudar a minha essĂȘncia, minhas escolhas e tudo aquilo que me faz feliz...
SONETO DE UM AMOR PROIBIDO
Eis que nĂŁo posso estar longe de ti
Tu que tocaste tĂŁo fundo minhâalma
Quando te vi tanta dor pressenti...
Fui qual cigana lendo minha palma.
Eis que todos os erros repeti
E nas noites jĂĄ nĂŁo encontro a calma
Pois teu toque (proibido) consenti
E sĂł ele, agora, Ă© que me acalma
Oh, meu doce amor, como me invades
SĂł teu Ă© agora o meu pensamento
E sĂł por ti choro todas as tardes
Pararia o mundo por um momento
Mas basta, amor, apenas que me guardes
E serei eu (prometo) o teu alento.
Amor que a gente nĂŁo resolve direito vira fantasma, nem vivo, nem morto, nĂŁo fica nem vai, assombra a gente pelo resto da vida!
Me alimento dos amores passageiros;
Me alimento de todo o amor que eles tem pra me dar;
Me alimento dos seus desejos, e nĂŁo de seus beijos;
Mas me alimento de suas companhias e depois os deixo sabendo o quĂŁo vazia sou,
Pois nĂŁo tenho vocĂȘ a quem preenchendo-me, mata-me a fome.
Sempre Existirar No Amor Um Pouco De Loucura E Quase Sempre VocĂȘ NĂŁo Reconheci A RazĂŁo Nessa Loucura.
"Essa histĂłria de que o amor Ă© uma sementinha que precisa ser regada todos os dias Ă© certa...Mas regar sozinho nĂŁo dĂĄ....Os dois tem que estar dispostos,porque se for um sĂł,o amor enfraquece e de nada vai adiantar,temos que ter carinho e paciĂȘncia diĂĄria,mas sem esquecer que temos que cuidar do NOSSO terreno para que floresça..."
Nem os tropeços, nem provaçÔes.
Fazem-me desacreditar no amor
HĂĄ a inocĂȘncia de uma menina
Apreendendo esse emaranhado
Nem mentiras, nem confusÔes.
Fazem-me desacreditar no amor
Tenho a audĂĄcia de um animal
Que se arrisca mesmo com dor.
Estou na espreita do episĂłdio
Nem ansiosa, nem galanteadora.
Na reserva para viver o melhor.
Com o ser destinado e leal.
O amor Ă© um cancro, primeiro nĂŁo existe, depois aparece e espalha-se dentro de nĂłs, no fim morremos com ele.
JĂĄ nĂŁo sinto mais tanta dor;
JĂĄ nĂŁo sinto mais tanta agonia;
JĂĄ nĂŁo sinto mais amor;
Meu Deus!
SerĂĄ que deveria?
O valor que me levas;
-Oh meu bem!
Eu tenho mais.
Mas o que nĂŁo serei capaz;
De te trocar por qualquer rapaz.
