Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
ILIMITĂVEL AMOR
George Lemos
Falando de amor,
o meu mĂĄximo ainda nĂŁo Ă© o bastante,
pra dizer que te amo muito
O amor veio para suavizar minha vida.
O amor veio para cantar no silĂȘncio.
O amor veio para a luz e para a escuridĂŁo.
O amor veio para ser vivido e amado.
NĂŁo se engane, enquanto o amor fala, o Ăłdio grita, a quem tens dado ouvido?
Nenhuma fofoca, muito menos as palavras cheias de ódio e inveja, elas não podem apagar nem sufocar o que foi dito pelo coração. As palavras ditas pelo coração sempre devem ter peso maior, não é matemåtica, mas os resultados serão sempre positivos.
E foi assim que o tempo provou que o amor jurado era tĂŁo fraco, quanto as palavras ditas e promessas feitas.
Eu gosto de transmitir coisas boas... Coisas de amor... Mesmo que os dias nĂŁo sejam tĂŁo perfeitos assim... Dias melhores e dias ruins... Mas quero ter meu coração sempre assim... Amando mesmo que esteja em silĂȘncio... Chorando, doendo ou bem feliz⊠09\11\13
O AMOR ME ENSINOU .
Gilberto Braga.
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VocĂȘ me ensinou que amar Ă© aceitar e respeitar,
O jeito de ser da outra pessoa,
O jeito do outro ser...
VocĂȘ me ensinou e eu estou aprendendo,
Que amar Ă©....
Sorrir, chorar, e oferecer um ombro amigo,
E dizer: estou contigo...conta comigo.
E oferecer incondicionalmente o nosso coração,
Como se fosse um precioso abrigo,
Um lugar para o outro morar...
E entender que ser â diferenteâ Ă© preciso,
Para juntos se completar.
VocĂȘ me ensinou e ainda estou aprendendo,
Que mesmo vivendo ou morrendo,
Precisamos sobreviver e amar.
VocĂȘ me ensinou,
Que amar Ă©...
Ter tolerĂąncia e agir sem rispidez ou ignorĂąncia,
No falar e agir,
NĂŁo viver com egoĂsmo,
Pensar no outro em primeiro lugar,
Ser feliz em fazer seu par feliz.
Através do seu amor,
De sua paciĂȘncia,
Nem mesmo a ciĂȘncia Ă© capaz de explicar,
O que o amor pode fazer e mudar,
Nas diferenças de idéias, gosto e comportamento,
Apoiando as fraquezas, a entendendo e apoiando,
Caminharemos na dor ,na riqueza, na pobreza e no amor,
Seguindo uma mesma estrada,
E mesmo nĂŁo sabendo aonde esse caminha vai dar,
De mãos dadas e com os coraçÔes unidos,
Seguindo em frente , chegando juntos em algum lugar.
Conquistando ,lutando, vencendo ou perdendo,
Chorando ou sorrindo, mas sempre juntos,
Indo aonde o outro for,
Pois um nĂŁo existe sem o outro,
Ă assim que que resistem duas pessoas que se amam,
E decidiram viver um verdadeiro amor!
Gilberto Braga
O AMOR ME ENSINOU .
UM DIA...
Quando vier até mim à morte, Amor,
Quero-te toda branda no teu viver...
Quando o dia descansar de mim, a dor
Também descansarå na luz do teu ser.
Quando vier a tuâalma a eu encontrar
Nos pés de Deus empossado de paz,
Quero-te a mim, por morrer nunca mais
O amor que me deste, num fino altar!
O meu coração é um ermo desastrado
Sob o teu querer doce e imaculado,
Que descansar prometeu entre a gente.
Mas deixa-me ir sem levar-te o pranto,
Sem que anoiteça ao teu acalanto
O amar-término dum viver descontente.
CASTIDADE
Fizeste de mim um arrebol bendito,
Do meu amor um feitiço imaculado...
Da minhâalma de crença o pecado
Fez-se de paixĂŁo um cerne erudito...
Fizeste de meu corpo teu bem restrito
Abrasado ao perfume de seu andado...
E do meu sentimento, conspirado,
Notou-me em versos teu feito infinito...
O meu espĂrito se mantĂ©m acesso,
Desde outrora ao notado em que nasci,
Desde que eu vivo a desventurar...
Que sol que nasce, em que sol avesso,
Em que casto tempo, em qual vivi,
Em qual vida, amor, vou te encontrar...
FĂBULA
Visto-me com os trapos do amor,
Devassando-me com a louca paixĂŁo
Dos amores que ferem sem pudor,
Sem pensar no meu pobre coração...
Eu quis ter um amor que nĂŁo era meu!
Para que, assim, fosse embora a solidĂŁo...
Fantasia dâum doido que, entĂŁo, morreu,
Como essĂȘncia esparramada pelo chĂŁo!
Mas, eu hei-de ter o afeto verdadeiro,
Terno, doce, meigo, assim sisudo...
Que seja o Ășltimo, porĂ©m, o primeiro!
E conhecer um dia o seu conteĂșdo,
Lhano, amĂĄvel, leal, assim inteiro...
Sincero! E que me ame mais que tudo!
CONSTANTE
Por tĂŁo mais amor que cresce
Em qualquer outro canto,
Ă que dos meus sonhos falece
Meu coração ao meu pranto...
Por tĂŁo mais paixĂŁo que a minha
Em qualquer canto encontrar,
Ă que de amor passarinha
Meu corpo quente em pulsar...
Por tĂŁo mais desejo de instante
Em outrâalma prestante
Haver com mais intensa virtude;
Ă que o meu sentir endoidado
Ă dom pâra pagar o pecado
De amar com tĂŁo mais plenitude.
DâUM CĂLICE DE AMOR
O teu amor me fez sorrir
Quando o dia nĂŁo mais me tinha cor,
Das luzes o clarĂŁo me fez abrir,
Das cores tu vieste em esplendor...
Do seu jardim imenso um furor
Fez-me em alegrias explodir,
E qual o bĂĄlsamo intenso duma flor
Fez-me em ar aberto o existir...
O teu amor Ă© qual um cerne apurado,
Ă qual o vinho branco cintilado,
Qual a loucura do sangue atrevido.
Da sua paixĂŁo vivencio novamente
O que é do coração tão simplesmente,
Um cĂĄlice aberto enternecido.
MAIS QUE TUDO Ă AMOR
O que és de mim tão cedo pranto
Por vez em grande amor me ergue
A fazer da solidĂŁo um acalanto
Na estranha razĂŁo que me persegue...
RazĂŁo alheia que me Ă© um tanto
No amado coração que me prossegue
Mais que tudo um estranho canto
Que o da paixĂŁo que o faz entregue.
SolidĂŁo oculta, oh, amor estranho,
Que por vez nĂŁo sabe o seu tamanho,
Que nĂŁo sabe o quanto vos me fere.
Um instante ausente e amargurado
Que nas noites mortas Ă© meu pecado,
Na imensurĂĄvel razĂŁo que o profere.
NAS FORMAS DE TI
Espera-me, Ăł meu Amor, que vou voltar!
NĂŁo vĂȘs como anda apagada esta paixĂŁo?
Tão cansado jå estå, o meu coração...
Vou ao alĂ©m de mim pâra te encontrar!
Espera-me, Ăł meu Amor, que vou buscar
A chama deste amor, que nĂŁo foi em vĂŁo!
Mas que nos teus braços foi furação,
A estranha forma dâeu querer te amar!...
NĂŁo se tem como apagar uma velha chama,
Pode se abrandar quando Ă© um que ama,
Mas nada pode extinguir o teu esplendor!...
Os teus sentimentos sĂŁo finos e delicados,
SĂŁo de afetos divinos, nĂŁo de pecados...
Aos céus eu irei buscar o teu mesmo Amor!
SONETO VAGO
Porque Ă noite me abre triste
Num frio intenso sem amor,
E nessa ardĂȘncia nada existe
E me falta Ă pele o seu calor...
Porque a lua Ă© sem fulgor
E sem vocĂȘ nada consiste,
Porque em mim tudo persiste
Na luz branca do esplendor...
Porque morrem meus encantos
E intensos sĂŁo meus prantos
Na noite imensa sem luar...
Porque eu perduro a solidĂŁo,
E na dor intensa ao coração
Eu vagueio sem te encontrar...
A ELA
Talvez tudo me pudesse ser
Menos que fosse a mim amor;
Pois aos céus fosse esquecer
Nesse presente a minha dor...
Talvez eu amar jamais vocĂȘ
Poderia a esse meu fulgor;
Como mendigo em merecer
Cem mil estrelas ao esplendor...
Pois tanto que meus versos
SĂŁo aos ares todos dispersos
Nem são ditos por ninguém...
E sem que amar me poderia
Mesmo que fosse Ă fantasia;
Que assim eu fosse de alguém.
