Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Meu pescoço é feito de metal gelado e personalizado.
Meu amor foi feito com a moldura mais bem desenhada; Minha cabeça é o rotulo da coca-cola.
DESAMPARO!
As vezes me pego pensando, como pode um amor de mĂŁe ser tĂŁo torto?
Sempre senti que a maternidade era algo divino, lindo, momento mais maravilhoso de uma mulher. Mas que mulher? HĂĄ tantas!
Aquela que nunca foi amada.
Aquela que nunca teve um toque afetivo.
Aquela que foi obrigada a crescer antes da hora.
Aquela que se eternizou dentro das suas dores sem jamais fraquejar aparentemente.
Gerou também filhos, que um dia estava ligado apenas por um cordão umbilical. Juntas respiravam juntas se alimentavam juntas sorriam juntas choravam.
Um amor por aquele feto invadiu, e ela sentiu pela primeira vez motivar e brotar um amor que parecia infinito, achou que amou, achou que eternizou, mas lĂĄ se foi uma utopia.
O cordĂŁo se rompeu, e houve o nascimento, aquele bebĂȘ desejado de repente invadiu um espaço imenso, espaço que nĂŁo mais existia, pois o marido se afastou, a outra filha lhe exigia atenção, aquele bebĂȘ de repente era um fardo. A necessidade financeira abalou mais ainda.
Aquele bebĂȘ era a cara do pai. Pai que a mĂŁe queria apenas pra ela, mas que roubou a cena. Deixando-a um pouco de lado e se apegando mais a outra filha. O bebĂȘ crescia e tamanha a semelhança com o pai invadia todos os comentĂĄrios, e principalmente o afeto do pai.
O pai a traiu, e ela herdou aquela criança a cara do pai. A criança perdeu o amor do pai, seu entĂŁo Ășnico porto seguro. Onde se perdeu aquele Amor? Aquele que ela achava que existia e que hoje procura de volta e nĂŁo consegue encontrar?
O bebĂȘ cresceu, tornou-se mais independente que a irmĂŁ, se tornou uma mulher forte, que como ela, espelhada nela, era uma mulher de coragem. Com menos dogmas e mais livre. Como pode? Aquele ser que um dia esteve dentro de mim, mais livre que eu? Mais experiente que eu? O amor se esvaiu, acabou, findou...
Hoje só restam lembranças em fotos amareladas, e a certeza que se ainda existe uma fração daquele amor, deve ser mantido a distùncia pra preservação e durabilidade.
Aquele bebĂȘ que cresceu, virou uma mulher de coragem, tambĂ©m acha que pode amar, mas nĂŁo quer cometer o mesmo erro, e no dia de hoje decidiu veemente nĂŁo procriar, nĂŁo colocar outro ser no mundo, que um dia o cordĂŁo umbilical serĂĄ tambĂ©m cortado e que tambĂ©m nĂŁo saberĂĄ o que Ă© o amor, amparo, defesa, segurança...
Ela resolveu viver seus dias como der e vier um de cada vez, demonstrando o amor que sente, nĂŁo pelo sangue, mas por pessoas merecedoras desse amor, cansou de tudo e hoje renova um pacto consigo mesma de apenas ser FELIZ!
Juliana Fernandes - 04/02/2014.
A vida Ă© uma simples poesia cheia de misterios, envolvendo nela o amor, pois sem amor nĂŁo hĂĄ sentido.
De que adianta escrever belos
versos, que falam de amor, dor
felicidade coisa e tal.
Se para o leitor Ă© apenas um texto,
uma sequĂȘncial de palavras tĂŁo
banal quanto o gesto de para o lado
olhar.
Palavras sĂŁo apenas palavras se nĂŁo
sabemos delas uma lição tirar,
aproveitar o que hĂĄ de mais belo, o
que um simples verso tem a te
ensinar
Nos tempos antigos
Era uma vez uma vez um amor
Eu nĂŁo sei direito como
Mais causava muita dor
Era vivido em silencio
Com um aperto no coração
Era o amor dele dela
QuĂŁo grande essa paixĂŁo
Diga-me: Como pode ser tĂŁo encantador?
Era uma vez um amor
Era uma vez uma dor
Diga-me: Como esse amor proibido
Esse amor nĂŁo vivido
Pode mexer tanto comigo
Eu te amo. Eu me amo. Eu nos amo. Ou seja, eu amo o nosso amor. Eu amo amar vocĂȘ. Eu amo amar o amor e o bem que este amor faz a mim. EgoĂsmo? NĂŁo. Primeiro devemos nos amar, e assim estaremos preparados para amar, para dar amor, e para recebe-lo.
O que Ă© o amor se nĂŁo a dor
Dor de amar quem estĂĄ longe
Causando em nĂłs eterna saudade
E isso Ă© algo que nos queima
Nos consome desde a tenra idade
Mas quando se estĂĄ com ela
HĂĄ sĂł o calor
E o sentimento de paz
Onde me esqueço da dor
Ai eu penso
O que Ă© o amor
Se nĂŁo a ausĂȘncia da dor
Sabe oque eu quero de vocĂȘ?
Eu apenas quero o seu amor
Quero amar vocĂȘ sempre
Eu estarei sempre ao seu dispor
Fique comigo todas Ă s noites
E sempre estarei ao seu lado a cada manhĂŁ
Sempre esperarei vocĂȘ
Jamais irei embora
E pra onde eu iria?
Com vocĂȘ na minha memĂłria
VocĂȘ consegue tirar o melhor de mim
Sentimentos que a tempos que nĂŁo tinha
Sentimentos que nunca pensei em sentir
Ela Ă© doce ela Ă© compreensiva
Ela Ă© linda ela Ă© minha
O cego fez amor com a surda
Foi em 14 de Fevereiro
Quando em plena tarde
Um cego barbeiro
Caminhando pela cidade
Ouviu um disparo
O que nĂŁo Ă© raro
Pessoas, carros e animais
Ficaram desnorteados
E algo visto jamais
Deixou muitos espantados
No momento de terror
PornogrĂĄficas de cenas de amor
Analfabetas gargalhadas
No local se fizeram ouvir
Afinal quem jĂĄ estava nas escadas
A tentar lhes impedir
Era um guarda mas nĂŁo conseguiu
O cego chorou e a surda sorriu
Pensaram que a tivesse violado
E puseram-no as algemas
Ela disse nĂŁo, ele nĂŁo Ă© o culpado
Sem me ver abriu-me as pernas
E quando queria as fechar
O autorizei as âŠ
Para quĂȘ palavras de amor?
Para quĂȘ palavras de amor
Se Ă© tudo falsidade
SĂł para causar dor
A quem ama de verdade
Baixas atitudes e bundalĂticas
JĂĄ nem sĂŁo mudos que usam mĂmicas
Enganam-se uns aos outros
Porque nĂŁo sabem o que Ă© amar
E transformam-se em monstros
Monstros sĂł por falar
Mentes atrofiadas jĂĄ sem sapiĂȘncia
âSexopatiaâ amor com demĂȘncia
Adornam-se com elogios
De um nĂtido fundo irĂłnico
Mas como ter lĂĄbios macios
Se o maciço dos mesmos é crónico
Criam palavras mas sem raĂzes
O amor Ă© justo e nĂŁo sĂŁo felizes
EntĂŁo, para quĂȘ dizer amo-a
Sabendo que nĂŁo
Ainda iludi-a
Na minha canção
Se o fim serå separação
Declaração de amor
Amor! Sempre ouvia dos amantes
Os que sem saber mau uso do mesmo faziam
palavras raras e florescentes cuspiam
mas quando vi os teus gestos rutilantes
o sol do verĂŁo transformou-se em brisa
e das entranhas da paixĂŁo nasceu Isa.
Mulher que Deus amou e me enviou
para que do amor que hĂĄ entre nĂłs os dois
nasçam rios de ågua pura que correra depois
e alimentara relaçÔes de quem sonhou
um dia ter na vida aquele alguém
que tanto o ama, e ele o ama também.
Eu! Amar-te-ei com a força do universo
renegando o distante sĂł para te ter por perto
cantando de amor num silĂȘncio desperto
para que sintas harmonia em cada verso
amar-te-ei na alegria e na tristeza
pois eu amo o nosso amor! Minha fortaleza.
