Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
E as cartas?...â„
Onde estĂŁo as cartas de amor?...â„
EstĂŁo guardadas na lembrança...â„
De um tempo lindo...â„
Viraram lembrança e saudade...â„
Elas nĂŁo sĂŁo mais entregues...â„
Aos coraçÔes...â„
Apaixonados...â„
O amor nos ensina tantas coisas que somente o mais profundo dos sentimentos pode saber como se pode amar sabendo que tambem pode sofrer,mas o sofrimento tambem nos mostra que,apesar de tudo,o amor ainda nos ensina a viver.
NĂŁo se cansa
Junto de mim
EstĂĄ a todo o tempo
Sublime amor
Ultrapassando as fronteiras
SĂĄbio o conhecedor
Te amo tanto
Espero em ti
Sinto sua presença
Ainda que não pareça
Leva-me além
Vi seu caminhar
Ama sem que eu mereça
Reina em tua justiça
Adoro para amar
NĂŁo luto ao lado de quem nĂŁo ama...
Quem não acredita no amor, não tem forças e nem coragem pra vencer!
A melhor maneira de demostrar amor, é não gerar expectativas de mais sobre as pessoas, pois no primeiro deslize natural vem a decepção trazendo afastamento.
As expectativas de Jesus a nosso respeito vem das virtudes que ele mesmo produz em nĂłs, isso nos da paz e conforto em todo tempo.
A certeza de que Ă© melhor assim me invade e entala na garganta, como um nĂł. Ă um soco do amor na minha cara. Ă golpe baixo de quem tava comigo. E eu nĂŁo luto contra nenhum dos dois, porque nĂŁo existiria vitĂłria, mesmo que eu ganhasse.
A vida Ă© curta
A vida Ă© curta, amor
Vem cĂĄ me amar
Sentir meu calor
Girar no ar
Espantar a dor
Te faço flutuar
Num céu multicor
Andar num mar
Coberto de flor
Vem para olhar
Meu eu sonhador
E para perdoar
Meu ruim interior
Mas vem, sem ah
NĂŁo deu, amor
SĂł nĂŁo vem brigar
ApĂłs o licor
Vem sĂł me visitar
A vida Ă© curta, amor
A MARCA DO AMOR
Um menino tinha uma cicatriz no rosto,
as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado,
na realidade quando seus colegas de colégio o viam, franziam a testa porque a cicatriz era muito feia.
EntĂŁo a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz nĂŁo freqĂŒentasse mais o colĂ©gio. O professor levou o caso Ă diretoria do colĂ©gio.
A diretoria ouviu e chegou Ă seguinte conclusĂŁo:
Que não poderia tirar o menino do colégio,
e que conversaria com o menino e ele seria o Ășltimo a entrar em sala de aula
e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino,
a nĂŁo ser que olhassem para trĂĄs.
O professor achou magnĂfica a idĂ©ia da diretoria,
sabia que os alunos nĂŁo olhariam mais para trĂĄs.
Levado ao conhecimento do menino a decisão, ele prontamente aceitou a imposição do colégio,
com uma condição:
Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula,
para dizer o por quĂȘ daquela CICATRIZ.
A turma concordou,
e no dia marcado o menino entrou, dirigiu-se à frente da sala de aula e começou a relatar:
- Sabe turma, eu entendo vocĂȘs,
na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri: minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa e passava roupa para fora,
eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade...
A turma estava em silĂȘncio atenta a tudo.
O menino continuou:
- Além de mim, havia mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.
SilĂȘncio total em sala.
-... Foi aĂ que nĂŁo sei como,
a nossa casa que era muito simples, feita de madeira, começou a pegar fogo. Minha mãe correu até o quarto em que eståvamos, pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora. Havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira pegavam fogo e estava muito quente...
Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar,
pois tinha que pegar minha irmĂŁzinha que continuava lĂĄ dentro da casa em chamas.
SĂł que quando minha mĂŁe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali
nĂŁo deixaram. Eu via minha mĂŁe gritar:
- Minha filhinha estĂĄ lĂĄ dentro!
Vi no rosto de minha mĂŁe o desespero, o horror e ela gritava,
mas aquelas pessoas nĂŁo deixaram minha mĂŁe buscar minha irmĂŁzinha...
Foi aĂ que decidi.
Peguei meu irmĂŁo de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmĂŁozinho de 4 anos e disse-lhe que nĂŁo saĂsse dali atĂ© eu voltar.
SaĂ por entre as pessoas sem ser notado e quando perceberam eu jĂĄ tinha entrado na casa.
Havia muita fumaça, estava muito quente,
mas eu tinha que pegar minha irmĂŁzinha.
Eu sabia o quarto em que ela estava.
Quando cheguei lå ela estava enrolada em um lençol e chorava muito...
Neste momento vi cair alguma coisa,
entĂŁo me joguei em cima dela para protegĂȘ-la,
e aquela coisa quente encostou em meu rosto...
A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada. O menino continuou:
- VocĂȘs podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguĂ©m lĂĄ em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmĂŁzinha, me beija porque sabe que Ă© marca de AMOR.
VĂĄrios alunos choravam,
sem saber o que dizer ou fazer,
mas o menino foi para o fundo da classe e quietamente sentou-se.
Para vocĂȘ que LEU esta histĂłria,
pense o seguinte: o mundo estĂĄ cheio de CICATRIZES.
NĂŁo falo da CICATRIZ visĂvel mas das cicatrizes que nĂŁo se vĂȘem.
Estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas,
seja com palavras ou nossas açÔes.
Autor Desconhecido
