Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
NĂŁo deixe o tempo acabar com nosso amor
Eu faço tudo e o impossĂvel e vocĂȘ nĂŁo dĂĄ valor
Te amo como um louco
Estou morrendo aos poucos
VocĂȘ parece estar feliz
Pisando sobre mim
Desesperadamente
Eu choro por vocĂȘ
Meu coração carece do seu amor
Não sonhe e nem chore por um amor que nunca existiu. Alguma coisa só acaba depois que começa e se ela começou apenas na sua cabeça, bom, jå sabe o que fazer.
Teço
versos de amor...
E os entrego
a vocĂȘ...
Enrolados
em pétalas de flor...
__Sophia Vargas
25/11/14 ( 19:40 )
NĂŁo minimizo a famosa frase âDeus Ă© amorâ. Sou totalmente
dependente desse amor. Mas, eu amo Deus? Se continuar acariciando os meus pecados, eu não O amo. Se não confronto e enfrento os meus pecados, preferindo afagå-los debaixo do edredom da misericórdia, recostado no travesseiro da graça sobre o aconchegante colchão do amor de Deus, não estou demonstrando que O amo, mas que utilizo o amor de Deus para justificar a minha perversidade.
Faça da distùncia a comprovação do amor que sente,pois ela é o atestado de dor que nos faz querer amar,amar,amar...
Ser intensa
Ser amor
Ser alegria
Ser vida
Ser paixĂŁo
Ser momento
Ser sorriso
Apenas ser eu
Deixar a vida acontecer...
Islene Souza Leite
â Mulheres conseguem expressar amor verdadeiro
na hora certa, mas homens nĂŁo.
NĂŁo, sĂł amamos de verdade em retrospectiva, quando jĂĄ existe distĂąncia demais
amizade
com propriedade vivo uma amizade
tendo o amor com a base
nada se compara a cumplicidade
que em sonhos nos mostra a verdade
o que sentimos valerĂĄ pela eternidade!!
O amor Ă© como uma dança a dois, se um tropeçar vai puxar o outro, os passos tĂȘm que estar sincronizados se nĂŁo nĂŁo haverĂĄ entendimentoâŠ
PROCURA-SE UM AMOR
A princesa e o plebeu
E, eu que sempre quis encontrar o amor verdadeiro, pois, nunca pensei que em toda parte o encontraria.
Nas ĂĄguas dos mares, nos oceanos que se estendem pelo mundo, no pico mais alto, nos lugares mais distantes. nas profundezas do aprofundar-se, na existencial essĂȘncia do existir, para amar e, entĂŁo, existir.
No simples desejo do existir de cada pessoa, e em cada olhar.
Na maneira de cada um sorrir, ou falar.
No singelo ouvir, sem ver e nĂŁo se aproximar.
Na incessante busca do descobrir-se, e entĂŁo concluir: que se pode amar a todos e se entregar, sem se entregar, ou, somente se deixar levar.
AlĂ©m de mim: o ego, o outro e todos os seres, que alĂ©m de alma, vĂsceras tambĂ©m tĂȘm num coração um espaço infinito e apto ao exercĂcio de que amar se aprende amando.
Valente, medroso, imperioso este pode ser um amor, que se sente, e ora, se procura; se pressente que com a idéia deste amar, jå se pode estar amando.
Por amor hĂĄ um corresponder infinito, mesmo que tĂmido na idĂ©ia do amar.
Ora, ausente na entrega, e nessa procura cega: um amor que se ame, e te ame. Ou, sĂł queira amar.
Para sempre, sempre simplesmente amar por amar.
Ă este eterno querer amar Ă© que nos faz encontrar o amor.
O amar da entrega lenta, sem querer, por querer, sem desmentir, e omitir o querer.
Se a cada dia se ama um pouco mais, para também se amar sem esperar na eternidade:
a aliança da uniĂŁo, a lua de mel em PasĂĄrgada, o vestido de cambraia pĂȘssego,
os violinos nas cançÔes dos Beatles, um beijo fugaz nos romances de Jane Austin.
o entardecer violeta de Amarcord de Fellini, o olhar arregalado de Audrey Hepburn em Bonequinha de luxo, que segue lĂąnguido na pelĂcula de William Wyler -A princesa e o plebeu.
O existir somente, num olhar de instante.
Num se entregar sem saber, que naquele Ășnico e, profundo instante olhar existiu um amor.
NĂłs podemos ser substituĂveis.
Mas o amor que sentimos e que alguém
Fez-nos sentir, Ă© insubstituĂvel.
Escrever sobre o amor nĂŁo Ă© difĂcil
falar sobre o amor nĂŁo Ă©,
mas viver sem amor Ă© insuportĂĄvel
