Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Do amor nasce o Ăłdio,do Ăłdio nasce o amor,mas o que fazer se o Ăłdio me dominou e agora aqui estou,pensando em vocĂȘ e deu um jeito de te fazer sofrer.
Tudo o que aprendi
com o amor e com a vida
num retrato que me faço
pitam coisas que ainda vĂŁo existir
A essĂȘncia do passado
num delĂrio de emoção
deixo com o sol atrĂĄs do horizonte
me contemplo com a saudade
que nunca se esconde
Da gravidade, em que vago solĂșvel...
Sublime Ă© o amor !
Essa dimensĂŁo Ășnica,
os dias tem mais horas, me sinto mais perto do eterno...
Meu futuro.
Meu amor a vida passa rĂĄpido,
E nem observamos o pĂŽr do sol,
Estamos andando num chĂŁo ĂĄrido,
Morrendo como peixes no anzol.
Quem sabe a vida reserva futuro
Algo mais vivo pra viver contigo,
Espero ver uma luz clarear esse escuro,
SĂł pra ver seu sorriso escondido.
NĂŁo creio que a vida seja injusta,
Muito menos que Deus esteja brigado comigo.
Mas sei que jĂĄ passou da hora,
De vocĂȘ escrever nosso destino comigo.
PARA RENASCER DE NOVO
Senti-te e abandonei-te enquanto te tinha
Meu amor; por medo de ser queimada...
Pelo ardor da paixĂŁo que sentĂamos.
Amo-te com o sopro do meu coração
Queria adormecer em ti, dentro de mim
Como se tu e eu fĂŽssemos nĂłs.
Amo-te nos momentos de ausĂȘncia.
Mesmo quanto a vida nos foge.
Amo-te Ă procura de respirar.
O cheiro da tua alma perdida em mim.
Amo-te quando pediste-me para me perder contigo.
Amo-te de olhos fechados
Quando gritei o teu nome ao vento.
Entrei meu amor
Sossegada dentro de ti; quietinha, calada.
Senti que me amavas, sorris-te, porque também o senti.
Deixei-te aconchegar-te no meu ventre, no meu peito.
Percorreste com os teus dedos as estradas imaginĂĄrias.
Encontrei-me, mais uma vez, sossegado dentro de ti.
Gritei bem alto o teu nome e morri de amor.
Para renascer de novo, renasci.
Senti-te e abandonei-te enquanto te tinha
Por medo de ser queimada pelo ardor da nossa paixĂŁo!
Amor eu seu que dizem por ai que todos meus amigos sao mulherengo nao tem nada aver o meu amor nao sera passageiro eu te marei de jameiro a janeiro ate o mundo acabar
Amor, nĂłs nascemos um para o outro.
NĂŁo deixe o nosso amor acabar,
Ou cair no esquecimento,
Devido as nossas brigas dentro do lar.
Como estamos vivendo,
NĂŁo dĂĄ para suportar a dor,
Que aperta o coração,
Por nĂŁo conseguir tirar vocĂȘ dos pensamentos.
Desistir de vocĂȘ agora,
Ă o que nĂŁo desejo fazer.
Eu te amo⊠Eu te amo,
E perder vocĂȘ para sempre,
Eu iria muito sofrer.
Eu vou lutar por vocĂȘ,
Até que minhas forças resistam
Ou até que a esperança acabe.
Eu vou insistir, e persistir em te reconquistar
Porque sei que tudo fica mais difĂcil,
Quando temos que reparar
Os erros por nos esquecer de amar,
Quem tanto nos amouâŠ
NĂŁo deixe a ira e as mĂĄgoas interferir na nossa vida.
à hora de parar⊠pensar⊠refletir,
Esquecer os erros do passado,
e lembrar, das lĂĄgrimas que nos fez derramar
Por falta de diĂĄlogo e compreensĂŁo,
Nas horas de tribulação.
O destino que cruzou nossos caminhos um dia.
Ă o mesmo que hoje
EstĂĄ nos deixando separados.
Da forma que me olha e me trata,
NĂŁo hĂĄ sentimento que resista ao tempo,
E nem amor verdadeiro,
Se deixar se levar pela dor e o sofrimento
De nĂŁo ter sido feliz por falta do meu amor.
Pra que tanto amor pra que tantos sonhos pra que existir, pra que ti amar pra que proucurar quem foge de mim.
muitas pessoas falam em amor poucas pessoas sabem amar,muitas pessoa recebem amor e sĂŁo poucas pessoa que sabem o dĂĄr.
Vem amor que a cama nos espera
Pois a noite foi feita, pros nossos momentos
Estou sempre pronto, pra vocĂȘ, te querendo
VocĂȘ me pergunta o que Ă© amor nao sei explica mais posso dizer, que amor Ă© pra sentir nĂŁo pra enteder.
SE O CORAĂAO FOSSE UMA FLOR, HA EU JA TERIA TE OFERTADO
MAIS EM RAZAO DO SEU AMOR, EU JA O SINTO ARRANCADO, PRA TE OFERTA MEU AMOR.
AMOR & ESPERANĂA
Ao passar pela frente de um hospital uma menina chamada Esperança, cuja idade era infinita, viu um senhor caĂdo no chĂŁo e percebeu uma espĂ©cie de ferida em seu peito, voltado levemente para o lado esquerdo, que o senhor tentava ocultar colocando a mĂŁo sobre o local, mas ainda assim percebia-se o sangramento. EntĂŁo a menina, sem saber que se tratava de Oviv Roma, um cidadĂŁo local notĂłrio por saber explicar de tudo que lhe era perguntado. Da ciĂȘncia Ă religiĂŁo; do outono ao inverno; do prĂłximo ao distante; dos planetas aos sĂłis.
Esperança logo ia correndo atrĂĄs de um mĂ©dico no interior do hospital quando o senhor ainda achou forças para impedi-la pelos braços, dizendo: âNĂŁo preciso de um mĂ©dico, acabei de sair de um e estou muito bem. Preciso sim de um favor, algo que me agrade nesse momento... Algo que eu sinta prazer em fazer...â. Nesse momento, um andarilho que passava ouviu o comentĂĄrio e retrucou: âOra doutor, nĂŁo hĂĄ melhor que uma boa pergunta nĂŁo Ă© mesmo?â. Oviv Roma concordou com a cabeça, soltando um brando sorriso pelos cantos da boca, e o andarilho seguiu adiante. A menina entĂŁo disse ter sim uma pergunta que ainda nĂŁo havia sido respondida satisfatoriamente desde que se lembrava como viva. E fez o questionamento: âTudo bem, se o senhor diz precisar apenas disso... EntĂŁo eu gostaria que me explicasse o que Ă© o amorâ. O homem tomou fĂŽlego por certo tempo, como que se preparando para uma espĂ©cie de Ășltimo depoimento sobre algo e para alguĂ©m. Antes de começar a falar retirou do bolso um pequeno urso em forma de coração e de cor lilĂĄs, dizendo: âSegure isto, pois vai lhe ajudar a entender de vez o significado do termo amor. Enquanto eu falar, por favor, nĂŁo interrompa com outras perguntas ou comentĂĄrios, apenas confie em mim e tenha fĂ©...â. E começou, pois, a reflexĂŁo:
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âAvistĂĄ-la numa janela e seguir com aquela imagem pelo resto da vida;
Sentir o coração pular e a mão tremer ao som de sua voz a ponto de correr do quarto ao corredor e se esconder atrås do vidro só para ouvir, e sentir, mais de perto;
Ouvir o portĂŁo abrir a 50 metros de distĂąncia e saber quem o abre;
Ler 2002 livros sobre o assunto âComo conquistar alguĂ©mâ para nĂŁo errar na hora de pedir âPoderia colocar um pouco de Pepsi para mim tambĂ©m?â;
Fingir dores na perna engessada somente para sentir o prazer do toque dela em sua pele;
Alugar 3 filmes romĂąnticos por dia para passar o tempo imaginando o seu possĂvel futuro;
Ir com toda a calma possĂvel na conquista dessa pessoa para evitar assustĂĄ-la, tanta calma que atĂ© tira a calma dela mesma;
Contar com um apoio fundamental no momento em que vocĂȘ sofre uma grande derrota: nĂŁo passar naquela prova para a qual estava estudando hĂĄ 3 anos;
Receber dela o presente que, num relance, eu comentei ser algo que gostaria muito de comprar;
Viajar e dormir com ela pela primeira vez: a melhor sensação que um jovem poderia ter;
Voltar de viagem, brigar, discutir, mas sempre voltar a se amar;
Sempre ter vontade de parar o que se estĂĄ fazendo na hora para ir vĂȘ-la;
Passar por mortes e ter essa pessoa ao seu lado, conformando e acomodando a dor e o remorso;
Entrar para a faculdade que tanto sonhou e causar orgulho na mulher que ama;
Ser motivo de euforia atĂ© mesmo para a prĂłpria famĂlia dela â e quem dizia que sogras nĂŁo eram boas...
Passar longos meses, longas viagens, longas histĂłrias com ela;
Foi um prazer impagĂĄvel;
Mas com o tempo vem o fim.
Acabam-se as férias e os atos, mas ficam as lembranças!
E aqui sempre ficarão recordaçÔes daquilo que brilhou, me iluminou e ainda sobrevive.
Daquilo que Ă© vĂvido permanentemente.
Que Ă© como a brisa: suave, mas dĂĄ pra sentir.
Daquilo que ultrapassa o limite material.
Daquilo que Ă© transcendental...
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Nesse ponto Oviv Roma começou a tossir como se agĂŒentasse mais sugar fĂŽlego para poder falar. Foi perdendo mais o fĂŽlego e logo em seguida parou de falar deixando cair a mĂŁo com que tapava seu peito para esconder um cicatriz que sangrava. Esperança correu dentro do hospital, voltando com um mĂ©dico, que ao avistar Oviv Roma caĂdo e, nesse momento, jĂĄ falecido no chĂŁo, exclamou:
â- Meu Deus! Esse Ă© o homem que saiu do quarto de recuperação sem minha autorizaçãoâ.
â- Sala de recuperação?â â retrucou Esperança.
â- Sim. Ele acabou de doar seu pulmĂŁo esquerdo para uma paciente que estava em coma apĂłs um acidenteâ.
Pensando por algum tempo, Esperança disse ao doutor:
â- Ele fez um grande discurso para mim, mas antes de começar deixou esse coração de pelĂșcia lilĂĄsâ.
â- UĂ©! Isso Ă© da paciente que recebeu o ĂłrgĂŁo!â â comentou o mĂ©dico.
Então Esperança entregou o objeto e pediu para o doutor devolver à paciente. E saiu dali com sua resposta à pergunta inicial: o que é o amor?
(Helton Bezerra â 24/04/09)
CARA E COROA
Parte I (A Queda)
Ăs vezes o amor soa como intrĂ©pido calor por dentro do coração. SĂŁo nesses momentos em que tu paras e reflete sobre o que houve. Somente aqui tu vĂȘs o que fez e o que deixou de fazer. SĂŁo momentos nos quais a razĂŁo vem Ă tona, apesar de nunca ter estado nela, apesar de nunca ter reparado que poderia reparar antes o que agora tenta remendar. Por diversas circunstĂąncias, paramos em nossas vidas e analisamos o que estĂĄ acontecendo. DaĂ percebe-se que nĂŁo temos nada alĂ©m do pouco que nos tornamos em tantos anos de luta; e daĂ tambĂ©m sobressai a angĂșstia e a sensação de derrota. Ă agora que tu encontras o tenro limite entre a razĂŁo, que vai dizer no amanhĂŁ quem tu realmente Ă©s, e a emoção, que descobre agora tuas lĂĄgrimas de desespero. Ă nesse momento que vĂȘs irem embora o valor de teu trabalho pueril e o amor que cultivaste nos Ășltimos anos: o amado e o âfidelityâ...
Parte II (A AscensĂŁo)
Mas tu lembras, em meio a tantos ardis do destino, que jĂĄ escreveu âO HerĂłiâ e âO Retornar do HerĂłiâ... Inclusive foi discĂpulo do Mestre do Clube do Tempo! E ganhou medalhas no ano que passou, e fez amigos, e fez conhecimento, e fez da vela a luz, e recebeu elogios de quem deveria fazer o marketing que vocĂȘ fez! VocĂȘ fez! VocĂȘ faz!
Portanto, o que lhe falta? âNadaâ Ă© a melhor resposta. Tudo tu tens. EstĂĄ ao teu lado. Estica as mĂŁos e terĂĄs. E Ă© isso que farĂĄs! LevantarĂĄs e caminharĂĄs. Escrita, leitura e copos de descanso: Ă© disso que precisa, pois o resto jĂĄ tens.
(Helton Bezerra â 08/11/08)
.:para vocĂȘ, Amigo:.
