Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
"Quem tem carĂĄter, valores cristĂŁos e amor ao prĂłximo sempre tem forças para reanimar a si e tambĂ©m a quem estĂĄ precisando de seu apoio. Sabedoria Ă© dom que provĂ©m do espĂrito e simplicidade Ă© riqueza de espĂrito, quem Ă© capaz de adquirir as duas, certamente sabe ser feliz". Luiza Gosuen
Mata-me, o amor!
Na semana passada me ocorreu uns acontecimentos. Estive meio mal de saĂșde. Começou com uma gripe desgraçada, passou para pontadas, dor de cabeça, febre, e entĂŁo resolvi ir ao hospital. Chegando lĂĄ, tive de esperar na sala de espera, como todo bom 'paciente'. Enquanto eu esperava minha mĂŁe chegar lĂĄ, eu chorava. Havia uma mĂŁe com um bebĂȘ. Havia uns senhores e senhoras de idade. Havia um jovem acidentado. E havia tambĂ©m uma mulher sem cabelo e com um lenço na cabeça. Imaginei que estivesse morrendo de cĂąncer. E entĂŁo ali estava a morte, a tambĂ©m estava a vida e toda a sua fragilidade. E ali estava eu. EntĂŁo, me perguntei qual o sentido disso tudo, e a resposta veio em segundos. Na verdade, veio em forma de imagem. A imagem dele em minha mente, um rĂĄpido flash. Eu sabia sim que o sentido da vida era o amor. E eu sabia que ele era o meu sentido, o meu amor, a minha vida. EntĂŁo comecei a tremer e chorar de tamanha emoção que era a vida. EntĂŁo minhas mĂŁos e meu rosto começaram a formigar e endurecer. Estavam se atrofiando, e eu parecia uma velha torta. Fiquei assustada e fui tomar um pouco d'ĂĄgua. Mal consegui segurar o copo. Nisso chegou minha mĂŁe e começou a chorar junto de mim. Passei por uns exames rĂĄpidos e entĂŁo as enfermeiras me disseram que eu nĂŁo tinha nada alĂ©m de uma forte gripe. De repente senti-me melhor e fomos embora. Mas minha mĂŁe sabia o verdadeiro motivo de todo esse mal estar. Ela sabia a verdadeira resposta disso tudo, e momentos depois eu tambĂ©m descobri. Era ele, e sĂł ele. E eu devia contar, desabafar e entĂŁo me livrar. Mas eu nĂŁo queria me livrar dele. Eu nĂŁo queria dizer Ă ele que fosse feliz, porque eu queria ser o motivo de sua felicidade. Mas eu nĂŁo era. Eu nĂŁo era nada para ele, enquanto ele era meu tudo. E eu podia continuar vivendo, mas tudo jĂĄ estĂĄ tĂŁo sem graça. E eu tinha tanta esperança de ser feliz. Agora eu nĂŁo tenho nada, nenhum sentimento, nenhuma pessoa, nada alĂ©m do tĂ©dio. Nada alĂ©m da monotonia insuportĂĄvel. No fim das contas, perdi todo o amor pela famĂlia e a famĂlia por mim. Perdi o amor pelos amigos e os amigos por mim. NĂŁo perdi o amor por ele, mas ele nunca teve nem terĂĄ amor por mim. No fim das contas todos me decepcionaram e eu decepcionei todos. E essa Ă© minha insuportĂĄvel vida. E eu ainda me pergunto que diabos estou fazendo aqui. Talvez o lugar de demĂŽnios seja nesse inferno mesmo.
Um poeta nĂŁo escreve por amor, ao contrĂĄrio, o poeta escreve para o amor. SĂł Ă© um bom poeta aquele que conhece e sabe o que Ă© o sentimento mais itinerante, o amor.
Devoção a Maria é amor pela virgem, um amor divino, um amor teologal, um amor por causa de Deus. Jå que Jesus me entregou ela nos pés da cruz, eu, porque amo a Deus, amo Maria, porque amo a graça que Deus derramou em Maria, a formosura espiritual, a beleza espiritual de Maria, e amo tudo isso. Tota puncra es Maria.
Por ti o sino dobra
O
sino
chama
com chama.
Amor em flama.
A esperar - te aqui!
Bela flor deste jardim,
venha minha doce flor.
Dar-te-ei meu coração
com profusa emoção.
Venha jĂĄ apaziguar
doĂda contração
que me prostra.
Esta ingratidĂŁo
abafa este grito
além do infinito.
Tinindo soa hino.
Amor quase divino.
Este panteĂŁo ataviado
construĂdo Ă princesa bela
a confundir com a singeleza
mais singela vestida de aquarela.
O tempo traiçoeiro e meu travesseiro
alvissareiro urgindo ao tempero inteiro
de azinhavre, vem antes que este meu amor
se agrave e a loucura-doĂda minhâalma trave!
Vem meu amor,
Vem meu
Amor.
jbcampos
AMOR, PRĂPRIO.
NinguĂ©m merece mais amor do que vocĂȘ mesmo.
Amor prĂłprio Ă© fundamental e deve ser a base de todo e qualquer tipo de amor.
Em qualquer relacionamento, amoroso ou fraternal.
Não procurar alguém que te complete, mas alguém que te transborde,
Talvez essa frase seja o maior dos clichĂȘs,
Mas quando a pessoa for embora Ă© bom vocĂȘ nĂŁo sentir saudades do que era,
Do quanto mudou, e o que deixou de fazer sĂł pra agradar outro ser,
Um relacionamento tem que ser mantido das duas partes,
NĂŁo deve haver pressĂŁo demais, nĂŁo deve ser frouxo demais,
Havia duas vidas antes de tudo acontecer, e querer mata-las Ă© o erro que muitos cometem,
Ter medo de perder Ă© provar pra si mesmo que nĂŁo estĂĄ preparado para ter nada,
JĂĄ que a pessoa nĂŁo te pertence, o relacionamento Ă© feito de comum acordo,
Do contrĂĄrio Ă© prisĂŁo sem muros,
E de lamurio nĂŁo se faz uma relação, nenhum relacionamento suporta o ciĂșme excessivo,
Nenhuma interação humana sobrevive a uma dependĂȘncia exagerada, maior atĂ© do que a de ser feliz,
Sim, Ă© Ăłtimo querer fazer a pessoa a mais feliz do mundo, e se desdobrar para fazĂȘ-lo.
Mas Ă© importantĂssimo saber que nĂŁo Ă© certeza que a outra pessoa vai fazer tudo o que faz,
Saber estar preparado para que ela não faça se conformar,
NĂŁo, o amor nĂŁo Ă© racional, mas quem ama dever ser,
Ser tomado de amor e de paixĂŁo Ă© demĂȘncia.
E depois que tudo acaba querer encontrar justificativas, ou desculpas para que tenha acabado Ă© burrice.
Ăs vezes as pessoas sĂł se cansam de estar a dois, mas amar sĂł,
E de repente tudo o que a pessoa pensou uma vida inteira sobre relacionamentos é só uma bela construção na sua mente.
E que todo o flerte, as mĂĄscaras e a maquiagem como tempo se acabam, e o que resta Ă© sĂł a verdade,
E muitas vezes ela nĂŁo se parece em nada com o que foi antes mostrado,
Simplesmente porque tudo o que foi mostrado antes era sĂł aparĂȘncia,
E uma forma desesperada de nĂŁo abrir concorrĂȘncia,
Um dia simplesmente as pessoas se dĂŁo conta de que amor,
Amor assim como conhecemos pela literatura ou pelos filmes nĂŁo existe,
Nunca existiu, e correr atrĂĄs de um mito Ă© muito pra mim,
NĂŁo sei se para os outros, mas jĂĄ passei da fase de acreditar cegamente,
Eu um dia posso amar de verdade, conforme a minha verdade,
Mas por enquanto amo pela metade, e pela metade nĂŁo Ă© amor Ă© masoquismo.
A BAILAR
Feliz amor
A grandeza da arte
Te faz cantar
Com beleza
Na vida
A bailar
Canta, canta
Dança, dança
Sem medo
Num maravilhoso ego
Que te faz brilhar
Joga sua isca
Vem me cobiçar
Canta e dança
Na beleza de amar
O DESPERTAR
Vago pela madrugada triste
Procurando transmitir o signo do amor
Colorindo a alma no brilho do horizonte
Num canto das aves anunciando o amanhĂŁ
Clareando o mar num murmuro longo e sombrio
Na pequena geada que cai do céu
Como se fossem gotas de felicidade
Envolvendo todos os seres da cidade
Vendo a paisagem que se forma
Lembro da outrora da minha vida
Que neste instante se torna sofrida e mal vivida
De repente o bramido das ondas da areia
Vejo que o mar também clareia.
MEU BEM QUERER
Se o amor morrer
Vou chorar, vou sofrer
Mas se toda dor
Um dia afastar de mim
Outro amor vou viver
Bem mais longe do caminho
Do passado que se foi
Tempo bom
Que a saudade trĂĄs
PEĂO PAZ
Quando o apito do amor
Apita no peito
Cruelmente eu sofro
Impertinente o coração då ordens para te amar
Foi besteira
Fazer da felicidade tristeza
Te cortando do caderno
Tentando esconder essa paixĂŁo
