Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Palavras ao vento
A primeira letra do alfabeto Ă© tambĂ©m a primeira letra da palavra amor e se acha importantĂssima por isso! Com A se escreve "arrependimento" que Ă© uma inĂștil vontade de pedir ao tempo para voltar atrĂĄs e com A se dĂĄ o tipo de tchau mais triste que existe: "adeus"... Ah, Ă© com A que se faz "abracadabra", palavra que se diz capaz de transformar sapo em prĂncipe e vice-versa...
Com B se diz "belo" - que Ă© tudo que faz os olhos pensarem ser coração; e se dĂĄ a "bĂȘnção", um sim que pretende dar sorte.
Com C, "calendĂĄrio", que Ă© onde moram os dias e o "carnaval", esta oportunidade praticamente obrigatĂłria de ser feliz com data marcada. "Civilizado" Ă© quem jĂĄ aprendeu a cantar ÂŽparabĂ©ns pra vocĂȘ` e sabe o que Ă© "contrato": "vocĂȘ isso, eu aquilo, com assinatura embaixo".
Com D , se chega à "dedução", o caminho entre o "se" e o "então"... Com D começa "defeito", que é cada pedacinho que falta para se chegar à perfeição e se pede "desculpa", uma palavra que pretende ser beijo.
E tem o E de "efĂȘmero", quando o eterno passa logo; de "escuridĂŁo", que Ă© o resto da noite, se alguĂ©m recortar as estrelas; e "emoção", um tango que ainda nĂŁo foi feito. E tem tambĂ©m "eba!", uma forma de agradecimento muito utilizada por quem ganhou um pirulito, por exemplo...
F é para "fantasia", qualquer tipo de "jå pensou se fosse assim?"; "fåbula", uma história que poderia ter acontecido de verdade, se a verdade fosse um pouco mais maluca; e "fé", que é toda certeza que dispensa provas.
A sĂ©tima letra do alfabeto Ă© G, que fica irritadĂssima quando a confundem com o J. G, de "grade", que serve para prender todo mundo - uns dentro, outros fora; G de "goleiro", alguĂ©m em quem se pode botar a culpa do gol; G de "gente": carne, osso, alma e sentimento, tudo isso ao mesmo tempo.
Depois vem o H de "história": quando todas as palavras do dicionårio ficam à disposição de quem quiser contar qualquer coisa que tenha acontecido ou sido inventada.
O I de "idade", aquilo que vocĂȘ tem certeza que vai ganhar de aniversĂĄrio, queira ou nĂŁo queira.
J de "janela!, por onde entra tudo que é lå fora e de "jasmim", que tem a sorte de ser flor e ainda tem a graça de se chamar assim.
L de "lå", onde a gente fica pensando se estå melhor ou pior do que aqui; de "lågrima", sumo que sai pelos olhos quando se espreme o coração, e de "loucura", coisa que quem não tem só pode ser completamente louco.
M de "madrugada", quando vivem os sonhos...
N de "noiva", moça que geralmente usa branco por fora e vermelho por dentro.
O de "Ăłbvio", nĂŁo precisa explicar...
P de "pecado", algo que os homens inventaram e entĂŁo inventaram que foi Deus que inventou.
Q, tudo que tem um nĂŁo sei quĂȘ de nĂŁo sei quĂȘ.
E R, de "rebolar", o que se tem que fazer pra chegar lĂĄ.
S Ă© de "sagrado", tudo o que combina com uma cantata de Bach; de "segredo", aquilo que vocĂȘ estĂĄ louco pra contar; de "sexo": quando o beijo Ă© maior que a boca.
T é de "talvez", resposta pior que Žnão`, uma vez que ainda deixa, meio bamba, uma esperança... De "tanto", um muito que até ficou tonto... De "testemunha": quem por sorte ou por azar, não estava em outro lugar.
U de "ui", um Ă i" que ainda Ă© arrepio; de "Ășltimo", que anuncia o começo de outra coisa; e de "Ășnico": tudo que, pela facilidade de virar nenhum, pede cuidado.
Vem o V, de "vazio", um termo injusto com a palavra nada; de "volĂșvel", uma pessoa que ora quer o que quer, ora quer o que querem que ela queira.
E chegamos ao X, uma incĂłgnita... X de "xingamento", que Ă© uma palavra ou frase destinada a acabar com a alegria de alguĂ©m; e de "xĂŽ", Ășnica palavra do dicionĂĄrio das aves traduzida para o portuguĂȘs.
Z Ă© a Ășltima letra do alfabeto, que alcançou a glĂłria quando foi usada pelo Zorro... Z de "zaga", algo que serve para o goleiro nĂŁo se sentir o Ășnico culpado; de "zebra", quando vocĂȘ esperava liso e veio listrado; e de "zĂper", fecho que precisa de um bom motivo pra ser aberto; e de "zureta", que Ă© como fica a cabeça da gente ao final de um dicionĂĄrio inteiro.
O nosso amor Ă© como o vento. NĂŁo posso vĂȘ-lo, mas posso senti-lo.
Le pregunté a un sabio
la diferencia fue
entre el amor y la amistad, el
me dijo esta verdad ...
El amor es mĂĄs sensible,
MĂĄs seguro de la Amistad.
El amor nos da alas,
La amistad de la tierra.
En el amor es mĂĄs cuidado,
La amistad en la comprensiĂłn.
El amor es plantado
y amorosamente cultivadas
Amistad viene mejilla,
y el intercambio de alegrĂa y tristeza,
se convierte en un gran y querido
compañero.
Pero cuando el amor es sincero
viene con un gran amigo,
y cuando la amistad es real,
EstĂĄ lleno de amor y afecto.
Cuando usted tiene un amigo
, o una gran pasiĂłn,
ambos coexisten sentimientos
dentro de su corazĂłn.
O amor não é considerado um erro, e sim algo inevitåvel, por que se alguém passou pela vida e não amou, não viveu, só passou.
Amor nĂŁo se pede
Uma declaração de amor revoltado.
Se implorar resolvesse, nĂŁo me importaria. De joelhos, no milho, em espinhos, agachada, com o cofrinho aparecendo. Uma loucura qualquer, se ajudasse, eu faria com o maior prazer. Do ridĂculo ao medo: pularia pelada de bungee jump. Chorar, se desse resultado, eu acabaria com a seca de qualquer Estado, de qualquer espĂrito.
Mas amor nĂŁo se pede, imagine sĂł. Ei, seu tonto, serĂĄ que vocĂȘ nĂŁo pode me olhar com olhos de devoção porque eu estou aqui quase esmagada com sua presença? NĂŁo, nĂŁo dĂĄ pra dizer isso. Ei, seu velho, serĂĄ que vocĂȘ pode me abraçar como se estivĂ©ssemos caindo de uma ponte porque eu estou aqui sem chĂŁo com sua presença? NĂŁo, vocĂȘ nĂŁo pode dizer isso. Ei, monstro do lixo, serĂĄ que vocĂȘ pode me beijar como um beijo de final de filme porque eu estou aqui sem saliva, sem ar, sem vida com a sua presença? Definitivamente, nĂŁo, melhor nĂŁo.
Amor nĂŁo se pede, Ă© uma pena. Ă uma pena correr com pulinhos enganados de felicidade e levar uma rasteira. Ă uma pena ter o coração inchado de amar sozinha, olhos inchados de amar sozinha. Um semblante altista de quem constrĂłi sozinho sonhos. Mas vocĂȘ nĂŁo pode, nĂŁo, eu sei que dĂĄ vontade, mas nĂŁo dĂĄ pra ligar pro desgraçado e dizer: ei, tĂŽ sofrendo aqui, vamos parar com essa estupidez de nĂŁo me amar e vir logo resolver meu problema?
Mas amor, minha querida, nĂŁo se pede, dĂĄ raiva, eu sei. Raiva dele ter tirado o gosto do mousse de chocolate que vocĂȘ amava tanto. Raiva dele fazer vocĂȘ comer cinco mousses de chocolate seguidos pra ver se, em algum momento, o gosto volta. Raiva dele ter tirado as cores bonitas do mundo, a felicidade imensa em ver crianças sorrindo, a graça na bobeira de um cachorro querendo brincar.
Ele roubou sua leveza mas, por alguma razĂŁo, vocĂȘ estĂĄ vazia. Mas nĂŁo dĂĄ, nem de brincadeira, pra vocĂȘ ligar pro cara e dizer: ei, a vida Ă© curta pra sofrer, volta, volta, volta. Porque amor, meu amor, nĂŁo se pede, Ă© triste, eu sei bem.
Ă triste ver o Sol e nĂŁo vĂȘ-lo se irritar porque seus olhos sĂŁo claros demais, sĂŁo tristes as manhĂŁs que prometem mais um dia sem ele, sĂŁo tristes as noites que cumprem a promessa. Ă triste respirar sem sentir aquele cheiro que invade e vocĂȘ nĂŁo olha de lado, aquele cheiro que acalma a busca. Aquele cheiro que dĂĄ vontade de transar pro resto da vida. Ă triste amar tanto e tanto amor nĂŁo ter proveito. Tanto amor querendo fazer alguĂ©m feliz. Tanto amor querendo escrever uma histĂłria, mas sĂł escrevendo este texto amargurado. Ă triste saber que falta alguma coisa e saber que nĂŁo dĂĄ pra comprar, substituir, esquecer, implorar. Ă triste lembrar como eu ria com ele.
Mas amor, vocĂȘ sabe, amor nĂŁo se pede. Amor se declara: sabe de uma coisa? Ele sabe, ele sabe.
AMOR & LOUCURA
Contam que uma vez se reuniram todos os sentimentos e qualidades dos homens em um lugar da terra. Quando o ABORRECIMENTO havia reclamado pela terceira vez, a LOUCURA, como sempre tĂŁo louca, lhes propĂŽs:
- Vamos brincar de esconde-esconde?
A INTRIGA levantou a sobrancelha intrigada e a CURIOSIDADE sem poder conter-se perguntou:
- Esconde-esconde? Como Ă© isso?
- Ă um jogo, explicou a LOUCURA, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhĂŁo enquanto vocĂȘs se escondem, e quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocĂȘs que eu encontrar ocuparĂĄ meu lugar para continuar o jogo.
O ENTUSIASMO dançou seguido pela EUFORIA.
A ALEGRIA deu tantos saltos que acabou pĂŽr convencer a DĂVIDA e atĂ© mesmo a APATIA, que nunca se interessavam por nada. Mas nem todos quiseram participar.
A VERDADE preferiu nĂŁo esconder-se.
- Para que, se no final todos me encontram?
A SOBERBA opinou que era um jogo muito tonto (no fundo o que a incomodava era que a idéia não tivesse sido dela).
A COVARDIA preferiu nĂŁo arriscar-se.
- Um, dois, trĂȘs, quatro...
- começou a contar a LOUCURA.
A primeira a esconder-se foi a PRESSA, que como sempre caiu atrĂĄs da primeira pedra do caminho.
A Fà subiu ao céu e a INVEJA se escondeu atrås da sombra do TRIUNFO, que com seu próprio esforço tinha conseguido subir na copa da årvore mais alta.
A GENEROSIDADE quase nĂŁo consegue esconder-se, pois cada local que encontrava, lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos. Se era um lago cristalino, ideal para a BELEZA. Se era a copa de uma ĂĄrvore, perfeito para a TIMIDEZ. Se era o voo de uma borboleta, o melhor para a VOLĂPIA. Se era uma rajada de vento, magnĂfico para a LIBERDADE. E assim acabou escondendo-se em um raio de sol.
O EGOĂSMO, ao contrĂĄrio, encontrou um local muito bom desde o inĂcio. Ventilado, cĂŽmodo, mas apenas para ele. A MENTIRA escondeu-se no fundo do oceano (mentira, na realidade, escondeu-se atrĂĄs do arco-Ăris). E a PAIXĂO e o DESEJO, no centro dos vulcĂ”es.O ESQUECIMENTO, nĂŁo recordo-me onde escondeu-se, mas isso nĂŁo Ă© o mais importante.
Quando a LOUCURA estava lĂĄ pelo 999.999, o AMOR ainda nĂŁo havia encontrado um local para esconder-se, pois todos jĂĄ estavam ocupados, atĂ© que encontrou uma roseira e, carinhosamente, decidiu esconder-se entre suas flores. A primeira a aparecer foi a PRESSA, apenas a trĂȘs passos de uma pedra.
Depois, escutou-se a FĂ discutindo com Deus, no cĂ©u, sobre zoologia. Sentiu-se vibrar a PAIXĂO e o DESEJO nos vulcĂ”es. Em um descuido, a LOUCURA encontrou a INVEJA e claro, pĂŽde deduzir onde estava o TRIUNFO. O EGOĂSMO, nĂŁo teve nem que procurĂĄ-lo: ele sozinho saiu disparado de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas.
De tanto caminhar, a LOUCURA sentiu sede e ao aproximar-se de um lago, descobriu a BELEZA. A DĂVIDA foi mais fĂĄcil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado esconder-se. E assim foi encontrando a todos. O TALENTO entre a erva fresca, a ANGĂSTIA em uma cova escura, a MENTIRA atrĂĄs do arco-Ăris (mentira, estava no fundo do oceano) e atĂ© o ESQUECIMENTO, que jĂĄ havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde. Apenas o AMOR nĂŁo aparecia em nenhum local. A LOUCURA procurou atrĂĄs de cada ĂĄrvore, embaixo de cada rocha do planeta e em cima das montanhas. Quando estava a ponto de dar-se pĂŽr vencida, encontrou um roseiral. Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando, no mesmo instante, escutou-se um doloroso grito. Os espinhos tinham ferido o AMOR nos olhos. A LOUCURA nĂŁo sabia o que fazer para desculpar-se. Chorou, rezou, implorou, pediu perdĂŁo e atĂ© prometeu ser seu guia.
Desde entĂŁo, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na terra, o AMOR Ă© cego e a LOUCURA sempre o acompanha...
AMIZADE Ă MAIS QUE AMOR
Ă sempre muito difĂcil comentar de uma forma nova um assunto que jĂĄ conhecemos. Temos uma forte tendĂȘncia conservadora, que nos leva a rejeitar, ao menos num primeiro instante, qualquer idĂ©ia que nĂŁo esteja em concordĂąncia com o que jĂĄ sabemos. Vou falar de amor e, entĂŁo, parece mais difĂcil ainda que as pessoas consigam ver seus aspectos menos simpĂĄticos.
O amor corresponde a uma busca de completude. Todos nĂłs, desde o inĂcio da vida, temos a sensação de sermos incompletos. Parece que sĂł nos sentimos inteiros e em paz quando estamos com o nosso eleito. Assim, Ă© Ăłbvio que nosso primeiro amor Ă© nossa mĂŁe, e todos os outros objetos de amor que venhamos a ter ao longo das nossas vidas serĂŁo substitutos dela.
As crianças sĂŁo extremamente dependentes de suas mĂŁes, com as quais tĂȘm a sensação de estarem fundidas. Sentem-se inseguras quando estĂŁo longe delas e vivem atormentadas pelo pesadelo de que ela poderĂĄ abandona-las ou morrer. Quando refletimos sobre as relaçÔes amorosas entre adultos, percebemos que o modo como se unem Ă© muito semelhante ao sentimento que liga uma criança Ă sua mĂŁe. A grande verdade Ă© que os ingredientes negativos relacionados ao ciĂșme tambĂ©m se manifestam de uma forma muito intensa. Ă por causa disso que costumamos perceber o amor como um sentimento que acaba se opondo de modo mais ou menos definitivo aos desejos de individualidade.
O amor adulto Ă© uma cĂłpia do que se passa na infĂąncia. O discurso Ă© mais racional, mas as reaçÔes sĂŁo idĂȘnticas Ă s das crianças. Casais apaixonados se tratam por diminutivos infantis e gostam de receber agrados tambĂ©m infantis. Esses pequenos detalhes nĂŁo seriam importantes se nĂŁo viessem acompanhados de noção de que aqueles que se amam tĂȘm direitos sobre seus amados. A mĂŁe se acha com direitos sobre seus filhos e isso, atĂ© uma certa idade, faz sentido. Agora, que o marido possa dizer Ă esposa se ela pode ou nĂŁo usar determinada roupa, ir ou nĂŁo a um dado lugar, Ă© uma ofensa aos direitos individuais.
O outro tipo de relacionamento Ăntimo que vivenciamos Ă© o da amizade. Aqui, o prazer da companhia Ă© tĂŁo importante quanto o que existe nas relaçÔes chamadas amorosas. A confiança recĂproca e a cumplicidade costumam ser atĂ© maiores do que as alianças encontradas entre os que se amam. Somos mais respeitosos e menos dependentes de nossos amigos.
Qual a conclusĂŁo? Para mim, fica claro que o amor Ă© um processo infantil que costuma se perpetuar ao longo da nossa vida adulta. A amizade Ă© um tipo de aliança muito mais sofisticada porque nĂŁo busca a fusĂŁo e sim a aproximação de duas criaturas que tenham importantes afinidades e interesses em comum. Nossa parte adulta estabelece vĂnculos respeitosos e ricos em intimidade, que correspondem Ă amizade. Nossa parte infantil tende a estabelecer um elo Ășnico com outra pessoa, em relação Ă qual passamos a ter expectativas similares Ă quelas que tĂnhamos de nossa mĂŁe. NĂŁo tenho dĂșvidas a respeito:
amizade Ă© um processo muito mais adulto do que chamamos de amor.
Quando o Amor chegar...
NĂŁo adianta o amor procurar
Simplesmente ame!!!
O amor Ă© que vai te encontrar
Onde e quando vocĂȘ menos esperar
Seja no trabalho na rua,
ou numa mesa de bar
Esteja bem ou mal vestida
Esteja mal ou bem humorada
Nem a pressa nem a ansiedade
vai fazer ele chegar
muito menos a angustia pela espera
No Lugar e hora certa ele vai te achar
O amor vĂȘ com olhos
diferentes dos nossos
Ele vĂȘ com os olhos do coração
Bem diferente do sentido da visĂŁo
Ele vĂȘ com o olhar da intuição
que vĂȘ comportamentos, atitudes e emoção
VĂȘ com os sentimentos da alma
que enxerga com seu olhar todo misterioso
E quando vocĂȘ acorda de um toque de mĂŁo
vocĂȘ jĂĄ esta nos cheiros e toques da sedução
Nos mistérios e labirintos da atração
Sem pensar com a Razão, e sim com o coração
Com poucos encontros e pronto
VocĂȘs estĂŁo apaixonados
Fazendo as coisas ridĂculas dos enamorados
Nos colos da Paixão ninando para o Amor o Coração
Quando com um silĂȘncio o seu efeito for maior que mil palavras... Ă© pq encontramos o coração certo para comunicar.
O amor tem as suas razÔes, que a lógica não compreende, como o destino tem as suas ironias que a razão não explica...
Pode se passar meses, talves ate anos, mas Ă© so ouvir seu nome que esse amor reaparece como se nada tivesse mudado, para que dizer eu te amo, se voce nao esta por perto pra ouvir, pra que te sentir vivo aqui dentro se nem seu calor tenho mais pra me aquecer, como gostar de alguem tao presente dentro da gente e tao distante das maos.
Ăs vezes sua falta parece uma ferida que nao se cura, eu juro que tento te esquecer, que busco outra pessoa no seu lugar, mas de nada adianta, voce esta sempre aqui dentro do meu peito, cravado na minha alma....
Eu queria te dizer tanta coisa mas por covardia me calei, tive medo de ouvir sua voz dizendo nao da mais, de mais uma vez te ver indo embora e destruir um coraçao que ja esta em pedaços...
A saudade é a pior companheira, caminha lado a lado, silenciosa e quieta, quando mais precisamos de um carinho, de uma palavra, nesses dias em que a solidao aperta e nem mesmo o ceu estrelado, a lua radiante sao capazes de amenizar a dor, eu imploro ao meu coraçao para que te esqueça, mas de nada adianta voce ta feito tatuagem marcado em meu corpo, esta preso no meu passado, e nas minhas esperanças para o futuro, por que sera que tem que ser assim, foi te perdendo que te encontrei aqui dentro, e agora nao consigo te tirar da minha mente...
Sei que os anos conhecem as respostas, das perguntas que os dias sofrem por nao te-las, mas sei tambem que esperar nao é o bastante pra mim, nao tenho o direito de culpar o destino ele fez sua parte, agora so me resta roubar as lembranças do passado e esperar que o tempo possa secar minhas lagrimas; passar os dias fingindo que posso te esquecer e a eternidade me culpando pela sua falta, sorrir quando na verdade queria estar chorando e me fazer de forte quando nao existir mais forças, nao posso mudar o passado, so tenho o presente nas maos, tenho um coraçao esmagado pela saudade e um medo terrivel de enxergar a verdade, tenho voce cravado na alma e uma vontade enorme de gritar seu nome, pra quem sabe assim nao me sentir tao sufocada.
Espero que o tempo realmente conheça as respostas e me faça entender os motivos...e faça tambem com que a saudade se transforme em lembranças, e termine com essa dor que cada dia mais me consome, me enloquece e me tira o sono.
Eu precisei te perder pra saber o que tinha, precisei te fazer chorar pra sentir minhas lagrimas, precisei te magoar pra saber que te amava, precisei te ver partir, pra descobrir que te queria aqui comigo. Fiz tudo que eu podia fazer de errado, hoje sei que consigo viver sem voce mas realmente nao é o que quero, nao é o que meu coraçao quer.....
Que o tempo nao demore de mais com as respostas... so Deus sabe o quanto Ă© dificil esperar....
Adeus, meu amor, logo nos desconheceremos. Mudaremos os cabelos, amansaremos as feiçÔes, apagarei seus gostos e suas mĂșsicas. Vamos envelhecer pelas mĂŁos. NĂŁo andarei segurando os bolsos de trĂĄs de suas calças. Tropeçarei sozinho em meus suspiros, procurando me equilibrar perto das paredes. Esquecerei suas taras, suas vontades, os segredos de famĂlia. Riscarei o nosso trajeto do mapa. Farei amizade com seus inimigos. Sua bolsa nĂŁo se derramarĂĄ sobre a cadeira. NĂŁo poderei me gabar da rapidez em abrir seu sutiĂŁ. Vou tirar a barba, falar mais baixo, fazer sinal da cruz ao passar por igrejas e cemitĂ©rios. Passarei em branco pelos aniversĂĄrios de meus pais, jĂĄ que sempre me avisava. O mar cobrirĂĄ o desenho das quadras no inverno. As pombas sentirĂŁo mais fome nas praças. Perderei a seqĂŒĂȘncia de sua manhĂŁ - vocĂȘ colocava os brincos por Ășltimo. Meus dias serĂŁo mais curtos sem seus ouvidos. NĂŁo acharei minha esperança nas gavetas das meias. Seus dentes estarĂŁo mais colados, mais trincados, menos soltos pela lĂngua. Ficarei com raiva de seu conformismo. Perderei o tempo de sua risada. A dor serĂĄ uma amizade fiel e estranha. NĂŁo perceberei seus quilos a mais, seus quilos a menos, sua vontade de nadar na cama ao se espreguiçar. Vou cumprimentĂĄ-la com as sobrancelhas e nĂŁo terei apetite para dizer coisa alguma. NĂŁo olharei para trĂĄs, para nĂŁo prometer a volta. NĂŁo olharei para os lados, para nĂŁo ameaçå-la com a dĂșvida. Adeus, meu amor, a vida nĂŁo nos pretende eternos. HaverĂĄ a sensação de residir numa cidade extinta, de cuidar dos escombros para levantar a nova casa. Adeus, meu amor. NĂŁo faremos mais briga em supermercado, nem festa ao comprar um livro. NĂŁo puxaremos assunto com os garçons. NĂŁo receberemos elogios de estranhos sobre nossas afinidades. NĂŁo tocaremos os pĂ©s de madrugada. NĂŁo tocaremos os braços nos filmes. NĂŁo trocaremos de lado ao acordar. NĂŁo dividiremos o jornal em cadernos. NĂŁo olharemos as vitrines em busca de presentes. O celular permanecerĂĄ desligado. Nunca descobriremos ao certo o que nos impediu, quem desistiu primeiro, quem nĂŁo teve paciĂȘncia de compreender. SĂł os ossos tĂȘm paciĂȘncia, meu amor, nĂŁo a carne, com Ăąnsias de se completar. NĂŁo encontrarĂĄ vestĂgios de minha passagem no futuro. AbandonarĂĄ de repente meu telefone. Na primeira recaĂda, procurarĂĄ o nĂșmero na agenda. NĂŁo estava em sua agenda. NĂŁo se anota amores na agenda. Na segunda recaĂda, perguntarĂĄ o que faço aos conhecidos. As demais recaĂdas serĂŁo como soluços depois de tomar muita ĂĄgua. Adeus, meu amor. TerĂĄ filhos com outros homens. TerĂĄ insĂŽnia com outros homens. DesviarĂĄ de assunto ao escutar meu nome. Adeus, meu amor.
Tirei da minha mente
uma bela poesia,
que falava do Amor!
Amor ingĂȘnuo..
mas sincero.
Amor louco...
mas sensato.
Que escurece a mente..
mas ilumina o coração.
Absurdamente grande...
mas cabe no peito.
Simplesmete amor...
InexplicĂĄvel....
mas compreenssivel
Frases de amor nĂŁo correspondido
Que podes fazer se a pessoa que te faz chorar tanto Ă© a Ășnica que pode ajudar-te?
A pior forma de jogar a alguém de menos é estar sentada a seu lado e saber do que nunca serå teu.
Devo sorrir porque somos amigos? Ou chorar porque nunca seremos mais do que amigos?
Dizem que o tempo cura todo. Mas desde que me apaixonei de ti, o tempo se congelou
Nunca deixas de querer a pessoa com a que realmente tens estado apaixonada. SĂł podes aprender a viver sem o.
NĂŁo tens que me prometer a lua.... Me bastaria se sĂł te sentarias comigo um momento embaixo dela
Se tivesse um desejo, seria que sempre fosses o primeiro que vejo pela manhĂŁ ao acordar-me, e o Ășltimo que vejo pela noite antes de dormir-me.
Ă incrĂvel como alguĂ©m pode romper teu coração, e no entanto segues amando-lhe com cada um dos pedaços.
Sentar a teu lado sem fazer absolutamente nada Ă© todo para meu.
EntĂŁo, Almitra disse: 'Fala-nos do amor'
E ele ergueu a fronte e olhou para multidĂŁo, e um silĂȘncio caiu sobre todos,
e com uma voz forte, disse:
'Quando o amor vos chamar, segui-o,
Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados;
E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe,
Embora a espada oculta na sua plumagem possa ferir-vos;
E quando ele vos falar, acreditai nele,
Embora sua voz possa despedaçar vossos sonhos como
o vento devasta o jardim.
Pois, da mesma forma que o amor vos coroa, assim
ele vos crucifica. E da mesma forma que contribui para
vosso crescimento, trabalha para vossa poda.
E da mesma forma que alcança vossa altura e acaricia
vossos ramos mais tenros que se embalam ao sol,
Assim tambĂ©m desce atĂ© vossas raĂzes e as sacode no
seu apego Ă terra.
Como feixes de trigo, ele vos aperta junto ao seu coração.
Ele vos debulha para expor vossa nudez.
Ele vos peneira para libertar-vos das palhas.
Ele vos mói até a extrema brancura.
Ele vos amassa até que vos torneis maleåveis.
EntĂŁo, ele vos leva ao fogo sagrado e vos transforma
no pĂŁo mĂstico do banquete divino.
Todas essas coisas, o amor operarĂĄ em vĂłs para que
conheçais os segredos de vossos coraçÔes e, com esse
conhecimento, vos convertais no pĂŁo mĂstico do banquete divino.
Todavia, se no vosso temor, procurardes somente a
paz do amor e o gozo do amor,
EntĂŁo seria melhor para vĂłs que cobrĂsseis vossa nudez
e abandonĂĄsseis a eira do amor,
Para entrar num mundo sem estaçÔes, onde rireis, mas
nĂŁo todos os vossos risos, e chorareis, mas nĂŁo todas as
vossas lĂĄgrimas.
O amor nada dĂĄ senĂŁo de si prĂłprio e nada recebe
senĂŁo de si prĂłprio.
O amor nĂŁo possui, nem se deixa possuir.
Pois o amor basta-se a si mesmo.
Quando um de vĂłs ama, que nĂŁo diga: 'Deus estĂĄ no
meu coração', mas que diga antes: 'Eu estou no coração de Deus.'
E nĂŁo imagineis que possais dirigir o curso do amor
pois o amor, se vos achar dignos, determinarĂĄ ele prĂłprio
o vosso curso.
O amor nĂŁo tem outro desejo senĂŁo o de atingir
a sua plenitude.
Se, contudo, amardes e precisardes ter desejos, sejam
estes os vossos desejos:
De vos diluirdes no amor e serdes como um riacho
que canta sua melodia para a noite;
De conhecerdes a dor de sentir ternura demasiada;
De ficardes feridos por vossa prĂłpria compreensĂŁo do amor
E de sangrardes de boa vontade e com alegria;
De acordardes na aurora com o coração alado e agradecerdes por um novo dia de amor;
De descansardes ao meio-dia e meditardes sobre o
ĂȘxtase do amor;
De voltardes para casa Ă noite com gratidĂŁo;
E de adormecerdes com uma prece no coração para o
bem-amado, e nos låbios uma canção de bem-aventurança.
Mandamentos do Amor
01- Me Amar como eu te amo.
02- NĂŁo desconfiar de mim.
03- NĂŁo me provocar.
04- Guardar-me no coração para sempre.
05- Ser sincero comigo, em todos os sentidos.
06- Ter muito carinho.
07- Estar sempre disposto aos meus desempenhos.
08- NĂŁo negar coisas simples que eu pedir.
09- Saber perdoar e me ouvir sempre.
10- Dar um beijo provando sua sinceridade.
Tenho um amor fresco e com gosto de chuva e raios e urgĂȘncias. Tenho um amor que me veio pronto, assim, ĂĄgua que caiu de repente, nuvem que nĂŁo passa. Me escorrem desejos pelo rosto pelo corpo. Um amor susto. Um amor raio trovĂŁo fazendo barulho. Me bagunça. E chove em mim todos os dias.
esta palavra saudade
conheço desde criança
saudade de amor ausente
não é saudade, é lembrança
saudade sĂł Ă© saudade
quando morre a esperança
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