Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
O amor nos levanta com a nossa ajuda
E seguimos em frente,
Viver Ă© luta
Mas o final Ă© glorioso,
Descobrimos que nĂŁo hĂĄ final
O amor nos apresenta a eternidade.
Eu promento nĂŁo ter fim, o meu amor por ti.
Eu prometo entregar-me nua, e inteirinha a vocĂȘ.
Eu prometo ser feliz, e te fazer feliz, enquanto vivos e juntos estivemos.
Eu te prometo, meu amor.
Na tua ausĂȘncia, amor, tem dias que nem um vento se sente. Ă como se a aragem entrasse pelas ventas do mundo, e no vĂŁo entre mim e ele, restasse um vazio. Um nada.
HĂĄ quem diga que o amor acaba, o que se vai Ă© o entusiasmo do novo, as expectativas que se frustam, os nĂŁos que deixamos de justificar...
O deixar pra depois, e sĂł depois se importar.
As datas importantes que passam sem causar importĂąncia alguma.
As palavras que nĂŁo foram ditas.
Aquele momento em que só um abraço aliviaria o peso o do dia.
E assim o amor vai indo, se despedindo em silĂȘncio, o amor sĂł faz barulho na chegada quando surge acompanhado da alegria.
PorĂ©m sua partida nĂŁo tĂȘm alarde.
Deixa sĂł um abismo.
Deixa saudade, e leva consigo a alegria que chegou com ele.
Amor lindo
VocĂȘ, Ă© um amor lindo para
ser vivido.
Um amor igual aquele que se
tem na escola.
Um amor que nunca se quer ver
longe.
VocĂȘ, Ă© aquele amor da juventude,
que desperta paixÔes eternas.
VocĂȘ, Ă© o amor de mulher que se
precisa ter, para que a vida siga
o seu rumo.
E te tendo ao lado, fica mais fĂĄcil
sobreviver.
RoldĂŁo Aires
Membro HonorĂĄrio da Academia Cabista. R/J
Membro HonorĂĄrio da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
OUSADIA (soneto)
Longe do poetar o amor, a alma nua
A solidĂŁo escreve! Um silĂȘncio cego
Do claustro, em um vazio e no ofego
Insiste e teima, sofre e tudo continua
Mas o velho coração na dor entrego
Na esperança que o pesar construa
PrĂĄtica. E nĂŁo a uma desilusĂŁo crua
Largue o querer, em um aconchego
De tal modo, que o viver no suplico
EntĂŁo chore, grite, e assim agrade
A ilusĂŁo. E entĂŁo valha o sacrifĂcio
Porque a pureza, barda da liberdade
Da arte casta, nunca usa de artifĂcio
Pra amar com leveza e simplicidade
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
11 de janeiro de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Se te pertence amar,
a mim, pertence outros planos.
Quero essa tal liberdade
desse amor tirano, superficial engano.
AbstinĂȘncia do amor
Um dia encontrarei um amor tĂŁo verdadeiro e tĂŁo intenso que jamais duvidadei de sua veracidade.
Pois o amor Ă© relativo de quem ama.
Ă como uma droga viciante que nĂŁo se consegueviver sem, e aos que se decepcionaram a fase da abstinĂȘncia Ă© a pior, ainda se tem sede de amor, mas tem medo de amar.
Um dia eu encontrarei um amor verdadeiro para chamar de meu,melhor do que conto de fadas, conto real.
E se esse dia nĂŁo chegar, eu me amarei tĂŁo intensamente que nĂŁo sentirei mais a dor da abstinĂȘncia de um amor, eu serei meu amor.
O que Ă© mais infinito, o tempo ou o amor? Bom na minha opiniĂŁo o amor, porque o tempo um dia passa e o mar verdadeiro dura para sempre.
Nunca segure um amor que um dia vocĂȘ nĂŁo possa largar
Busque a felicidade dentro de si, para nĂŁo se decepcionar
Quem nunca viveu um amor e nĂŁo se decepcionou que atire a primeira pedra
VocĂȘ estĂĄ numa batalha com seu coração, mas procure vencer essa guerra
Se as batalhas existem Ă© para vocĂȘ se tornar um grande vencedor
NĂŁo acredite na sorte porque ela nĂŁo existe no caminho do amor.
O amor pra muitos Ă© uma ilusĂŁo.
Sem vocĂȘ me sinto incompleto.
Como uma histĂłria sem fim.
NĂŁo sei porque insisto em acreditar na verdade...
Se pra muitos ela Ă© uma mentira.
Mais no meu mar de problemas e objetivos.
O amor de solidificou...
E apareceu pra esconder toda a decepção que eu tenho dos meus atos.
E quando ele se apossa dos meus pensamentos...
Ele vira um universo de desejos,
E espero vocĂȘ,espero teu brilho que nenhuma estrela tem.
Pra no fim aquela melodia sem canção se preencher de força de vontade.
Pois isso Ă© viver.
O amor também faz parte da vida.
Bendito seja o coração que se deixa transbordar de amor,para não sobrar espaço para o rancor.
IvĂąnia D.Farias
Amor Ou PaixĂŁo?
Sem pressĂĄgio, invisĂvel, porĂ©m lindo
O amor se confunde com paixĂŁo
Construindo sonhos, anuindo
Sem saber se Ă© lĂdimo ou ilusĂŁo
Se der certo nosso amor sera bonito
Se errado, permanece em rescisĂŁo
pensamentos de um core sinuado
Inibido, enfrentando a solidĂŁo
