Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
o que faço comigo, amor?
o que faço se sinto a cada hora
a cada dia, a cada instante,
a dor da perda de vc?
se Ă© saudade, nĂŁo sei
se Ă© desejo nĂŁo sei,
se Ă© egoĂsmo, nĂŁo sei
sĂŁo marcas, sequelas, rastros de ti,
sonhos pisados, sentimentos quebrados
e um coração despedaçado
que queres de mim?
que eu sofra?
que eu morra?
nĂŁo sei o que fiz,
sĂł sei que vivi
entreguei-te o meu mais profundo 'EU'
te amei como sĂł 'EU' podia amar
beijei como sĂł 'EU' beijar
e vocĂȘ me deixa no meu mais triste 'EU'.
Buscar em todos o amor, nem sempre Ă© bom. O amor quando Ă© amor, vai acontecer suavemente, sutilmente, sem esforço, para que ele se torne firme. Por isso Ă© importante criar uma base de sustentação, para que crie equilĂbrio, segurança e para que nĂŁo desmorone.
O amor nem sempre vem em pacotes convenientes, geralmente ele esta naquela promoção barata que cheira a roubada.
Se preocupar com alguĂ©m Ă© uma das maiores demonstraçÔes de amor.DĂȘ valor Ă aqueles que se importam com vocĂȘ.
Como vou desistir do meu Amor por vocĂȘ?(um grito interior )
Se dividimos pouco tempo nesta vida.Mais temos um elo eterno .Sendo refĂ©ns do ego do egoĂsmo aleio
IndependĂȘncia ou morte
A medida do amor
Ă amor sem medida
Ă doar sem querer nada em toca
Ă vocĂȘ sacrificar um pra fazer o outro feliz
Ă ter a certeza de que tudo vai dĂĄ certo
Ă nunca duvidar do que o outro fala (isso eu acho impossivel)
Ă vocĂȘ se jogar de cabeça sabendo que tem alguĂ©m lĂĄ pra te segurar.
amor é uma coisa louca mais dizem que é lindo eu particulamente nao conheço ao rosto dele.
âQuando lhe vi, perdi o senso. Fui desnorteado. NĂŁo sei se foi amor, paixĂŁo ou admiração, sĂł sei que naquela hora era tarde demais, jĂĄ era um lacaioâ.
O amor existe.
NĂŁo foi um livro que disse. Eu sĂł vejo ele pairando no ar em meio a conversa de duas pessoas que estĂŁo sentadas com mĂŁos entrelaçadas em um banco qualquer, numa praça qualquer, mas com o amor que sĂł esses dedos entrelaçados e esses olhares focados e bobos sabem dizer. O amor existe. Ele nĂŁo estĂĄ sĂł nos livros de Machado ou naqueles romances americanos que as livrarias se esgotam de vender,e Ă© por isso que vendem tanto, por que as pessoas acreditam na sua existĂȘncia, e querem acreditar, por que ele existe.O amor existe. DifĂcil topar com ele, Ăłbvio. Mas acontece. Sem previsĂŁo de hora, data, mĂȘs, ano. As vezes quando menos se espera o amor invade qualquer sinal vital nosso e pronto. Somos refĂ©m do sentimento mais transformador do mundo. O amor existe mesmo sem existir ainda. O amor existe. Dolorido, nervoso,inquieto, bonito, avivado mas existe. Confuso, bruto, calmo,forte, quebradiço, mas existe. O amor Ă© tudo isso que nĂŁo vemos, Ă© tudo isso tĂŁo grande que a nossa mĂŁo nĂŁo consegue segurar, o amor Ă© isso que existe e que um dia, sem motivo, começa habitar dentro da gente por alguĂ©m. O amor existe e Ă© demodĂȘ.
Uma ideologia
O que hĂĄ de errado? Que falta eu sinto de sofrer por amor, pelo menos eu me apaixonava. Agora sĂł me sinto atraĂdo e vejo que as pessoas mudaram... Infelizmente começo a sentir nojo do que se tornaram. Antigamente costumavam ser mais sensĂveis, sabiam o significado de se entregar a alguĂ©m. Ăs vezes acho que sĂł eu continuei com este pensamento. Que pena, perco eu, perdem eles. NĂŁo sou de desistir, a busca Ă© infinita tal como o sentimento.
O amor por vezes pode nos tornar cegos, burros, e fantasiosos. AĂ surge a duvida: SerĂĄ que Ă© amor mesmo? Vejo sofrimento, humilhaçÔes, loucuras, na grande maioria das vezes atitudes em vĂŁo que sĂł demonstram a fraqueza e o vĂcio pelo outro e isso me assusta. NĂŁo quero dizer que Ă© sempre assim, nĂŁo, nĂŁo Ă©! O amor de verdade vai alĂ©m da pele e da quĂmica, prioriza o respeito. Quem foi que disse que no amor tem que ter sofrimento? Amor significa companheirismo, lealdade, amizade, cumplicidade, Ă© tranqĂŒilo, sensato, confortante, nĂŁo feito de cobranças, desconfianças e ataques. Quem ama cede, valoriza, compreende, escuta, deixa livre. Acho realmente, que por muitas vezes por pensar assim que continuo sozinha, prefiro a solidĂŁo que um relacionamento doentio, violento, que nĂŁo me traz paz de espĂrito. Vejo as pessoas tentando, insistindo, sangrando por âamorâ. Eu prefiro sorrir, agradar, confiar e respeitar por ele. Continuar insistindo em um erro e fingir que nĂŁo enxergam o mal que fazem a si mesmo Ă© optar por sofrer.
Somos assim: Humanos! O que chamamos de causa da nossa existĂȘncia, o chamado amor entre as pessoas, nĂŁo se sabe mais o que Ă© isso. Amor e morte palavras tĂŁo indecifrĂĄveis e sem entendimento algum. Erros sĂŁo cometidos a todos os segundos e alguns deles marcam uma vida toda. O amor Ă© quase como se fosse um erro, ou talvez, serĂĄ que realmente existe? Dizia Bob Marley: "Dificil nĂŁo Ă© lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se mais ama.
Eu desisti. Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condiçÔes de sofrer.
Amor: ainda estruturalismo.
Terra molhada, barulho de chuva, tarde que calha,
HĂĄ um corpo invisĂvel na incidĂȘncia de cada.
Linguagem que calha, signo-chuva, sintaxe molhada.
Me sopra aos ouvidos o tal: foge da teia, foge da teia, foge da teia!
Injusta territorialidade, me furta a fuga a priori,
Nasço à tarde muito bem estruturado.
Esse monoteĂsmo, esse monofonismo, a unidade-mulher,
Espiritualidade semùntica, desesperança quùntica, labirinto lógico.
Quintal grande, balanço na arvore, avó, mãe, tio tocando violão,
Amor, grande amor, etc, etc, etc.
Amor de infĂąncia e amor de adulta ... ambos lindos!
Amor de infĂąncia, puro e saudoso...cheio de encanto.
Amor de adulta: Fernando.
