Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Aonde estĂĄ vocĂȘ pelo amor de Deus! Aonde estĂĄ vocĂȘ? NĂŁo vĂȘ que estou cansada de pertencer a todos e nĂŁo ser de ninguĂ©m? NĂŁo vĂȘ que minha devolução me enfraquece cada vez mais em me entregar?
NĂŁo vĂȘ que na loucura de te encontrar nĂŁo meço as entregas? E elas nunca sĂŁo entregas porque eles nunca sĂŁo vocĂȘ.
Um Amor Puro
O que hå dentro do meu coração
Eu tenho guardado pra te dar
E todas as horas que o tempo
Tem pra me conceder
São tuas até morrer
E a tua histĂłria, eu nĂŁo sei
Mas me diga sĂł o que for bom
Um amor tĂŁo puro que ainda nem sabe
A força que tem
é teu e de mais ninguém
Te adoro em tudo, tudo, tudo
Quero mais que tudo, tudo, tudo
Te amar sem limites
Viver uma grande histĂłria
Aqui ou noutro lugar
Que pode ser feio ou bonito
Se nĂłs estivermos juntos
Haverå um céu azul
Um amor puro
Não sabe a força que tem
Meu amor eu juro
Ser teu e de mais ninguém
Um amor puro
O amor nĂŁo tem idade.
Estamos sempre maduros para amar. E nĂŁo acredito que o amor possa chegar cedo ou tarde. O amor Ă© pontual.
Chega sempre na hora certa, seja a hora que for.
Nos momentos mais difĂceis, o amor Ă© o Ășnico refĂșgio.
O Amor Bate na Aorta
Cantiga de amor sem eira
nem beira,
vira o mundo de cabeça
para baixo,
suspende a saia das mulheres,
tira os Ăłculos dos homens,
o amor, seja como for,
Ă© o amor.
Meu bem, nĂŁo chores,
hoje tem filme de Carlito.
O amor bate na porta
o amor bate na aorta,
fui abrir e me constipei.
CardĂaco e melancĂłlico,
o amor ronca na horta
entre pés de laranjeira
entre uvas meio verdes
e desejos jĂĄ maduros.
Entre uvas meio verdes,
meu amor, nĂŁo te atormentes.
Certos åcidos adoçam
a boca murcha dos velhos
e quando os dentes nĂŁo mordem
e quando os braços não prendem
o amor faz uma cĂłcega
o amor desenha uma curva
propÔe uma geometria.
Amor Ă© bicho instruĂdo.
Olha: o amor pulou o muro
o amor subiu na ĂĄrvore
em tempo de se estrepar.
Pronto, o amor se estrepou.
Daqui estou vendo o sangue
que corre do corpo andrĂłgino.
Essa ferida, meu bem,
Ă s vezes nĂŁo sara nunca
Ă s vezes sara amanhĂŁ.
Daqui estou vendo o amor
irritado, desapontado,
mas também vejo outras coisas:
vejo beijos que se beijam
ouço mãos que se conversam
e que viajam sem mapa.
Vejo muitas outras coisas
que nĂŁo ouso compreender...
O amor não morre. Ele se cansa muitas vezes. Ele se refugia em algum recanto da alma tentando se esconder do tédio que mata os relacionamentos. Não é preciso confundir fadiga com desamor. O amor ama. Quem ama, ama sempre. O que desaparece é a musicalidade do sentimento. A causa? O cotidiano, o fazer as mesmas coisas, o fato de não haver mais mistérios, de não haver mais como surpreender o outro. São as mesmices: mesmos carinhos, mesmas palavras, mesmas horas... o outro jå sabe! Falta magia. Falta o inesperado. O fato de não se ter mais nada a conquistar mostra o fim do caminho. Nada mais a fazer.
Muitas pessoas se acomodam e tentam se concentrar em outras coisas, atividades que muitas vezes nĂŁo tĂȘm nada a ver com relacionamentos. Outras procuram aventuras. Elas querem, a todo custo, se redescobrir vivas; querem reencontrar o que julgam perdido: o prazer da paixĂŁo, o susto do coração batendo apressado diante de alguĂ©m, o sono perdido em sonhos interminĂĄveis e desejos infindos. NĂŁo Ă© possĂvel uma vida sem amor. Ou com amor adormecido. Se vocĂȘ ama alguĂ©m, desperte o amor que dorme! Vez ou outra, faça algo extraordinĂĄrio. Faça loucuras, compre flores, ofereça um jantar, ponha um novo perfume...
NĂŁo permita que o amor durma enquanto vocĂȘ estĂĄ acordado sem saber o que fazer da vida. Reconquiste! Acredite: reconquistar Ă© uma tarefa muito mais ĂĄrdua do que conquistar, pois vai exigir um esforço muito maior. Mas... sabe de uma coisa? Vale a pena! Vale muito a pena!
O inimigo de um amor nunca vem de fora, nĂŁo Ă© homem ou mulher, Ă© o que falta em nĂłs mesmos.
O amor não começa na palavra, o amor começa no olhar, palavras são passageiras, olhares duram a vida inteira.
Um corpo perfeito começa com bons pensamentos, autoestima elevada, amor e prazer nas coisas simples.
O desenvolvimento do amor Ă© dividido em trĂȘs partes: paixĂŁo, desilusĂŁo e aceitação da realidade.
â Eu te amo, quero passar o resto da minha vida com vocĂȘ. VocĂȘ Ă© o amor da minha vida. Eu nĂŁo posso te deixar, vocĂȘ Ă© como uma brisa de ar fresco. Ă como se eu estivesse me afogando e vocĂȘ me salvasse. Eu tĂŽ apaixonado por vocĂȘ, eu sempre estive apaixonado por vocĂȘ.
â O amor Ă© a coisa mais bela do mundo. Infelizmente, tambĂ©m Ă© uma das coisas mais difĂceis de manter, assim como uma das mais fĂĄceis de se desperdiçar
Do Livro: Pausa
A reconquista de um amor perdido, traĂdo, machucado Ă© uma das tarefas mais complexas e sofisticadas do espĂrito humano. Mas tambĂ©m esse resgate pode ser extraordinĂĄrio, a reconciliação, o reencontro, Ă© um instante de maturidade, de amadurecimento, e vai fertilizar a pessoa pro convĂvio humano.
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