Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
O fim
Aos poucos fui vendo nosso amor
se perdendo, se acabando...
No desespero de nĂŁo querer aceitar,
lutei o que pude para vocĂȘ ficar.
Fui sentindo a cada dia vocĂȘ mais distante,
o seu sorriso jĂĄ nĂŁo era o mesmo,
jĂĄ nĂŁo aceitava a rotina como antes,
jĂĄ nĂŁo me olhava com tanta ternura
e jĂĄ nĂŁo fazia questĂŁo de esconder o descontentamento...
Me enlouqueci, lhe sufoquei
e vocĂȘ estava ainda mais longe do meu amor,
e nĂŁo se importava com a minha tristeza.
Fui perdendo vocĂȘ cada vez mais,
e quanto mais te buscava,
mais solidĂŁo eu sentia...
Deixei,
vocĂȘ se foi...
Hoje,
NĂŁo sei mais de vocĂȘ,
sinto apenas uma grande saudade do que fomos,
do que juntos sonhamos,
de tudo o que com felicidade construĂmos...
NĂŁo sei de vocĂȘ,
sei apenas do meu coração
que sente medo,
que foge dos sentimentos,
que nĂŁo se entrega mais
e que vive atormentado de culpas
a perguntar:
Porque?
E assim,
sinto que talvez eu nĂŁo lutei o bastante,
deixei que vocĂȘ partisse...
E, ao mesmo tempo,
penso que vocĂȘ estĂĄ feliz assim:
Longe de mim,
em algum lugar,
com alguém,
talvez sozinho como eu estou,
talvez triste,
talvez longe... ou perto...
nĂŁo sei,
talvez ainda te ame muito,
talvez eu sinta apenas uma dor no coração,
mas nĂŁo por te amar,
e sim por ter deixado vocĂȘ partir...
Se se morre de amor
Se se morre de amor! â NĂŁo, nĂŁo se morre,
Quando é fascinação que nos surpreende
De ruidoso sarau entre os festejos;
Quando luzes, calor, orquestra e flores
Assomos de prazer nos raiam nâalma,
Que embelezada e solta em tal ambiente
No que ouve e no que vĂȘ prazer alcança!
Simpåticas feiçÔes, cintura breve,
Graciosa postura, porte airoso,
Uma fita, uma flor entre os cabelos,
Um quĂȘ mal definido, acaso podem
Num engano dâamor arrebentar-nos.
Mas isso amor nĂŁo Ă©; isso Ă© delĂrio
Devaneio, ilusĂŁo, que se esvaece
Ao som final da orquestra, ao derradeiro
ClarĂŁo, que as luzes ao morrer despedem:
Se outro nome lhe dĂŁo, se amor o chamam,
Dâamor igual ninguĂ©m sucumbe Ă perda.
Amor Ă© vida; Ă© ter constantemente
Alma, sentidos, coração â abertos
Ao grande, ao belo, Ă© ser capaz dâextremos,
Dâaltas virtudes, tĂ© capaz de crimes!
Compreender o infinito, a imensidade
E a natureza e Deus; gostar dos campos,
Dâaves, flores,murmĂșrios solitĂĄrios;
Buscar tristeza, a soledade, o ermo,
E ter o coração em riso e festa;
E Ă branda festa, ao riso da nossa alma
fontes de pranto intercalar sem custo;
Conhecer o prazer e a desventura
No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto
O ditoso, o misérrimo dos entes;
Isso Ă© amor, e desse amor se morre!
Amar, Ă© nĂŁo saber, nĂŁo ter coragem
Pra dizer que o amor que em nĂłs sentimos;
Temer quâolhos profanos nos devassem
O templo onde a melhor porção da vida
Se concentra; onde avaros recatamos
Essa fonte de amor, esses tesouros
InesgotĂĄveis dâlusĂ”es floridas;
Sentir, sem que se veja, a quem se adora,
Compreender, sem lhe ouvir, seus pensamentos,
Segui-la, sem poder fitar seus olhos,
AmĂĄ-la, sem ousar dizer que amamos,
E, temendo roçar os seus vestidos,
Arder por afogå-la em mil abraços:
Isso Ă© amor, e desse amor se morre!
O amor Ă© paciente, o amor Ă© bondoso.
NĂŁo inveja, nĂŁo se vangloria, nĂŁo se orgulha.
NĂŁo maltrata, nĂŁo procura seus interesses, nĂŁo se ira facilmente, nĂŁo guarda rancor.
O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.
Tudo sofre, tudo crĂȘ, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerĂŁo, as lĂnguas cessarĂŁo, o conhecimento passarĂĄ. Pois em parte conhecemos em parte profetizamos; quando, porĂ©m, vier o que Ă© perfeito, o que Ă© imperfeito desaparecerĂĄ.
Quando era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Quando me tornei homem, deixei para trĂĄs as coisas de menino.
Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido.
Assim, permanecem agora estes trĂȘs: a fĂ©, a esperança e o amor.
O maior deles, porĂ©m Ă© o amor.â (1 Corintios 13)
A vida Ă© um mistĂ©rio, que somente nos Ă© revelado pelos processos do Amor; quanto mais a gente ama, no quilate do Amor que nada pede, mais ficamos sabendo das coisas escondidas dos que desconhecem essa virtude por excelĂȘncia.
A respeito do amor, amo loucamente, como se pode amar aos vinte e dois anos, com todo o ardor de um coração cheio de vida. Na minha idade o amor Ă© uma preocupação exclusiva, que se apodera do coração e da cabeça. Experimentar outro sentimento, que nĂŁo seja esse, pensar em outra coisa, que nĂŁo seja o objeto escolhido pelo coração, Ă© impossĂvel.
Mais amor prĂłprio. Porque antes de amar qualquer coisa ou pessoa vocĂȘ tem que amar vocĂȘ mesmo primeiro.
Afabilidade e doçura!
A benevolĂȘncia para com o semelhante, fruto do amor ao prĂłximo, produz a afabilidade e a doçura, que sĂŁo as formas da sua manifestação, entretanto, nem sempre se deve confiar nas aparĂȘncias; a educação e a vivĂȘncia do mundo pode dar o verniz dessas qualidades, quantas hĂĄ cuja fingida bondade nada mais Ă© do que uma mĂĄscara para o exterior, uma roupagem, cuja aparĂȘncia bem talhada e calculada disfarça as deformidades escondidas! O mundo estĂĄ repleto de pessoas que tĂȘm o sorriso nos lĂĄbios e o veneno no coração; que sĂŁo mansas nas condição de nada lhes machucar, mas que mordem a menor contrariedade; cuja lĂngua dourada quando falam face a face, se transforma em dardo envenenado, quando estĂŁo por de trĂĄs.
Sem sobras de duvidas o amor fere quem ama de verdade, o que usa de falsidade acaba se dando muito bem e os que vivem na simples de seu coração fica sempre na solidão
Um dia a gente aprende que palavras nĂŁo bastam; e que buscar reciprocidade onde sequer hĂĄ amor, Ă© perda de tempo. Um dia a gente entende que amar Ă© voltar-se para si mesmo e abrir mĂŁo de si para que o outro se complete. Um dia a estação muda, o dia anoitece, os planos recuam e a gente compreende que Ă© preciso muito mais do que trĂȘs palavras para descrever o que se sente. Ă que um dia, moça, tudo passa. E inevitavelmente a gente aprende a abrir mĂŁo. Um dia a gente muda! De tanto tentar, a gente cansa. E entĂŁo aprende, finalmente, que certas coisas simplesmente nĂŁo valem mais o nosso esforço. Mas leva tempo, viu? Leva noites mal dormidas, leva dias, meses e anos... atĂ© que um dia finalmente a gente chega lĂĄ, ou simplesmente finge que chegou. Mas a gente dĂĄ um jeito, lembra? O importante Ă© nunca desistir! Porque eu sei que um dia a gente se esquece, ou esquece o passado e se encontra de novo.
Sem paz, sem amor, sem teto,
caminho pela vida afora.
Tudo aquilo em que ponho afeto
fica mais rico e me devora.
Meu sonho Ă© acordar com duas mulheres na cama.
Uma me dizendo "bom dia, meu amor"...
E outra me dizendo "bom dia, papai".
Meu amor Ă© a brisa da tarde tocando sua pele
A gentil, doce canção deixada pelo vento
O sussurro que fala depois de vocĂȘ a noite
E beijos na sua orelha no começo da luz do luar
E vocĂȘ nĂŁo precisa imaginar, vocĂȘ estĂĄ fazendo bem
Meu amor, o prazer Ă© meu
"Grande Amor"
As rosas sĂŁo bonitas
e Ă© uma bela flor!
Pois vocĂȘ tambĂ©m Ă© linda,
porque Ă© o meu GRANDE Amor.
Se alguĂ©m fala que gosta de vocĂȘ pela sua beleza, nĂŁo Ă© amor, e sim tesĂŁo... Pela sua inteligĂȘncia, nĂŁo Ă© amor e sim admiração... Pela seu status no banco, nĂŁo Ă© amor e sim interesse... Mas se alguĂ©m fala que gosta de vocĂȘ, sem saber ao certo o porquĂȘ... Isso sim Ă© amor.
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