Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Tu cruzaste o meu caminho
Quando eu era a prĂłpria dor
Hoje deixo o teu carinho
Por amor ao teu amor
A reconquista de um amor perdido, traĂdo, machucado Ă© uma das tarefas mais complexas e sofisticadas do espĂrito humano. Mas tambĂ©m esse resgate pode ser extraordinĂĄrio, a reconciliação, o reencontro, Ă© um instante de maturidade, de amadurecimento, e vai fertilizar a pessoa pro convĂvio humano.
Borboletas sĂŁo livres.
Minha alma também.
Anseio liberdade, beleza e amor
De ir, vir e sentir.
PaixĂŁo, ar, calor.
Preciso criar...
Voar.
Sentir o vento nos cabelos.
Mas os pés no chão.
Quero abraço.
Mas quero espaço.
Mulher borboleta.
Pequenina e voraz.
Tem um vĂŽo que seduz.
Uma beleza que satisfaz.
Possuidora de uma leveza que conduz.
Sua fragilidade lhe faz, uma mulher que reluz!
Precisa de arte.
Precisa que invada.
Que o coração dispare.
Que a saudade mate.
NĂŁo a prenda.
Traga flores para que venha.
Ela nĂŁo Ă© para qualquer um.
Ela Ă© da natureza.
Ela Ă© dela.
Tranque-a e ela morre.
Sopre-a no vento...
Que ela vai.
Mas espere.
Pois ela volta.
Quando deixei de acreditar no amor, algo em minha vida mudou, vocĂȘ havia aparecido, confesso que fiquei com medo de acreditar que o amor poderia existir, mas vocĂȘ me acolheu quando mais precisei, me fez sorrir quando eu estava a chorar e atravĂ©s dos seus olhos me fez enxergar o mundo de outra forma. E hoje nĂŁo sei o que seria de mim se vocĂȘ nĂŁo estivesse comigo. Eu te amo!
Embaixo de cada face de mulher existe uma beleza escondida que sĂł o amor-prĂłprio e a autoestima sĂŁo capazes de revelar. Empodere-se!
â Eu te amo, quero passar o resto da minha vida com vocĂȘ. VocĂȘ Ă© o amor da minha vida. Eu nĂŁo posso te deixar, vocĂȘ Ă© como uma brisa de ar fresco. Ă como se eu estivesse me afogando e vocĂȘ me salvasse. Eu tĂŽ apaixonado por vocĂȘ, eu sempre estive apaixonado por vocĂȘ.
CONQUISTA-ME!
Vem!
Me conquista, amor,
ando tĂŁo carente!
Estou a esperar,
que vocĂȘ chegue em breve
e me leve com vocĂȘ,
assim... intempestivamente.
Vem!
Por que toda essa demora,
Olhe, pense, observe... e entĂŁo?
Vou com vocĂȘ pra onde vocĂȘ for...
JĂĄ estĂĄ surgindo a aurora,
e eu, insone, a te esperar em vĂŁo...
Preciso de vocĂȘ,
vem me tirar da solidĂŁo!
Vem...
Me conquista o coração e a alma,
temos tudo para juntos voar.
SerĂĄ que vocĂȘ nĂŁo vĂȘ?
que isso sĂł depende de vocĂȘ.
De vocĂȘ eu espero amor,
e tenho muito amor pra dar.
E onde o amor for infinito, que eu encontre o meu lugar.
E que o silĂȘncio da saudade, nĂŁo me impeça de cantar.
O primeiro amor deixa marcas para a vida inteira.
Um amor Ă distĂąncia!
VocĂȘ me falou que nĂŁo podia ser feliz namorando alguĂ©m de tĂŁo longe.
Explicou que jamais seria feliz comigo, pois nĂŁo podĂamos nos abraçar quando a saudade apertasse, nos beijar quando a solidĂŁo chegasse ou nos mimar em uma noite fria de inverno. Mas sabe o que mais doeu? Ouvir vocĂȘ dizer que apesar de tudo me amava, mas nĂŁo bastava amor quando existia distĂąncia.
Eu jĂĄ nĂŁo tinha certeza desse amor que vocĂȘ dizia sentir. Realmente, Ă© complicado conviver sem beijos, abraços, olhares, mimos... Mas estamos falando de amor, nĂŁo de paixĂŁo. Se por amor no altar juramos: "atĂ© que a morte nos separe" o que sĂŁo quilĂŽmetros perto disso?
Loucura não é largar tudo por um amor a distùncia, loucura maior é trocar alguém que te ama, mesmo que de longe, por pessoas próximas que tão somente te desejam.
Hoje vocĂȘ tem outro alguĂ©m ao seu lado e eu te pergunto: valeu a pena? Ă irĂŽnico te ver com alguĂ©m apenas por medo de ficar sozinha. Eu sou diferente de ti, mas nĂŁo nego que tambĂ©m me sinto carente, a Ășnica coisa que nos difere Ă© que outra pessoa que nĂŁo seja vocĂȘ, nĂŁo me serve. Outros braços nĂŁo sĂŁo tĂŁo aconchegantes, outros beijos nĂŁo me saciam tĂŁo bem. Se nĂŁo for vocĂȘ, nĂŁo me basta.
Amor nĂŁo se divide. Entenda, nĂŁo quero nada pela metade. VocĂȘ diz que seu amor Ă© inteiro, quando na verdade, nem vocĂȘ Ă© completo. NĂŁo fale de futuro, em alguns dias, vocĂȘ nĂŁo estarĂĄ no meu. NĂŁo me fale em tentativas, vocĂȘ nunca soube no que exatamente estava insistindo. NĂŁo me fale em dor, vocĂȘ nunca saiu do seu porto seguro. NĂŁo me fale em mentiras, quando cada palavra sua estĂĄ se transformando em dĂșvida. NĂŁo me fale em respostas, quando tudo que vocĂȘ pode oferecer Ă© silĂȘncio. NĂŁo fale nada, ofereça o de sempre, dessa vez eu aceito.
O QUE Ă MAIS IMPORTANTE
Perdoar ou pedir perdĂŁo?
Quem perdoa mostra que ainda crĂȘ no amor.
Quem perdoa mostra que ainda existe amor para quem crĂȘ.
Mas nĂŁo importa saber qual das duas coisas Ă© mais.
ÂĂ sempre importante saber que: Perdoar Ă© o modo mais sublime
de crescer e pedir perdĂŁo Ă© o modo mais sublime de se levantar...
O que Ă© mais: amar ou ser amado?
Amar significa tudo aquilo que todo mundo deve.
Ser amado significa tudo aquilo que todo mundo deseja
Mas nĂŁo importa saber qual das duas coisas Ă© mais
E sempre importa saber que; Ninguém pode querer amar
sem se esquecer, e ninguém pode querer ser
amado sem se lembrar de todos
O que é mais: Abrir a porta ou abrir o coração?
Quem abre a porta mostra que vai receber alguém
Quem abre o coração quer que ninguém fique fora.
Mas nĂŁo importa saber qual das duas coisas Ă© mais.
E sempre importa saber que: Abrir a porta Ă© o modo mais
delicado de ser bom e abrir o coração é o modo divino de amar...
O que Ă© mais: Ir ĂĄ lua ou ficar na terra?
Quem vai ĂĄ lua vĂȘ mais um tanto de tudo que Deus fez.
Quem fica na terra vĂȘ mais um tanto do que o homem pode.
Mas nĂŁo importa saber qual das duas coisas Ă© mais.
E sempre importa saber que:
Quem vai Ă lua deve voltar Ă terra, e quem fica na terra deve ir aos outros...
O que Ă© mais: Dar ou estender as mĂŁos?
Quem da mostra que se despoja de alguma coisa.
Quem estende as mãos mostra que quer alcançar alguém
Mas nĂŁo importa saber qual das duas coisas Ă© mais.
E sempre importa saber que:
Dar Ă© um gesto de bondade, e estender as mĂŁos
Ă um gesto de bondade que sublima...
O que Ă© mais; Levar rosas ou enxugar lĂĄgrimas?
Quem leva rosas mostra que se lembrou de alguém na felicidade.
Quem enxuga lågrimas mostra que não esqueceu de alguém na infelicidade.
Mas nĂŁo importa saber qual das duas coisas Ă© mais.
E sempre importa saber que:
Levar rosas Ă© um gesto de amor que todo mundo faz,
e enxugar lĂĄgrimas Ă© um gesto que sĂł o amor faz a todo mundo!...
O amor Ă© a melhor mĂșsica na partitura da vida, sem ele serĂĄs um eterno desafinado no imenso coro da humanidade.
Quando vocĂȘ perde alguĂ©m que vocĂȘ ama, e esse amor â essa pessoa â continua vivo (a), hĂĄ entĂŁo uma morte anormal.
Era uma vez um menino que amava demais. Amava tanto, mas tanto, que o amor nem cabia dentro dele. SaĂa pelos olhos, brilhando, pela boca, cantando, pelas pernas, tremendo, pelas mĂŁos, suando. (SĂł pelo umbigo Ă© que nĂŁo saĂa: o nĂł ali Ă© tĂŁo bem dado que nunca houve um sĂł que tenha soltado).
O menino sabia que o Ășnico jeito de resolver a questĂŁo era dando o amor Ă menina que amava. Mas como saber o que ela achava dele? Na classe, tinha mais quinze meninos. Na escola, trezentos. No mundo, vai saber, uns dois bilhĂ”es? Como Ă© que ia acontecer de a menina se apaixonar justo por ele, que tinha se apaixonado por ela?
O menino tentou trancar o amor numa mala, mas nĂŁo tinha como: nem sentando em cima o zĂper fechava. Resolveu entĂŁo congelar, mas era tĂŁo quente, o amor, que fundiu o freezer, queimou a tomada, derrubou a energia do prĂ©dio, do quarteirĂŁo e logo o menino saiu andando pela cidade escura -- sĂł ele brilhando nas ruas, deixando pegadas de Star Fix por onde pisava.
O que é que eu faço? -- perguntou ao prefeito, ao amigo, ao doutor e a um pessoalzinho que passava a vida sentado em frente ao posto de gasolina. Fala pra ela! -- diziam todos, sem pensar duas vezes, mas ele não tinha coragem. E se ela não o amasse? E se não aceitasse todo o amor que ele tinha pra dar? Ele ia murchar que nem uva passa, explodir como bexiga e chorar até 31 de dezembro de 2978.
Tomou então a decisão: iria atirar seu amor ao mar. Um polvo que se agarrasse a ele -- se tem oito braços para os abraços, por que não quatro coraçÔes, para as suas paixÔes? Ele é que não dava conta, era só um menino, com apenas duas mãos e o maior sentimento do mundo.
Foi até a beira da praia e, sem pensar duas vezes, jogou. O que o menino não sabia era que seu amor era maior do que o mar. E o amor do menino fez o oceano evaporar. Ele chorou, chorou e chorou, pela morte do mar e de seu grande amor.
AtĂ© que sentiu uma gota na ponta do nariz. Depois outra, na orelha e mais outra, no dedĂŁo do pĂ©. Era o mar, misturado ao amor do menino, que chovia do Saara Ă BelĂ©m, de Meca Ă JerusalĂ©m. Choveu tanto que acabou molhando a menina que o menino amava. E assim que a ĂĄgua tocou sua lĂngua, ela saiu correndo para a praia, pois jĂĄ fazia meses que sentia o mesmo gosto, o gosto de um amor tĂŁo grande, mas tĂŁo grande, que jĂĄ nem cabia dentro dela.
