Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

"HĂĄ os que escolhem a liberdade de estar sĂł.
HĂĄ os que desejam a escravidĂŁo do amor."

Cuide do seu coração que Deus tem propósito no seu amor por vocĂȘ.

"O amor é o espaço que sobra quando o ego se cala"

Cada vez mais me convenço de que não é por falta de amor, e sim de que as pessoas tem medo de amar, de viver algo, algo que as tirem do lugar comum.
Algo que possa mexer dentro, jĂĄ que estĂĄ tudo arrumadinho, "jĂĄ sofreu tanto por amor".
Diante disso, vive reprimindo o que senti o sentir. O amor morre sufocado em um peito que dia, após dia, pratica um esvaziamento, até murchar e morrer de solidão.

Não proteger o que Jesus amou, precisa de proteção pelo amor de Jesus.

A criança não é um papel em branco, pois vem dotada de emoçÔes, estímulos, genialidades, amor, expertises, artimanhas, açÔes, energias etc...


PorĂ©m, na cultura e na educação, metaforicamente falando, ela vem como um "papel em branco", sendo necessĂĄrio programar a consciĂȘncia universal para poder viver e conviver, Ă© sobre isso.


Se for criada com ou sem boa cultura, terĂĄ certeza que a vida Ă© isso.


Como se a cultura diåria escrevesse seu conhecimento e logo a educação na própria formação humana.

O amor atĂ© poderĂĄ ser escolha na ação, mas antes internamente vem da intenção — Ă© um sentimento que vem a ser sorte.

"Quando brincamos, nossos coraçÔes se encontram,
E o amor que sentimos, nĂŁo se esconde mais.
Seu coração lindo, lateja em meus braços,
E o meu, dispara de alegria, sem parar.

Em seus braços, eu me sinto em casa,
Onde o amor Ă© o lar, e a felicidade Ă© a norma.
Seu sorriso Ă© o meu refĂșgio,
E o seu toque, Ă© o meu paraĂ­so.

Quando vocĂȘ deita em meus braços,
Meu coração se enche de emoção.
É como se o tempo parasse,
E tudo o que importa, Ă© a nossa conexĂŁo.

VocĂȘ Ă© o meu tudo, meu amor,
Sempre que brincamos, eu sinto,
Que o nosso amor, Ă© verdadeiro."

Sobre o amor: nĂŁo tive sorte, mas acho bonito...

O amor também voa, às vezes até junto...

IlusĂŁo nĂŁo Ă© amor, Ă© dor.


Quando a distĂąncia nos separa, meu corpo arde de febre — Ă© a estranha doença chamada saudade.

Mal sem cura, tristeza sem origem, desĂąnimo que tira o sentido Ă  vida. Pesar na alma, angĂșstia no olhar, corpo mole, sem forças para andar.

Coisas que nĂŁo consigo explicar, sentimentos confusos dentro de mim.

SĂł peço uma Ășnica coia: nĂŁo me julgue por esse estado que me cerca. Abro mĂŁo de vocĂȘ completamente_ VĂĄ em paz, mas nĂŁo volte quando a cicatriz fechar sobre essa ferida. Pois nĂŁo quero que a dor volte a me encontrar; ninguĂ©m merece mergulhar tĂŁo fundo na dor pelo nome de amor.
EntĂŁo vĂĄ... para sempre.


Autora Mirian Maria Julia

O amor maduro nĂŁo Ă© fusĂŁo — Ă© consentimento na incompletude. O outro jamais alcança a totalidade do que se Ă©; percebe fragmentos, projeta o resto, constrĂłi uma versĂŁo que nunca Ă© idĂȘntica ao sujeito que supĂ”e conhecer. A transferĂȘncia, no sentido clĂ­nico mais amplo, atravessa toda relação afetiva: amamos sempre, em alguma medida, alguĂ©m que tambĂ©m Ă© nosso construto. Permanecer nĂŁo Ă© ingenuidade — Ă© a escolha de sustentar o vĂ­nculo mesmo sob a inevitĂĄvel distorção perceptiva. Porque o amor nĂŁo Ă© ser plenamente compreendido: Ă© consentir em ser amado de modo incompleto, e descobrir que essa incompletude, de algum modo, ainda sustenta.

O amor-prĂłprio genuĂ­no nĂŁo tem estrutura narcĂ­sica — tem estrutura de luto. É o processo ĂĄrduo de descer ao que foi negado: as partes cindidas, as representaçÔes de si rejeitadas, as feridas que o ego preferiu encapsular a integrar. NĂŁo se trata de buscar perfeição, que Ă© formação reativa; trata-se de integração — recolher os fragmentos com lucidez suficiente para suportĂĄ-los sem os romantizar nem os negar. Quando esse trabalho avança, emerge o que a clĂ­nica reconhece como capacidade de estar consigo: a aptidĂŁo de olhar para o prĂłprio interior com verdade e, mesmo assim, nĂŁo fugir — nĂŁo por resignação, mas por reconhecimento de que aquilo que se Ă©, ainda que incompleto, ainda que ferido, merece permanecer.

A beleza estĂĄ na aparĂȘncia, e o amor estĂĄ na essĂȘncia. A aparĂȘncia estĂĄ na visĂŁo, e o amor estĂĄ no coração.

O amor nem sempre Ă©, ou se resume ao, aspecto fĂ­sico. Amar Ă© estar presente, permanecer mesmo sem benefĂ­cios e ser quem fica para comemorar os seus sucessos.

NĂŁo acredito muito nesse negĂłcio de "amor em segredo". Como as pessoas conseguem esconder um sentimento desse porte?

Se de fato for amor, lute por ele. Porque se for da vontade de Deus, nĂŁo importa a vontade dos outros.

DĂłi olhar para trĂĄs e perceber que toda histĂłria de amor que vocĂȘ sonhava viver com alguĂ©m ficou no passado, porque esse alguĂ©m nĂŁo te amou o suficiente ao ponto de fazer parte do seu futuro.

NĂŁo se ama como antigamente.
As pessoas nĂŁo vĂŁo atrĂĄs, nĂŁo lutam pelo amor, deixam a chama se apagar facilmente.
Depois tentam se conformar com o "não era pra ser", e pÔem a culpa no destino.
E, assim, o "Felizes para sempre" vai entrando em extinção.

Amor Ă© o nome que se dĂĄ a um conjunto de sentimentos bonitos que nasce dentro da gente e se reverbera dentro do outro. Que mesmo descrito nos melhores dicionĂĄrios, nenhuma palavra o define exatamente, pois o amor Ă© de tamanha grandeza que nĂŁo cabe num papel.