Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Hoje Ă© o seu dia, mulher!
Ser feito de luz
que brilha por onde passa
que espalha amor pelo mundo
que floresce
que é fértil
que é doçura
que Ă© vida na sua forma mais pura!

Faltam apenas algumas horas para terminar o ano. Que termine em paz, harmonia, saĂșde, amor e alegria. Que nada de mal chegue perto de nenhum de nĂłs!đŸ™ŒđŸ™â€đŸ’šđŸ’™

⁠⁠Quando me perguntam... por quĂȘ eu estou com vocĂȘ?
Porque borboletas no estĂŽmago Ă© = amor

O jogo que mais combina com o amor...
É o quebra-cabeça...
De encaixe de coração.

O jogo que mais combina com o amor
É o quebra-cabeça de encaixe de coração.


â€ïžđŸ§©


Encaixe perfeito, que não cabe mais nenhuma peça, além das duas metades

Mas quando se fala de amor romĂąntico, algo muda de tom.
O amor, nesse sentido, não é apenas afeição ou håbito: é um chamado profundo, uma força que reclama exclusividade de presença, ainda que não de posse.
NĂŁo se trata de uma regra moral, mas de uma experiĂȘncia de inteireza.
Amar, de fato, alguĂ©m Ă© estar inteiro na entrega — e nĂŁo hĂĄ inteireza duplicada.
Pode-se sentir desejo por muitos, admiração por vårios, ternura por incontåveis.
Mas quando o amor romĂąntico floresce, ele exige uma atenção que nĂŁo se reparte sem perder a prĂłpria essĂȘncia.

“Ter fĂ© nĂŁo significa aceitar injustiças: a religiĂŁo ensina amor ao prĂłximo, mas quando o respeito nĂŁo Ă© mĂștuo, a distĂąncia Ă© um ato de paz, nĂŁo de rancor.”

"Escolha um homem de coração bom e o trate com ternura, pois a lealdade nasce onde o amor Ă© respeitado.”

“Um amor que traz calma em meio Ă  tempestade, como se o mundo parasse sĂł para eu respirar em vocĂȘ.”

“Um amor companheiro cria raízes profundas em mim, envolve meu coração com ternura e, dia após dia, me ajuda a florescer em tudo o que sou e ainda posso ser.”

“Áries Ă© exigente no amor: nĂŁo vive de banho-maria. Precisa de calor intenso, sentimento em ebulição e coragem pra queimar junto”

♋ Cñncer – Abraço que cura, memória que sente e amor que transborda. 🌊

Hå coraçÔes que pedem validação a cada instante, como se o amor fosse um espelho que precisa refletir segurança o tempo todo. Mas quando o sentimento precisa ser confirmado a cada hora, ele deixa de ser encontro e se torna cobrança.
A insegurança veste a relação com correntes invisíveis, fazendo do outro não um companheiro, mas um guardião de certezas. E o amor, que deveria ser liberdade, se transforma em prisão de expectativas.
Quem exige presença constante esquece que maturidade Ă© saber suportar o silĂȘncio, Ă© confiar mesmo quando o outro nĂŁo estĂĄ ao alcance da mĂŁo. Sem essa maturidade, o vĂ­nculo se desgasta, porque nenhum coração pode carregar sozinho o peso da insegurança alheia.
O estranho sentimento que nasce Ă© o reflexo da desarmonia: um lado sufocado pela cobrança, o outro perdido na prĂłpria carĂȘncia. E assim, o amor se torna frĂĄgil, nĂŁo por falta de afeto, mas por excesso de exigĂȘncia.
Amar nĂŁo Ă© pedir validação a cada segundo, Ă© aprender a confiar naquilo que jĂĄ foi dito, naquilo que jĂĄ foi mostrado, naquilo que pulsa mesmo na ausĂȘncia.
Que o amor seja chama que aquece, não fogo que consome. Que a presença seja escolha, não obrigação. Que a maturidade seja o solo onde o vínculo cresce, e não a insegurança que o corrói.


Tatianne Ernesto S. Passaes

HĂĄ relaçÔes que se constroem em torno da necessidade constante de validação, como se o amor precisasse ser confirmado a cada instante, em cada gesto, em cada palavra. O coração inseguro pede provas sem cessar, nĂŁo por falta de afeto recebido, mas por nĂŁo saber confiar no que jĂĄ foi dado. E assim, o vĂ­nculo se torna frĂĄgil, porque nenhum sentimento resiste ao peso da cobrança incessante. O outro, sufocado, carrega uma responsabilidade que nĂŁo lhe pertence: sustentar a insegurança alheia, preencher vazios que nĂŁo sĂŁo seus, ser presença mesmo quando precisa de ausĂȘncia. Surge entĂŁo o vitimismo, essa mĂĄscara que transforma carĂȘncia em acusação, que coloca a culpa no outro por amar e nĂŁo saber amar. O amor vira palco de exigĂȘncias, e cada ausĂȘncia Ă© interpretada como abandono, cada silĂȘncio como desamor. Mas amar nĂŁo Ă© vigiar, nĂŁo Ă© exigir, nĂŁo Ă© transformar o outro em espelho da prĂłpria falta. Amar Ă© liberdade, Ă© maturidade para suportar o silĂȘncio, Ă© confiança que se sustenta mesmo na distĂąncia. Quem nĂŁo sabe amar acaba confundindo entrega com posse, e presença com obrigação. E nesse labirinto de insegurança, o sentimento estranho cresce, atĂ© se tornar insuportĂĄvel. SĂł quando se entende que o amor nĂŁo pode ser prisĂŁo, que o outro nĂŁo Ă© responsĂĄvel por validar a cada segundo o que jĂĄ existe, Ă© que nasce a possibilidade de um encontro verdadeiro. Amar Ă© caminhar lado a lado, sem correntes, sem culpas, sem cobranças. É deixar que a chama aqueça sem consumir, que a presença seja escolha e nĂŁo sentença, que o vĂ­nculo seja poesia e nĂŁo peso. Porque amar de verdade Ă© saber que o outro Ă© livre, e ainda assim escolher ficar.

Tatianne Ernesto S. Passaes

O amor que se torna amizade Ă© uma travessia silenciosa, mas carregada de eternidade. Ele nĂŁo se apaga, nĂŁo se dissolve no esquecimento, mas se reinventa em outra forma de presença. No inĂ­cio, o amor Ă© vertigem: Ă© o encontro que acelera o coração, a urgĂȘncia de estar junto, o desejo que nĂŁo conhece limites. É chama que consome, Ă© tempestade que arrasta, Ă© promessa de infinitude. Mas o tempo, com sua sabedoria paciente, mostra que nem sempre a intensidade pode ser sustentada. O que permanece, entĂŁo, Ă© a essĂȘncia — e essa essĂȘncia, quando verdadeira, se transmuta em amizade.
Essa metamorfose nĂŁo Ă© perda, mas conquista. O que era paixĂŁo se torna confiança; o que era desejo se torna cuidado; o que era promessa se torna memĂłria viva. A amizade que nasce do amor carrega uma densidade Ășnica, porque conhece os segredos, os silĂȘncios, os abismos e as alturas. É uma amizade que nĂŁo se constrĂłi apenas no cotidiano, mas que guarda em si a lembrança de um encontro que jĂĄ foi maior do que a vida.
HĂĄ uma filosofia profunda nesse processo: compreender que os vĂ­nculos humanos nĂŁo precisam se romper para mudar. O amor nĂŁo desaparece, apenas muda de forma, como a ĂĄgua que deixa de ser rio para repousar como lago. Continua a ser ĂĄgua, continua a ser essĂȘncia, mas agora habita outra paisagem. JĂĄ nĂŁo corre com velocidade, mas reflete o cĂ©u com serenidade. É permanĂȘncia, Ă© horizonte, Ă© eternidade.
E hĂĄ tambĂ©m uma poesia nessa transição. Amar e depois ser amigo Ă© reconhecer que a intensidade nĂŁo Ă© a Ășnica medida da verdade. É perceber que o amor nĂŁo precisa sempre arder para existir — Ă s vezes, basta iluminar. E nessa luz tranquila, descobrimos que o amor, mesmo quando deixa de ser paixĂŁo, continua a ser presença. Ele se torna companheirismo, cuidado, memĂłria viva. Ele se torna amizade.
No fundo, o amor que se torna amizade Ă© uma vitĂłria contra o esquecimento. Ele prova que os encontros autĂȘnticos nĂŁo se desfazem: apenas se reinventam. E nessa reinvenção, descobrimos que o amor, mesmo quando deixa de ser chama, continua a ser calor. NĂŁo como incĂȘndio que consome, mas como brasa que sustenta. NĂŁo como tempestade que assusta, mas como horizonte que acolhe.
Assim, o amor que se torna amizade é mais do que uma transformação: é um testemunho de que nada do que é verdadeiro se perde. Apenas se transforma. E nessa transformação, encontramos talvez a forma mais pura de eternidade: quando o amor escolhe sobreviver em outra forma, não como paixão que devora, mas como amizade que permanece.

meu bem
veja bem
o amor nĂŁo dĂłi
o que dĂłi
Ă© amar
o que nĂŁo se tem

Deus se revela
em mĂŁos limpas,
em um coração puro,
em quem nĂŁo guarda maldade
e vive o amor.
Fora disso, Ă© sĂł religiĂŁo criada por homens.

_Um amor perdido 


Sinto falta,

Sinto falta da sua bagunça,

Sinto falta da sua calma,

Das suas cores


Do seu cheiro de café,

Sinto falta de vocĂȘ falando do cĂ©u, e dos planetas que estavam lĂĄ,

Se era JĂșpiter, se era Marte

Sinto falta de vocĂȘ falando das suas peculiaridades, das coisas que vocĂȘ gosta


Isso era importante, nunca vou achar algo assim.

Nunca vou achar ninguĂ©m igual a vocĂȘ.


EntĂŁo por que vocĂȘ deixou isso passar?

Eu não sei


Eu sou um desastre, mas amanhĂŁ eu vou tentar ser um desastre um pouco menor por amor a Cristo.

"O amor, transforma rotina em poesia e no amor, atĂ© o silĂȘncio vira conversa."