Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

⁠Do amor distante, sentimos saudades constantes, quando os olhos choram, o coração chorou bastante, a distùncia não separa os coraçÔes amantes, não impede os carinhos seus, e mesmo que as almas se apartem nunca dizem adeus.

As raĂ­zes do amor, trazem fortes lembranças, dos coraçÔes que se amam desde o tempo de crianças, Deus nos dĂȘ vida em abundĂąncia, na tempestade ou na bonança, viver o amor e a esperança, com fidelidade, verdade e honra a nossa aliança. ⁠

⁠No seu sorriso nasce flor para o seu rosto enfeitar, Deus criou o nosso amor para nunca acabar.

⁠O ciĂșme possessivo, o orgulho e o egoĂ­smo, nĂŁo deixam nenhum amor vivo.

NĂŁo pare pra lamentar pisadas que vocĂȘ levou, continue a caminhar, com fĂ© e amor.

⁠Só Jesus Cristo pode dar a salvação.
Somente o amor pode segurar uma uniĂŁo.
SĂł quem vocĂȘ ama, vai machucar o seu coração.
Porque todo ser humano é falho, não espere perfeição.
É preciso dar perdão e eliminar sempre a dureza do coração.

⁠Ser pessoa vitoriosa, beijar com carinho o perfume da rosa, viver com amor, afastar do meu caminho, o espinho da dor.

Um coração amante, com o seu amor distante,
Numa escuridĂŁo de noite, silĂȘncio da madrugada,
Um coração abrasante, ferve uma alma apaixonada,
Eu queria ter asa de pĂĄssaro para eu voar na imensidĂŁo,
Encontrar a minha doce amada e viver nossa eterna paixĂŁo.

Tem casal que briga à toa, não perdoa e destrói o amor. A força do perdão estå no Senhor.

⁠As rosas são amor e carinho, os espinhos são a dor a espetar no no nosso caminho, e fazendo a gente chorar, viva a cantar, poque a vida é pequena, e ela só vale a pena se viver pra amar.

⁠Seja aonde for, vå com amor, com Deus na mente, vai plantar a semente, onde o Senhor te mandou.

⁠Te desejo uma noite incrível, um sono reparador, e se possível com sonhos de amor.

Até o amnésico não esquece um amor do coração. Não hå analgésico que cesse a dor de uma paixão. Somente o perdão do amor alivia a dor da ingratidão.

Amor Ă© a Lei.

Graça: Resumo do Evangelho
Graça: Resultado da ação da misericórdia e do Amor de Deus

Bem que dizem que o amor te inspira, seja a falta ou o excesso dela.

O amor pĂșblico Ă© a gratificação: um alento para a nossa metamorfose.
O amor privado é um bÎnus: alento para o progresso, para a ordem e por fim, para nossa iluminação!

Em ti, meu amor, um templo se revela,
Onde a beleza reside, pura e singela.
Teu corpo, Sapekinha, obra prima divina,
Esculpido em encantos, que a alma fascina.


Cada curva, um traço de arte sem igual,
Um convite ao toque, um desejo imortal.
Na suavidade da pele, o calor que me aquece,
No contorno do corpo, o amor que floresce.


Teus olhos brilham, mas teu corpo irradia,
Uma luz prĂłpria, que me guia.
Sou o admirador humilde, que em ti encontra,
A mais pura poesia, que o coração aponta.


Que a minha admiração seja eterna,
Por essa beleza que me acende, serena.
Teu corpo, meu amor, é a canção que eu canto,
O meu mais belo verso, em cada encanto.

O que os poetas dizem sobre o Amor que o mundo Esqueceu?


Tem quem diga que o amor estå em extinção.
Mas talvez ele sĂł esteja cansado.
Cansado de tanta pressa, de tanta pose, de tanto “eu te amo” mal conjugado.


Vinicius de Moraes, esse romĂąntico essencial, jĂĄ dizia que o amor nĂŁo precisa ser imortal... “posto que Ă© chama”.
Mas que seja infinito enquanto dure.
E dura mesmo — na pele, na lembrança, no cheiro que fica no lençol.
Porque, como bem lembrou Rita Lee: “amor sem sexo Ă© amizade.”
E a gente não celebra amizade no Dia dos Namorados, né?


AdĂ©lia Prado, com toda sua santidade profana, escreveu certa vez que “erĂłtica Ă© a alma.”
E Ă© mesmo. Porque amor sem desejo Ă© convivĂȘncia.
E convivĂȘncia, por si sĂł, nĂŁo sustenta altar.


Ferreira Gullar, com sua sagacidade crua, diria que o amor nĂŁo salva, mas revela.
E Ă© por isso que dĂłi.
Porque amar Ă© ver o outro como ele Ă© — e ainda assim ficar.
Amar Ă© esse milagre que mistura o profano com o sagrado e, no meio, a gente.


E como escreveu Leandro Flores em seu texto “Construindo Amor”:
“NĂŁo se deixe levar apenas pela paixĂŁo, mas viva pelo o amor, lute, acredite, tenha fĂ©. O amor Ă© a Ășnica razĂŁo de o mundo ainda existir.”


Essa frase devia estar em outdoor no Dia dos Namorados.
Porque no fundo, amar Ă© isso: nĂŁo se trata de se apaixonar, mas de construir amor.
Tijolo por tijolo. Gesto por gesto. Dia apĂłs dia.
O resto... Ă© ilusĂŁo com aplique de afeto.


O amor Ă© isso:
Chama que acende, alma que se desnuda, corpo que treme.
É olhar nos olhos e entender que nem sempre vai ser fácil — mas que vale.
Vale cada suspiro. Cada loucura. Cada poesia.


Porque no fundo, o amor — o de verdade — ainda mora ali,
entre o toque e a fé.


E se isso nĂŁo for divino
 entĂŁo nĂŁo sei mais o que Ă©.

Amores perdidos


O amor Ă© a semente que planta o sim, mas Ă© o Ăłdio que colhe o fim. E se o remorso Ă© um peso mudo que se cala, a solidĂŁo Ă© o vento que nĂŁo para de apontar a casa vazia. Porque as pessoas nĂŁo voltam por amor, voltam pela falta dele.




Casa-se por um talvez, por um tal de amor. Separa-se por uma certeza: a do rancor. Arrepende-se talvez, por um remorso surdo. Mas volta-se sempre, sempre, pelo medo do vazio absoluto.




O matrimĂŽnio Ă© erguido na frĂĄgil arquitetura do afeto, mas desmorona no terremoto do ressentimento. E se o arrependimento Ă© o eco que fica, a depressĂŁo Ă© o silĂȘncio insuportĂĄvel que convida o eco de volta.