Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

A atenção é a forma de amor em ação⁠.

"Amor"

⁠"Pense nisso como uma dança .Um passo de cada vez, abraçando o desconhecido com curiosidade cautelosa .E saiba que estou aqui, pronto para guiĂĄ-lo em cada passo, para tornar esta jornada agradĂĄvel para nĂłs dois .O que vocĂȘ diz agora, minha querida?VocĂȘ me permite a honra de ser seu parceiro de dança?"

Tudo pelo teu olhar.

Queria ser a de Amor
Queria ser m de Mudança
Queria ser o de Ousada
Queria ser v de Veemente
Queria ser o de Obséquio
Queria ser c de Conjecturas
Queria ser e de Etc.

Pois ao olhar na tua boca
Cantarolava a capela
E desde entĂŁo
Tornaste bela.
⁠

⁠Amor... Representado por um coração
Quando quem sente e o cérebro
Amor... Um sentimento belo e confuso
Que nem os melhores filĂłsofos conseguem explicar
Preferem chamar de doença
Mas, por que tĂŁo complicado?
Por que Ă s vezes nĂŁo Ă© reciproco?
Por que o amor machuca quando deveria fazer bem?
Por que esse sentimento
nos faz ficar noites acordados
pensado em um futuro tĂŁo incerto?
Por que as pessoas entram
e saem das nossas vidas...?
Fazendo promessa e nunca cumprem...?
SĂŁo muitas perguntas
para poucas respostas
Talvez o filĂłsofo PlatĂŁo
estivesse certo
O amor é uma perigosa doença mental!

⁠Quando somos tocados pela luz do amor, todo nosso ser se ilumina.

⁠Aprendemos no decorrer da jornada que o amor maduro lida com desafios e supera obståculos!

⁠Não hå distùncia nem tempo que apague a chama de um amor verdadeiro!

O amor Ă© estranho.

⁠O homem sem palavras é o mesmo que um homem sem fé, sem confiança e sem amor...

⁠Amor-prĂłprio Ă© muito mais que apenas se valorizar e ter autoestima. É vocĂȘ conseguir enxergar muito alĂ©m da sua imagem no espelho, Ă© acreditar no seu potencial e nunca duvidar disso.

O amor é como o vinho na taça

Brilha ao sol, escuro na penumbra,

Tem corpo, tem aroma, tem lembrança

— E mesmo quando pouco, nunca falta.

Pode transbordar em noites de festa,

Ou descansar, maduro, na prateleira do tempo.

Pode embriagar de alegria ou de saudade,

Mas nunca Ă© vazio
 sempre resta sentimento.

Na taça que tremula em mãos incertas,

HĂĄ rastros de beijos e promessas,

E o que parece fim — Ă© sĂł silĂȘncio

— Esperando um novo brinde, outra conversa.

Porque o amor, como o vinho, nĂŁo morre

— Apenas muda de sabor, de cor, de história.

E quem ousa sorvĂȘ-lo, com entrega e demora,

Sabe: hĂĄ sempre um Ășltimo gole de memĂłria.

Preso em um casulo

SolidĂŁo que assombra

SerĂĄ que Ă© castigo?

Sofrer essa dor

O amor foi apagado pela garoa do fim da tarde

E agora estou

Sem vocĂȘ, sem vocĂȘ, sem vocĂȘ

Eu sei que errei

Nem o tempo apagarĂĄ

As atitudes que nĂŁo tive

Talvez eu seja condenado

A sofrer a eternidade

Sem vocĂȘ, sem vocĂȘ, sem vocĂȘ

NĂŁo escuto mais sua voz

Nem vejo teu olhar

E seu rosto lindo eu sĂł posso lembrar
Ah, ah, ah

Eu te amo tanto
Mas agora vocĂȘ nĂŁo estĂĄ mais aqui

Lembro

O quanto nĂŁo fui parceiro

Neguei seus pedidos

E vocĂȘ foi embora

NĂŁo te feliz

E agora estou

Sem vocĂȘ, sem vocĂȘ, sem vocĂȘ

NĂŁo hĂĄ beleza

O sol nĂŁo me esquenta

Sinto falta do seu braço

E agora estou

Sem vocĂȘ, sem vocĂȘ, sem vocĂȘ

Sem vocĂȘ, sem vocĂȘ, sem vocĂȘ
Meu girassol
.

UMA ROSA COM AMOR!



Para mim, o que floresceu bem Ă© resultado do cultivo, do empenho das mĂŁos que plantaram, regaram e cuidaram.

A beleza da rosa depende da espera, do zelo demorado, paciente... Do olhar cuidadoso, do trato da terra, do vaso em que foi colocado o broto, afinal, sĂł germina saudĂĄvel e bela, a rosa a qual foi dedicado o maior dos gestos: O Amor, e esse amor vocĂȘ sĂł encontra em Deus, assim como diz no livro de Clossenses 3:14.

“14 Acima de tudo, porĂ©m, revistam-se do amor, que Ă© o elo perfeito”.

O pecado Ă© humano, o perdĂŁo Ă© divino,
e entre os dois existe uma cruz
onde o amor venceu o erro e a vida venceu a culpa.

Amor AtrĂłpico

Por todos os papos e beijos que nunca trocamos,
abraços e sorrisos que nunca demos,
e pelas regras silenciosas do universo —
dos amores ousados e das probabilidades que nos negaram:

a gravidade hĂĄ de nos unir,
a entropia — por milagre ou acaso — há de nos poupar,
e o tempo,
esse mesmo tempo,
contarĂĄ.

Mas nĂŁo como se espera.

ContarĂĄ em ventos que sopram,
em olhares que se repetem em outros rostos,
em sonhos que parecem lembranças,
e lembranças que não sei se vivi.

ContarĂĄ nas horas sem relĂłgios,
nas pausas entre as palavras,
no instante antes do sono,
quando o corpo cede
e o pensamento te procura.

Eu sei.

Mas, indiferente ao que suspire o tempo,
o fato nĂŁo muda:

hĂĄ um fio invisĂ­vel e inquebrĂĄvel entre nĂłs,
uma força silenciosa que não mede,
nĂŁo cansa,
e sempre —
sempre —
nos atravessarĂĄ.

Anderson Delfino @d

⁠"Desejo do amor"


Sempre desejei sentir amor
A descoberta Ă© dolorosa
Meu coração literalmente vou tirado de mim
NĂŁo pertence mais a mim e sim a ela
DĂłi o amor
Como dĂłi o amor
Meu desejo se realizou
A descoberta me custou o coração


(Fiz Inspirado na pessoa que eu me apaixonei genuinamente)

O Amor que nĂŁo toquei

Eu te amei no silĂȘncio mais profundo,
como quem carrega em si o eco de um milagre.
Tua presença era luz e condena,
era abrigo e abismo — cĂ©u e inferno em um sĂł nome.

NĂŁo ousei tocar teu corpo.
Temia que o gesto rompesse o encanto,
que a pele profanasse o que era divino,
e que o desejo, impuro e humano,
manchasse o amor que nasceu casto e sem tempo.

Amei-te com as mĂŁos atadas pela reverĂȘncia,
com o olhar preso ao chĂŁo, como quem ora.
Havia em mim uma devoção doente,
um anseio que queimava, mas que nĂŁo ardia em voz.

Eu sonhava contigo nas horas em que o mundo dormia,
quando até o vento parecia ter piedade de mim.
Falava contigo em pensamento —
em preces, em delĂ­rios, em lĂĄgrimas que nĂŁo caĂ­am.

Teu nome era meu sacramento.
Tua ausĂȘncia, minha penitĂȘncia.
E eu, exilado do toque, vaguei entre o desejo e o medo,
entre o amor que salva e o amor que destrĂłi.

Hoje, sou o que sobrou do que senti:
um corpo vazio, um altar sem fé.
O tempo passou, mas tua sombra permanece,
sentada ao lado do meu silĂȘncio.

E se hĂĄ cĂ©u ou perdĂŁo, nĂŁo sei —
sĂł sei que, no fundo,
a maior dor nĂŁo foi perder-te...
foi nunca ter ousado te possuir.

Entre fraldas, contas e planos adiados, existe um amor que insiste em continuar sonhando. Ser casal com filho Ă© entender que o tempo muda, mas o propĂłsito nĂŁo.


Que Ă s vezes os sonhos caminham mais devagar, mas nunca deixam de existir.


O mundo pode parecer mais pesado, os dias mais corridos, e as noites mais curtas
 mas em meio a tudo isso, estamos construindo algo imenso: uma família, uma história, um legado.


Ter um filho nĂŁo Ă© o fim dos sonhos — Ă© o motivo pra sonhar mais alto.
Agora temos um par de olhos a mais assistindo, aprendendo e se inspirando em cada passo que damos. E mesmo quando bate o cansaço ou a dĂșvida, lembremos: Somos fortes. JĂĄ vencemos dias difĂ­ceis e continuamos de pĂ©.


O segredo nĂŁo estĂĄ em ter tudo agora, mas em nĂŁo desistir de construir, juntos.


Um dia de cada vez. Um plano de cada vez. Um recomeço sempre que for preciso.


Porque quando o amor é real e os sonhos são compartilhados, até o impossível se torna questão de tempo.

Casar-se Ă© abrir mĂŁo do eu em favor do nĂłs, Ă© entender que o amor maduro nĂŁo exige igualdade de direitos, mas equilĂ­brio de entregas
Quem busca vantagens no casamento ainda nĂŁo entendeu o valor da uniĂŁo.

"O amor Ă© como cegueira, quanto mais amamos, mas estamos sujeitos a ficar cego"