Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â O que queres com a sabedoria? NĂŁo conseguirĂĄs perturbĂĄ-la como a inteligĂȘncia, mas com paciĂȘncia conseguirĂĄ conquistĂĄ-la com a destreza do teu amor
O passar dos anos para uma amizade Ă© como uma ponte. Por mais que seja longa, sempre ligarĂĄ dois caminhos por um Ășnico destino: o amor.
Não é necessårio subir no telhado para se alcançar as estrelas, mas deve-se amar sem distinção para se chegar ao coração
Cabem exatamente dois coraçÔes no peito de quem ama, milhares no peito de quem é caridoso e todos os coraçÔes do mundo para quem busca a paz
Se até os ursos são capazes de ir às alturas em busca de um favo de mel, também somos capazes de ir às estrelas em busca de amor
Manter acesa a brasa que queima perto da fogueira Ă© a melhor alternativa para manter viva a fagulha do amor que queima sem cessar e aumentar a chama que insiste em nĂŁo se apagar
Amizade e cumplicidade se distinguem nĂŁo somente pelo aspecto etimolĂłgico; enquanto um se compraz do amor por si e pelo semelhante, o outro se ensoberbece do amor de si para si mesmo.
NĂŁo deixe que os sentimentos atrapalhem sua decisĂŁo, o medo e so uma forma de nĂŁo ser livre. O medo deve morrer!
â SolitĂĄrio
Segue solitĂĄrio uma estrada triste, melancĂłlica.
Amores perdidos... passos desperdiçados...
Em seu peito habita um coração pulsante...
Pela dor sentida completamente ferido.
SĂł buscava um hoje diferente do de antes.
Tantos sĂŁo os perigos da vida.
Depois de cada curva o que pode encontrar?
No fim da rua o que lhe estĂĄ a esperar?
Noites mais escuras...
Segue trĂŽpego seu caminhar.
Imenso esse espaço por onde vagueia.
SĂŁo tantas rotas pra seguir.
Sente-se preso por amargas teias...
Sofre com o medo de não conseguir: o próximo passo, apagar as lembranças, ferozmente prosseguir.
O que virĂĄ depois do hoje cinzento?
Que sentido seguir no cruzamento?
Olhar perdido.
Pés machucados.
Coração pelos enganos envenenado.
Só... sente só vontade de para bem além do agora fugir.
â No caminho
Segue pelo caminho da vida.
De todo o vivido esquecida.
Depois de cada esquina...
nĂŁo sabe o que virĂĄ... mas nĂŁo desiste a menina.
Alma doce e palpitante...
EspĂrito silencioso e melancĂłlico.
SĂŁo tantos os perigos da vida...
NĂŁo hĂĄ indĂcios do que virĂĄ em seguida.
Pedras retiradas.
Montanhas escaladas.
Sentar Ă beira do caminho...
não aceita... não desiste... não quer jamais seu coração sozinho.
â A tua foto no meu computador.
Olho bem dentro dos teus negros olhos...
HĂĄ um vazio profundo...
Um amor remoto... tĂŁo distante...
SĂł durou como um click... um segundo.
Na foto perdura o teu olhar.
Estava eu tĂŁo segura que pra sempre irias me amar.
Hoje sei que amanhĂŁ ao acordar aqui nĂŁo vais estar...
NĂŁo hĂĄ rastros... sĂł restolhos... nada mais pra encontrar.
Como nĂŁo percebi que era passageiro?
NĂŁo largavas a mala e o mapa das mĂŁos...
Sempre pronto pra partir...
Sem se importar se ia apagar o meu sorrir.
Sem se importar se no mapa não vias nenhuma direção.
A foto no computador...
VĂȘ ela essa minha loucura...
Estou sempre Ă procura...
Um rastro de amor queria nela encontrar...
Juro! Ainda vou achar.
â Me disseram que o poeta Ă© paz...
Não se engane, no poeta a guerra também se faz...
Me disseram que o poeta nĂŁo chora...
Não se engane, o poeta também deixa as lågrimas escorrerem pelo rosto...
lavarem a alma... devolverem-lhe a
calma.
Me disseram que o poeta Ă© sĂł amor...
NĂŁo se engane, hĂĄ momentos em que o poeta Ă© sĂł dor.
Me disseram que obstĂĄculos nĂŁo sĂŁo pedras no caminho do poeta...
SĂŁo... nem tudo na vida do poeta rosas perfumadas sĂŁo
O poeta Ă© um ser como todos os outros...
Talvez o que o diferencie Ă© saber ser um fingidor...
Finge amor, quando hĂĄ dor.
Finge paz, quando hĂĄ guerra.
Finge calma, quando por dentro tudo queima sua alma.
O poeta baila na vida... olha a linha do horizonte...
E pra tudo encontra ou finge uma saĂda encontrar.
Existem lugares que são pequenos demais para comportar nossa grandeza e mentes inférteis para compreender nosso amor.
NĂŁo importa o tamanho do pĂșblico ou a idade, discĂpulos se fazem artesanalmente, no face a face, no cotidiano e no exercĂcio do amor
Amar alguĂ©m Ă© a consequĂȘncia de uma escolha e nĂŁo o resultado de satisfação pela vida do outro, amar nĂŁo Ă© uma resposta de aceitação do outro como ideal, mas uma atitude madura e consciente de alguĂ©m com inteligĂȘncia emocional, que entendeu o Cristo e foi constrangido por Seu amor.
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