Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Eu disse que amo ele da maneira mais insana e sincera, pois achei que deveria fazer isso.
No entanto, agora mais tarde, tenho o receio de me encontrar chorando.
â Ame os outros muito, porque vocĂȘ pode morrer amanhĂŁ.
Ăs vezes o problema Ă© nĂŁo saber demonstrar sentimentos
Ăs vezes Ă© demonstrar demais
Ăs vezes Ă© nĂŁo saber diferenciar um do outro!
â Temos o costume de carregar o peso do mal que nĂłs fizeram e querer se vingar ou separar que oundo cobre, isso Ă© o maior mal que podemos fazer a nĂłs mesmo.
â â â MĂŁe, tempo livre Ă© coisa rara,
O tempo nĂŁo para,
E quando faz uma pausa,
Ă para ritmar.
MĂŁe, que encantas em cada gesto teu,
Que cantas a vida em cada verso que Deus te deu.
Onde estou, tu estĂĄs,
Onde tu estĂĄs, estou eu.
Teu amor nĂŁo se iguala,
Cada gesto, tĂŁo vivido,
No ritmo do teu coração,
Bate mais forte e infinito.
MĂŁe, o tempo nĂŁo para,
Faz uma pausa e dĂĄ ritmo,
Para que teu filho siga cantando,
Cada verso, tĂŁo bonito.
Onde tu estĂĄs, estou eu,
Onde estou, tu estĂĄs comigo.
MĂŁe, eu te amo!
Eu pedi pra Deus voltar.
E o sofrer do mundo tirar
O diabo pro seu lugar voltar
E os seres daqui abandonar.
Eu pedi pra Deus voltar
E tudo novo criar.
A cidade inteira enfeitar
E lembranças boas deixar
Eu pedi pra Deus voltar
Um novo amor me deixar
E partir.
"E cĂĄ estamos, cobertos com luzes boreais, sob o vĂ©u da noite, nos ocupando um do outro. Tua voz dulcĂssima, em entrelaços as cordas que junto a ti toco, como um rio tranquilo junto a luz dos astros, a ecoar e fazer vibrar a alma.
Um sentimento que se torna tangĂvel quanto escuto tua voz, quando toco tuas mĂŁos e te laço com o olhar. Eis que surge da profundidade dos teus olhos e sorriso, uma paz que me acalma. Por que isso precisa acabar? Ciente estou que terei de acordar, para minha infelicidade. Quisera eu ali congelar, viver de ti neste mesmo momento eternamente, mas ainda permanecerĂĄs aqui, no melhor lugar de mim que reservei somente a ti, meu amor."
â â Coisas ditas a ti que flutuarĂŁo no vĂĄcuo do nada, pois tua atenção ao que te oferto do melhor de mim que ainda tenho, estĂĄ embriagada pela escuridĂŁo do que sentes do passado. Eu danço com teu desprezo, abraço tua indiferença, argumento e dialogo com teu silĂȘncio, pois ainda Ă© vocĂȘ, atĂ© a Ășltima gota de ti que ainda hĂĄ em mim. A ti, me reservo no silĂȘncio, me despi de todo ego para ocupar-me somente de ti, mas ainda sim, sou morada simples e humilde. Se desejas palĂĄcios, eu sou ruĂna, porĂ©m erguendo os olhos para cima, verĂĄs as estrelas, pois o que te cobre nĂŁo sĂŁo pedras e sim o que me representas: O infinito em sua mais profunda e interminĂĄvel imensidĂŁo, onde clara ou escura, ainda te fazes bela e sublime.
â E nesse canto, onde meu pranto atingiu o ponto, me embriago e canto dentro deste labirinto a canção do meu tormento, que ruge violento como o sussurro do vento. Minto a mim mesmo que estou pronto, sedento e faminto para que habites esse recinto e seja unguento.
E como um trovão a rasgar o véu da noite, batestes em minha porta. Meu alicerces minaram e cå estão, estendidos pelo chão. Tua luz cortou o céu escuro ferozmente, iluminou-me o caminho e deu-me rumo. Não tenho medo de molhar-me na tua chuva, pois cada gota é parte da imensidão da tua graça e beleza. Eis que ergo o olhar para cima e quando adoro os céus, teu rosto adoro.
â Tua ausĂȘncia Ă© como um membro arrancado ferozmente, cada ĂĄtomo meu atĂ© o Ășltimo vibram violentamente por ti. VocĂȘ Ă© caos e calmaria, vocĂȘ Ă© oceano e tempestade, Ă©s a dĂșbia beleza da vida de ser e nĂŁo ser. Quero meus demĂŽnios dançando com os teus, quero meus medos conversando com os teus. Nossos olhos transam e traçam desejos e sonhos nossos e final de tudo, sĂł existirĂĄ apenas um corpo sĂł, de nĂłs dois juntos.
â Teus beijos sĂŁo trovĂ”es dentro do meu peito. O coração quase explodindo e saindo do peito Ă© meu estado de espĂrito quando te vejo.
â Destoam os ventos, a noite e as estrelas diante da leveza dos teus risos, tĂŁo fluidos e calmos como um rio tranquilo. Da negritude sublime de teus cabelos, emerge um ar de luz que amanhece a noite e ela se faz humilde ante a tua beleza. Astros e estrelas, humildes, envergonham-se de brilhar, pois teus olhos grandemente profundos e gentios, reverberam teu olhar ao fundo do infinito e todo cosmos vibra e se curva, pois nĂŁo hĂĄ grandiosidade nele que caiba a totalidade de tua beleza.
â Por debaixo do teu manto de beleza, me cobri e coberto, mergulhei em teus encantos. Profundo Ă© meu pranto, quando meu peito canta a tua ausĂȘncia em silĂȘncio e sem tua ode, a vida torna-se uma carme triste e insana.
â Intensa como fogo perene e furioso, faminto por consumir tudo o que hĂĄ pela frente. Teus olhos dilaceram os cĂ©us, sob a cĂłlera das luzes das tempestades violentas, tal como um ensaio da fĂșria divina. Queimas, consomes a ti mesma, por teus amores, risos e dores, mas a violĂȘncia da tua existĂȘncia, como uma força da natureza, me lembra que existes e me questiono, livre de medos: Seria sadismo, desejar em doce agonia, infligir a minha prĂłpria carne e espĂrito esta doce pena, abraçando tuas chamas?
Eu poderia lhe dizer que vocĂȘ me lembra a lua, mas a lua precisa do Sol para brilhar, jĂĄ vocĂȘ Ă© como uma estrela, emite a sua prĂłpria luz, o brilho que ninguĂ©m Ă© capaz de apagar.
â A ARTE DO ACASO
Outrora, avesso Ăłdio sentia,
SĂł podes Odiar o que amastes um dia,
Expressarei amargo em um papel,
Que amassarei e remessarei ao léu,
Do que vale lĂĄgrimas incompreendidas?
Borrando a imagem do que sonhei um dia.
Outrora, avesso amor sentia,
NĂŁo podes amar o que nĂŁo se conhecia,
Expressa e amarga poesia,
Que foi lida sem nenhuma alegria,
Do que vale pessoas incompreendidas?
Borrando o desenho de nossas vidas.
â
Os versos que eu escrevi com lĂĄpis, foi pela incerteza das tuas palavras, senĂŁo escreveria com caneta, qual a borracha nĂŁo apagaria facilmente nossa histĂłria.
