Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Ăs vezes as melhores combinaçÔes amorosas sĂŁo quando um Ă© o caos para o pensamento do outro e o outro, o veneno para o seu coração.
Quando dois seres humanos estĂŁo perfeitamente contentes um com o outro podemos assegurar-nos, as mais das vezes, que eles se enganam.
Entrega-te a mim porque sabes o que sou... Levo-te do medo ao prazer, flertando o desejo a dor, os enigmas que trilhas ao amor.
No deserto
sem ter condição
de te enxergar
no meio
da tempestade
de areia,
Pois ali vocĂȘ nĂŁo
se encontra,
De ti o meu peito
toma conta,
Entre nĂłs vocĂȘ
deveria estar.
No passo
da caravana
que segue
em silĂȘncio
carregando
os meus
versos nĂŽmades
na bagagem
rumando
ao oĂĄsis
do coração,
Como jĂĄ de ti
tivesse em mim
os beijos teus.
No fundo sei
que te pertenço,
SĂł sei que
nĂŁo nos
encontramos
porque ainda
nĂŁo Ă© tempo,
e a travessia
serĂĄ longa,
Eu sei que
te ilumino,
Dos teus lĂĄbios
sou o sorriso
como a evidente
Estrela do Oriente,
canção de amor
e de recomeço.
Imenso coração,
Sem temer pecar,
DĂȘ-me a tua mĂŁo
E a tua alma.
Intensa sedução,
Armadilha e ĂȘxtase,
Se dĂȘ completamente
E bem maliciosamente.
Imensa paixĂŁo,
Sem temer amar,
DĂȘ-me a tua vida
E serei a preferida.
Intensa loucura,
AmĂĄvel ternura,
Se dĂȘ plenamente
E bem vagarosamente.
NĂŁo te segures,
NĂŁo me prendas,
Traga-me com calma,
O meu amor Ă© assim
- aprenda
Com o brilho
Que a alma carrega
Presa em si - compreenda!
Ah, a sensualidade refinada
NĂŁo Ă© nada contida,
E nunca hĂĄ de ser remida!
A sensualidade refinada de uma mulher,
Que sempre sabe o quĂȘ quer,
nĂŁo a faz menos desejada.
Ah, a sensualidade refinada
Sempre hĂĄ de ser bem recitada,
E por ti amada!
No fundo vocĂȘ sabe,
Que a sensualidade refinada
Nasceu para ser tateada
por almas amantes - e bem elegantes.
Ah, a sensualidade refinada
à a marca da plenitude poética,
E sempre hĂĄ de ser!
A sensualidade refinada de uma mulher
Bem educada Ă© sempre um convite
ao teu bem querer.
Ah, a sensualidade refinada
NĂŁo Ă© nada contida,
E nĂŁo se faz diminuĂda!
E sim, faz a paixĂŁo aumentada;
NĂŁo hĂĄ homem que nĂŁo resista
a uma mulher bem delicada.
Ah, a sensualidade refinada
NĂŁo Ă© nada recatada,
E hĂĄ sempre de ser amada!
A sensualidade refinada
De uma mulher decidida
NĂŁo teme a tua curva amorosa,
e pede sempre mais pela tua mĂŁo vagarosa.
Resolvi os meus cabelos enfeitar,
prendi neles a flor do maracujĂĄ,
as mĂŁos foram nos quadris,
sĂł para mostrar que de mim
a felicidade jamais sairĂĄ,
o amor cĂĄlice nos embriagarĂĄ...
Os moços da cidade
quando me veem passar,
fazem o maior arraial,
e por culpa do seu aroma
que em mim estĂĄ,
o amor sempre nos florescerĂĄ,
sĂł vocĂȘ Ă© que me terĂĄ...
Juntos somos um ardente casal,
somos labaredas da fogueira,
O amor nĂŁo nos consome
- sĂł incendeia.
somos uma euforia
espalhada no ar,
fazemos com grandeza
o nosso arraial.
Festeiros de paixĂŁo
de corar até o boi bumbå,
o amor em nossos
coraçÔes para sempre ficarå;
enfeitiçados só no cheiro
da flor do maracujĂĄ,
o amor se espalharĂĄ,
e nos eternizarĂĄ.
A flor do maracujĂĄ Ă© motivo
setembrino para caĂres
nas minhas delĂcias,
e eu no teu desatino.
Oh, meu menino!
O destino do amor
em nossas mĂŁos estĂĄ,
- a flor do maracujĂĄ.-
A flor de maracujĂĄ
sempre estarĂĄ em nĂłs,
e nos alvoroçarå;
As estrelas morrem
inveja de mim e da florzinha
de maracujĂĄ: o arraial em nĂłs
duas para sempre ficarĂĄ,
e nunca findarĂĄ.
A ninfa envolve com delĂcias e travessuras, SĂł para te enternecer, cativar e seduzir - e te completar com doçuras...
Doce Lua-de Mel,
paraĂso dos desejos
que por enquanto
sĂŁo sĂł sonetos.
Lua querida Lua,
nĂŁo vejo a hora
de sentir as mĂŁos
do meu amor
ao redor da cintura.
Doce Lua-de-Mel,
espero pela nossa
em companhia
das estrelas do céu.
Lua querida Lua,
nĂŁo sei se ele
irĂĄ me escolher,
ou serĂĄ vocĂȘ
que irĂĄ me trazer.
Doce Lua-de-Mel,
aguardo pela nossa
colada nos doces
dos tantos beijos.
Lua querida Lua
peço a sua ajuda
com essa dĂșvida:
nĂŁo sei se ele Ă© meu,
ou eu que sou dele.
Doce Lua-de-Mel,
vejo galĂĄxias
nos olhos dele,
no meu corpo estĂĄ
o mapa do garimpo
e a descoberta
do amor mais lindo.
O regato e o vento
embalam a noite
até a madrugada
executando a suĂte.
O coração intrépido
prepara o hino até
deste momento
sob a luz da Lua.
O pensamento nĂŁo
mais nos pertence,
estamos sob o luxo
de quem se ama
com antecipação
e orquestral loucura.
Os impulsos e as luzes
dos nossos instintos
indomĂĄveis vem
nos preparando
para nos amar com
o total amor de bicho.
O nome do poeta
que jĂĄ falava nisso,
nĂŁo me recordo,
Ele explicava muito
bem o quĂȘ quase
o mundo todo ignora,
e o peito sente agora.
"â Se milhares te amou, saiba que eu fui um deles;
Se apenas um te amou, fui eu;
E se ninguém te amou, saiba que estou morto."
â "Gostaria que o mundo estivesse acabando amanhĂŁ para que hoje eu pudesse ir atĂ© vocĂȘ e lhe chamar para uma dança acompanhado de uma taça de vinho e entĂŁo dançariamos e nos amarĂamos Ă noite toda com os nossos corpos e coração conectados em uma sĂł melodia, porque o mundo estĂĄ acabando amanhĂŁ."
Preciso de tĂŁo pouco para sorrir,um olhar,seu jeito,seu sorriso,vocĂȘ Ă© incrĂvel e muito especial para mim. Se era para ser assim,que assim seja,nada levarĂĄ vocĂȘ de mim,te amo,minha morena.
â Ela Ă© assim... Intensa demais, sem medo de ir alĂ©m do limite. Sabe amar, sorrir, chorar e, do jeito dela, sabe cavalgar, mas prefere voar porque lĂĄ do alto ela Ă© mais livre e enxerga mais longe...
E quando transborda, é porque não cabe mais dentro do peito...Os olhos cintilam...as mãos transpiram, o coração dispara!
Rompe-se o silĂȘncio de todo um tempo guardado a sete chaves...AĂ bate a angĂșstia, o medo de errar o tiro e perder tudo...
Mas é assim que a vida é...Como um tiro que pode ser certeiro ou errado, é como uma flexa lançada que pode ou não acertar o alvo...à um risco no qual ganhamos ou perdemos.
Diante dos desafios que nos impÔe, o ideal seria batermos de frente, vestir a armadura e enfrentar nosso medo, as fraquezas, fazer jus à realidade e dizer a nós mesmos: tÎ aqui nesta luta, tÎ de pé e vou vencer...Mas, não é assim. E quando vemos quão distante estamos daquilo que queremos, vagarosamente nos recolhemos ao nosso casulo e ali, na nossa frente, tornamo-nos meros expectadores da vida que sorrateiramente, passa.
