Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â A Professora e a Bailarina
A professora e a bailarina
SĂŁo duas figuras importantes
Uma delicada com as palavras
Outra com movimentos elegantes
Durante a pandemia
Nasce um sentimento conturbado
A professora é que mantém vivo
O mundo do qual estamos isolados
A distùncia e o pé da bailarina
Neste isolamento como doem
Mas a esperança é como o fim de um espetåculo
Onde os aplausos espantam qualquer dodĂłi
A professora com fervor
Todos os seus alunos ela ama
Agora isolada com sua cĂąmera
Seu coração de saudade emana
A professora e a bailarina
à uma combinação feliz
Levantando os braços e apontando
Tudo o que sabem com gestos gentis
As LIVES e os trabalhos da professora
São importantes para nossa educação
Pois juntas constroem nosso futuro
Com cultura, amor e dedicação.
(Autores: Membros da FamĂlia Vinho)
â Obrigado. SĂŁo seus olhos.
VocĂȘ sabia que a cor nĂŁo estĂĄ nos objetos? Sabia? NĂŁo? Acredito que a maioria das pessoas nĂŁo sabe. Os objetos nĂŁo tĂȘm cor. O nosso cĂ©rebro Ă© que interpreta a luz refletida pelos objetos como uma cor, e faz isso segundo as nossas experiĂȘncias. O que significa que a cor que eu vejo pode nĂŁo ser a cor que vocĂȘ vĂȘ. Ou seja, a cor tem mais a ver com a nossa maneira particular de ver o mundo do que com o objeto em si. Ă assim com tudo o que nos relacionamos. Com as pessoas, inclusive. Muito daquilo que atribuĂmos Ă s pessoas nĂŁo estĂĄ nelas, mas nos nossos olhos. As pessoas podem ter muitas qualidades, positivas ou negativas. Podem ser bonitas ou feias, podem ser adorĂĄveis ou detestĂĄveis, charmosas e inteligentes, ou desinteressantes e tolas. E algumas vezes, essas caracterĂsticas podem atĂ© estar nas pessoas. Mas, antes de tudo, estĂŁo na maneira como as vemos, segundo o nosso olhar. HĂĄ coisas que nunca podemos dizer de uma pessoa, senĂŁo de nĂłs mesmos. Quer um exemplo? A beleza Ă© uma das qualidades que podem se impor aos olhos. Mas o ridĂculo nĂŁo. Podemos dizer que uma pessoa Ă© tola, insensata, ingĂȘnua. Podemos dizer atĂ© que Ă© engraçada. Mas ridĂcula nĂŁo. Uma pessoa nunca Ă© ridĂcula. O ridĂculo tem mais a ver com a nossa forma de ver as coisas e as pessoas. Cada um de nĂłs decide do que deseja rir. Quer outro exemplo?
â HĂĄ pessoas que nĂŁo falam...despejam.
NĂŁo cuidam...sĂŁo imponderadas.
E tem dias ...que jĂĄ estamos tĂŁo cheios, que a prĂłxima gota nos desalenta, desanima e esfria.
A fé luta com o desùnimo.
A determinação com a incerteza ...
O que vale a pena ?
Jesus.
O Reino e o amor.
O resto... orar,orar e orar.
Hå esperança...amanhã, é outro dia.
@andreatavares_souumadebora
Todos somos impuros!
Temos empregados em nosso ser a ardil maldade que nos corrompe de forma impiedosa, sem ao mĂnimo nos dar a chance de optar pelo calmo e suave pensamento, puro e repleto de coragem de sair pelo mundo sem ter medo e nem desperta-lo nos outros.
Um sonho utĂłpico, em uma mente plena e repleta de devaneios complexos por tentar expressar um mundo onde a maldade, ambição, fĂșria, irĂĄ e tudo que arruina... nunca existiu.
â VocĂȘ Ă© a fração e o todo, a escolha da expressĂŁo Ă© sua, livre-arbĂtrio, o universo Ă© uma Ășnica consciĂȘncia, e cabe a fração ser conscientemente consciente dessa verdade.
â E foi entre uma noite acordada
e outra mal dormida,
mil horas perdidas pensando
pra fluir o inexplicĂĄvel.
Que te amo,
pelas razÔes mais incertas.
Minha mente atravessa
e entorna o efeito da pressa,
interrogando minha razĂŁo.
Mas contigo hĂĄ espasmos
e o coração acelera,
nada dissimula ou desintegra.
As linhas sĂŁo tĂȘnues,
as emoçÔes singulares,
irrestritas e assĂduas.
Feitas pra acentuar.
â Todas as pessoas merecem coisas boas, e os que amamos merecem o melhor de nĂłs, mesmo que haja dias em que nĂŁo tenhamos o melhor para oferecer, o amor que permanece no coração Ă© o suficiente, esse Ă©o melhor que nĂŁo pode se perder nunca...
â PĂ©s no chĂŁo, areia quente
Vento bate indicando a direção
O remo ajuda a conduzir a liberdade de escolher para onde o barco vai.
Quem dera fosse fåcil toda terra à vista. Mas que graça teria navegar sem emoção?
Ăs vezes o remo quebra, o barco vira
Mas de uma forma ou de outra ele sempre chega a terra firme. Se o barqueiro nĂŁo desistir de prosseguir ou ter sabedoria que algumas tempestades nĂŁo precisamos enfrentar correndo o risco do barco afundar.
Sejamos corajosos para seguir, e sĂĄbios para, quando necessĂĄrio, saber atracar.
â Quando aceitamos que temos sentimentos egoicos negativos, mas que somos mais que esses sentimentos, ou seja, que somos, em essĂȘncia, pessoas boas, amorosas, que ainda tĂȘm sentimentos negativos e que estamos sendo convidados a transmutĂĄ-los desenvolvendo virtudes, praticamos a lei de amor por meio do exercĂcio efetivo da virtude do amor por nĂłs mesmos e pelos outros, porque nĂŁo estaremos mascarando os nossos sentimentos para fingir que nĂŁo temos nenhuma limitação.
Livro: InteligĂȘncia Consciencial - a conquista da autonomia da consciĂȘncia
NĂŁo sou de forçar as coisas, mas com vocĂȘ eu estiquei a corda toda, ela arrebentou e eu caĂ. E apesar de todos esses esforços equivocados e desnecessĂĄrios, de alguĂ©m bobo, inexperiente perante a vida, vocĂȘ nem ao menos sabe quem sou. Nunca pude mostrar-lhe. Entendo que nĂŁo posso mais juntar o âleite derramadoâ, pelo menos entendi que nĂŁo se força nada. NĂŁo tenho o seu amor, mas entendi que sĂł preciso ser eu e nada mais.
ERROS
E se desconhecemos o real sentido de um ato falho?
E se além de dor ele trouxer ordem?
Um ato desdém tão quanto valho
Com força de adir tão quanto tardem
E pelas primeiras palavras pĂłstumas
Silenciadas por puro pavor,
TĂȘm-se piores apelos pĂĄlidos
Por pĂȘsame ao paralelo pudor.
Então faço-me de um erro, o fim.
Desolado pelo imaginĂĄrio inĂłcuo,
Inquiridor inquieto de sua culpa ĂĄrdua.
E entĂŁo, enriquecido do amargo fruto
Que colheis mas nĂŁo tornais assĂduo
Faz-se aluado o maior astuto.
â TolerĂąncia 0 pra joguinhos.
â â Sem tato pra falar.
Sou impaciente pra ouvir.
Incrédula em confiar.
A ansiedade e a impulsividade,
Ainda vai me prejudicar.
Necessito me controlar!
â O caminho para se alcançar as estrelas Ă© sempre belo, quando nĂŁo se tĂȘm medo de voar pelo desconhecido.
Daniel B. Souza
