Indiferente
Eu reúno minhas forças todos os dias para quando encontrar com você parecer normal e indiferente.E passo uma quantidade exagerada de maquiagem na cara para parecer bonita,muito bonita,bonita demais para você.E tento encontrar mil maneiras de te humilhar na frente de todos.E também,todos os dias chego em casa e derramo lágrimas pesadas demais no travesseiro.
O tempo observa em silêncio, indiferente às nossas urgências. Cada escolha que acreditamos decisiva é apenas um fio lançado sobre o abismo, e cada desejo não realizado ecoa como sombra de nós mesmos, lembrando que nada nos pertence, nem mesmo a própria esperança.
O tempo segue indiferente, e nós apenas tentamos acompanhar o que ele leva.
Algumas ausências não doem por falta, mas por entender que nada é feito pra durar.
Espero que a vida te encontre em paz, mesmo que eu ainda procure sentido nas partes de mim que ficaram pelo caminho.
O tempo segue incansável
indiferente as nossas vontades,
as coisas acontecem no momento exato,
ganhos, perdas, encontros e desencontros,
algo que acontece na vida de alguém
em apenas um dia, pode levar anos para acontecer na vida de outro,
até mesmo numa fração de segundo,
tudo pode mudar drasticamente,
isso mostra a relatividade temporal
presente nos acontecimentos da nossa realidade contrariando muitas vezes a que está nas nossas mentes
por levar mais em consideração
não os nossos desejos e sim nossas necessidades,
sendo Deus O Senhor de tudo, inclusive, do tempo,
não poderia ser diferente,
o que não quer dizer que devemos esperar parados,
é necessário um constante movimento de nossas atitudes,
caso contrário, poderemos ficar
cada vez mais longe
daquilo que almejamos alcançar.
Longe, perto ou colados - tanto faz, é indiferente. Só nos completamos com alguém se existir amor. E ponto final!
"Não sou indiferente. Muito menos uma
pessoa sem coração.Também sofro,
me sinto muito sensível e frágil, me dói a
alma quando ficas em silêncio, me dói quando
falas de um sonho, sendo que fui só eu que
sonhei. Não me julgue sem coração, pois
o meu se encheu em lágimas silenciosas.
Hoje apenas sigo em frente. Sou a mesma,
os mesmos sonhos, a mesma garota sensível
e frágil, porem mais experiente e mais sabia.
Só entra na minha vida quem eu permito
invadir meu espaço".
A forma igualitária de vestir dos outros, deixava-me indiferente, já os que arrojavam na roupa, na escrita, na arte, a esses, eu admirava o destemor, a ousadia.
É uma tarefa hercúlea, de um vício remodelar a forma indiferente dos passos; pessoas devem priorizar suas relações uns com os outros, com uma mentalidade de ganha-ganha ao invés de soma zero!
Livre-se de um mau hábito, de vitimista ou oportunista, a principal causa de um desnível de equilíbrio é a autocrítica excessiva, ou auto-rebaixamento na imperfeição!
Uma entrega é incômoda porque é uma situação nova de crescimento; afaste-se dos conselhos de outrem se muitos deles não sabem o que está fazendo: se não se empenhar em construir seu próprio caminho, o mundo o contratará e lhe dará o que ele achar viável!
"A conclusão foi devastadora para a tese da indiferença": todo dia uma desconfiança fala alguma coisa, mas acho que não é gentil um olhar tratar alguém com cortesia, quando não se olha dentro dos olhos dela!
O amor é o único erro de cálculo que vale a pena cometer num universo indiferente; é a única forma de cuspir na cara do nada e dizer: "Hoje não, hoje eu escolhi a alucinação de ser importante para alguém".
Passei a odiar a minha vida, ó sol indiferente.
Nada faz sentido; nem esta frase.
É como amar uma sombra ao entardecer: quanto mais corro, mais ela foge.
É beijar o vento que carrega o perfume de alguém que já partiu há mil anos-luz.
É gritar “eu existo?” dentro de um auditório vazio, onde até o eco se recusa a responder.
E o pior: eu sei que, amanhã, o sol vai nascer do mesmo jeito; impiedoso, dourado, cínico.
cada pensamento humano é uma variável insignificante em uma equação cósmica tão indiferente quanto o universo
"O mundo não terminará com um estrondo, mas com o silêncio indiferente de bilhões de pessoas que esqueceram como se soletra a palavra 'nós'."
Passas,
indiferente, não me diriges o olhar.
Como posso esquecer teu sorriso menino,
Teus lábios tocando aos meus,
A paixão que nos envolvia,
Como posso esquecer nossas noites,
nossas aventuras, o corpo vibrando de prazer...
Agora a vida não tem mais sentido,
Estou solta pelo mundo,
Esperando pela vida,
Por ti que me queres fazes sofrer,
Domina-te e não me faças morrer,
Só quero te amar, ser feliz e viver...
E o que mais me assusta é perceber que o mundo continua girando lá fora, indiferente ao meu inverno particular. As pessoas passam, as luzes da cidade se acendem, mas eu sinto como se estivesse preso em um porta-retratos antigo. Eu tento me convencer de que o vazio que você deixou é espaço para algo novo, mas a verdade é que esse espaço dói. É um eco constante de tudo o que fomos e de tudo o que eu não sei como deixar de ser.
Às vezes, eu fecho os olhos e tento lembrar como era respirar sem sentir esse aperto, como era ver o sol se pôr sem sentir que ele está levando um pedaço de mim junto. Mas a memória é uma faca de dois gumes: ela me mantém vivo, mas também me impede de cicatrizar. Eu me vejo procurando seu rosto em estranhos, ouvindo sua risada no barulho da chuva, e percebo que ainda estou longe de encontrar o caminho de volta para casa — para aquela casa que existia dentro de mim antes de você.
Não estou pedindo para você voltar, nem implorando por compaixão. Só precisava colocar em palavras que essa 'cidade fria' não é feita de concreto, mas da ausência de nós dois. Estou aqui, tentando sobreviver à tempestade, esperando o dia em que eu possa olhar para uma flor e não me ver nela, murchando.
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