Impor
... quem
vive para destruir
reputações acaba por arruinar
a única que verdadeiramente
importa: a própria!
"Saiba impor limites e lembre-se: dizer "não" para os outros, às vezes, é dizer "sim" para o seu próprio bem-estar."
—By Coelhinha
Aurélio define terrorismo como ato de coagir, ameaçar ou impor a própria vontade. No Brasil, o crime organizado é uma ONG que trafica, mata e rouba, sem causar terror à sociedade.
Benê Morais
A vida é um caos mal administrado pelo ser humano...
Todo mundo tentando impor ordem em algo que nasceu pra ser imprevisível. No fim, quem aprende a dançar no meio do tumulto é quem sobrevive com um mínimo de sanidade.
Se os Juízes de Poltrona soubessem que a justiça que tentam impor alisando telas só os torna dignos de pena, os Tribunais do Espetáculo jamais subsistiriam.
Mas talvez o problema não seja a ignorância sobre si mesmos — e sim o conforto que encontram nela.
Julgar à distância oferece a ilusão de poder sem o peso da responsabilidade.
Ali, atrás de uma tela, cada sentença é rápida, cada condenação é limpa, cada narrativa cabe em poucas linhas.
Não há contradições, não há contexto suficiente para atrapalhar a certeza.
E, sobretudo, não há consequências reais para quem acusa.
O espetáculo precisa dessa simplificação.
Ele se alimenta da pressa, da emoção crua, da necessidade humana de pertencer a um lado.
Nos tribunais improvisados do cotidiano digital, a dúvida é vista como fraqueza, a ponderação como cumplicidade.
Assim, constrói-se uma justiça que não busca compreender, apenas confirmar o que já se quer acreditar.
Há, no entanto, uma ironia silenciosa nisso tudo: ao reduzir o outro a um rótulo, o juiz de poltrona também se reduz.
Abdica da complexidade que o constitui, troca a reflexão pela reação, e passa a existir num mundo onde tudo é evidente demais para ser verdadeiro.
E nesse processo, perde algo essencial — a capacidade de enxergar o humano para além do erro, da falha, da manchete.
Talvez os Tribunais do Espetáculo persistam justamente porque oferecem respostas fáceis a perguntas difíceis.
Eles não exigem escuta, apenas eco.
Não pedem responsabilidade, apenas adesão.
E assim seguem, alimentados por uma multidão que prefere a sensação de estar certa ao desafio de, de fato, compreender.
No fim, o que se vê não é justiça — é encenação.
E toda encenação, por mais convincente que pareça, sempre depende de um público disposto a acreditar nela.
Querem que acredite no opressor.
Querem que acredite na Ditadura.
Querem impor politica da miséria
Querem e querem o domínio de suas vidas.
Resistir é relevante.
Máquina pública está falida e ultrapassada a liberdade morreu!
Vamos da vida a ditadura.
Somos a direita queremos que tio San seja nosso dono.
O pais é de deles...
Querem que acreditar que bots da alienação social seja maravilhoso dono da terra.. tudo e moeda de troca espelhos por sua alma, vivemos suas vidas por você! Acredite em *Deus patria e família*
Quando alguém diz que toda verdade é relativa, em geral está pedindo licença teórica para impor a sua à base da violência.
Cuidado: Judas continua por aí!
Desta vez, sem arrependimento, usa a internet para impor o cancelamento das próprias vítimas.
Cada um quer impôr que temos que parecer com qualquer lugar menos com o Brasil. Isso tem que acabar.
Meu caro, impor ideais não é pra qualquer um.
Não é implorar aos céus,isso não faz sentido algum.
Aplicar ideais necessita conhecimento,
paz no coração e um pouco de veneno.
Vivo , a penas vivo , sem me importar se isso vai durar o dia todo , ou o dia seguinte . O que importa o que vai acontecer amanhã se eu nem sei se tarei viva parar poder viver tudo isso ? então vivo o hoje , porque hoje sei que estou aqui , triste ou feliz não importa , mas estou viva hoje
