Imponente

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CAVALO
Sidney Santos

Cavalo é beleza
Animal de grande visão
Imponente natureza
Grande coração

⁠Vontade de te beijar,
Milimetricamente, Preta.
Sentir nossas almas a procura do imponente amor,
Nossos olhos brilharem com uma sintonia magistral,
Ouvir da emoção que corpos juntos proporcionam,
Provar do sabor bom que esse momento tem.
Sem perder tudo o que se apresenta através dos sentidos,
E querer-te cada vez mais.
Como numa vitória,
Você bela e inteira.

Sou como a água imponente que corre sem nada temer.
Sou como as pedras que rolam pela força das mesmas.
Sou o infinito amor de Deus nas ondas do mar.

A imponente supremacia da natureza é absoluta, e qualquer outra criação ou intervenções feita pelo homem por mais grandiosa e monumental que seja, não é suficiente para assemelhar-se...

Encontro Marcado

Parado ao longe te vejo chegar reluzente, altiva e imponente
Então me vês e abre um sorriso que me conforta
O tempo é curto e a saudade é imensa
No banco de trás, nossos corpos clamam pelo encontro
Os olhares, ahh... esses conseguem enxergar a volúpia que salta aos lábios
Peço ao chofer que nos leve para Ninho...
Já a sós, proclamo a soberania do teu corpo, Invasivo, rasgo tuas roupas
Timidamente tenta me conter, sem esforço fazer, agora não há resistência
Pede, me prende e sobre mim se espalha, outra vez me completo
Mastiga-me com vigor, ouço chamar por meu nome
Pressinto teu ápice, aumento meu ritmo
Profanas o Santo nome – “Oh Meu Deus!”
Ondas de choque percorrem teu corpo, me olhas como quem agradece um precioso alimento
Antes do fim a boca sacia a sede
Deixo-te ir
Sabendo que mais do que nunca carregas uma parte de mim

BRILHO ESCONDIDO

O sol majestoso e imponente
Ofuscado por pequena e simples nuvem;
Assim o nosso brilho pode às vezes,
Envolto em pesares que aturdem

Estar, sim escondido, e conquanto
Querer expor com força sua luz.
Confie!! Pois a nuvem é passageira
E ao brilho ela até mesmo nos conduz.

Castelo
Posso ser grande imponente as vezes até, bonito, mas por trás desse muro bate um coração
Soberba todas acham que eu tenho, mas o que eu mais queria era um dia fazer sua alegria
Não tenha medo pode entrar, sou espaço, muitas vezes um labirinto propositalmente para evitar sua ida
Torres ao alto que tocam o céu, com o efeito extasiante ao alcançar, mas no fim há de recompensar a vista que se encontra por lá
De reis e rainhas eu sou morada, condes e duquesas já passearam pelos meus jardins, príncipes já bailaram aos sons das minhas galerias
Por montanhas e rios sou cercado, jamais alvejado mais sempre admirado pelos que querem me depauperar
Protetores até possuo, mas não é fácil me guarda, guerras, romances presenciei, mas nenhum deles conseguiu me escudar durante o todo sempre
Durante todo esse tempo que permaneci de pé, só me falto sua presença, pois além de você só o tempo pode me vencer.

Quando as borboletas aparecem, até mesmo o imponente girassol, se curva diante de tamanha magia! - Almany Sol

e a chuva cai
soberana
implacável
incansável
linda
majestosa
delicada
imponente
potente
mansa
na medida
perfeita
maravilhosa
abençoada!!!

⁠O sol

É de manhã e vem o sol
rasgando o céu
tão imponente emergindo
o astro-rei

vai cintilando enquanto
a abelha faz o mel
adoça a fauna isso eu bem sei
Gado mugindo e um vaqueiro

aboiando vai se embrenhado
na caatinga, no sertão
Final de tarde ele vai se sumindo

submergindo sob o infinito
para de novo despertar
mais bonito no novo amanhã.

⁠Emilly, teu nome dança como brisa,
No palco dos versos, tua essência canonisa
Nome Imponente e ao mesmo tempo afável
Aquela que fala de modo agradável.
Teus olhos guardam uma constelação secreta,
Refletem visões em noites repletas.
És a musa do sonho e da ilusão,
No teatro da vida, és a encenação.
Emilly, és a pintura em tela abstrata,
Na paleta da alma, és cor que desata.
Tua determinação é um rio incessante,
No escuro do quarto, é uma dançante.
Emilly, guerreira, és espada flamejante,
Na batalha do tempo, és a constante.
Do teu nome floresce esse poema
Inteligência, diligência e graça
Fazem parte do teu ecossistema.
Celebremos a tua existência,
Emmie, Mille, Mila, Lili
Que a vida seja pra ti,
Sempre afinada, Com amor e esperança, de alma lavada.
(FELIPE REIS)

O sistema penal brasileiro é um gigante de barro: imponente na letra da lei, frágil na execução. A falência é institucional, moral e funcional. Enquanto a pena continuar a ser um instrumento de degradação, e não de reconstrução, o país permanecerá refém da violência.

O sol brilha soberano e imponente o dia todo. Mas é na escuridão da noite que o singelo e democrático brilho das estrelas nos encanta.

A muralha imponente, de pedra e altivez,
Que o mundo enxergava em sua solidez.
Um sorriso sereno, um olhar a brilhar,
Ninguém via a guerra travada no lugar.
Pois dentro do forte, que a todos guardava,
Havia um silêncio onde nada restava.
Apenas ruínas, o eco de uma dor,
De um mundo que em cacos perdeu sua cor.
Por fora, um rochedo a enfrentar o mar,
Por dentro, a areia que o tempo vai levar.

⁠O tempo é imponente! Ele não volta ele não para! Muitas pessoas param no tempo mas isso não impede que o tempo passe por elas e leve momentos, pessoas que amamos, lembranças, bons tempos.
O tempo nunca perde nós é que perdemos tempo então não faça do tempo seu inimigo, faça as pazes com ele e viva cada minuto e cada segundo, porque sem avisos o tempo acaba e a vida termina.

Do valor que se dá
E lá estava ela, no alto, no topo da frondosa e imponente árvore. Seu ninho parecia o mais belo visto daquela distância na ponta do penhasco que se erguia acima da floresta.
Naquele ninho teria encontrado o que procurava. Não era um ninho qualquer, mas sim um amontoado de gravetos torcidos e entrelaçados com pitadas de paixão, amor, prazer, esforço e dedicação.
No começo aquele lindo ninho supria as necessidades plenamente. Mesmo que estas fossem aumentando, e se tornando descabidas, até que em um momento, um segundo, um instante, tornou-se pouco relevante.
Desde então o ninho foi deixando de suprir as necessidades, em um primeiro momento puramente por se sentir pouco valorizado e solitário. Ela mal percebeu o que acontecia, pois passava o tempo a voar. Parecia ter se cansado ou se desinteressado daquilo que conquistou arduamente.
Lá fora tudo parecia mais lindo, mais intenso, mais gostoso, melhor. E a cada voo, mais parecia perceber que a felicidade estava lá, lá do outro lado, em outro lugar naquela floresta, linda, quente, úmida e cheia de possibilidades de novas descobertas.
O ninho ali permaneceu e se entregou. Já não tinha mais o valor que outrora tivera. Desistiu de qualquer esforço uma vez que logo percebeu do que se tratava. Uma ilusão comum, gerada por aves comuns que se faziam parecer diferentes, especiais, mas apenas estavam travestidas de penas compradas que lhes encobriam as verdadeiras. Compradas nas pedras, nos galhos altos, nos galhos baixos, nos cantos e recantos da floresta.
Ela voando avistou outros ninhos, cada um mais belo e interessante que o outro. Uma libélula amiga do ninho, pousada em prosa com ele, passou um tempo a observar o que ele observava e se manifestou. “Olha meu amigo, o que vejo é o simples vazio. Um mimo ao ser ganhado e conquistado deixa de ter valor para dar lugar a outro mimo mesmo que este seja o mesmo mimo.” O ninho suspirou e sorriu. Estava pronto para receber nova visita, novas penas que não se soltassem com facilidade.
Ela pousou em um destes ninhos e foi feliz, logo depois noutro e feliz foi novamente e noutro e noutro e noutro. O problema é que entre um e outro momento de felicidade dava-se o seu contrário. A infelicidade. Ora, dizia ela, sempre culpa destes ninhos.
Num destes momentos de insatisfação avistou o ninho no alto, no topo da imponente árvore e sentiu-se como sempre. Que ninho belo e interessante. Pensou logo que poderia dar umas rodopiadas por lá para ver como estava. Mas ele estava diferente. Mas era o mesmo, igual. Ficou intrigada.
Ela, num dia alisando as penas nas pedras para embeleza-las encontrou outra. Outra que contava garbosa como era seu ninho. Ela então se deu conta de que aquela conversa trazia saudades. Saudades do mesmo ninho, mas que agora aninhava outra.
Restou-lhe voar e encontrar outros ninhos, um aqui outro acola. Ou talvez o contrário pudesse se dar e esta história seria outra.

Você tem personalidade forte
Suas respostas não são vagas
São um tremendo corte!
Imponente, perspicaz e rígida,
Uma guerreira Amazona que nunca é vencida!
Hoje te chamo de ogra, feiosa e Fiona,um horror
Mas na verdade no fundo queria chamar de... você ja sacou né!?
Brincadeira a parte, talvez você não acredite, mas para os meus olhos você não é Fiona , na verdade pra mim você é Arte!
J.C

Pelos vales ecoa o seu nome de luz,
A marca daquela que a própria fé conduz.
Imponente e serena sob o azul arrebol:
Guerreira do Sol, Eliana Angel Wolf.


⁠

Eis que a solidão se fazia imponente e não era mais que uma chuva silenciosa, que arrasta as folhas em suas enxurradas de galhos ressequidos a se perder na estrada. A solidão muito mais aprofunda nossas raízes no peito vívido da terra, em seu teto de atmosfera que cobrem todos os homens e suas fragilidades campestres. Minha honra é destrinchar o horizonte e recuperar o ontem que ainda se faz no agora. Ponho-me a comer amoras e desce de meus lábios líquidos roxos quase pretos. A amora traz em seu significante o amor que se demora. Bebo a água que me bebe e se esvai na estratosfera das mãos que buscam reconciliação, pois que é vã ceifar a terra de nossas colheitas e se dispersam os sonhos inocentes que se desmancham na terra vermelha. Somos fios de esplendor na imersão da cores em construção. A solidão se faz solitude na medida da incompletude de todos os pássaros que sobrevoam a cidade. E se faz rara a felicidade autêntica na boca ao mostrar os dentes. No tribunal as colinas tomam as decisões e são rigorosas todos os processos da alma em estágios avançados de se clamar ao sagrado a absolvição de nosso sangue irmão, que em longa contemplação se saceiam de nuvem na quietude da noite que chega discreta a escurecer a voz do trovão nos pés dos elementos encandeados. Os versos perscrutam a vida e suas partidas que mais se fazem comedidas a salvar a alegria dos dias. Eu volto minha face ao mar e me elevo em grandes ondas que se fazem inquietas. O amor no ar me ilumina e mais preservo a retina ao filtrar as palavras e deixá-las ensolaradas a raiar até mesmo na madrugada. O coração é o riso do campo se tanto mais encantos florescem no jardim das orquídeas em festa. Um mar de afeto nos trás para bem mais perto. E o poema se faz em versos de amor que floresceram na inesperada construção do agora. O amor se demora em brilhos da íris que finalmente encontra abrigo e somos fraternal amigo.

Com a voz doce, um olhar dominante! mostra-se marrenta como uma leoa! Tem a beleza imponente da primavera e delicadeza da flor mais bela !