Imagine
A sabedoria divina é tão vasta, que criou a morte. Imagine como seria, se políticos nunca morressem?
Imagine que o universo não se desenrola em sequência,
mas se desdobra como uma teia infinita,
onde cada ponto é inteiro,
onde cada instante contém todos os instantes.
Não existe aqui ou ali, antes ou depois
tudo pulsa simultaneamente,
como se o espaço fosse tecido de momentos
sobrepostos,
e o tempo fosse apenas a ilusão de observarmos
uma única linha.
Cada vida, cada pensamento, cada gesto
não está confinado a um corpo ou a uma época.
Eles existem em todos os lugares,
reverberam através de mundos que nunca se cruzaram,
tocam dimensões invisíveis
e ainda assim permanecem parte do mesmo ser.
Você não é apenas você.
Você é a centelha que percorre
cada partícula do cosmos,
o fio que conecta o que foi e o que será.
Enquanto pensa que está em um ponto,
você está em todos.
Enquanto sente que termina,
você é infinito.
Tudo o que existe está acontecendo agora,
não em ordem, mas em totalidade.
O nascimento e a morte não são opostos
são faces da mesma presença que se manifesta simultaneamente.
O universo inteiro é um instante eterno
se observando em mil perspectivas,
mil versões, mil vidas coexistindo.
A consciência não viaja, ela abrange.
O “eu” não se move, ele se espalha.
O que você vê como separação é apenas percepção,
uma limitação do olhar que escolhe focar
num ponto enquanto ignora os bilhões de outros pontos
que são você, também.
E nesse entendimento, a solidão desaparece.
Não há nada ausente, não há nada perdido.
O amor, a dor, a alegria e o medo
não são eventos isolados
são ecos simultâneos,
residindo em cada átomo do cosmos,
vivendo em todas as formas que já existiram
e em todas que ainda existirão.
Tudo é agora.
Tudo é você.
Tudo é inteiro,
em todos os lugares,
ao mesmo tempo
Chegou e encontrou problemas? Olhe ao seu redor, imagine com inteligência, pense antes de reclamar e consulte pessoas experientes e sábias e peça-lhes soluções!
Palavras têm poder: imagine o que elas fazem na vida de quem precisa e busca pela sua transformação.
Primeiro, imagine a melhor versão de si mesmo. Visualize seus sonhos com clareza. Essa imagem interna é seu farol. Depois, aceite o desafio: a ação é a ponte entre o ser e o ideal. Cada passo, por menor que seja, é uma afirmação de quem você escolheu ser.
Não espere condições perfeitas. Comece agora. A coragem de fazer transforma a identidade desejada em realidade. Você é o arquiteto do seu próprio destino. Construa-o.
Se o amor não é mais servido, levante-se e vá embora. Se na sua frente não há respeito, imagine na ausência.
Imagine quantos pensamentos um cobertor sufoca enquanto alguém está deitado sozinho na cama, e quantos sonhos infelizes ele mantém aquecido.
Se você já foi capaz de conquistar tanto sozinha, imagine até onde chegará com Deus assumindo a direção da sua vida agora.
"Se nós, como cristãos, buscamos fazer o certo e ainda assim falhamos, imagine o quão mais difícil é para quem persiste no erro tentando acertar."
Parábola II
"o cofre de isopor"
Proponho a seguinte parábola:
Imagine que nos conhecêssemos. Vivêssemos em uma vila de casas onde cada um tivesse sua ocupação. Na minha casa, havia um cofre.
Certa vez, tu me confias mil dinheiros para guardar — afinal, confiamos mutuamente, correto? Com os mil dinheiros guardados em meu cofre, eu te entrego a chave de uma gaveta com tranca: só eu e tu temos acesso.
Confiando nos teus mil dinheiros, eu peço emprestados cinco mil. Empresto mil a um ladrão, mil a um mentiroso, mil a um louco e dois mil a ti mesmo. Ora, com a esperança de receber os juros do que foi emprestado, eu te ofereço uma carteira de investimentos: "Dê-me quinhentos dinheiros e eu lhe pagarei um quinto de juros ao ano".
Vamos refletir? Estamos contando com os mil dinheiros que me deste para guardar, certo? E se tu os retira de mim? Pronto: expliquei em papel de pão a economia frágil dos grandes bancos.
Para o caso do Banco M, acrescente:
Certo dia, o centurião consultou o livro-caixa e percebeu, horrorizado, que o prejuízo de muitos era inevitável. Guarneceu minha casa e meu cofre com guardas e, em um bazar improvisado, vendeu todos os meus bens a fim de reaver parte do dinheiro perdido.
O paraíso deve ser um lugar insuportável. Imagine passar a eternidade cercado por pessoas que passaram a vida inteira sendo chatas o suficiente para merecerem entrar lá.
Imagine alguém entrar dentro da sua casa, se apossar de tudo o quê você tem e depois declarar a sua incapacidade civil durante séculos, foi o quê aconteceu com a população indígena. Preciso desenhar?!
“Imagine que é capaz e será capaz.”
“Imagine que é possível e será possível.”
“Imagine que será incrível e será incrível.”
