Ilusão
A memória não se refere ao passado, pois esse não existe, é uma ilusão. Só podemos nos fiar no momento e na nossa pequena bagagem.
Cocaína é a ilusão do bem-estar; Destruição disfarçada de prazer.
Promete euforia e sensação de poder passageiro, em troca, cria depressão o tempo inteiro.
A ilusão de pertencimento nas redes sociais barateou o palco, mas destruiu o valor da conquista.
Nas redes, o barulho é recompensado e a mediocridade é aplaudida, enquanto gênios e sábios permanecem invisíveis por optarem pelo silêncio.
Eixo da ilusão
Para poucos insanos medonhos serão frutos do conhecimento.
Insensato os filhos perdidos da verdade.
O homem é copia do pai.
Ate que outro seja criado.
Nos laços da consciência crítica seja o silêncio.
Pois a alma é reconhecer seu ser.
No dilúvio....
Seu sepulcro a pura ilusão,
Medo alucina sem tantos desejos
Apenas as lágrimas que caem do ceus.
O ambiente tem formas frias e escuras...
A dor não trás respostas diante ao abismo sendo sensatez ganha sombras.
O frio da contraste da garoa...
Suas mortalha da realce a fria noite.
As velas são luzes mortas no gosto de salgado de lábios frios.
Ninguém espera o final apenas joga terra num silêncio cruel,
Veu tampa sua face imaculada para asas da morte...
O sussurros do ventos são lamentos no coração.
Liberdade é um sonho da ilusão,
pois o passaro sempre esta ligado a uma cadeia de eventos.
O mesmo acontece com as formigas estão numa ordem social...
Os ratos estão distantes da ordem social, fábrica a leis e realizam a sua ordem social sendo a evidência o lucro e o enriquecimento político e social.
Matrix da realidade são a cadeia de eventos maniouladas pelas escolhas que temos na vida..
Porque a opções e oportunidades...?
O estudo enriquecimento do intelecto ou apenas as escolhas que tomou, elevando seu conhecimento para que seja uma peça da engrenagem da matrix, todo conceito eleva um dilema social. O homem é uma ilha dento das suas convicções.
_ Na ilusão somos sóbrios ate que num momento irônico sejamos a inércia que se dilui no teor da virtude.
Sob aquela perspectiva ilusória, a admiro por um pouco a mais a natureza crua, e assim num testemunho da veracidade o transhumanismo tornasse âmbito desconhecido...
Na tua calida forma... mais e mais tendêncioso o temor das falácias.
Seria apogeu meramente sobretudo palavras voam no sussurro da besta...
A engrenagem mental e seus nutrientes...
Seus dentes de aço são o caminho de ilusão e a ironia trás respostas e perguntas.
Outras engrenagens surgem para ter uma ligação carmica para o qual caminhos são criados.
Para o sincronismo cultural no qual a virtude das massas se desenvolve.
E eixo primeiro tem conhecimento que é um pássaro nas ruínas da sociedade.
E a compreensão inata é apenas um Retentor intelectual que vaza suas experiências e conceitos para uma esfera politizada.
Mosaico do Tempo e a Ilusão da Causa
O erro do paradoxo temporal pode não ser um erro de fato, mas um caminho não intrusivo. Afinal, a coexistência simultânea parece impossível até mesmo no microcosmo — a menos que consideremos a possibilidade da entropia existir dentro da própria visão. O que significa existir em um universo etéreo, onde a luz replica a si mesma? Na coexistência entre a sombra e o "eu", há uma aparente igualdade que logo se desfaz, pois é a luz que coordena e dita essa existência. O ser existe porque o caleidoscópio é parte intrínseca da visão cubista.
Compreender os mistérios exige olhar para dentro deles, e não apenas especular. Buscamos a solução de tudo na equação e no equilíbrio do todo para o todo; mas, quando nos deparamos com o caos e com aquilo que não conseguimos explicar, criamos fantasias e medos, transformando a dúvida em crônicas de mito e misticismo. O tempo necessário para a compreensão ainda faz parte da Caverna de Platão: um olhar moldado pelo medo e pela desconfiança. No entanto, ao olharmos para os céus como grandes edificações, o tempo passa e aquilo que tanto nos intrigava torna-se irrelevante. O jogo terminou.
Diante da fusão do pensamento, a realidade torna-se um mosaico temporal, um passado congelado pela força da emoção. O estado analógico fez o pássaro voar dentro de uma condição assimilada pela teoria do espelho: a existência do mundo macro depende do observador, e a mutabilidade da causalidade temporal transforma-se na bebida dos deuses. A existência emerge pelo simples e puro fato de existir.
Contudo, quando os adereços da causalidade são reunidos no estopim de um evento, a causa se torna o ponto mais fascinante: todos os desfechos convergem para ela, independentemente do que façamos. Mas o que acontece quando essa interação ganha novas sombras e novos observadores? Terá a história o mesmo final? Guardará ela a mesma propriedade na profundidade das probabilidades?
A construção de uma nova realidade é ambígua. Na arquitetura de um megacubo espacial — um cubo desdobrado no espaço-tempo —, o som finalmente seria compreendido através da distorção da gravidade. Haveria uma defasagem da história no próprio ato de sua escrita, uma nova proposta de criação vinda de um mundo de sombras.
O som viaja pelo espaço, mesmo quando este se mostra vazio e translúcido. É quando a gravidade o toca que invocamos novos acordes ou o silêncio absoluto; a atração o torna inerte, transformando-o na imagem de um passado guardado em nossas lembranças. O cubismo fragmenta essa imagem. O som pode ser distorcido, e o próprio movimento da gravidade pode ser modificado pela força do simples querer, pela pura manifestação da vontade. É quando a lei da relatividade, enfim, transcende a própria causalidade.
Por Celso Roberto Nadilo
Pensamentos
O Espelho do Vazio
Por Celso Roberto Nadilo
Cavas dos seres mais profundos, na ilusão do ser fanático: eu.
Premissa do eu, epílogo e epifania desnaturada; o oblíquo de se ser.
As flores no fundo da alucinação coletiva são luzes mortas,
um aglomerado de estrelas que caem e morrem dentro de sóis recém-nascidos,
diante da radiação cósmica e das ondas de rádio que viajam pelo espaço.
O ser "eu" é um pingo no oceano de anomalias,
o despertar do desconhecido.
Seres obliteram os formatos de novas conexões nas constelações.
Como a água que deságua na cachoeira,
vemos o algoritmo ser envolvido por imagens de IA,
num mundo oriundo das virtudes e da gravidade de uma supernova.
Os sentimentos são expostos pela luz capturada na imensidão;
um evento massivo no horizonte de tantas possibilidades.
Mas o "eu" aparece em meio ao que sou, nos limites do espaço comum.
Os ossos parecem a luz contida em estruturas de Dyson.
Enquanto a estrutura se divide entre passado e futuro,
construímos cubos dentro de cubos.
As asas da evolução tornam-se o barco de outras eras que encontrou as Américas.
Atento, o ser flui pelas heranças do destino.
O ar comprime o peito quando o fôlego falta.
No inferno do horizonte, somos apenas pequenos lampejos de pensamento;
abrimos portas num arco do esquecimento.
Lábios rachados pelo frio intenso.
A fumaça parece sair de um filme, e o vazio grita no silêncio.
Tento compreender melhor: a mesma luz cálida que inflama a alma se torna olvido.
Tentamos enxergar o horizonte de eventos.
Trazendo o espelho, olho para o desejo de despertar diante de mim
— o algoritmo que ressoa pelas linhas do tempo.
Frágeis sensações nos aspectos da penumbra.
Os braços cansados no exato momento em que acordamos.
Nos lapsos da memória, somos os olhos que observam as sombras,
enquanto a alma permanece doce diante dos sentimentos que invadem os pensamentos,
fragmentados pelo cansaço de caminhar em uma estrada de informações.
Vemos aglomerados urbanos que se transformam no próprio espaço,
amarrados ao fluxo do tempo.
O expurgo de ideias nasce da sensação do que somos diante do todo;
o "eu" espairece no "eu".
De repente, sons atravessam a madrugada,
dando a impressão de que o mundo desaparece
diante do universo de almas cansadas que acordam e dormem,
perdidas na solidão das estrelas.
No frio do deserto, ainda podemos observar os sonhos que nos restam.
Diante da esperança, temos a conexão entre o espelho do vazio e a urgência de existir.
No vácuo do espaço, as lágrimas secas revelam uma voz rouca que clama pela vida.
No mesmo momento, revelo as forças que a madrugada me entrega.
O que a ilusão?
Nas fronteiras dos meus sonhos...
O amor é uma flor ou um espelho.
O amor é ser sensato na razão.
É simplicidade mergulhar no infinito.
Sendo a dor sentimento pequena gota que desdém o universo.
Tento fugir do meu eu
A fuga dos meus pensamentos surge.
Em meio a desolação da ilusão em massa.
Percigo meus pensamentos .
Pego meus sonho no ar que for entre meus dedos.
Então minha imaginação voa tão alto lindo de se ver um pensamento ganhando vida..
As bolhas que voam com vento são expostos desejos ouculto por apena o acordar de madruda observar o luar e seus contrastes.
