Ilusão

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“Quando a ilusão caiu diante dos meus olhos,
finalmente enxerguei o horizonte sem fantasias.
E ali, entre ruínas e silêncios,
a vida começou lentamente a reconstruir
aquilo que o coração sempre soube ser verdadeiro.”
— Helaine Machado

Um sentimento vívido, uma ilusão frustrante que ativou meu amor como um vulcão adormecido.
Amo, mas não sou amado, talvez seja o preço que devo pagar dos meus erros do passado.
Entre sussurros e saudades, confidências de um amor incontido, como em uma relação que se perdeu no acaso.

Minhas sinceridades não estão expostas em versos para á incompreensão de uma ilusão desinteressada.
Teu silêncio transparece infinitamente a esperança para um caminho de felicidade onde á espera se manteve com a devida paciência em um brilho que reluziu de um céu altíssimo.
Curiosamente uma palavra transcendeu á um sentimento puro e verdadeiro, pois se mostrou indiferente com a felicidade.

O amanhecer não pode ser visto como uma ilusão
Tem que ser sentido como uma forma de agradecimento
Até mesmo que te dê um encontro para o coração.

⁠Giz e ilusão de aço


Esconda as lágrimas
por detrás desse sorriso.
Enxugue as palavras,tristes rimas
da tristeza em compasso.
Eu também faço isso.
E vem,apenas vem,
que te abraço.
Compondo,por ti,
as mais lindas poesias.


Vem ...minha inspiração
nesse corpo em agonia.
Descreveria minhas fantasias,
ilusões,poesia e disfarces
em cada traço
como alicerces.
Só para te ver feliz
e aliviar seus cansaços.


Somos apenas corpos de giz.
Crendo que somos feitos de aço.


Andréa

Do coração vem a coragem e.a verdade!
Da mente...a ilusão e a mentira!
Meditem sobre isto e abandonem o ego e a vaidade!
Sejamos humildes...

⁠A perfeição é uma ilusão mas o amor é real.

Amor ou ilusão?

Carinho ou admiração?

Dúvida ou afirmação?

Essa é a questão!

Somos propensos à ilusão porque o olhar humano carrega uma tragédia secreta: deseja tornar visível até aquilo que só conservaria sentido permanecendo oculto. Há mistérios que sobrevivem apenas enquanto não plenamente revelados, mas a consciência insiste em capturá-los, nomeá-los, possuí-los. E, nesse impulso de ver tudo, muitas vezes destrói justamente aquilo que buscava encontrar.

Entre a verdade e a ilusão ergue-se uma muralha paradoxal: do lado da ilusão em direção à verdade, ela é densa, áspera, quase intransponível; do lado da verdade em direção à ilusão, é tão sutil e frágil quanto uma bolha de sabão. A consciência que desperta descobre que não é difícil mentir — difícil é sustentar o real sem muletas. Por isso tantos permanecem onde o muro pesa: atravessar exige perder confortos, atravessar exige coragem.

A autossuficiência é uma ilusão egocêntrica: ninguém se sustenta sozinho. Da primeira respiração ao último gesto, a vida é tecida por mãos alheias — da mãe ao coveiro. Entre esses extremos, cada passo depende de vínculos visíveis e invisíveis. O indivíduo isolado é ficção; o que existe é uma existência sustentada em rede, ainda que insista em negar.

A ilusão da novidade é uma cela em nós mesmos.


_Jane Silva


21/07/2026
03:58

Exigir maturidade de quem vive na ilusão é desperdiçar sua própria paz em um poço sem fundo.
O tempo corre veloz e não aceita devoluções, tornando um luxo insistir no que é estéril.
Saber a hora exata de se retirar de diálogos vazios é o maior sinal de sabedoria prática.
Direcione sua energia preciosa apenas para os solos férteis

A Ilusão da Força.


Muitas vezes, o ser humano se deixa cegar pelo orgulho e comete a injustiça de humilhar ou magoar aqueles que cruzam o seu caminho em uma posição de aparente fragilidade. Sentir-se superior por conseguir subjugar alguém que não pode reagir é, na verdade, a maior demonstração de fraqueza que uma alma pode dar a si mesma. A espiritualidade nos ensina, em silêncio, que toda ação gera um eco na nossa própria jornada e que a verdadeira força reside na mansidão e na justiça. Tratar o outro com desdém apenas porque ele parece indefeso é plantar sementes de amargura no próprio solo, esquecendo-se de que a colheita do que fazemos é sempre certa e individual.

“Quem foge do trabalho não busca apenas descanso, mas a ilusão de arrastar o diligente para o mesmo abismo, onde a igualdade é feita de ruína.”

⁠Seja quem você gostaria de atrair na Vida...
e se é facil, é ilusão...
Deixe fluir naturalmente...

O que achei depois da ilusão


Esta não é uma carta de prosperidade.
Não é um relato de vitória.
Não é uma narrativa otimista construída para convencer alguém de que tudo acontece por uma razão ou de que, no final, tudo ficará bem.
Não sei se ficará.
Escrevo de um intervalo.
Um espaço estranho entre quem fui e aquilo que ainda não sei nomear.
Durante muito tempo acreditei que estava vivendo minha própria vida.
Hoje suspeito que apenas executava uma sequência de instruções herdadas.
Estude. Trabalhe. Produza. Conquiste. Resista. Suporte.
E eu suportei.
Suportei tanto que transformei o peso em identidade.
Passei a admirar minhas cicatrizes mais do que minhas necessidades.
Confundi exaustão com virtude.
Confundi utilidade com valor.
Confundi sobrevivência com existência.
Fui o homem que carregava.
O homem que resolvia.
O homem que seguia.
O homem que sempre encontrava uma forma.
Mas ninguém me perguntou se eu ainda queria carregar aquilo tudo.
Nem eu.
Talvez porque algumas perguntas sejam perigosas demais.
Elas não derrubam apenas respostas.
Derrubam estruturas inteiras.
Então o abismo apareceu.
Não como um monstro.
Não como um inimigo.
Mas como um espelho.
E pela primeira vez percebi algo perturbador:
eu não estava com medo do abismo.
Estava com medo do que descobriria sobre mim ao olhar para dentro dele.
Porque durante anos me tornei especialista em observar o mundo.
Analisei sistemas.
Pessoas.
Comportamentos.
Estratégias.
Falhas.
Mas havia uma região inteira de mim que permanecia interditada.
Uma caverna onde escondi desejos.
Medos.
Raivas.
Carências.
Sonhos abandonados.
Partes de mim que não cabiam na narrativa do homem forte.
E quando aquela porta começou a abrir, tudo entrou em conflito.
A carreira.
Os relacionamentos.
As crenças.
A espiritualidade.
A identidade.
A própria ideia que eu tinha sobre quem era.
Descobri que saber meu nome não responde quem sou.
Saber meus gostos não responde quem sou.
Saber meus objetivos não responde quem sou.
Nem mesmo minhas conquistas respondem.
Porque existe um ponto da existência onde o currículo perde valor.
Onde a performance social perde força.
Onde os títulos deixam de explicar a alma.
E foi exatamente ali que me encontrei.
Ou talvez tenha sido exatamente ali que me perdi.
Ainda não sei.
Só sei que algo morreu.
Não fisicamente.
Mas simbolicamente.
Morreram versões de mim que eu jurava serem definitivas.
Morreram certezas.
Morreram personagens.
Morreram narrativas que me mantiveram funcional por anos.
E quando a poeira baixou, restou apenas o silêncio.
Um silêncio pesado.
Incômodo.
Sem promessas.
Sem aplausos.
Sem distrações.
Foi então que percebi que minha solidão não era ausência.
Era convocação.
Ela não queria me punir.
Queria conversar.
Queria que eu sentasse diante dela sem telefone, sem trabalho, sem justificativas e sem fuga.
Queria me apresentar a alguém que passei anos evitando.
Eu mesmo.
E essa conversa continua acontecendo.
Nem sempre de forma gentil.
Nem sempre de forma bonita.
Às vezes ela chega como revolta.
Às vezes como vergonha.
Às vezes como tristeza.
Às vezes como uma pergunta simples que destrói uma semana inteira:
"Se ninguém esperasse nada de você, quem você escolheria ser?"
Ainda não tenho a resposta.
Mas pela primeira vez parei de fingir que tenho.
Hoje compreendo algo que antes me ofendia:
a consciência tem um preço.
Toda visão ampliada dói.
Toda lucidez cobra.
Toda verdade exige espaço.
Porque enxergar não é ganhar conforto.
É perder ilusões.
E nenhuma ilusão abandona o palco sem resistência.
Por isso não escrevo esta carta como alguém que venceu.
Escrevo como alguém que despertou.
E despertar não é um momento glorioso.
É um processo brutal.
É perceber que algumas das grades eram feitas pelas próprias mãos.
É descobrir que parte do sofrimento vinha das correntes que chamávamos de identidade.
É admitir que certas escolhas eram abandono disfarçado de responsabilidade.
Hoje caminho sem muitas respostas.
Mas com menos mentiras.
E isso precisa bastar por enquanto.
Não sei exatamente quem me tornarei depois desta travessia.
Mas sei quem não consigo mais continuar sendo.
Talvez esse seja o verdadeiro começo.
Não a certeza.
Não a paz.
Não a iluminação.
Mas a coragem de permanecer acordado enquanto tudo aquilo que era falso desmorona.
E continuar olhando.
Mesmo quando o abismo devolve o olhar.

Sinceridade é meu jogo, não brinco de ilusão,
digo na cara, sem medo, sem enrolação.
Se minha verdade assusta, não é meu problema, não, quem foge do espelho,
não merece meu chão.
Quem fica, fica forte, com alma e coração,
sem máscara, sem mentira, só pura conexão.
Sou raio de clareza, luz que corta a escuridão,
quem entende meu brilho, ganha minha devoção. ✨

"Há quem prefira o calor da ilusão
ao frio da verdade.
Deixa-se enganar não por falta de visão,
mas por medo de enxergar demais.
Só que a mentira é chama frágil:
ilumina por instantes,
mas cedo ou tarde apaga,
e a escuridão cobra a conta."

Sonho e Ilusão


Sonho com um mundo melhor, onde crianças brinquem como crianças,
Que as pessoas trabalhem, lutem, vivam com esperança.
Sem roubos, violência, desastres e ganância.

Sonho em ver os pássaros livres, cantarolando suas melodias,
Em saber que todos têm comida para por na mesa ao meio-dia.
Que os jovens desfrutem da vida com grande sabedoria

Vejo alguns planejando suas viagens para Caribe, Itália e Japão.
Enquanto milhares tentam ir ao mercado comprar leite e pão.
Vivemos neste mundo desigual esquecendo que somos irmãos.

Um mendigo bate a nossa porta, pede comida e dizemos não.
Na manhã seguinte a comida que sobrou vai alimentar o cão.
Nosso semelhante é abandonado ficando sem casa e sem chão.

Vivo nesta utopia de achar que um dia teremos a emoção
De olha para o lado abraçar alguém e dizer “você é uma benção”
Isto tudo é um sonho, que mais parece uma grande ilusão