Ilumina minha Vida
A vida é como um romance, não é?! Está cheia de suspense. Você não faz idéia do que vai acontecer até virar a página...
A vida é feita de muitos erros e alguns acertos. Para chegar na resposta certa, no resultado esperado, vão ser muitas tentativas frustradas.
Se há um único conselho que eu possa dar a você, eu digo:
Faça o que você acredita que tem que ser feito, mesmo que contrarie os outros, mesmo que digam que está errado ou é impossível... siga o seu coração e durma certo de que se deu errado foi uma escolha sua.
Nós não precisamos de ajuda para cometer enganos... até porque só aprende quem arrisca, erra ou acerta.
Se a decisão não foi fruto de uma certeza sua, você nem saberá o motivo da falha.
Acredite, tudo o que você precisa saber esta dentro de você! Vá em frente!
Eu acredito que você pode e você?
Minha vida é movida por pura poesia, palavras que rimam, amigos parceiros, família que amo e DEUS que fortalece a cada DIA!
Aquele que se deixa prender por uma única alegria, rasga as asas da vida. Aquele que beija a alegria enquanto ela voa, vive no amanhecer da eternidade.
As grandes épocas de nossa vida são aquelas em que temos a coragem de rebatizar nosso lado mau de nosso lado melhor
A bola no pé e o skate no chão,
música no ouvido e dedos no violão.
A vida é assim: Uma imensa atração.
É caindo no abismo que recuperamos os tesouros da vida. Onde você tropeçar, aí reside o seu tesouro.
Não quero reconhecimento nesta vida e nem depois da morte. Caso exista alguém que tenha sido favorecido por alguma das minhas boas ações, estarei feliz.
O cálice da vida estava envenenado para sempre e, o coração feliz e alegre, nada via em torno de mim senão uma treva densa e terrível, que nenhuma luz penetrava...
"Declare guerra a quem finge te amar, declare guerra
A vida anda ruim na aldeia, chega de passar
A mão na cabeça de quem te sacaneia..."
Estou entediada! Não aguento mais essa vida "idiota" com essas pessoas sem graça. É, realmente eu preciso de você aqui do meu lado.
Para que minha vida me bastasse, precisava dar seu lugar à literatura. Em minha adolescência e minha primeira juventude, minha vocação fora sincera mas vazia; limitava-me a declarar: "Quero ser uma escritora". Tratava-se agora de encontrar o que desejava escrever e ver em que medida o poderia fazer: tratava-se de escrever. Isso me tomou tempo. Eu jurara a mim mesma, outrora, terminar com vinte e dois anos a grande obra em que diria tudo; e tinha já trinta anos quando iniciei o meu primeiro romance publicado, A convidada. Na minha família e entre minhas amigas de infância, murmurava-se que eu não daria nada. Meu pai agastava-se: "Se tem alguma coisa dentro de si, que o ponha para fora". Eu não me impacientava. Tirar do nada e de si mesma um primeiro livro que, custe o que custar, fique em pé, era empresa, bem o sabia, exigente de numerosíssimas experiências, erros, trabalho e tempo, a não ser em virtude de um conjunto excepcional de circunstâncias favoráveis. Escrever é um ofício, dizia-me, que se aprende escrevendo. Assim mesmo dez anos é muito e durante esse período rabisquei muito papel. Não creio que minha inexperiência baste para explicar um malogro tão perseverante. Não era muito mais esperta quando iniciei A convidada. Cumpre admitir que encontrei então "um assunto" quando antes nada tinha a dizer? Mas há sempre o mundo em derredor; que significa esse nada? Em que circunstâncias, por que, como as coisas se revelam como devendo ser ditas?
A literatura aparece quando alguma coisa na vida se desregra; para escrever - bem o mostrou Blanchot no paradoxo de Aytré - a primeira condição está em que a realidade deixe de ser natural; somente então a gente é capaz de vê-la e de mostrá-la.
