Igreja
O diabo reconhece que, se destruir a família, consegue a decadência da nação, do estado, da sociedade e da igreja.
A instituição chamada família deve preservar a unidade, educação, responsabilidades, deveres e propósitos mais elevados e duradouros, quando se trata de falar sobre a família de Deus, a igreja.
Deus é tão bom que ainda está dando tempo para os homens pecadores se arrependerem e os cristãos infiéis voltem à comunhão de Sua igreja, arrependidos e santificados.
"Gente se diz de Deus, escreve citações bíblicas em redes sociais, e até em camisetas; mas tem atitudes que não condiz.
Sabe porque eu não vou a sua igreja?
- Porque eu não quero a sua vida!"
Haredita Angel
04.01.18
Uma coisa que detesto e vejo nas igrejas é quando dizem "vire para a pessoa que está do teu lado", ESTÁ ERRADO!!!. Igreja é lugar para buscar adorar à Deus, não é clube de auto-ajuda, não é pra ficar dando a mão e nem olhando pro irmão, correndo o risco de paquera e adultério.
João Batista deixou bem claro que Jesus batizaria com Espírito Santo para os salvos e com fogo para condenação. O fogo é para a condenação, queimará a palha com fogo eterno. Cantam na igreja: "me incendeia", "manda fogo", "fogo consumidor", "deixa queimar", ESTÁ ERRADO!!!
Até o fim dos anos 90 era inaceitável cristão ir em psicólogo e, pastor ou irmão que fosse psicólogo era visto com maus olhos, a igreja defendia que ir atrás de auxílio humano em doenças da alma/espírito era resistir e tornar ineficaz a ação do Espírito Santo e de Jesus Cristo.
Quanto maior a conversão de almas, elas se tornarão despertas para a Verdade e recusarão viver o falso evangelho.
Quando nasce de novo, a pessoa nega a si mesma, não faz sentido trazer o que gostava no mundo para dentro da igreja. A pessoa que nasceu de novo não vai ouvir Heavy Metal e Samba. O samba em si é pagão e pra dançar. É aceitável tocar ritmos do mundo num evangelismo fora do culto.
A questão não é machismo e nem busca de igualdade. A questão é que o Apóstolo Paulo orientou que na igreja as mulheres permaneçam caladas. As igrejas tem que seguir isso que está no Novo Testamento ou ir contra a Bíblia (igrejas modernas e líderes rebeldes vão contra).
Em todas as religiões o jejum é recomendado que se faça com alegria e que não te cause desconforto, e se você estiver doente, for idoso, se sua alimentação é muito modesta ou você desempenha um trabalho muito intenso, o jejum é proibido.
Em muitos mosteiros e conventos que comem carne a semana toda, em todas as sextas-feiras a carne vermelha é substituída por ovo ou peixe, mas não se faz jejum como a maioria das pessoas pensam que eles fazem.
A melhor recomendação de jejum que li na minha vida foi escrita pela Santa Teresinha do Menino Jesus (a Padroeira das Missões), que mesmo dentro da clausura carmelita nunca fez nenhum jejum.
Reflitam, e se vocês acharem este texto valioso, peço que passem adiante.
"Primaveras da Pastoral"
Do Alto do Turi é a maior,
és radiosa e formosa cidade,
das alegres Festas Juninas
és Terra de Prosperidade
vencedora da tempestade.
São sessenta primaveras
da Pastoral protegida
Por St° Antônio e o Menino
que é o padroeiro elegido.
É Terra do Progresso,
do inesquecível Muiraquitã
E repleta de esperança
de quem ama e não se cansa.
São sessenta primaveras
para toda a gente festejar
ver a Lua brilhar, o Sol raiar,
o dom da vida celebrar
e para muitos vir a inspirar.
O teu nome Zé Doca
sempre faz o povo cantar
E a sua fé faz o coração
diante de Deus ajoelhar.
A tua fé Zé Doca
sempre faz todos acordar
O teu nome é música
para o coração cantar.
São sessenta primaveras
por São João XIII
e São João Paulo II
inteiramente consentidas,
e as que estão porvir
serão ainda mais benditas.
(Homenagem aos 60 anos da Diocese de Zé Doca, Maranhão, Brasil).
Um cardeal indagou ao Papa se algum dia destituiria a Cúria Romana, ele prontamente respondeu: clero!
Talvez uma gargalhada num velório seja mais honesta que um choro numa pregação religiosa.
A emoção verdadeira não obedece a protocolos, nem respeita o “ambiente adequado”.
Às vezes, a lembrança engraçada do falecido invade a mente, e rir é inevitável — e profundamente humano.
Não é desrespeito, é sinceridade.
Por outro lado, há lágrimas que escorrem, não pelo peso da fé ou do arrependimento, mas pelo constrangimento social de parecer frio.
Chora-se porque os outros choram, porque a expectativa exige um rosto molhado.
A verdade é que autenticidade não se mede pelo cenário: pode haver mais vida em uma risada fora de hora do que em mil prantos ensaiados.
O coração não conhece etiquetas — e, quando tenta segui-las, quase sempre mente.
Grande parte da escravatura negra no Brasil é uma falácia. Pois a escravidão é a prática social em que um ser humano assume direitos de propriedade sobre outro. Se para a Igreja da época, os negros não tinham almas, por que agora falar em escravidão. Houve sim, um movimento caracterizado como tração animal negra para o cultivo, cria e produção colonial pois os mesmos eram inventariados como os animais e tratados como se fossem. A verdadeira historia do Brasil, ainda deve ser escrita sob os olhos negros e não romanceado pela indulgente e amenizada educação européia.
As jóias de crioula produzidas no período escravocrata brasileiro dos séculos XVIII e XIX, tem por confecção e acabamento quase formas de artesanato e de forjaria de ferreiros, já que eram produzidas pelos escravos de ganho. Isto explica a simplicidade das formas e a repetição dos elementos, que não resultavam das técnicas da joalheria européia da época, aprimoradas dos prateiros e oficiais ourives portugueses. Em sua grande parte são de pratas, algumas com vermeil combinadas a elementos naturais de adorno, como o coral baiano, a casca do coco, o jacarandá, o marfim de diversos tipos de animais e o casco de tartaruga. O ouro quando aparece costuma ser de baixo teor e sobretudo em pequena quantidade, como detalhe.
Todo irmão maçom praticante que se diz católico praticante, infelizmente não é nenhuma coisa nem outra.
