Idiotas

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”Por que a facilidade (de ALGUNS) em identificar idiotas, burros, vermes, decadentes e assemelhados NOS OUTROS, só nos outros? Por quê?”
Frase Minha 0011, Criada no Ano 2006

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Idiotas também se formam.
Idiotas também trabalham.
Mas o preguiçoso é o único
idiotaque não faz nada.

0011 ”Alguns têm facilidade de identificar idiotas, burros, vermes e semelhantes, nos outros, só nos outros. Por quê? Alguém sabe?”

O Idiota


Idiota é quem cospe na mão que lhe estende a verdade.
Orgulha-se da própria cegueira e chama isso de opinião.
Ignorância por escolha.
Teimosia por vaidade.
E ainda acha que o problema é o mundo.


Marcio Melo

”Por que a facilidade (de ALGUNS) em identificar idiotas, burros, vermes, decadentes e assemelhados NOS OUTROS, só nos outros? Por quê?”


Texto Meu 0011
🤔

"Aquele escritor e jornalista, que tinha hábito de considerar quase todos 'idiotas', certamente não se incluía na Lista dos Idiotas que citava. Geralmente é assim!"


TextoMeu 1213
🗞️

Se o mundo não tivesse dado voz aos idiotas a pretexto de descobri-los, talvez não veríamos tantos inteligentes flertando com a estupidez.

Malandro é o diabo que pegou as almas dos Idiotas para salvar o país, agora está tentando vendê-lo para se salvar.

⁠Enquanto os idiotas da Esquerda e da Direita se digladiam, o encardido aplaude a agressividade cobrada pela medonha distração coletiva.


Porque enquanto imbecis se digladiam na arena da vaidade, convencidos de que lutam por ideias, quando, na verdade, brigam por espelhos, o encardido sutilmente se acomoda na arquibancada polarizada.


Não precisa sujar as mãos: a agressividade já foi terceirizada, cobrada como ingresso para o espetáculo da medonha distração coletiva.


O ódio vira método, o grito vira argumento, e a escuta é tratada como traição.


Cada lado acredita combater o mal absoluto, sem perceber que, ao demonizar — e até desumanizar — o outro, alimenta exatamente aquilo que diz enfrentar.


A distração é tão eficiente que ninguém nota o assalto tão silencioso quanto medonho: enquanto os punhos se levantam, a consciência abaixa a guarda.


O encardido não cria o caos — ele só o administra.


Aplaude quando a raiva substitui o pensamento crítico, quando a identidade vira trincheira e a complexidade é condenada como fraqueza.


Seu aplauso é mudo, mas constante, porque toda vez que alguém prefere ferir a compreender, o trabalho está feito.


Talvez a verdadeira resistência não esteja em escolher um lado mais barulhento, mas em recusar a coreografia do ódio.


Em interromper o aplauso invisível com um gesto raro e subversivo: silêncio para pensar, coragem para escutar, humanidade para discordar sem destruir.


Se a distração acaba, o espetáculo perde público — e o encardido, enfim, deixa de sorrir.


Quando nada mais conseguir nos distrair — senão pensar com a nossa própria cabeça — os inquilinos de mentes não encontrarão tantas cabeças disponíveis e dispostas a retroalimentar essa polarização medonha.

O político influencer tem o direito de considerar idiotas seus asseclas apaixonados, mas não mais que ele.⁠

⁠Por mais que haja bons cafés para torrar, acredite, os idiotas sempre vão preferir torrar a sua paciência.

⁠As “orações” alicerçadas no ódio dos Idiotas Apaixonados da Esquerda — ou Direita — não alcançam os céus.


Porque não são preces, são disfarces.


Não nascem da humildade, mas da soberba travestida de virtude.


São palavras lançadas ao alto com a pretensão de parecerem justas, quando, na verdade, carregam o peso da condenação seletiva e do desejo íntimo de ver o outro ruir.


Há algo de profundamente contraditório em pedir por justiça enquanto se cultiva o desprezo.


Em clamar por um mundo melhor enquanto se alimenta, diariamente, a pior versão de si mesmo.


O ódio, ainda que bem articulado, não purifica intenções — apenas as revela.


Os apaixonados pela própria narrativa confundem fé com torcida.


Transformam convicções em trincheiras e passam a rezar não por transformação, mas por confirmação.


Querem um céu que concorde até com seus piores ressentimentos, um divino que valide seus desafetos, uma moral que funcione como espelho — nunca como confronto.


Mas o que é verdadeiro não ecoa em gritos raivosos.


O que é elevado não se sustenta em paixões cegas.


E nenhuma palavra carregada de desprezo atravessa o silêncio que separa o ruído humano daquilo que, de fato, exige escuta interior.


Talvez o problema não esteja nas palavras ditas, mas naquilo que as sustenta.


Porque toda oração, antes de subir, precisa ser capaz de descer — ao ponto mais honesto de quem a pronuncia.


E ali, onde não há plateia nem aplauso, o ódio perde a eloquência… e a verdade, enfim, encontra espaço para existir.

Não há mulher abaixo ou acima do peso, fora do padrão, que macho idiota algum foi autorizado a impor ou validar.


A verdade é que o “padrão” nunca foi sobre beleza — sempre foi sobre controle.


Um molde invisível, moldado por olhares apressados e opiniões rasas, que tenta enquadrar o que é, por natureza, múltiplo, diverso e indomável.


O corpo feminino, ao longo do tempo, foi tratado como território público, sujeito a julgamentos, comparações e sentenças proferidas por quem jamais foi convidado a opinar.


Mas quem define o que é excesso ou escassez?


Quem mede o valor de um corpo como se fosse mercadoria em prateleira?


Há uma arrogância silenciosa em acreditar que se pode nomear o outro — como se a experiência de existir coubesse em números, curvas ou expectativas alheias.


Cada corpo carrega histórias que não se veem.


Cicatrizes que não se explicam.


Forças que não se medem.


Reduzir uma mulher a um “padrão” é ignorar a complexidade de tudo que ela é — e, mais ainda, de tudo que ela enfrentou para ser.


Talvez o verdadeiro desvio não esteja nos corpos que fogem às regras fabricadas, mas na necessidade insistente de sustentá-las para aquilo que nunca precisou delas.


Porque quando se tenta encaixar a diversidade em moldes estreitos, o que se revela não é um erro na forma — mas na visão de quem observa.


E, no fim, a pergunta que fica não é sobre quem está fora do padrão inventado… mas sobre por que ainda insistimos em padrões que não servem a ninguém, a não ser ao ego frágil de quem precisa sustentá-los para se sentir maior.⁠

⁠Tão medonho quanto um país virar palco de criminosos idiotas que produzem uma enxurrada de provas contra eles mesmos, é a enxurrada de idiotas que insistem em defendê-los.


Há algo de profundamente perturbador nesse duplo espetáculo: de um lado, a banalidade quase caricata do erro — indivíduos que, por vaidade, imprudência ou pura incapacidade, se expõem de maneira tão escancarada que dispensam qualquer esforço investigativo mais sofisticado.


De outro lado, a obstinação coletiva de quem, mesmo diante do óbvio, escolhe não ver.


Não por falta de informação, mas por excesso de apego.


Porque, no fundo, não se trata apenas de ignorância.


Trata-se de identidade.


Quando a defesa de alguém — ou de um grupo — deixa de ser uma avaliação racional e passa a funcionar como extensão do próprio eu, qualquer evidência contrária deixa de ser um dado e passa a ser uma ameaça.


E ameaças, como se sabe, quase sempre não são analisadas: são repelidas.


O mais inquietante é perceber como essa dinâmica corrói lentamente o tecido do debate público.


A verdade deixa de ter valor intrínseco; torna-se negociável, moldável, descartável…


O que importa não é mais o que aconteceu, mas quem está contando a história — e, sobretudo, de que lado se está.


Nesse cenário, fatos perdem para narrativas, e a realidade vira apenas mais um campo de disputa simbólica.


Cria-se, assim, um ciclo perverso.


Quanto mais absurdos os atos, mais fervorosa precisa ser a defesa.


E quanto mais fervorosa a defesa, mais imune à realidade ela se torna.


O grotesco deixa de causar estranhamento e passa a ser absorvido como rotina.


A indignação seletiva substitui a coerência, e o julgamento crítico cede lugar à lealdade cega.


Talvez o verdadeiro problema não seja apenas a existência de criminosos ineptos, mas a naturalização de um ambiente no qual a estupidez — tanto na ação quanto na defesa — deixa de ser um desvio e passa a ser parte do jogo.


Um jogo em que perder o senso de realidade já não é visto como derrota, mas como prova de fidelidade.


E, nesse ponto, o que deveria ser mais alarmante não é o erro de quem se expõe, mas o silêncio — ou pior, o aplauso — de quem escolhe continuar olhando para aquilo tudo e ainda chamar de virtude.

Hoje em dia as pessoas dizem "Eu te amo" pra qualquer idiota, e ainda tem gente que acredita.

Inserida por rayllonne

Não sou idiota, só gosto de fazer os outros sorrir, mas acho que você é idiota demais para perceber isso.

Inserida por RamyresMinaj

E eu boba...fico inventando qualquer assunto idiota pra te mandar uma mensagem, só pra acalmar meu coração e difarçar meu amor!

Inserida por siocardoso

Existe uma linha tênue entre ser sociável, ser político e ser idiota.

Inserida por Caminhando

(Crença perdida)


Não sejas idiota
não sejas tolo
você diz que sabe tudo mas chutou a maior conquista
que deveria ser a mais bela conquista de todas as conquistas
você fala que o mundo é feito do maú e que o mundo é feio
mas você estar nele,e com ele faz um eló
você não compreende o que é amor porque cuspiu no prato que ontem comeu
viu a tempestade cair sobre seu telhado,e guardou na memôria esse dia de horror
o sol nasceu denovo em um brilho profundo
o diluvél é preciso para depois brotar a flor
você não viu a primavera
porque só pensava nas nuvens carregadas
não pediu a Deus para te guiar
porque não acreditava nas forças do bem
não quis tentar
e abandonou a si mesmo sem berceber a razão porque estava aqui

Inserida por tudoazul

De gente idiota quero 100 km de distância e de gente falsa quero que, de preferência, more do outro lado mundo.

Inserida por Viviianee