Ideia de Estado

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Talvez muita gente tenha uma ideia prévia de mim.
Eu também sou assim.
Previamente olho para mim mesma,
para saber quem eu sou agora.
​O tempo todo eu me acho uma casa
que precisa estar sendo reformada,
todo dia por dentro.
​Um dia eu já fui um quarto sem luz, sem vento.
Hoje, eu já não sou assim!
​Quem me conhece no passado
precisa saber mais de mim.
​Nildinha Freitas

Quando suplantamos a ideia: Observe a ação não o que se fala, pois até papagaio fala.
Fica claro e evidente que a palavra tem muito mais poder que a ação, caso contrário não necessitaria ser falada diversas vezes.

A ideia de CEO é além do percebido, é uma postura estratégica e rápida para a solução de um conflito.

Retroativos congelados na Pandemia... Estratégia "excelente* para persuadir a ideia de recuperação do não concedido pelo outro partido. Bela tacada.

... não se realiza
o bem, seja por vaga imposição,
seja pela ideia de, mesmo que tardiamente,
sermos lembrados - pois não há como
exigir,nem sequer exaltar aquilo
que nascecomo natural
expressão do que
somos!

⁠Não fosse a ideia tão medonha de pejorativar, talvez feminilizar fosse a maneira mais carinhosa e poética de elogiar alguém.


Mas a linguagem, como espelho imperfeito da sociedade, carrega em si os vícios de quem a molda.


O que poderia ser sinônimo de sensibilidade, delicadeza, intuição e força silenciosa acabou sendo distorcido, reduzido a uma tentativa de diminuir, de enfraquecer e de ferir.


Como se o feminino fosse, por si só, algo menor — quando, na verdade, é origem, é sustento, é reinvenção constante.


Feminilizar alguém, em sua essência mais pura, poderia ser reconhecer sua capacidade de sentir o mundo para muito além da superfície.


Seria destacar a habilidade de acolher, de perceber nuances, de transformar dureza em cuidado e caos em significado.


Seria elogiar a coragem de ser vulnerável em um mundo que confunde rigidez com força.


Mas vivemos tempos em que o elogio é frequentemente travestido de ataque, e o que deveria ser exaltação vira ofensa.


Não porque as palavras sejam ruins, mas porque os valores por trás delas ainda estão desalinhados.


A sociedade que teme o feminino — seja em corpos, gestos ou ideias — é a mesma que ainda não aprendeu a lidar com sua própria complexidade.


Talvez o problema nunca tenha sido feminilizar, mas o medo profundo de reconhecer o valor daquilo que foi historicamente silenciado.


Porque, no fundo, elogiar alguém aproximando-o do feminino exigiria admitir que há beleza naquilo que insistiram em chamar de fraqueza.


E isso, para muitos, infelizmente ainda é revolucionário demais.

Não tens ideia que a poesia
desta cidade é muito maior
do que a minha poesia,
que talvez não tenha sido lida.


O Sol ainda vibrante anuncia
no Médio Vale do Itajaí
que Rodeio entrará em festa,
por gratidão à terra erguida
com dedicação e amor.


Só sei que o Sol iluminando
enfeita e veste com alegria,
quem sabe apreciar a visão
do nosso Pico do Montanhão.


Com encanto o coração
agradece os sons, o silêncio
e o sino da Igreja Matriz
São Francisco de Assis
que juntos fazem a orquestra
que abençoa o nosso chão,
e faz recordar a tradição.

Caiçuma bem feita
na beirinha do rio
adoça a palavra,
sempre distrai a ideia
e a atitude destrava,
Funciona tão bem
quanto reza brava.

A ideia é remir o tempo, ou seja, não desperdiçar os momentos que Deus nos confia. É viver com propósito, escolhendo o que edifica, o que aproxima do Senhor e o que gera frutos eternos. Miriamleal

⁠Os Inteligentes mudam de ideia o tempo todo, os que Fingem ser, morrem agarrados a ideias que nem deles são.


Mudar de ideia não é sinal de fraqueza; muitas vezes, é a prova mais evidente de que alguém ainda está pensando.


Só quem se permite confrontar as próprias certezas consegue perceber quando uma convicção deixou de ser fruto da reflexão e passou a ser apenas apego.


Há quem confunda inteligência com a capacidade de ter sempre uma resposta pronta.


Mas inteligência também é saber dizer: “eu estava errado”, “não sei” ou “nunca tinha pensado por esse ângulo”.


O pensamento vivo não se sente humilhado diante de um argumento melhor; ele se sente provocado por ele.


O problema começa quando a opinião deixa de ser uma conclusão e passa a ser uma identidade.


A partir daí, qualquer questionamento parece uma agressão pessoal.


A pessoa já não defende uma ideia porque acredita nela; acredita nela porque precisa defendê-la.


E, nesse processo, pouco importa se a ideia nasceu de sua própria experiência, se foi examinada com cuidado ou simplesmente herdada de alguém que ela admira.


É curioso como alguns se orgulham de nunca mudar de opinião, como se a imobilidade fosse uma medalha de inteligência.


Não percebem que permanecer eternamente no mesmo lugar pode significar apenas que nunca tiveram coragem de recalcular a rota, de revisar o caminho.


Pensar por conta própria exige um tipo desconfortável de liberdade: a liberdade de discordar de quem admiramos, de abandonar aquilo que já defendemos publicamente e, sobretudo, de reconhecer que nossas certezas também podem estar erradas.


No fim, talvez a diferença entre quem pensa e quem apenas repete não esteja na quantidade de opiniões que possui, mas na disposição de submetê-las ao próprio julgamento.


Porque ideias não deveriam ser correntes.


Deveriam ser ferramentas.


E quem realmente pensa não teme trocar uma ferramenta quando percebe que ela já não serve.

⁠Sem fazer ideia de que
sou loucura de capturar
o ar e que de mim não
saberá mais regressar.

Plácida é a armadilha
do destino para deixar
os dois de joelhos,
virei ocupação perene:
de todos os teus desejos.

Sem notar o meu alto
grau de atenção,
sorrateiro e seduzindo
vens o tempo inteiro.

Desde o dia em que
você decidiu aparecer
no meu caminho,
Sem colocar poesia em tudo:
nada mais tem feito sentido.

⁠Não faço a menor
ideia se o amor
ainda está previsto
no meu destino,
Apreciando a copa
de um belo Angico
assumo mesmo
que tenho obstinação
de pôr romantismo
em tudo em nome
do sonho neste mundo
que por hábito vive
flertando com o absurdo.

É exatamente quando você não faz a menor ideia de para onde ir e se vê no fim das suas próprias estratégias, que a Graça te encontra e convida à rendição. É no reconhecimento da sua fraqueza que você, enfim, ancora onde precisa estar: no centro da vontade de Deus.

O que me inquieta não é a ideia de morrer, é a ideia de não entender.


do livro "Maturidade Consciente"

A realidade é uma ideia, nós a compreendemos ao senti-la. As palavras só podem definir, quando tudo é o infinito. A Verdade é a imaginação, pois além de nós está Deus e o que vemos é o que nós somos. Nunca a visão será suficiente para contentar a nossa sede de saber.

Deus não é uma ideia, é um sentimento.

O ateísmo é levar à sério demais a ideia de Deus.

Para quem já perdeu quase tudo, é insuportável a ideia ou a realidade de que perdeu novamente. Eu não sei perder pessoas. Eu não aguento mais perder pessoas! Ah Deus!

Maridos e mulheres, amem uns aos outros.


Essa ideia aparece na Bíblia, por exemplo:


Efésios 5:25 – “Maridos, amem suas mulheres…”


Efésios 5:33 – “Cada um de vocês ame a sua esposa como a si mesmo, e a esposa respeite o marido.”


Quando a atenção se perde, o amor pede cuidado


Em muitos relacionamentos, o tempo, o cansaço, as preocupações e as rotinas acabam roubando algo essencial: a atenção mútua. Há lares em que as mulheres, sobrecarregadas ou emocionalmente distantes, deixam de oferecer atenção aos seus maridos. Em outros, são os maridos que, por acomodação, distrações ou falta de sensibilidade, deixam de cuidar emocionalmente de suas esposas. Em ambos os casos, o resultado é o mesmo: corações solitários dentro de um relacionamento.


A atenção é uma forma silenciosa de amor. Ouvir, perguntar, demonstrar interesse, tocar, estar presente — tudo isso comunica valor. Quando essa atenção falta, surgem a frustração, o ressentimento e o distanciamento emocional. Muitas vezes, não é a falta de amor que causa o problema, mas a falta de demonstração dele.


É importante lembrar que o casamento é uma via de mão dupla. Nenhum dos dois deve carregar sozinho a responsabilidade de manter o vínculo vivo. Mulheres precisam se lembrar de que seus maridos também necessitam de carinho, reconhecimento e respeito. Homens precisam compreender que suas esposas precisam de atenção, cuidado emocional e presença verdadeira, não apenas provisão material.


Restaurar a atenção começa com humildade: reconhecer falhas, pedir perdão e decidir mudar atitudes. Começa também com diálogo sincero, sem acusações, onde ambos possam expressar suas necessidades e sentimentos. Amar é uma escolha diária, demonstrada em gestos simples e constantes.


Quando marido e mulher decidem novamente se olhar, se ouvir e se priorizar, o relacionamento encontra espaço para ser curado. Afinal, o amor não sobrevive apenas de promessas feitas no passado, mas de cuidados praticados no presente.

A solidão não é vazio quando o absoluto permanece. É ali, entre você e Deus, que a ideia de insuficiência deixa de existir.