Ideia
A vida é dolorosa e confusa. Se torna complicada nas piores alturas e, às vezes, você não tem idéia de onde ir ou o que fazer. Muitas vezes, as pessoas simplesmente se perdem, caindo num enorme abismo a céu aberto. Mas é por isso que temos que continuar tentando. Nós temos que passar por tudo o que nos fere, trabalhar além de todas as memórias que estão nos assombrando. Às vezes, as coisas que nos ferem são as coisas que nos tornam mais fortes. Uma vida sem experiência, na minha opinião, não é vida alguma. E é por isso que digo a todos, mesmo quando dói, nunca se impeça de viver.
Eu tenho muitos deuses, sou politeísta. Eu vejo que as pessoas tem uma ideia muito de gente de deus. 'Deus é fiel'. Fiel? Fiel é um adjetivo que fizeram pra gente, deus não cabe em um adjetivo que fizeram pra gente
Perdida a ideia duma verdade universal sobre o bem, cognoscível pela razão humana, mudou também inevitavelmente a concepção de consciência: esta deixa de ser considerada na sua realidade original, ou seja, como um acto da inteligência da pessoa, a quem cabe aplicar o conhecimento universal do bem a uma determinada situação e exprimir assim um juízo sobre a conduta justa a ter aqui e agora; tende-se a conceder à consciência do indivíduo o privilégio de estabelecer autonomamente os critérios do bem e do mal, e de agir em consequência. Esta visão identifica-se com uma ética individualista, na qual cada um se vê confrontado com a sua verdade,diferente da verdade dos outros.
A ideia de se ver como um ser humano imperfeito surge da idéia de acreditar que você não é perfeito. Quando na verdade, você é Deus em Ação.
Não exitem argumentos válidos , a minha ideia sobre o mundo partiu de um princípio errado que você talvez possa não entender.
A dimensão do amor de Deus por nós…
Se tivéssemos a mais pálida ideia da extensão do amor de Deus por nós, com toda certeza, nossa vida seria bem mais feliz e muita coisa desagradável seria evitada.
Infelizmente, como seres céticos que somos, pois a nossa fé ainda é muito vacilante, somos imediatistas e o que pedimos a Deus queremos que se realize de qualquer jeito. E ainda ficamos com raiva quando não somos atendidos. Não entendemos porque não nos ouviu os pedidos, em sua grande maioria totalmente absurdos e sem sentido, que solicitamos insistentemente.
Ainda bem que Ele não concede tudo aquilo que reivindicamos, que no nosso entender parece justo, mas que no fundo seria um mal, se atendido fosse.
Depois de receber tantas benesses pelas mãos misericordiosas do Pai, ainda é muito grande o números de pessoas agnósticas ou que dizem de maneira pró forma que n’Ele creem.
Bem-aventurados aqueles que não precisam de milagres fabulosos para acreditarem no amor de Deus por nós.
Tristes, muito desolador, aquelas pessoas que necessitam de fenômenos externos para Nele crerem. A sua misericórdia e o seu amor infinito manifestam-se diariamente, por que não dizer, a todo instante, através de pequenas mas grandiosas coisas e o nosso orgulho e vaidade exacerbados não nos permite reconhecer e enxergar o quão Deus é pura bondade e perfeição.
Muita gente acha que precisa de templos e cultos de adoração a Ele, de que adianta tanta ostentação se a teoria é grande, as demonstrações enormes mas a prática é zero? Se quase todos daqueles que se dizem seus adoradores, são possuidores de uma fé vacilante e se preocupam exclusivamente em manter apenas as aparências? Não sou santa, espírito puro, porém o que mais vejo por aí são pessoas filiadas a instituições religiosas, integrantes de seus quadros de participantes, que realizam belíssimos sermões quando encontram-se em uma tribuna, e ao sair dali nada exemplificam do que acabaram de pregar.
Não, Deus não quer isso. O que Ele quer é que tenhamos uma fé sólida, nunca duvidemos da sua assistência amorável junto a cada um de nós, independente de cultos suntuosos em sua homenagem.
O que muita gente esquece é que Ele tudo sabe, penetra no âmago dos corações de suas criaturas e de nada adianta querer ludibria-lo porque Ele sabe o que se passa no íntimo de cada um.
Deus demonstra o seu amor a nós de várias maneiras. Se formos atentos, perceberemos claramente nos pequenos detalhes que passam despercebidos no nosso cotidiano.
Ele ajuda as criaturas através das próprias criaturas. Muitas vezes colocando alguém na nossa vida e por meio dessa pessoa recebemos a ajuda que necessitamos, e cegos que somos frente às coisas espirituais, rendemos todas as homenagens possíveis e imagináveis aquele (a) que nos ajudou, esquecidos do infinito amor de Deus por nós, outras vezes somos intruídos a procurar alguém ou fazer algo que nos leva a receber o socorro que precisamos. E quando isso acontece dizemos: Que pessoa maravilhosa que me ajudou! Como recebo boas intuições! É necessário que saiamos do estado letárgico em que nos encontramos, despertemos a fé adormecida em nós e compreendamos que tudo que nos acontece de bom, o único autor é Deus, as pessoas são apenas instrumentos usados por Ele.
O orgulho e a vaidade fazem com que nos tornemos indiferentes, com a fé esmaecida, achando que tudo de melhor provém de nós mesmos. Óbvio que quando nos tornamos pessoas esclarecidas a respeito das coisas espirituais, contribuímos muito para que tudo conspire de uma forma mais favorável para nós, contudo sem esquecer da misericórdia divina sempre atuando a nosso favor.
Sejamos, pois, mais conscientes e confiantes da dimensão do infinito amor de Deus por nós.
ASSIM É QUE É BOM
Comer apressado um churrasco mal passado;
Uma ideia entre amigos com vaquinha magra.
Pedaços contados, porções marcadas,
E atentamente vigiadas;
Assim é que é bom!
Levantar cedo, mesmo assim se está atrasado;
Vestir as roupas às avessas...
Na pressa se veste cuecas por cima das calças;
Calçar sapatos com pé para o mato;
Meias de cores diferentes, de pé trocado;
Assim é que é bom!
Vestir a calça apertada muito ligeiro:
Fechar o zíper na pele errada;
Perder mais tempo, pois é difícil a decisão,
E nem se tem a coragem de puxá-lo,
Nem para cima e nem para baixo.
Assim é que é bom!
Tomar café apressado que de tão quente fumaça,
Deixa o copo trincado;
Num gole só, se manda para dentro,
Pois, se está no limite do tempo,
Só ai se sente, que se fez a coisa errada,
Depois de se ter a língua queimada.
Assim é que é bom!
Pegar um trânsito engarrafado,
Chegar no serviço atrasado...
Encontrar o chefe na porta plantado,
Balançando o pé e a cabeça
E confirmando o que já se sabe.
Assim é que é bom!
Enfim, todo mundo passa por isso:
Não tem escolhidos;
Não se têm melhores...
Em situação de gafes, micos e embaraços.
A vida continua aos trancos e barrancos.
Num dia acontece de tudo,
N'outro não acontece nada.
Assim é a vida, é com a gente, é com o mundo.
Assim é que é bom!
No Brasil é assim: Quanto menos você entende uma idéia, mais se sente inclinado a falar do autor dela num tom de infinito desprezo, para dar a si mesmo a impressão de que a incapacidade de compreender é um tipo de superioridade.
Após uma desavença e disputa pessoal entre uma mulher e um homem, uma parte sofre mais com a ideia de ter magoado a outra; enquanto esta sofre mais com a ideia de não ter magoado o outro o bastante, e por isso se empenha depois, com lágrimas, soluços e caras feias, em lhe amargurar o coração.
Eu amo amar a ideia do amor ideal que urdi em você. Se você não atrapalhar, acho que vou dar certo comigo mesmo.
Enquanto ela diz que eu estou em um lugar especial no coração dela, ela não faz ideia de que em meu coração, já não existe espaço, pois em todos os cantinhos só há de existir ela
O tempo não cura nada. Ele só te acostuma com a ideia de que algumas coisas estão mudando e você deve aceitá-las.
Ninguém vive de ausências,
Não sei quem inventou essa ideia,
De que é preciso perder para sentir falta?
A gente se alimenta de presença,
De gente PRESENTE.
Não há relação que sobreviva a indiferença de sentimentos.
Se quer ir, vá...
Mas arrependimento, essa palavra de 14 letras,
Não será o motivo de ter de volta.
Sem querer
Vou dizer bem a verdade: eu já tinha aposentado a ideia de me apaixonar novamente. Até mesmo porque sempre parecia ser cedo demais. Não importa quanto tempo já havia passado desde a última vez. A dor causada fazia parecer tão recente… Por isso, eu abri mão dessa história de paixões e amores. Pelo menos por um (bom) tempo, não queria nada disso pra mim.
Meu coração estava “de férias”. Sem querer nada com nada. Sem preocupações. Sem hora. Sem compromissos. Sem dono. Aproveitando aquele período de liberdade e libertinagem. Vadio, solto e inconsequente. E, enquanto perambulava por aí, esbarrou no seu, igualmente perdido.
Não se viram, realmente, de primeira. Não se reconheceram como semelhantes. Não notaram que tinham cicatrizes causadas por motivos parecidos. E eu, que achava que tinha tudo sob controle, não vi mal algum nesse encontro. “Tá tudo bem. Não vai acontecer nada. Ainda é cedo para isso”. Ingênua, eu.
Achei que meu coração tivesse aprendido a lição junto comigo, mas o danado deve ter memória curta e se pôs a correr na minha frente. Foi se afundando na sua novidade. Nas descobertas de você e suas histórias. Foi sendo envolvido e, contra a minha vontade, se entregou.
É, eu não queria. Eu poderia estar por aí, curtindo os bares, as noites, os galanteios regados à cerveja. Eu poderia continuar na minha, assistir a um filme na minha própria companhia no domingo. Mas você apareceu para mudar os meus planos. Inverter a minha rota. Você apareceu sem eu querer, sem eu esperar. Sem eu sequer saber que você vinha, caso contrário teria me preparado. Chegou de mansinho para me levar com você por um caminho que eu nem imaginava.
Acho que algumas coisas devem ser assim: contra a nossa razão e vividas no mais bonito dos impulsos. Eu poderia dar meia volta. Mas, agora, eu vejo que eu fico bem melhor ao seu lado e aprendi que assim, juntinho, fico mais forte. Talvez eu lhe deva algum crédito, afinal. Foi sem querer, mas foi certo. E meu coração, que eu considerava não ter noção de nada, até que sabe o que faz.
As pessoas inteligentes mudam de ideia constantemente. Isso significa que elas pensam. E quando a gente pensa, novas ideias surgem. Novas opiniões. Diferente daqueles que não mudam nunca de opinião. Aqueles que não costumam pensar.
E o mundo acaba
Que coisa interessante é a ideia do fim do mundo. Parece tão ancestral, recorrente e improvável como a própria concepção de um deus. E como qualquer fé defende sua divindade, toda doutrina tem seu cataclismo, o final, apocalipse, armagedom.
Isto é certo, é consenso, é comum. Em qualquer raça, crença e tempo todos estão de acordo que há um “acabar” que se aproxima. Pouco importa o que um e outro dizem sobre antes e depois da vida. A condição humana é finita.
Curioso é perceber que ante a certeza do fim individual o ser humano parece alcançar conforto na possibilidade de uma morte coletiva. Parecemos acreditar que a dor de não existir é menor quando não resta a possibilidade de que alguém fique e sofra, de que alguém vá e se perca ou de que existam lugares piores e de pena.
Pensamento egoísta. Razão mesquinha. Que mau, esquivar-se da própria dor apostando no colapso da beleza da vida.
Não é o mundo, que julgam termo, pó de estrela? Este que fica menor na proporção que alargamos o poder das vistas.
De nada importa a crença que cortejas: padre, pastor, cientista. Não acaba o mundo, nem a vida. Termine antes esta nossa individualidade um dia, que só nos faz egoístas, presunçosos e chauvinistas.
Mas cara no final sua reputação é apenas a ideia que os outros terão a seu respeito sob um ponto de vista diferente do seu, então se preocupe menos com tantas regras saturadas de hipocrisia, liberte-se das amarras daquela censura ditatorial, trate de respirar fundo e viver, o tempo é curto quando se trata de felicidade, importe-se menos, corra riscos.
Mergulhe no desconhecido e colecione centenas de histórias, ame e desame, coloque um bom batom e tire-o apenas com beijos, borre-se, faça aquilo que todo mundo quer e não tem coragem de fazer, permita-se descobrir algo novo sempre e mantenha-se vivo independente dos julgamentos, só você pode saber o que faz bem ao seu coração, aquilo que realmente vai valer a pena no fim dessa caminhada toda que a gente chama de vida.
“O problema é que as pessoas não fazem ideia do efeito que suas palavras causam no momento que as dizem. .”
