Ideia
A falsa boa ideia.
Essa expressão, “falsa boa ideia” é atribuída a Roy Brown Jr. designer americano que criou nos anos 50 um carro da Ford, o modelo Edsel.
Sem sombra de dúvida, o maior fracasso da indústria automobilística americana e mundial de todos os tempos.
Apesar de ter tudo e mais um pouco, que qualquer pessoa exigente quisesse de um carro, como ar condicionado, vidros elétricos, transmissão automática, direção hidráulica e outras grandes novidades para a época, o Edsel, do qual foram produzidas cerca de 200 mil unidades, encalhou e nem metade da produção foi vendida.
Muita gente tentou em vão explicar o fracasso e ninguém conseguiu porque o carro era realmente uma ideia maravilhosa. Perdão, uma maravilhosa falsa ideia, uma vez que afundou seu criador e quase levou a Ford junto.
Os carros zero quilômetro apodreceram nos pátios das revendedoras, para desgosto do fabricante, principalmente porque o nome Edsel, era o do único filho do fundador da companhia, Henry Ford.
Todos já tivemos “falsas boas ideias” e para alguns isso causou grandes aborrecimentos e prejuízos.
A ideia geral que se tem é que somos perfeitos e de vez em quando cometemos alguns erros - e não que somos defeituosos o tempo todo, mas poderemos em grande parte corrigi-los através do esforço da vontade.
Se o ser humano não perecesse com o material, jamais teria ideia da existência de corpo e alma, que se tornou em mais uma ideia patologica - tirando-nos o conceito verdadeiro de universalidade.
E eu me sentia tão pobre de personalidade, de alma. Que eu nem ao menos cogitava a ideia de viver sozinho, vagando sem propósito. - Pagina 33
Se uma pessoa tem uma ideia formada sobre você, isso nunca ira mudar, você poderá fazer tudo pela pessoa, e não mudara em nada o pensamento dela.
Há forças dentro de você capaz de mudar sua vida, basta conciliar seu coração com a idéia de que vale a pena viver em tempo integral, sem alimentar os desagrados que surgem como prova de força.
Entristece saber que somente outrem recebe recebe elogios de uma ideia que também é minha, de um trabalho que também é meu, de um nome, de um projeto, de uma vida profissional.
Não suporto a ideia daquelas pessoas-personagens que se passam por bonecos com sorrisos abertos, roupas bem passadas, olhos atraentes e palavras pré-programadas. Aos poucos perde-se o interesse. Desapontam-nos por demonstrarem uma qualidade inferior na qual estava estampada nas suas embalagens coloridas e nos seus plástico brilhantes. Desprende um braço, amputa uma perna, decepa a cabeça e ficamos aborrecidos em descobrir que exista apenas uma coisa nos seus interiores. Vazio.
Às vezes é melhor ter apenas a ideia de que se tivesse arriscado seria bom do que arriscar e se arrepender amargamente, não precisamos ter experiência em tudo na vida, até porque uma vida só não bastaria pra isso...
Já capitulei à ideia de "ser sal" nesta terra, mas o fato de analisar o resultado do tempero, ainda não havia observado. O fiz hoje e minhas análises reflexivas embasadas no factível, permitiram-me concluir que, o sal tempera, mas os elogios são para a comida. Entretanto, quando falta ou quando excede, as manifestações de repúdio são todas para o sal!
Não faço ideia do que seja amar pela metade ou pelas beiras. Me entrego como uma folha de papel numa fogueira.
Ao contrariarmos ou discordarmos de uma ideia ou pensamento, manifestamos a criatividade de uma nova tese.
Eu me considero uma pessoa forte, mas jamais subestimo a ideia de que preciso de alguém urgentemente pra segurar a minha mão e me fortalecer mais ainda.
Que bom, se cada um de nós se conscientizasse e aceitasse a idéia de que somos seres basicamente sociais, e que diante disso, a possibilidade de se viver em paz e em harmonia é remota e totalmente impossível, enquanto insistirmos na estúpida imposição do EU sem o NÓS...
