Humildade no Trabalho

Cerca de 93 frases e pensamentos: Humildade no Trabalho

Quando falar de seus trabalhos e suas qualidades, fale com cuidado e atenção, sem que soe de forma arrogante.

HUMILDE E GLORIOSA

Uma criaturinha impressionante
De vida curta, acaba de nascer.
Não é tão linda ou tão exuberante,
Um simples ovo em lagarta se viu tecer.
Muito trabalho terá que realizar
Para na fase adulta poder chegar
E uma linda borboleta se tornar!

Cria reservas para se manter,
Para o período em que vai crescer,
Trabalho duro, começo difícil,
Humilde será seu ofício,
Mas um futuro glorioso a esperar
Tão real que mal pode se aguentar.

Até que chega o momento
Ficar 40 dias em um confinamento,
Em uma folha se dependurar,
Se vestir de crisálida, uma roupa especial,
E agora apenas precisa aguardar
Por uma nova vida sem igual!

Metamorfose completa: finalmente chegou o dia!
Está pronta para poder voar,
Sai do casulo, com bela e nova fisionomia,
Com quatro asas para mostrar,
Delicadas e lindas de se olhar!
Cada escama pintada, uma por uma à mão,
Por alguém habilidoso, que tem precisão.

Seu minúsculo corpo,
Com cabeça, tórax e abdômen,
Um projeto maravilhoso,
Perplexidade causa no homem!

Mas seu trabalho está apenas no começo,
Pela polinização, deve ter muito apreço,
Terá que visitar muitas flores,
Com seus pés sentir seus sabores
E com suas antenas, seus odores.

Uma borboleta é muito sagaz.
Para que ninguém venha atrás
Os outros tenta confundir,
Para dos perigos poder fugir.
Às vezes se veste de flor,
Encantando e enfeitando jardins.
Mesmo que, depois de alguns meses,
A sua vida termine, sua beleza nunca terá fim!

Inserida por ivanklori

Raridade,

Acordar de noite,
Assustar alguém,
Trabalhar com foice,
Ou falar do além,

Pensar na morte,
Planejar a vida,
Achar a sorte,
Fazer corrida,

Querer fazer,
Algo pra mim,
Então vou ler,
Até o fim.

Só pra querer,
Me afastar,
Desse saber,
De maltratar,

Algo ou alguém,
Gosto de ser bom.
Fazer o bem.
Até no som.

Penso escolher,
A comida tem outro gosto,
Da até pra ver,
Alguém mais querer.

De tão boa.
Que vem a ser,
O tempo voa,
Parece ser,

Uma canoa,
A em alto mar,
Perco todas as coroas,
Enquanto não encontrar,

A essência,
O ser,
A paciência,
A envolver,

E ser a paz.
Também a calma.
Tudo isso traz.
Os traumas.

Escondidos,
Dentro de mim,
Por isso;
Vou perdido,
Mas vou até o

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Inserida por Mario-Magalhaes

"Deixe Que o Sucesso Do Teu Trabalho Testemunhe Por Ti, e Que o Teu Trabalho Seja o Testemunho Do Teu Esforço Para Alcança-lo".

Inserida por MOACIRJOAOLAURENTINO

Todo aquele que trabalha para o seu próprio reino afronta Deus e é afastado da Sua presença. Foi assim com lúcifer.

Inserida por DiMaciel

Um homem não é o seu trabalho ou seu poder financeiro, mas sim suas atitudes, seu caráter, seu coração, sua humildade, mansidão, a maneira de relacionar-se e seu modo de pensar, analisar e como resolver as coisas. Títulos e dinheiro, muitas vezes mascaram pessoas sem alma e corações vazios.

Inserida por valdirventuri

Um bom profissional é aquele que consegue realizar um trabalho e ser recompensando por isso. Um excelente profissional é aquele que faz por amor e pratica a humildade em seu dia-a-dia.

Inserida por tkemp

Apenas um erro sem humildade é o suficiente para condenar um milhão de acertos.

Inserida por WesleyViniciusDaLuz

"Quem não trabalha certo, trabalha duas vezes."

Inserida por Brunaobarreto

O egoísta e o humanitário.
O egoísta quando trabalha em grupo acredita que consegue alcançar objetivos em comum sozinho. Se ele alcançar seus objetivos e os demais não, esta de bom tamanho.
O humanitário ou seja antônimo de egoísta, acredita que os objetivos só conseguem ser cumpridos com união. Ele não dorme enquanto não vê todos acalçarem um objetivo em comum.
O egoísta acredita que o quanto mais cômodo pra ele á situação estiver , melhor. Independente de prejudicar outras pessoas, ou de dificultar que outros cumpram seus objetivos.
O humanitário muitas das vezes prefere continuar em uma situação que nem sempre é a mais comoda, afim de ajudar o próximo ou facilitar a vida das pessoas a sua volta.
O egoísta raramente assume seus erros ou se desculpa. Ele geralmente deixa seu orgulho na frente de qualquer atitude.
O humanitário , ou humilde acusa seus erros quase que instantaneamente , porque ao contrario do que o egoísta pensa, ele sabe que são com os erros que aprendemos as lições mais valiosas da vida.
O egoísta vê na mentira uma saída para todas suas dificuldades, ele tem grandes problemas em ser transparente e sincero, muitas das vezes preferindo nem bater de frente com uma situação onde tenha que se explicar, agindo com atitudes geralmente covardes. Exatamente porque seu egoísmo não o deixa ter uma análise observativa, uma reflexão, o que chamamos de consideração, a ponto de não se preocupar com a veracidade dos fatos passados ao próximo.
O humanitário, geralmente não mente sobre os fatos, tenta ser transparente o máximo possível, ele observa os argumentos independente da situação, ele consegue reflexionar sobre os fatos agindo com consideração mesmo ao ter uma resposta negativa. Ele entende a palavra "sim" mas geralmente não possui medo de dizer "não", sem precisar mentir ou manipular a situação.
A vida necessita de equilíbrio e reflexão. Caso você se identifique com qualquer uma dessas atitudes , fique tranquilo, você não é um monstro. Eu também sou um pouco egoísta, estamos aqui para aprender e evoluir. Você é uma pessoa como qualquer outra, afinal vivemos em um mundo cheio egoismo, e o egoismo é como um vírus. Pense, reflita e mude... porque mudar e evoluir é uma dadiva.

face: https://www.facebook.com/eliseu.mirandaesilva

Inserida por EliseuMirada

A nossa saúde
Vem do trabalho
Com a alma,
E com o despertar
Do espírito!
Porque exercitando
Esses atributos divinos, Dentro de nós:
A saúde e a paz
Nos preenche,
E proporciona alegrias
Em todos que nos rodeiam
E estão convivendo
Com a nossa realidade,
Com a nossa expressão
De ver o mundo,
De transmitir:
O que temos de melhor!
E de levar a paz
Para os corações
Que se perdem na ilusão,
De serem os donos
Da verdade.
E se a cada dia,
Dentro do nosso
Confinamento,
Estudarmos
Cada sentimento,
Cada emoção,
E cada prazer
Que Deus nos ofertou
Quando nos criou,
Compreenderemos
Que não sabemos nada:
Que a vaidade
É quem
Empobrece o mundo,
As famílias
E as relações...
Então,
Deixe a sabedoria divina
Trabalhar em teu ser:
Em teu coração!
Para que
A cada amanhecer,
Tenhamos a certeza
Que Deus existe,
Que a vida é bela
E vale a pena
Viver,
Ser feliz,
SER
E amar.
Amém.

"O trabalho enobrece
E a saúde agradece
Mais é o estudo
Aprofundado no espírito
Que fortalecem
Essas duas relações.
Obrigado meu espírito
E que jamais me esqueça
Que só você me levará
As descobertas
De novos conhecimentos
De novas vidas
E de novos
Mundos".

Namastê.

Inserida por PeregrinoCorrea

⁠Aqui tens exemplos de palavras a usar a partir de hoje: dedicação, honestidade, esforço, trabalho, humildade, esperança, amor, carinho, fé, compreensão.

Inserida por EIPUDIMFLAN

⁠Com toda humildade e sem nenhuma demagogia, sou apenas instrumento de divulgação de ideias. Por isso não vislumbro sucesso. Porém, sem hipocrisia, o reconhecimento de um trabalho é deveras gratificante.

Inserida por paduadesousa

Acredito que em todo relacionamento, tanto do amor como familiar, de amizade ou mesmo de trabalho é uma via de mão dupla. Uma que vai e outra que vem.
Não devemos perder tempo com pessoas que agem como se os outros fossem os seus súditos, ou até como se não existissem, oferecendo migalhas em troca de qualquer expressão de carinho ou amizade.
Como diz o ditado: "Quem muito se abaixa, a bunda aparece!"
Somos todos Deuses!! E a auto-valorização e amor-próprio devem ser acompanhados pela humildade e gratidão.⁠

Inserida por AruniBlu

⁠Na quarentena a gente percebe que nem tudo está proibido, trabalhar, ouvir música, cantar, dançar, plantar são permitidos, ler um bom livro, escrever e aprender também, e o mais importante, o sol nasce todos os dias, graças à Deus.

Inserida por jose_nilton_de_faria

⁠Às vezes, você precisa parar de procurar por mais e aprender a trabalhar com o que tem.

Inserida por pensador8338

No mercado, uma mulher esbarrou em um rapaz que trabalhava lá. Ela o olhou e exclamou:

– Caramba, desculpa! Que vergonha!

Me pareceu que ele que ficou envergonhado, olhando para os lados, ao ouvir essa reação inesperada.

Inserida por danmelga

O BOM PASTOR, A COLHEITA E O TRABALHADOR FIEL.
UMA LEITURA BÍBLICA À LUZ DA CODIFICAÇÃO ESPÍRITA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

A expressão “Eu sou o bom pastor” situa-se no âmago da pedagogia moral do Cristo e encontra-se no Evangelho segundo João, capítulo 10, versículos 11, 14 e 15. Nela, Jesus não apenas se apresenta como guia espiritual, mas estabelece uma analogia viva entre o cuidado do pastor e a responsabilidade moral daquele que conduz consciências. O bom pastor conhece as suas ovelhas, vela por elas, antecipa perigos e, sobretudo, sacrifica-se quando necessário. Trata-se de um modelo de autoridade que não domina, mas serve, não explora, mas protege.

À luz do Espiritismo, essa imagem adquire densidade ainda maior. O pastor representa o Espírito que, já mais consciente da lei divina, assume compromisso com os que ainda caminham em graus iniciais de entendimento. Essa função não se confunde com privilégio, mas com dever, pois quanto maior o conhecimento, maior a responsabilidade moral. Tal princípio encontra respaldo em “O Livro dos Espíritos”, questões 614 a 621, quando se ensina que a lei de Deus se resume na prática do bem e que o homem responde pelo uso que faz do que lhe foi confiado.

Quando Jesus afirma “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos”, conforme o Evangelho segundo Mateus, capítulo 9, versículo 37, Ele desloca o olhar do indivíduo isolado para o campo coletivo da humanidade. A colheita simboliza o momento espiritual da Terra, madura para receber o ensino moral, enquanto os trabalhadores representam aqueles que se dispõem ao serviço desinteressado do bem. A escassez não é de recursos, mas de consciências verdadeiramente comprometidas.

Surge, então, a questão central. O que ocorre quando aquele que deseja servir ao Cristo com retidão não aproveita os ensejos oferecidos pelas analogias evangélicas. Aqui se impõe a enumeração das comparações utilizadas por Jesus, todas convergindo para a responsabilidade do servidor fiel.

Primeiramente, a analogia do pastor e das ovelhas ensina vigilância, cuidado e renúncia pessoal. Em seguida, a analogia da colheita remete à urgência do trabalho, pois o tempo oportuno não se repete indefinidamente. A parábola do trabalhador fiel e prudente, presente em Mateus capítulo 24 versículos 45 a 47 e em Lucas capítulo 12 versículos 42 a 46, reforça a ideia da constância no dever, mesmo na ausência aparente do senhor. Já a advertência “Dá conta da tua administração”, registrada em Lucas capítulo 16 versículo 2, amplia o sentido da prestação de contas para todos os recursos morais e espirituais confiados ao Espírito.

A imagem do sal da terra, exposta em Mateus capítulo 5 versículo 13, introduz uma analogia de natureza profundamente ética. O sal conserva, dá sabor e impede a corrupção. Quando perde suas propriedades, torna-se inútil. Sob o prisma espírita, isso significa que o conhecimento espiritual sem aplicação prática degenera em estagnação moral. Tal ensinamento é confirmado em “O Evangelho segundo o Espiritismo”, capítulo 17, item 4, ao afirmar que o verdadeiro espírita reconhece-se pela sua transformação moral e pelo esforço que faz para domar suas más inclinações.

A própria formação natural do sal oferece uma lição silenciosa. Os depósitos salinos resultam de processos lentos e graduais, decorrentes da dissolução das rochas ao longo de milhões de anos. Essa lei natural do tempo e da maturação espelha o princípio da evolução progressiva dos Espíritos, exposto em “O Livro dos Espíritos”, questões 114 e 115, segundo as quais os Espíritos não são criados iguais em adiantamento, mas destinados a alcançar a perfeição por esforço próprio e sucessivas experiências.

No contexto hebraico antigo, o sal simbolizava aliança, fidelidade e compromisso moral. Toda oferta deveria ser temperada com sal, conforme Levítico capítulo 2 versículo 13, representando a incorruptibilidade do pacto com Deus. A chamada aliança de sal, mencionada em Números capítulo 18 versículo 19, reafirma a estabilidade da lei divina, que não se altera, mas se revela progressivamente à consciência humana. Essa permanência da lei moral encontra eco em “O Livro dos Espíritos”, questão 617, quando se ensina que a lei de Deus é eterna e imutável em seu princípio.

A parábola dos trabalhadores da última hora, narrada em Mateus capítulo 20 versículos 1 a 16, dissipa a falsa ideia de injustiça divina. O trabalhador não estava fora do campo, aguardava durante todo o dia no local de contratação diária, mas aguardava oportunidade que embora parecidamente tardia ela lhe chegou e ele fiel foi realizá-la. Segundo “O Evangelho segundo o Espiritismo”, capítulo 20, item 5, Deus considera a intenção reta e o esforço sincero, e não apenas a duração aparente do serviço. Cada Espírito é chamado segundo seu grau de adiantamento, sem privilégios arbitrários.

Entretanto, muitos trabalhadores, embora aptos, não são ou não se deixam aproveitar no momento da colheita. Por temor, orgulho ou apego a conveniências pessoais ou de daqueles que deviam mesmo lhes impulsionar onde mourejam , assim ambos acabam por comprometerem a própria tarefa. Assim, não é a ausência de capacidade que os inutiliza, mas a resistência moral, tal como o sal que perde o sabor por influência externa. Reflexões análogas encontram-se na “Revista Espírita”, ao tratar da responsabilidade individual e da influência moral dos Espíritos.

A formação da pérola, fruto de longa e silenciosa elaboração, oferece outra analogia instrutiva. Assim como ela não se produz instantaneamente, o Espírito não se aperfeiçoa em uma única existência. Esse princípio está claramente estabelecido em “O Livro dos Espíritos”, questões 132 e 167, ao tratar da finalidade da encarnação e da pluralidade das existências. Nada se perde do que pertence ao Espírito, pois as conquistas morais são patrimônio intransferível, conforme ensina “O Céu e o Inferno”, primeira parte, capítulo 7.

Dessa forma, o ensinamento “Vós sois o sal da terra” não se reduz a figura retórica. Ele convoca cada consciência à fidelidade prática ao bem, à coerência entre saber e agir, e à perseverança no serviço. O sal salga por natureza, assim como o bem se manifesta espontaneamente quando o Espírito se encontra afinado com a lei divina, mediante a reforma íntima contínua.

Assim compreendido, o Evangelho redivivo apresenta-se como chamado permanente ao trabalho consciente, no qual cada analogia de Jesus se converte em espelho moral. A colheita prossegue, os campos permanecem vastos, e o convite ao serviço fiel ecoa através dos séculos, conduzindo o Espírito, passo a passo, à sua elevação moral e à realização plena do destino que lhe cabe na ordem divina da vida espiritual.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner e Seus Trabalhadores

Agradecemos a Deus, fonte de toda sabedoria e luz, a Allan Kardec e aos Espíritos amigos que, com benevolência e zelo, se comprazem em nos assistir. Pelo amparo que nos oferecem, temos podido conduzir com serenidade, disciplina e sincero propósito de aprendizado as atividades do Departamento de Estudos do Livro dos Espíritos, realizadas todos os domingos, às 17h50.

Nessas reuniões, buscamos compreender, com respeito e dedicação, as propostas elevadas que o Espiritismo nos apresenta, enriquecidas pelas valiosas contribuições e reflexões dos participantes, em ambiente de paz e fraternidade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

FORMAÇÃO DE TRABALHADORES NO CENTRO ESPÍRITA.

DIRIGENTES ESPÍRITAS DESMOTIVADORES:
Quando a Liderança se Afasta da Luz.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .

Dentro das instituições espíritas, a figura do dirigente deveria ser o eixo moral, inspirador e educativo da equipe. Contudo, quando esse papel é corrompido por desvios de conduta, surge o fenômeno do dirigente desmotivador, aquele que, ao invés de elevar, oprime; ao invés de orientar, desencoraja; ao invés de unir, fragmenta.

A seguir, os pontos essenciais que caracterizam esse perfil, à luz da ética espírita e da fidelidade a Kardec:

1. Autoritarismo travestido de liderança.

O dirigente desmotivador não dialoga: determina.
Ele confunde autoridade moral com autoritarismo disciplinar.
Ignora o princípio kardeciano de que “na Doutrina Espírita tudo deve ser discutido, analisado e raciocinado”.

Esse comportamento gera medo, silencia iniciativas e extingue talentos.

2. Falta de humildade e personalismo.

Em vez de servir à Doutrina, serve a si próprio.
Busca reconhecimento, controla tudo, não delega e interpreta discordâncias como ameaça pessoal.
Raul Teixeira chama isso de “efeito solar”: o indivíduo deseja ser o astro que tudo ilumina, sufocando as estrelas ao redor.

A consequência?
Médiuns exaustos, trabalhadores inseguros, grupos desarticulados.

3. Uso inadequado do poder simbólico.

O dirigente desmotivador impõe regras sem coerência doutrinária, interpreta funções como privilégios e cria barreiras entre “dirigentes” e “trabalhadores”.
Isso contraria a lei de igualdade moral ensinada por Kardec e reproduz padrões de clericalismo que a Doutrina combate desde sua origem.

4. Desvalorização do trabalhador e apagamento de iniciativas.

Ele age como se os colaboradores fossem “funcionários”.

Despreza sugestões, corrige publicamente, cria clima de tensão.
Com o tempo, os trabalhadores mais sensíveis silenciam ou se afastam.

Kardec chama isso de “substituição da cooperação pela imposição”, uma das causas de fracasso moral de instituições.

5. Falta de preparo doutrinário e emocional.

Muitos dirigentes chegam ao cargo sem estudo sério da Codificação e sem preparo emocional.
Por isso, lidam mal com críticas, têm dificuldade de escutar, agem por impulsos e confundem opiniões pessoais com normas doutrinárias.

O resultado é uma gestão instável, cheia de contradições e arbitrariedades.

6. Produção de um ambiente tóxico e improdutivo.

Quando a liderança não inspira, o ambiente esfria.
Cresce a fofoca, o julgamento, o abandono de tarefas e a ausência de alegria aquela alegria moral, cristã, que deveria marcar o trabalho espírita.

7. O impacto espiritual.

Dirigentes desmotivadores abrem brechas para o assédio de Espíritos perturbados, pois geram:

orgulho,

disputas,

desequilíbrio emocional,

ressentimentos,

clima de desconfiança.

E isso interfere diretamente nas reuniões mediúnicas, no passe, no atendimento fraterno e na assistência espiritual ao público.

O Caminho Doutrinário para Superar esse Problema.

1. Retorno ao Evangelho e à Codificação.
Toda liderança precisa ser reeducada à luz de Kardec: humildade, raciocínio, bom senso e caridade.

2. Formação continuada.
Dirigente que não estuda desmotiva.
Estudo sistemático é obrigação moral.

3. Escuta ativa e colegiado.
Decisões devem ser compartilhadas.
O dirigente não é dono da instituição.

4. Avaliação ética periódica.
Assim como em equipes profissionais, é necessário revisar condutas, corrigir rotas e cuidar da saúde emocional.

5. Exemplo pessoal.
A maior força motivadora do dirigente é seu exemplo silencioso, coerente, cristão.

Inserida por marcelo_monteiro_4