Horizonte
A verdade é como um horizonte inalcançável, que podemos apenas vislumbrar através da nossa percepção subjetiva da realidade. A objetividade no conhecimento humano é um ideal que buscamos constantemente, mas que nunca alcançamos plenamente, pois nossas crenças e experiências moldam nossa visão de mundo. A busca pela verdade deve ser uma jornada contínua, em que cada passo dado na direção da objetividade nos aproxima mais da compreensão da realidade.
' DIVINAL HORIZONTE '
Amar é olhar nos olhos ,dizendo sempre a verdade,
Com sinceridade e respeito, com toda fidelidade;
E que na trilha do esplêndido brilho no horizonte,
Na vida o amor seja a base, da felicidade a ponte!
Quem brinca com o amor não passa de um covarde, Ferindo; Retalhando corações sem a menor piedade.
Amei-ti, no mais profundo do meu verdadeiro ser,
Fostes o meu amado, por anos meu bem-querer !
Mas ,Então, com o tempo eu fui percebendo:
Que o seu amor era como poeira ao vento,
Um traiçoeiro ser, que enganou meu sentimento.
Ainda tenho esperança de outra vez o amor encontrar,
Que não seja um aventureiro, mas que seja verdadeiro,
E na trilha, desse divinal horizonte, ver o amor brilhar !
Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a lei -9.610/98
CANTO DO ROUXINOL
Contemplando o horizonte,
Vejo o céu sorrir pra mim;
as flores que plantei ontem ,
Florescendo no meu jardim !
Das flores eu tenho saudade,
Pois Florescia o ano inteiro,
De um colorido que me invade
Formosas flores de jasmineiro
Eu Sigo caminhando pela vida
Preciso cultivar em mim o amor
Que me transforme em alegria
No colorido da mais linda flor
Ansiosa fico eu, pra ver o por sol
Levando embora essa melancolia
No lindo doce canto de um rouxinol
Irei dançar de mãos dadas com a alegria !
Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a lei -9.610/98
Todo extremo desbota a vida.
Sol demais cria desertos.
Excesso de chuvas faz o horizonte opaco.
A vivacidade das cores - como todo equilíbrio - reside no centro da palheta.
SAGITÁRIO
ela que é energia intrépida e viajante, arqueira e a flecha que corta o horizonte; é fogo silvestre. alma cigana. otimismo e senso de humor que emana. tem a força e o ímpeto animalesco pela vida em movimento: é espírito em expansão e exagero de sentimento. é centauro e cavalo impelido deixando pegadas de autenticidade e o grito de independência desbravando liberdade. sempre temperamental, ela é excesso que tem sede de sucesso. é utopia reversa e sabedoria numa conversa. é nunca se anular para caber no mundo de alguém por ter um coração grande que se ama também. sinônimo de festa e alegria; é carnaval. é carisma com uma pitada de nostalgia. é quem indiferente ao tempo, possui eterna alma de criança que faz dos tropeços no amor, dança. é fração irredutível e franqueza invencível. é possuir uma centelha de luz que rasga o céu pela beleza que transcende sua essência. é escrever sua história pela ponta dos pés e possuir uma mente mais vasta que o mundo.
Estou em uma estrada caminhando em linha reta…
Sozinha, olhos no horizonte, caminho lentamente…
Em direção ao desconhecido.
Já não corro mais…
Já não sinto mais (ou tento)…
Já não choro tanto…
Somente nos raros momentos…
Em que desligo o meu piloto automático.
porque sou do tamanho da minha arte; ela está sempre mudando. seus olhos estão sempre no horizonte; enquanto me expando, ela se camufla, corre pelas paredes, penetra pelas nuances e discorre pela vida. eu sou arte - para ser sentida antes de ser lida. para ser absorvida antes de ser descrita, e antes de chegar até você, não ser mais minha. ser sua e de quem mais quiser. ser do mundo, tal como sou: livre e mutável. sou o que escrevo, e não me prendo a deixar de ser. sou o que você lê e o que você não vê.
"Sou filha do horizonte,
Céu azul, bela manhã.
Água pura, rio sem ponte,
Viajante do amanhã.
Do futuro, não me conte
A estrada é minha irmã."
Lori Damm "Viajante do Amanhã"
A vida tece
Sim....
A vida tece a linha do horizonte.
A voz, o pensar e dedilhar sempre tem fonte.
Do anseio mais profundo.
Das mazelas do submundo.
Do segredo do mundo.
A alma imortal.
A fonte valiosa.
A quem me mata todo dia.
Uma espinho na carne, a arte dolorosa.
Sinceramente.
Maquiavélico homem fere diabolicamente.
Diabo, satanás, capeta.
Hum...superficial, imaginário, simbólico e irreal?
Não, não
Quem dita na esfera celestial.
Aqui na terra, é vivo o terror.
Digo com propriedade o grau da dor.
Talvez até pesado em uma balança insensata.
Quem diria eu.
Porém.
Minha alma não é ingrata.
Ela diz.
O nó do mundo.
É desafio.
É o rumo.
Onde a vida tece a linha do horizonte.
A sabedoria continua crua.
Pois é na fraqueza nua.
Que Deus a acha a fonte.
Eu...
Eu tenho orgulho hoje em dizer.
Sou senhor de fontes pejorativas.
Fui réu, aprisionado e condenado.
Não me tenho por inocente.
Porém compreendo.
Que a vida, a carne é indecente.
Mas a alma.
Disso que estou falando.
Não entreguei.
Guardei a fé.
Combati chorando.
O peito gritando.
Sou penhor do senhor e que essa fonte cresça, cresce.
Pois a vida, essa tece.
Giovane Silva Santos
Sob a vista do horizonte
O horizonte pode ser lindo, de dia ou a noite e em qualquer estação! Pois o que muda nele é quem o vê, e a ele adapta uma percepção!
E debruçado sobre a janela, o que vê o horizonte está a se lamentar, lembre que os olhos capta a realidade, mas é o coração que a esta tem o poder de filtrar!
O meu ou o teu horizonte?
Me pego com o olhar para horizonte!
Pensando no que sempre pensei,
Apenas eu sei! Apenas tu sabes!
Constante é a música que insiste em iluminar,
Meus ou os seus pensamentos?
Caminhar por um local proibido,
Mas és mágico, quase trágico,
Sentimento sabido, contido, imaginário,
Contrario a tudo que imagino ou imaginas de coerente?
Pouco, louco, curioso, intenso,
Carente, és o meu ou o seu intimo?
Imensa! É minha curiosidade, minha vontade,
Sagas pode até ser chamado meu desejo,
Saudade do seu, do meu, do nosso toque!
Vespeiro de uma colmeia doce, como se fosse ou como serás?
Diga? Siga? O seu ou o meu?... Desejo!
Lembro, penso, brigo! Contigo, comigo?
Toque seu rosto, deslize, aspire e suspire o ar,
Pulsar, pulsar e aspirar! Tocar?
Me de um segundo, um minuto, uma hora!
Lá fora? Aí dentro? Não tente sincronizar o momento, apenas imagine,
Faça-me de bobo, de lobo, se faça de loba, moça, mulher!
Dama! Como em sua melhor intensidade. Ah! Que saudade!
Foi pouco, louco, devastador e incontrolável! E pode...
Me pego com o olhar para horizonte!
Ler no horizonte a palavra áfona. A voz que emana do vermelho-escuro-amarelo-claro. Desde que seja algo que se move por comover. Que instrua como ver o receptáculo, a inspiração que atua com sua própria força realística, cósmica, necessária porque se dá. Porque acontece. É tarde e um pássaro insone proclama a rebeldia que me ronda. Basta esse olhar.
Essas madeixas de noz. E sentir-te como eu.
De tão tão distante
Para além do horizonte
Nem perto nem longe
O vento do litoral verdejante
No mar há virtude elegante
Milagres acontecem
Como romance .
Os barcos somem no horizonte, provando que não a limites para eles. Nós não o vemos, mas sabemos que estão la. Velejando, desbravando, conquistando novos mundo, assim como o amor quando semeado.
Fixar nossos olhares no horizonte esse, olhar para frente é pernicioso se, não percebermos o entorno.
...
Eu e o horizonte
Um fio invisível
Dois gêmeos siameses
Simbiose perfeita
Escambo incondicional
Descanso as retinas
Clamo por inspiração
E tudo ao redor goteja
Pinga, destila
Escancaro meu cerne
E as palavras me molham
Encharco de criatividade
E simplesmente escrevo
Sempre foi assim
Registro autoral
O entorno, interpretativo
O adorno, contemplativo
Só me expresso
Banho diurno, alma lavada
Alforria das folhas de gaveta
Metamorfose, aviões de papel
Serei descortinado?
O ceticismo celebra
O ostracismo agradece
O anticeptismo expõe
O talento resplandece
E somente o tempo
Juiz da sentença
Senhor do deferimento
Saberá o futuro
E eu, poeta presente
Em vida, na morte, talvez
Que venha o que vier
Que seja o que for
Advogarei pelo anticeptico
E conduzirei meu lado cético
Ao banco dos réus
Que assim seja
