Homenagem para meu Irmao de Sangue
E nesta despedida
Não há sangue
Não há nenhum álibi
Porque eu tirei arrependimento
Da verdade
De mil mentiras
Então deixe o perdão chegar
E lavar
É quando me dizes:
- Beijinhos!
que o sangue se alvoroça e, por momentos, a dúvida sobressalta-me:
- Com que lábios?
Dentro do coração não existem sentimentos, há carne humana, nervos, veias e um sangue que bombeia a vida. Tudo está dentro da sua mente, até mesmo essa tal convicção.
Ah... ilusão... quando você pensa que não
Ela te pega de novo
O sangue ferve sem razão
De um simples pedaço de pão
A mais uma promessa para o coração
É a ilusão, ilude até o mais nobre irmão
E no vão da verdade
Aquela vontade evapora
Secando a paixão
Que ardia outrora
Ou não
OESTRUS
Naquele por do sol inusitado
enterrei os versos
e a prosa deixei de lado
No sangue que banhava as vísceras
a dor do estanque na hora da criação
Como o tato do cego homem
eis agora minha misera condição
Nada mais denota velha e hábil, inspiração
Nem a astúcia, um belo estratagema
porem em meu ser, outro serio dilema
De joelhos rogo aos deuses, iluminação
Arrebatam-me agora, esta ficando tarde
Húmile serva, curvo-me, a alma arde
Permitam-me verter somente, composição
Chuva é a água que o Senhor manda para limpar as ruas de sangue derramado dos inocentes, são águas para limpar nossas almas e dar bençãos. Chuva limpa, chuva purifica.
1° parte Aqui esta a história
desde um tempo passado existia lagrimas de sangue pelo avesso da cintura e pela circulação.
E existia uma mulher chamada (a morte),nesse tempo aviam cavalheiros que lhe despertavam os musculos.
mas não era por isso que a admiravel feiticeira dos santos e a deixar de acreditar no pai veloso.
ele era o filho de forentana bigaço !
(Contua na proxima parte).
Sentado aqui, noite fria, sinto o sangue correr quente pelas minhas veias, minhas sinapses estão cada vez mais ativas influenciadas por pensamentos estapafúrdios.
Lá fora os fantasmas me esperam, porém, não tenho coragem para enfrenta-los, não hoje, nem agora...
Eu deixei sangrar, e agora o sangue ja foi derramado. É como se eu estivesse vazia, sem sentimentos para te ressusitar dentro de mim.
Chegou a hora de cauterizar a ferida. O sangue já escorreu o bastante e agora está seco, completamente fundido ao chão!
Eu realmente preciso me mover. Tirar todo teu sangue esparramado em mim, após nossa guerra particular. Rasgar as roupas dadas por você e me vestir de mim. Eu quero o novo, mesmo sentindo o cheiro do velho para me lembrar, em meu café da manha, que o dia sem você não é fácil, mas, sim, melhor para minha sobrevivência.
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