Homenagem para meu Irmao de Sangue
Você nasceu pra você
Não importa o que todos falem
Você nasceu pra você
Não importa como eles agem
Seu único dono é você
Você é seu
Então aproveite pra viver
Enlouqueça, pule, grite, exploda,
E não se esqueça meu! Você é seu!
Coloque o rock mais pesado que tiver
Hora de rodar
Chame os amigos mais loucos que tiver
Hora de voar
Ao menos hoje
Esqueça do amanhã
Viva hoje
Quem foi que disse que existe o amanhã?
Sangue no olho
Liberte toda sua raiva
O sangue vindouro
É o sangue de uma pessoa libertada
O Vê de Deus
O olhar de Deus
A visão de Deus
Os pensamentos de Deus
Como posso imaginar
Como posso se quer tentar indagar
Perguntar como Ele vê
Perguntar o que Ele pensa
Se eu pudesse vê como Deus
Eu nunca daria alguma sentença.
Como Deus viu Abraão
E fez dele uma nação
Como Deus viu Moises
E mandou escrever seus mandamentos
Como Deus viu José
E dele fez governador
Como Deus viu Davi
Que era apenas um pastor
E dele fez rei
Um rei de garra e temor.
O que Deus vê ao olhar para o padeiro?
O que Deus vê ao olhar para o ladrão?
Será que Deus é como eu?
Que enxergar os atos maus feitos pelas mãos
E não as obras de gratidão feitas com o coração
Deus os vê como filho
Como resultado de sua graça
Deus quando nos vê
Vê o sangue derramado
O preço pago
O cordeiro sacrificado.
Sou imagem e semelhança dEle
Devo vê como Ele
Devo pensar como Ele
Vê o sacrifício
Vê com misericórdia
Com o mesmo amor que Ele me olhar
Eu devo vê como Deus
Eu devo pensar como Deus
Sou resultado de uma grande obra
Obra que fez o véu se rasgar
Obra que nos salvou
As setenta semanas estavam chegando
E o relógio de Deus parou
Quando Jesus morto foi
E no terceiro dia ressuscitou.
Lágrima pêndula
A Lágrima
Sôfrega procura
Perdida na vidreira
De Translúcida frieza
O cristal quebrado
Corta forte, as entranhas.
Escorre o vermelho profundo,
Em contraste ao transparente
A lágrima descobre
O estilhaço de cristal
perdido, irreversível
Pendurada a lágrima
E fria a refrega
Frágil, parada
Sofre amargurada.
De-ses-pe-ran-ça-da
A lágrima pêndula
Eu sou Beirú
Sou negro, sou África
De povo escravizado
Mas não sou escravo
Sou guerreiro na vida
Sou rosa, sou cravo
Sou vida, sou morte
Sou choro, sorriso
Meu nome é minha história
Assim permaneço vivo
Dos dias de dor
Nos dias de glória
Capoeira no sangue
Dança de roda
Acredito no dia
Onde o dia será
O dia onde todos irão cantar
Sou negro, raiz, iorubá!
(Albert Ferreira - Beirú onde nasci!)
Eu poderia, como antes, sangrar letras em qualquer papel. Hoje deixo sangrar por dentro, que é pra criar coágulo e ter alguma utilidade.
Selvagem dentre a matilia
Cachorro louco em noite de lua cheia
Uiva no cume da montanha
o líder canibal em meio a toca dos leões.
Palomita já não brinca com bonecas
agora guerreira armada com arco e flexas.
Porém sangue índio torna às raízes deixando as armas na aldeia.
Mentiras amigas são mais confortáveis que verdades inconvenientes. Não irei lutar com a escassez de discernimento, nem chorar por reconhecimento, afinal, a nobreza da alma não está em apenas ser boa e vencer, mas em abdicar e renunciar o status de magnificência.
O silêncio pode não ter muito vigor, mas é o melhor estado diante a ignorância humana, que se repete constantemente por comodismo, medo e insegurança. O que é sangue? O que são laços? Para mim, nada justifica a falta de hombridade.
Tudo se iniciou como uma tempestade
Gotas inescrupulosas de palavras amargas
Sangue fervendo sob o domínio da raiva
O ódio está reinando na mais tenebrosa forma
Gritos de piedade ecoam na cabeça
Girando em torno do mais maléfico sorriso
Folhas secas denominando a morte
E a insanidade prevalecendo
Na mais terrível noite
No mais terrível pesadelo
E na mais dolorida ferida
EU ESTAREI!
Estarei gritando sem que ninguém ouça
Forçando gestos maldosos
Te manipulando com olhares
E por fim, te matando em pensamento
Grite, corra, se esconda
Nada o fará ficar bem
Nenhum esconderijo é seguro
Não existe uma realidade feliz.
Não há nada que satisfaça a ambição dos homens
e nem as águas conseguem mais lavar e absorver,
nem lavar as mãos e absolver; e um rio de sangue corre,
sangue dos inocentes, e parado estanca, enquanto o sangue
ainda jorra e morre; o rio, a inocência e um pouco de todos nós...
Um Pai que deu seu único Filho pra ser sacrificado no lugar daqueles que Ele amava e o Filho que obedeceu seu Pai se entregando sem resistência numa cruz, pelo fato de sentir o mesmo amor por aqueles que o Pai amava é a maior e melhor história de amor que eu já foi contada.
Ouço ruídos estranhos durante a vaga e silenciosa noite. Quando o tic-tac do maldito relógio que soa em eco pelo corredor deserto faz minha mente oscilar. Realmente posso estar vulnerável à morte. De fato pessoa nenhuma poderá me salvar enquanto meu corpo estiver queimando, quando o sangue borbulhante escorre sobre meus braços e em pingos tocam o cálido solo das trevas.
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