Homenagem para meu Irmao de Sangue

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Desculpas agora?!


Não se preocupe em pedir desculpas pelo que no momento não fez a menor diferença pra você,
Apenas reflita no fato de ter sido covarde com uma pessoa que foi sincera o tempo todo com você.
Lembre-se que conheceu uma mulher diferente de todas as outras, não porque sou melhor, porque pessoas de um modo geral são muito parecidas. Mas, diferente sim porque enxerguei.
Em você um ser humano, compartilhei palavras verdadeiras e sempre fui autêntica e singular.
Porque em momento algum eu o julguei sem antes te conhecer, fui amiga, gentil e ingênua demais a ponto de me deixar levar por palavras torpes e maldosas.
Contudo, sou mais forte do que imagina, porque antes mesmo de confiar nas pessoas, eu confio em mim mesma.
E isso é o bastante para me reerguer todas as vezes que eu cair.
Chorei sim, não por sentir a sua falta, mas por sentir falta de alguém, que pensei que você fosse.
Sou tudo o que você viu, e sou mais além dos seus olhos frios e seu coração gelado conseguiu entender,
Sou alguém que você jamais aqui ou noutra vida voltará a conhecer, porque não existem pessoas iguais,
Existem oportunidades para conhecermos pessoas especiais e aproveitarmos ao máximo o carinho e a atenção que elas podem nos oferecer.
Coisa é claro, você sequer conseguiu ver, quanto mais entender.
Mas, não pense que estou magoada, triste, infeliz! De maneira nenhuma!
Estou certa de que se você não foi humano o bastante para perceber o meu valor, é porque a palavra coragem jamais fez parte do seu vocabulário e o sentimento respeito nunca passou perto da sua cabeça.
É compreensível que pessoas ocas não saibam o que significa a palavra recíproca.
É totalmente compreensível que pessoas frias não saibam o que é valorizar o calor, afinal, passaram à vida toda vivendo dentro de pedras de gelo.

Porque não você? ... Será porque?


Porque cansei de chorar?
Uma hora a fonte seca.
Porque parei de ligar?
Até a paciência descarrega.
Porque cansei de sofrer?
Ser feliz não dói.
Porque não sinto mais saudade?
Existem milhões de pessoas no mundo.
Porque estou mais bonita?
Percebi que estou mais viva do que nunca.
Porque apaguei você da minha vida?
Borracha serve para apagar rabiscos.
Porque agora você me quer?
Porque é de praxe humana querer aquilo que não tem.

Érwelley C. de Andrade ALB/DF.

Atirar farpas nas pessoas só para tentar aliviar a sua própria culpa, não vai fazer de você mais ou menos homem. O que te faz homem de verdade não é sorrir enquanto o outro chora e sim ter coragem para assumir seus erros, dar a mão ao próximo sem pronunciar sequer uma palavra.

"Nada soa mais injusto do que ser maltratado por alguém que diz te amar"

Saudade do vento, da brisa no rosto, do amor sobreposto, do cheiro do mato, do amor que se foi, que matou o sorriso, arrancou a alegria, tornando meus dias nada mais que agonia...
E.C.A

Não suporto, não aguento mais...
Visíveis monstros traiçoeiros,
Lobos em pele de cordeiros.
Astros da mediocridade ligeira, vorazes.
Olhos famintos, mãos geladas, mortas, desfalecidas,
Vidas envolvidas na glória do medo, do “eu” poder fantasioso.
Queixas sem doenças, malefícios encarnados na alma, no coração, nas feridas,
Não aguento mais... Apenas ver, se como tal mortal não posso ser,
Pai, quem sou? Por que sou?! Pois nada quis viver!
Um bicho do mato, perdido na trilha, secando feito folhas no cerrado
Cigarra velha num último cantar, medos insanos!
Rostos mascarados, peles cheirosas, roupas limpas, o mundo não para.
De dentro das veias escorrem cera, a cola da maldade, a febre do ódio, o encalço do mal.
Deveras a vida foste dada para ser vivida?! Tal qual uma criança que não sabe ler!
Meus braços já não podem levantar, não quero mais chorar, não aguento mais o ver!
Os olhares estão por toda a parte, as vozes soam feito gralhas no alto da montanha,
A surdez não me é suficiente, preciso também fechar os olhos, pois, não aguento mais...
Mais uma vida saturada pela fadiga da desigualdade psicológica, a moral é imoral,
A faca está cega, Pai! Quem há de ouvir os gritos do norte?!
Ouça! São os gritos da morte! Desta vez, ninguém teve sorte!
De sorte que não existe jogo da vida, ou se tem ou não se pode comer!
A vida é incapaz de viver?! Não! Já não aguento mais...
Até onde seguirei com meus farrapos sendo arrastados pelo altruísmo dedicado à miséria geral?
Pensamentos nefastos enraízam-se dentro do meu ser, o sono vem, cerram-se os olhos,
O dia chegou!
Todos estão deslumbrantemente impecáveis!

Tão exato e nefasta quanto a minha vida...
Fraco e frio feito a noite ainda que quente.
Mentiroso e inescrupuloso é o coração da gente.

Chove chuva, chove sem parar.
Vai tristeza, vai embora sem pensar.
Xô solidão, que a vida vem me amar.
Não importa mais se olham para mim,
Porque eu já sei exatamente quem sou.
Sei bem qual é o meu lugar

⁠A parte ruim da religião é o fundamentalismo.

⁠⁠o determinismo é fato! O alicerce do seu futuro é edificado mediante as suas próprias ações.

⁠Deus é inexplicável pelo simples fato dEle ser perfeito. Nós, pelo contrário, somos seres em evolução- uns mais, outros menos-, mas, estamos evoluindo.

⁠A “verdade”é a ausência da mentira, no entanto, a ausência de mentiras nem sempre significa“verdade”. Na religião, na política e na ideologia, a verdade sempre será relativa, ou seja, sempre haverá uma meia verdade.

A vida de agora é apenas a lembrança de um futuro.

Eu tô em paz.
Acho que isso resume tudo.


Eu amo a Ba. É um amor completamente diferente de todos os outros que já vivi. Eu sinto verdade nela, sinto a energia de uma pessoa boa, de luz, alguém que merece ser amada. Ao lado dela, eu me sinto verdadeiramente em paz. Com ela, eu consigo e posso repousar.


É um amor único, que nunca experimentei de tal forma antes.
Sim, eu já amei outras vezes, e amei de verdade, com intensidade. Mas nunca desse jeito, nunca com essa sensação de futuro, que é para minha vida, e vida compartilhada. É um querer muito forte de estar perto, junto e fazendo a vida acontecer ao lado dela.


Com a Ba, eu sinto que encontrei algo que é para a vida.
E essa paz… essa paz diz tudo.

“ Se o ser humano soubesse a dimensão real da vida, carregaria um ao outro na palma da mão.”⁠

"O tempo conserta quase tudo; o espelho trincado, porém, guarda para sempre a marca da ruptura."

“A forma mais eficiente de implantar uma ideia é fazer com que as pessoas cheguem, por si mesmas, à conclusão, oferecendo as ferramentas necessárias.” -Isaac C. P. Ribeiro

O brilho que se apaga.


No início, dizem que a pessoa é especial porque a mente inventa e projeta nela um brilho raro, capaz de transformar o olhar em descoberta. Mas, quando esse encanto se desfaz e o reflexo se dissolve, resta apenas o vazio - não um vazio qualquer, mas um vidro estilhaçado, onde se revela a contradição de quem idealizou mais do que o real podia sustentar.
E diante dos cacos espalhados, percebe-se que não há como recompor o que foi quebrado. Cada fragmento reflete um pedaço da ilusão, cortante e irreversível, lembrando que o brilho nunca esteve na pessoa em si, mas na lente distorcida de quem a olhava.
O estilhaço, então, não é apenas dor: é também revelação, a prova de que toda idealização carrega em si o risco de se despedaçar. ⁠

O toque chama — insiste — repete,
um eco metálico no vazio,
como se minha urgência fosse leve,
como se meu tempo fosse frio.

Do outro lado, silêncio.
Um silêncio que pesa, que arranha,
que cresce dentro do peito
feito algo que não se ganha.

Não é só a ligação perdida,
não é só o “depois eu vejo”,
é o desprezo que se insinua
como um gesto sem apreço.

Porque ali vai meu trabalho,
minha pressa, minha razão,
e volta apenas o nada
ocupando a conexão.

E então nasce uma chama breve,
bruta, rápida, voraz —
um impulso de quebrar o mundo
pelo respeito que não se faz.

Mas no fundo, o que grita mesmo
não é raiva — é ser ouvido,
é querer que, do outro lado,
exista alguém comprometido.

Acreditar
mesmo quando o balde continua seco,
mesmo quando o eco só devolve silêncio.
Acreditar
com as mãos calejadas de quem rega o nada,
com o peito rachado de quem ainda espera.
Não é fé cega.
É teimosia santa.
É continuar enchendo
o que o mundo insiste em esvaziar.
E um dia, sem aviso,
o balde vai transbordar.