Homenagem a uma grande Pessoa
Cada pessoa tem verdades e traumas! Não julgue atitudes e comportamentos, ninguém sabe o que influenciou isso!
O mais bonito do amor é se apaixonar todos os dias pela mesma pessoa, encontrando sempre um novo motivo para amar. Entre tantos caminhos, a vida me trouxe você — e eu escolheria você novamente, todos os dias, porque você é o amor da minha vida.
Juízo é a coisas mais fácil de se ter na vida. Seja uma boa pessoa e já está. Mas lembra, onde tem luz tem trevas.
Eu não passo passo além de uma pessoa clonada pela vida que tenta sobreviver num mundo que lhe quer no chão
Seja aquele tipo de pessoa que anda com um potinho de açúcar no bolso, mesmo que te achem adocicado demais.
Eu sei que sozinho não posso consertar o mundo, mas posso ser aquela pessoa que sai por aí tentando.
Se a gente soubesse a diferencia que fazemos na vida de uma pessoa, a gente já começava o dia dizendo: você já conseguiu, já deu tudo certo!
Se você for daquele tipo de pessoa que posta jatinho na internet, com certeza a sua fila de amigos será bem longa.
Nunca subestime uma pessoa que no poço, morrendo afogado, chorou tanto que às lágrimas, fizeram chegar ao topo.
"Às vezes a pessoa aguenta o peso de uma relação falida em segredo só para não virar assunto na boca dos outros."
Eu não me apaixonei apenas por quem você é hoje. Eu também me apeguei à pessoa que eu ainda enxergava em você.
Perder a confiança na única pessoa em quem se acreditou não é um rompimento comum. É um luto sem funeral, sem flores, sem testemunhas. Algo morre em silêncio e continua andando dentro de você por dias, às vezes anos. Não é a pessoa que se perde primeiro. É o chão. É a linguagem secreta que existia entre dois corpos. É a ideia de abrigo.
Há uma violência específica nisso: descobrir que o lugar onde você descansava também sabia ferir. Não por descuido, mas por escolha. A confiança, quando cai, não faz barulho. Ela se desfaz como vidro moído no peito. Tudo continua igual por fora. O mundo segue. Mas por dentro algo se reorganiza em estado de alerta permanente. O coração aprende uma nova gramática: amar sem fechar os olhos nunca mais.
O mais cruel não é a quebra. É o depois. É perceber que você ainda ama alguém que já não existe do mesmo jeito. Que a pessoa segue ali, com o mesmo rosto, a mesma voz, os mesmos gestos, mas o pacto invisível foi rompido. E pactos invisíveis, quando quebrados, não se refazem. Podem até ser substituídos por acordos mais frios, mais técnicos, mais seguros. Mas jamais por inocência.
Esse luto não pede vingança. Pede digestão. É um luto adulto, sem espetáculo. Você não chora alto. Você afina. Fica mais silencioso, mais seletivo, mais atento. Aprende que confiança não se concede, se constrói em camadas. Aprende também que quem te traiu não levou apenas algo de você. Levou uma versão tua que não volta mais. E talvez isso seja o que mais dói.
Anaïs Nin diria que crescer dói porque exige abandonar fantasias íntimas. Eu acrescento: perder a confiança em quem era casa é perceber que até os lares podem ruir por dentro antes de cair por fora. E ainda assim, seguimos. Não por força. Por lucidez. Porque viver sem confiar em ninguém é impossível, mas confiar como antes seria uma forma elegante de se abandonar.
No fim, não resta ódio. Resta uma espécie de luto lúcido, quase nobre. A tristeza de quem amou com coragem e pagou o preço. A dignidade de quem não se fecha, mas passa a escolher melhor onde pousa o coração. Porque confiar de novo não é repetir. É reaprender. E isso, apesar de tudo, ainda é uma forma de esperança.
