Homenagem a Alguém que Amamos e Morreu
O Peso Invisível da Decisão
Não duvide de alguém que já tomou a decisão de tirar a própria vida. Essa pessoa pode buscar ajuda, seguir todos os tratamentos, não faltar a uma única consulta ou sessão de terapia, tomar seus remédios no horário certo e afirmar para todos ao seu redor que está bem. Pode até tentar retornar a uma rotina que, no fundo, já não faz mais sentido.
Mas, por trás desse esforço aparente, há uma determinação silenciosa, fria e invisível: a decisão de partir. É uma decisão que, uma vez tomada, transforma essa pessoa em alguém que vaga entre nós, como uma sombra de si mesma, já distante da vida, mas ainda presente fisicamente.
Essa determinação não é sobre fraqueza ou falta de vontade de lutar. Pelo contrário, muitos lutam até o limite do que podem suportar. Tentam se encaixar, suportar a dor, fazer com que tudo volte a ter sentido. Mas, para alguns, essa batalha já foi perdida internamente.
O que muitos não compreendem é que o sofrimento emocional profundo não é algo que se resolve com simples palavras de incentivo ou com uma rotina ajustada. Ele precisa de algo mais: de presença genuína, de escuta sem julgamentos, de um espaço seguro para existir sem precisar mascarar a dor.
Então, nunca duvide. Preste atenção nos silêncios, nos sorrisos forçados, na aparente normalidade. Porque às vezes, quem já decidiu partir está apenas esperando o momento certo, enquanto perambula invisível entre todos nós, com um coração que já se despediu em silêncio.
Seja essa presença, segure essa mão, e talvez você possa ser o motivo pelo qual alguém decida continuar.
E se essa fosse a sua última semana?
E se aquele foi o último abraço que você deu em alguém?
E se ela partir, quais foram suas últimas palavras para ela?
A gente vive como se houvesse tempo.
Adia o perdão, o carinho, a verdade.
Promete encontros, inventa desculpas,
e deixa o amor esperando na porta —
como se o amanhã fosse um direito,
não um presente.
Mas e se o amanhã não vier?
Se a vida decidir fechar os olhos antes de nós?
O que restará — senão o peso do não dito,
e o eco das ausências que poderíamos ter preenchido?
Por isso, abrace agora.
Diga o que sente.
Peça desculpas, se for preciso.
Não economize presença.
O tempo é um sopro,
e ninguém sabe quando o vento muda de direção.
Há muita verdade nessa afirmação. Todos já viram alguém “envelhecer da noite para o dia” ao passar por uma crise financeira ou emocional.
O que é exatamente esse padrão de pensamentos a que chamamos preocupação, e que parece ter o poder de envenenar nossa existência?
É possível até mesmo afirmar que a preocupação causa o envelhecimento, pois ela acelera o tempo. A preocupação é obviamente um hábito. O hábito de se atormentar por coisas que já passaram ou pelas que ainda podem acontecer. Ela não tem nada a ver com o presente.
Analisemos primeiro o passado. Ainda não se conhece nenhum meio de mudar o que passou. O passado é irrevogável; o tempo anula todas as possibilidades de torná-lo diferente. Viver em meio aos enganos e mágoas do passado é totalmente improdutivo.
Além do mais, esse tipo de atitude é nocivo, pois libera no organismo substâncias tóxicas que aumentam a pressão arterial e sobrecarregam o coração. A melhor postura é reconhecer os erros passados, aprender com eles e deixá-los ficar em seu devido lugar, no passado.
Para dedicar toda a atenção ao presente é preciso a percepção sadia de que o passado se foi para sempre. A preocupação é a recusa psicológica de aceitar esse fato.
E o que a torna parte aparentemente inevitável da vida é o fato de os erros, as mágoas, os ressentimentos e as injustiças deixarem na mente vestígios que afetam o organismo através da conexão psicofisiológica.
Há um segundo tipo de preocupação que se ocupa de tentar evitar a dor pelo controle do futuro. Um de meus colegas me deu um bom exemplo desse modo de agir. Ele tratou uma paciente durante vinte anos, e, nesse período, ela o visitava duas vezes por ano para fazer exames físicos completos.
Sempre que aparecia, demonstrava grande preocupação com a possibilidade de ter um câncer. Embora não tivesse nenhum sintoma da doença, ela inventava uma série de queixas que obrigava o médico a pedir uma bateria de exames apenas para assegurá-la de que não tinha câncer. Essa cena se repetia ano após ano.
A cada consulta o médico fazia o que podia para convencê-la de que estava livre da doença, e todas as vezes ela perguntava: “Tem certeza?” Certa vez, porém, depois de analisar o resultado dos exames, o médico veio com más notícias.
Disse à paciente que ela tinha câncer. Ao que ela respondeu, com uma espécie de expressão de triunfo: “Não falei? Faz vinte anos que venho dizendo a mesma coisa!” Em sua preocupação, essa mulher imaginou uma doença que ela temia mais que tudo. De tanto dar atenção a esse medo, ele acabou se tornando realidade.
A consciência tem meios de alterar os fatos. Nosso subconsciente pode transformar aquilo que imaginamos em realidade. As pessoas que se preocupam se convenceram de que a preocupação é, de certo modo, o modelo correto de pensamento para evitar que coisas ruins aconteçam. Entretanto, atenção é atenção.
Se ficamos imaginando coisas que não queremos ver acontecer, é quase certo que o resultado será o oposto. Talvez algo “igualmente ruim” ocorra, o que dá no mesmo. Se queremos imaginar o futuro, que ele seja repleto de alegrias e coisas boas.
Mas as pessoas saudáveis não vivem nem no passado nem no futuro. Elas vivem no presente, no agora, que acaba tendo sempre o gosto da eternidade, pois nenhuma sombra paira sobre ele. Quando se presta atenção ao momento presente, ele se faz em toda a plenitude.
Ao vivermos apenas de momento em momento, o tempo deixa de ser nosso inimigo. Os efeitos nocivos da preocupação são eliminados através da valorização do que a vida nos oferece hoje.
Quando alguém está chorando, é claro, a coisa nobre a fazer é confortá-lo. Mas se alguém está tentando esconder suas lágrimas, também pode ser nobre fingir que você não está vendo elas.
Não adianta nada alguém ficar dando lições de moral, se esse mesmo alguém não vivencia aquilo que fala.
alguem que tirasse minha vida
desse tédio bagunçado e desgastante,
seria o bastante
uma maneira de entender a tudo
se conformar em ser mortal
ter paz de espirito
achar a ganancia um sentimento banal
se eu peço muito não sei
mas eu faço o que me convém
minha lei é minha consciencia que dita
eu jogo fora a receita da vida prescrita
o importante
é curtir
com 2 ou com 100
um pouco de alcool
um pouco de papo
um pouco de musica
isso é o show
nada tem que ser repetido
tem que ser repensado
se eu peço muito não sei
mas eu faço o que me convém
minha lei é minha consciencia que dita
eu jogo fora a receita da vida prescrita
reconhecer meu erro
não quer dizer que eu me arrependa dele
perco a vontade facil
mudo de ideia rapido
quando você não pode se justificar
quer dizer que valeu apena
cada um tem um esquema
de fingir que esta contente
veja sempre pelo lado bom
mas não se precipite em contar com ele
LIÇÕES DE VIDA
Tive que morrer para aprender a viver.
Não importa o quanto ama alguém, mas fique preparado para perdê-lo a qualquer momento, de uma forma ou outra.
Não importa o quanto confia nos amigos, num determinado momento eles irão decepcioná-lo.
Não importa quantas vezes você foi sincero, porque em alguns momentos, também mentiu!
Não importa o quanto idealiza, pois só os sonhos palpáveis se tornarão verdade.
Por mais que ande, uma hora terá que correr.
Por mais que corra, uma hora irá cair.
Por mais que caia, sempre ficará em pé.
Assim é!
Nascemos, crescemos,
envelhecemos e partimos.
Mas por mais longa que seja a viagem, ainda assim, preferimos nos manter no vagão.
Pelo menos (se Deus permitir)
até a próxima estação!
Os seres humanos não necessariamente necessitam de um amor, mas sem o amor de alguém não saberemos o que é ser gentil, carinhoso ou realmente se apaixonar. Então não necessitamos mas precisamos.
Como pode alguém em tão pouco tempo se tornar tão importante na vida de uma pessoa assim como você se tornou na minha?
Como pode alguém tomar conta do pensamento de uma pessoa assim como você tomou do meu?
Como pode alguém causar tanta felicidade a uma pessoa assim como você me causa?
Como pode alguém sempre estar presente nos sonhos de uma pessoa assim como você sempre está presente nos meus?
Como pode alguém ser o motivo de tanta alegria pra uma pessoa assim com você é pra mim?
Como pode alguém fazer tão bem a uma pessoa assim como você me faz?
Como pode alguém com um simples toque levar uma pessoa a loucura assim como você me leva?
Como pode alguém gostar tanto de uma pessoa assim como eu gosto de você? Como pode?
Posso até ficar triste quando alguém se engana sobre mim. Mas, certamente, fico muito mais, quando me engano sobre alguém.
Quando eu errei contra alguém, tive a hombridade de pedir perdão, o que para mim não é nenhuma humilhação, mas ter a humildade de reconhecer que falhou, isso é para poucos.
Você já parou pra pensar que enquanto você pensa em alguém essa pessoa pode estar pensando em você também?
"Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue “imagem e ação” e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando está de short, camiseta e chinelo."
"Quando você estiver pensando muito em alguém, você verá que essa pessoa esta conectada a você, não se iluda com o pensar negativo, ela esta pensando em você com a mesma frequência"
Os prazeres de se depender de alguém empalidecem perto dos medos paralisantes que essa dependência envolve.
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