Homem que Ama

Cerca de 52442 frases e pensamentos: Homem que Ama

⁠⁠Deus Ama o Que Segue a Justiça.

Inserida por KamillaMoreira

⁠O Justo Ama a Justiça.

Inserida por KamillaMoreira

⁠Bom Dia! Deus te ama e está contigo!

Inserida por KamillaMoreira

⁠O Amor Não é Egoísta.Quem Ama:Confia e Deixa Livre.

Inserida por KamillaMoreira

O amigo ama em todos os momentos, mas na adversidade nasce um irmão.

Bíblia Sagrada
Provérbios 17:17.
Inserida por KamillaMoreira

⁠Deus não nos ama porque somos valiosos, mas somos valiosos porque Deus nos ama.

Inserida por KamillaMoreira

⁠Deus Nos Ama Tanto Pois Somente Ele Sente e Conhece Nosso Coração.

Inserida por KamillaMoreira

O Justo Ama Fazer o Certo.

Inserida por KamillaMoreira

⁠Deus Nos Ama Tanto Pois Somente Ele Conhece Nosso❤

Inserida por KamillaMoreira

⁠O Mundo Não Nos Ama Pois Não Somos Dele.

Inserida por KamillaMoreira

⁠Eu Amo Tanto Meu Deus e Eu Sei Que Ele Me Ama Tanto!

Inserida por KamillaMoreira

⁠O Altruísta Ama Cuidar e Ajudar.

Inserida por KamillaMoreira

⁠⁠As pessoas não vão nos aceitar por nossa fé. Isso está ok. Temos que amá-las e servi-las de qualquer maneira.

Inserida por KamillaMoreira

⁠O Justo Ama a Vontade de Deus.

Inserida por KamillaMoreira

SÓ A MÂE AMA INFINITAMENTE, SEM ESPERAR RECIPROCIDADE!
Nicola Vital

Inserida por NICOLAVITAL

Não se venda! Faça o que AMA!

O corpo corruptível torna pesada a alma; faça o que agrada o senhor para obter sabedoria e salvação (aquietação e direção).

Inserida por claudiaberlezi

Santa Helena de Goiás meu pedaço de torrão.
Minha terra amada.
Eu canto a minha terra,.
Terra amada de meus pais.
Onde eu nasci,e com meus Sete irmãos fui feliz...(Patife)

Inserida por SaulBelezza

Ninguém te ama antes da morte, ninguém sente tua falta antes da morte, na morte! você era a pessoa certa para tudo...
(Patife)

Inserida por SaulBelezza

Quem ama não espera troca, pois sentimento sincero nasce da sensibilidade da alma.

Inserida por simproducoes

Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa – como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?

As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar.

Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência.

O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.

É preciso aceitar esta mágoa, esta moinha que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si, isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.

Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas, quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.

O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.

Miguel Esteves Cardoso
Último Volume. Assírio & Alvim: Lisboa, 1991.
Inserida por dhiegobalves